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Tecnologia que interessa!

Tecnologia da informação aplicada - por Christian Guerreiro.

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

7 anos de Tecnologia que Interessa!

Aniversário 7 anos Tecnologia que Interessa!

E eis que, mais uma vez, é momento de comemorar.

Comemorar o crescimento, amadurecimento, evolução da minha "cria", que hoje completa 7 anos!

Esta "cria" que é motivo de muito orgulho.

Que me proporciona conhecer pessoas, e entender um pouco mais do mundo através da web.

Que me revela oportunidades que nunca imaginei estarem ao meu alcance.

Que me possibilita coisas boas e ruins, ambas importantes para o crescimento pessoal e profissional.

Que, mais importante que tudo, me conecta com você, que agora lê este texto, e que reconhece alguma utilidade no que escrevo e compartilho por aqui.

Mas deixemos de firulas e vamos ao que interessa!

Neste momento de comemoração, quero aproveitar para dizer a vocês o que esperar desse nosso espaço em 2015.

Aliás, quero fazer um agradecimento especial a cada um dos cerca de 2 mil integrantes da comunidade Tecnologia que Interessa!, sejam os participantes da lista Big Data Brasil, os que acompanham por RSS, email ou alunos. Muito obrigado a cada um de vocês!

Se fui obrigado, por motivos alheios à minha vontade, a reduzir a frequência de postagens, tento compensar com mais informação em cada texto.

Por isso, pode esperar em 2015 ainda mais conteúdo

E em diferentes formatos!

*Vamos estar retomando* o podcast :)

Estou trabalhando no primeiro infográfico.

E vamos ter alguns hangouts também, sobre Virtualização, Governança de TI, Big Data, Software Livre, enfim.

Espero que curtam as novidades!

E fiquem à vontade pra sugerir os temas de TI que mais interessam a você! Sou todo ouvidos :)

Aliás, quero finalizar este texto justamente pedindo um pequeno favor a você.

Poderia responder a uma simples perguntinha ? É rapidinho!

Lá vai...

O que você espera do Tecnologia que Interessa! ?

É muito importante pra mim saber que tipo de informação você espera ver aqui, pra ver o que posso fazer pra te atender da melhor maneira possível, dentro das minhas possibilidades, é claro.

Responde aí, por favor. Valeu!
Mais...

domingo, 25 de janeiro de 2015

Certificação Linux LPI, CompTIA Linux+ e Open Suse - Guia Completo!

Tudo que você queria saber sobre as certificações CompTIA Linux+, LPI e Open SuSE, mas não achava no Google :)

Certificações são um assunto que nunca sai de moda, e nos tempos atuais, em que tecnologias inovadoras como Big Data e Computação em Nuvem têm seu alicerce em soluções open source, entendo que a certificação Linux ganha bastante importância.
Por isso é que fiquei extremamente feliz quando o Davi Lazer, ex-aluno meu que acabou de tirar várias certificações Linux, resolveu compartilhar tudo que conseguiu obter de informações sobre a certificação. Obrigado Davi!
A importância deste conteúdo está no fato de que, embora importantes, as informações que descrevemos a seguir não estão disponíveis de maneira simples e fácil. Às vezes estão em inglês, às vezes dependem de consultar um especialista, e às vezes dependem de tentar, errar e aprender por conta própria.
Não mais! A partir de hoje, o caminho das pedras para certificações Linux está ao seu alcance, de forma direta, simples e, principalmente, útil para que obtenha o melhor resultado em seus estudos.
Vamos lá então. Com a palavra, o Davi.

3 certificações em uma?

Quem não gosta de um bom negócio, não é mesmo?
Gostaria de compartilhar com vocês um caminho bem interessante para seguir nas certificações Linux, onde realizando somente 01 certificação (02 provas CompTIA Linux - LX0-101 e LX0-102), você irá ganhar 03 títulos.
Como será que isso funciona? Veja a explicação abaixo! Não é nem um pouco complicado :)
Quem conhece certificações Linux sabe que estas são separadas entre 03 grandes empresas: CompTIA, Novell, e Linux Professional Institute (LPI).
Um acordo anunciado no início deste ano entre a LPI e a Novell determinou que é possível que profissionais que tenham obtido a certificação de nível 1 em LPI (LPIC-1) possam aplicar para receber o título de Novell Certified Linux Associate (CLA) sem ter que realizar nenhum exame adicional!
Excelente, não? E olha que ainda não acabou! :)
Exatamente 01 (um) mês depois deste acordo, a LPI anunciou outra negociação com a CompTIA, onde quem realizar o exame CompTIA Linux+, desenvolvido agora pelo LPI, poderá receber o título de LPIC-1 sem nenhum custo adicional, apenas precisando completar um formulário solicitando esta credencial.
Resumindo: Linux+  = LPIC-1  = CLA!

O passo a passo para a certificação


Vejamos aos passos que você deverá seguir para atingir estes 03 títulos.
01- Seja aprovado no exame no exame CompTIA Linux+, desenvolvido por a LPI (2 exames). Mais informações no site da CompTIA.
02- No momento em que você estiver realizando os exames de Linux+, solicite que o mesmo seja gravado e enviado para a LPI, o que irá lhe creditar o título de LPIC-1.
03- Preencha o seguinte requerimento a ser enviado para a Novell requerendo o título de Novell CLA: clique aqui para ir ao site onde é possível preencher o formulário (link fill out form...) solicitando o título. Note que será solicitado seu LPI id.
04- Agora você já terá a base para excelentes certificações técnicas da Novell e da LPI, como por exemplo a Novell CLP ou CLE, e a LPI nível 02 e nível 03. Ou quem sabe pular diretamente para o programa de certificação da Red Hat!
Não perca a oportunidade de realizar somente 01 certificação e ganhar 03 títulos! Promoções desta forma não são comuns e devem ser aproveitadas! ;)
Você conhece as certificações Linux disponíveis no mercado ? Não ? Conheça agora!

Certificações Linux do mercado

Quais certificações Linux você poderá tirar, depois que aprender Linux ?
O Linux Professional Institute (LPI) serve à comunidade Linux, com o intuito de aumentar o uso profissional do Linux e de outros softwares.
A Novell comprou a Suse e também mantém um programa de certificação.
A CompTIA atua há 25 anos com diversas certificações, entre elas Linux.
Vejamos como você pode fazer as certificações destas instituições.
O caminho até lá pode ser longo, mas vale a pena.

Como fazer os exames da CompTIA

1) Você precisa criar um LPI ID no site da LPI: http://www.lpi.org.
2) Você escolhe um local para fazer as provas, num centro autorizado, através do site http://www.pearsonvue.com.
3)Você informa o seu LPI ID e marca o exame.
4) Você faz as provas LX0-101 e LX0-102 da CompTIA.
Note que é necessário fazer a prova LX0-101 (e passar, claro!) antes de poder marcar a prova LX0-102.
A CompTIA vai receber o resultado dos exames e, como você informou seu LPI ID e indicou que pretende que seja enviado para a LPI, você receberá, além do certificado da CompTIA, também o da LPI.
De posse do certificado LPI você entra na página deles e dá entrada no pedido do certificado da Novell.
Dica importante: se você fizer os exames da LPIC-1 (provas 101 e 102), você não tem direito ao certificado da CompTIA, só da Novell. Por isso você deve marcar as provas LX0-101 e LX0-102 da CompTIA para ter.

Qual o custo para tirar uma certificação Linux ?

Na verdade, esse valor é relativo.
Se você pensar apenas na prova de certificação, cada uma custa U$ 170,00 (cento e setenta dólares).
Você precisa fazer duas provas para ser certificado CompTIA + LPI + Novell.
Mas a verdade é que… o maior custo está na preparação para a prova.
Se você está começando com Linux, tem que pensar como será sua preparação.
O auto estudo é muito bom, mas pra quem já tem algum conhecimento em Linux, pra quem já utiliza o sistema.
Se você está iniciando…
Comece pelo Guia Foca Linux!
Dica importante: tenha cuidado com o excesso de informação! Foque em comandos, pois ambas as provas (LX0-101 e LX0-102) possuem questões abertas para você digitar o comando adequado de acordo com o contexto da questão.
E não se assuste com a quantidade de conteúdo do guia… ele é um guia de referência, pode ser utilizado pra consulta rápida sempre que necessário, e não foi feito pra ser inteiramente "decorado".
Por isso, não comece estudando TODO o Guia Foca…
Pode acreditar, você iria se desesperar, é muita coisa mesmo!!! E a seqüência de assuntos abordados não é a melhor para a preparação visando uma certificação.
Então, a dica fundamental é começar pelo Guia Foca Linux.
Confira agora outras dicas baseadas em questões comuns que os estudantes fazem.

Perguntas frequentes sobre a preparação para a certificação Linux

Como são as provas?
As provas podem ser em português ou inglês, e podem ser aplicadas em um centro de treinamento credenciado junto à Pearson Vue, conforme a sua conveniência e de acordo com o agendamento que você deve fazer. As provas são feitas pelo computador, com direito de consulta apenas a um dicionário inglês/português, se a prova for realizada no idioma estrangeiro.

Quantos pontos preciso para passar nas provas?
Você precisa de 500 pontos. Para simplificar, você precisa acertar pelo menos 75% da prova. Note que as questões têm pesos diferentes e há um sorteio, de forma que não há como precisar quantas perguntas certas ou erradas são suficientes pra passar, alcançando o mínimo de 500 pontos.

Quanto custa cada prova LPI / CompTIA ?
O valor de cada prova geralmente fica em US$170.00.

Onde faço as provas LPI / CompTIA ?
Procure um centro de treinamento perto de você, acessando www.pearsonvue.com.

Se eu fizer as provas da LPI, terei direito ao certificado da CompTIA ?
Não. Você precisa fazer as provas LX0-101 e LX0-102 da CompTIA para ter direito ao certificado da LPI e Novell. Se você fizer as provas da LPI, só poderá requisitar o certificado da Novell.

Qual a melhor distribuição Linux para estudar para as provas?
As provas da CompTIA/LPI são independentes de fabricante. Você pode a princípio estudar usando qualquer sabor. Mas as provas seguem o padrão Linux Standard, definido pela comunidade. Como a LPI tem uma parceria com a SUSE/Novell para ofertar o certificado SUSE Certified Linux Administrator (CLA) sem custos extras para quem passar nos exames, nada mais natural indicar o OpenSuSE como o Linux mais apropriado para estudar para as provas.

Vale a pena gastar tanto esforço e dinheiro?
Você vai ficar surpreso com as oportunidades que irão surgir depois que você conquistar uma certificação para seu currículo, mesmo para quem não mora em grandes centros.

Como ganho os 3 certificados?
Primeiro você precisa de um LPI ID, obtido através do site lpi.org. Depois você marca as provas da CompTIA Linux+ (LX0-101 e LX0-102) no site da Pearson Vue. Não se esqueça de informar seu LPI ID neste momento. Ao passar nos exames, entre novamente no site da LPI e solicite seu certificado SUSE/Novell (CLA).

Para fazer um curso ou estudar o Guia Foca Linux, eu preciso conhecer Linux?
Você não precisa ter conhecimentos de Linux para começar a estudar o Guia Foca Linux, antes recomendamos assistir o vídeo com diversas dicas para iniciar os estudos. Mas precisa ter boas noções de computação, Internet e um pouco de redes.

Conteúdo recomendado para estudos visando a certificação Linux

  • Arquitetura do Sistema
  • Instalação e Gerenciamento de Pacotes
  • Comandos GNU e UNIX
  • Dispositivos e Sistemas de Arquivos
  • Shell, Script e Gerenciamento de Dados
  • Interface do Usuário
  • Tarefas Administrativas
  • Serviços Essenciais do Sistema
  • Fundamentos de Rede
  • Segurança

Conteúdo específico dos exames LX0-101 e LX0-102


LX0-101

1.01 Arquitetura do Sistema 14%1.02 Instalação do Linux e Gerenciamento de Pacotes 18%1.03 Comandos GNU e Unix 43%1.04 Dispositivos (devices), Sistemas de Arquivos do Linux, Hierarquia de Sistema de Arquivos 25%

LX0-102

1.05 Shells, Scripts e Gerenciamento de Dados 17%1.06 Dekstop e Interface do Usuário 8%1.07 Tarefas Administrativas 20%1.08 Serviços Essenciais do Sistema 17%1.09 Fundamentos de Rede 23%1.10 Segurança 15%

Simulados

Há simulados reais disponíveis na web, ou seja, as questões são bem similares ou até mesmo idênticas às que caem nas provas LX0-101 e LX0-102.
Cerca de 30 por cento das questões são abertas, exigindo que escreva o comando com ou sem parâmetros, a depender do que se pede na questão.
As provas oficiais de certificação possuem questões que valem mais pontos e outras que valem menos e até mesmo as que não são pontuadas.
As questões abertas são as que valem mais pontos, por isso é fundamental conhecer bem os comandos e seus principais parâmetros.
Faça bastante simulados e quando tiver acertando 90 por cento, então você está preparado e pode marcar a prova oficial.
Há aplicativos que ajudam na realização de simulados, e um dos formatos de simulado mais populares é o VCE, que tem até app pra android que ajuda a fazer o simulado lendo arquivos VCE. Outra opção, para PC, é o Visual CertExam Suite.

Resumo da prova CompTIA Linux+

Detalhes da prova
Exames necessários Dois, LX0-101 e LX0-102
Quantidade de questões 60 pra cada exame
Tempo 90 minutos para cada exame
Pontuação mínima 500
(numa escala de 200 a 800 pontos)
Idiomas Inglês, Alemão, Português, Chinês, Espanhol
Experiência recomendada CompTIA A+, CompTIA Network+ e pelo menos 12 meses de experiência em administração de sistemas Linux.


A certificação é válida por 05 (cinco) anos a contar a partir da aprovação da prova LX0-102.

Conclusão


Tentamos trazer aqui o conjunto de informações mais completo possível para facilitar a sua certificação Linux. Se faltou alguma informação, fique à vontade pra perguntar aqui nos comentários, ficarei muito feliz em responder.

No mais, desejo aos Linuxeiros de plantão bons estudos e sucesso nas provas!

ps: Davi me encaminhou um documento com o passo a passo para marcar a prova, que está disponível aqui.

ps1: e se você tem algum material que seja útil para quem busca certificação em algum tema relacionado a TI, ficarei muito feliz em compartilhar aqui no blog. Basta me enviar!
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

8 apps pra ver vídeos como nunca antes na história do seu smartphone :)

Estava lendo sobre produtividade e performance, e achei uma dica interessante, que sugere converter todo o material que tiver a sua disposição em áudio e ouvir no carro, quando veio a sugestão de usar apps no PC e smartphone que permitissem aumentar a velocidade pra ganhar tempo.

Achei a dica perfeita, e me lembrei que há muitos anos atrás eu penei muito até encontrar um player pra PC que permitisse controlar a velocidade do vídeo (fast forward e fast reward para os mais velhos :). Como vocês já sabem que sou meio maluco, posso contar. Uma vez assisti um filme em velocidade 2x pra ser mais rápido. Pelo menos o filme tinha legenda :)

O fato é que às vezes é necessário acelerar. Aliás, quando estiver vendo um dos meus vídeos de treinamento em Big Data ou VMware, pode ser que precise acelerar, pois às vezes sou meio prolixo, confesso. Mas nem sempre. E falando em prolixo, vamos aos apps, que é o que interessa, não é mesmo ?
Player de vídeo para android com controle de velocidade
O Dice Player é simples, versátil e muito funcional. Traz aceleração de hardware para uma experiência melhor ao assistir vídeos, tem suporte muitos formatos de vídeo e legendas, pode "flutuar" no seu smartphone enquanto você faz outras coisas, e traz, claro, o controle de velocidade que tanto precisava. Por isso este é o player top pra minhas necessidades no momento.

Cover art
O MX Player é considerado por alguns o melhor player de todos os tempos, dada a infinidade de recursos que ele apresenta. Decodificação por hardware, inclusive com uso dos múltiplos núcleos dos smartphones mais modernos, zoom do vídeo diretamente na tela com os dedos (pinch to zoom), suporte a gestos, recurso de bloqueio para evitar que crianças interrompam o vídeo no tablet sem querer, por exemplo. Traz ainda suporte a muitos formatos, legenda, flutuação, background playback (caso queira "fechar" o player e ouvir o áudio em segundo plano) e também controle de velocidade. Ele só não está no primeiro lugar porque tive dificuldade ao testar o controle de velocidade.

Cover art
O WonderShare Player foi pensado inicialmente para streaming, e suporta os principais sites de vídeo, incluindo Youtube, Hulu, Dailymotion e Vevo. Também tem suporte a muitos formatos de arquivo (até VOB!), legendas, e recursos pra, em conjunto com o software pra PC, assistir via wifi vídeos do PC pelo smartphone, além de suporte a gestos.
Cover art
O QQ Player não tem tantos recursos quanto o MX Player, mas conta com suporte a muitos formatos, legenda, e uma opção interessante para os paranóicos de plantão: uma playlist privada para aqueles vídeos estranhos que você vê quando ninguém está por perto. Até porque, como dizia alguém que não lembro quem era, "De perto ninguém é normal". Brincadeiras à parte, o player é rápido, embora não seja tão eficiente quanto os anteriores ao exibir vídeos em alta resolução.

Cover art
O GPlayer (Super Video Floating), como o nome sugere, traz no recurso de flutuação um dos grandes diferenciais, podendo exibir vários vídeos pela tela (não testei, mas deve ser legal num tablet!). Suporte a Youtube, galeria 3D, compartilhamento via wifi, listas personalizadas com recursos de privacidade são alguns dos recursos do app.

Cover art
O BS Player é velho conhecido no PC. Há anos é meu player favorito, em especial pela facilidade com que encontra legendas para os vídeos, sem falar no desempenho, estabilidade e enorme quantidade de opções de configuração. A versão móvel conta ainda com decodificação por hardware com suporte multi-core, streaming via wifi, bloqueio, exibição em segundo plano, popup e até exibição diretamente de arquivos RAR.

Cover art
O Mobo Player conta com duas versões na lojinha do Google, não sei porque. O link é pra versão 2.0. A outra tem a descrição em chinês, então não sei quais as diferenças. De todo modo, é um player cheio de recursos interessantes, como o suporte a múltiplas janelas, formatos e legendas, streaming e até DLNA.

Cover art
O Torrent Video Player é auto explicativo no que se propõe, ou seja, assistir ao vídeo ao mesmo tempo que baixa o torrent. Pelos comentários, o app ainda é bem instável e tem problemas com legendas, mas não sei porque algo me diz que esse tipo de app vai pegar :)

Conclusão

Temos aqui, portanto, uma vasta lista de apps que certamente vão fazer você pensar porque usou as porcarias de players nativos do android e iphone. Enjoy!

ps: tem algum outro app de áudio/vídeo pra indicar ? Comenta aí!
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

11 apps úteis que facilitam planejar suas viagens pelo mundo (android e iphone)

Viajar é uma das melhores coisas que alguém pode fazer. Eu digo que é o dinheiro mais bem gasto. E o companheiro de todo dia da maior parte das pessoas hoje é ele, o smartphone. Por isso, nada melhor que equipar nosso companheiro com algumas das melhores opções pra auxiliar na hora de planejar sua viagem, seja descobrindo os melhores lugares e pontos turísticos, organizando itinerários, reservando hotéis (ou casas, se preferir) e até criando listas pra ajudar com a bagagem. Vamos à lista!

Tourist Eye - app para viajantes do mundo
O app Tourist-Eye - Guia de Viagem, não apenas traz informações sobre os locais, mas facilita a montagem de roteiros para viagem, com recomendações de viajantes, indicações de pontos turísticos próximos ao local onde se encontra (para uso durante a viagem), com acesso offline, além de permitir a criação de "listas de desejo" comunitárias, o que permite compartilhar "As melhores praias do Brasil" ou "Melhores lugares para compras em Nova Iorque".

World Tourism - app para viajantes do mundo

World Tourism é um dos apps mais bem avaliados da lojinha do Google quando se trata de apps para turistas. Conta com informações sobre centenas de milhares de locais de 151 países, incluindo dados sobre moedas, idioma, fuso horário e muito mais, além de permitir acesso offline e contar com reurso de texto para fala.

1001 lugares no Brasil pra conhecer antes de morrer
1001 lugares pra conhecer antes de morrer é um dos meus preferidos, não apenas por ser voltado para nosso país, servindo como excelente guia para os muitos lugares maravilhosos que temos por aqui, também traz recursos que facilitam o controle dos lugares já visitados.

O Trip Advisor é um clássico! App já consagrado mundialmente, é referência quando se trata de avaliações de lugares, ajuda a encontrar as melhores tarifas de passagens aéreas, hotéis, pousadas, restaurantes e pontos turísticos. E ainda há promoções que permitem ganhar pontos em programas de fidelidade fazendo avaliações de lugares, hotéis, etc. Recomendadíssimo!

Hostelworld é uma das melhores opções pra quem quer (ou precisa!) economizar na hospedagem. São mais de 30 mil albergues espalhados pelo mundo, com milhões de opiniões pra garantir uma estadia barata, mas também segura.

Quando se trata de acesso a informações sobre meios de transporte, há várias opções muito interessantes, por isso resolvi indicar duas: Transit Moovit. Informações sobre rotas, meios de transporte, navegação em tempo real, comparativos, acesso offline e muitos outros recursos nestes apps imperdíveis.

O Packpoint é daqueles que você pensa: precisava disso! Ele faz um checklist do que você precisa levar na viagem, a partid de informações que você fornece, indicando o objetivo da viagem, e conforme se trate de "férias na praia com bebê" ou "viagem de negócios", ele monta a lista de itens que não podem faltar na sua bagagem.

O Quintessentially Lifestyle é um app indicado pela CNN que traz informações de um serviço de Concierge que anteriormente era restrito a membros, e que fornece indicação de especialistas com os melhores restaurantes, SPAs, hotéis, e ainda permite compra de ingressos, além de outros serviços para os membros do "clube".

O Wikitude é um aplicativo de realidade aumentada muito bacana, que fornece informações sobre pontos turísticos sobrepostas na imagem da câmera do seu smartphone, facilitando a identificação de locais históricos e outras atrações mundo afora. O app ainda oferece integração para obtenção de mais informações sobre atrações a partir do Trip Advisor, Yelp, Twitter e Wikipedia.

O AirBNB é outro aplicativo que ganhou bastante adeptos nos últimos anos, por fornecer opções alternativas de hospedagem além dos clássicos hotéis e pousadas, permitindo que qualquer um com um espacinho sobrando em casa possa faturar alugando o mesmo de forma extremamente simples.

Conclusão

Há uma infinidade de apps para viagem disponíveis nas lojas, e certamente esta lista não esgota as possibilidades, mas tentei relacionar apps fora do óbvio que muitos de vocês já devem utilizar, como Booking, Hoteis.com, Google Maps, Waze e outros.

Por isso, se você tiver algum app para viagens que seja especialmente interessante, indique aqui!
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

5 dicas para Profissionais de TI que desejam turbinar sua carreira em 2015

Dicas sucesso carreira TI

O novo ano chegou, e com ele novas resoluções.

Queremos mais, queremos melhor, a cada ano.

Mas não é fácil, por isso resolvi tentar ajudar, indicando tendências, tecnologias e técnicas que você deve se dedicar em 2015 pra alavancar sua carreira.

1 - Acompanhe as tendências tecnológicas

Esta primeira dica pode parecer bem óbvia para profissionais de TI, em especial para os mais experientes, mas não a subestime. Vejo todos os dias profissionais se perguntando porque não cresceram na carreira, sem perceber que estão absolutamente estagnados em tecnologias (quase) obsoletas (Windows, alguém ? :).

Internet das Coisas (IoT para os íntimos), Computação em Nuvem (Cloud), Big Data, Mobilidade, Segurança da Informação são algumas áreas que já são realidade em muitas empresas e têm alta demanda de profissionais qualificados, por isso vale a pena ficar atento às novidades nessas áreas.

E o melhor de tudo é que acompanhar o que acontece pode ser muito fácil.

2 - Foque em algo específico

Na minha opinião, ser generalista ajuda mais quando você já tem bastante experiência, pois é a experiência que vai permitir que sua visão geral sobre tecnologia seja útil para a empresa, pois você saberá quais as peças necessárias, mesmo que não saiba todos os detalhes para a montagem do quebra-cabeça.

Por isso, escolha um dos temas que indiquei e identifique soluções relacionadas (como o Hadoop para Big Data), e investigue suas características, pois assim você obterá um conhecimento mais específico e terá algum diferencial para oferecer a seus clientes e/ou empregadores.

Vejo muita gente reclamando de salário, mas que não é capaz de desenvolver um app móvel ou montar uma infraestrutura na nuvem, só pra citar duas habilidades essenciais para desenvolvedores e profissionais de infra, respectivamente.

Descubra e invista na sua especialidade, aquilo que você tem motivação suficiente pra fazer melhor que ninguém, e o caminho do sucesso começará a se tornar viável.

3 - Documente seu aprendizado

Pode ser num blog, num ebook, num app tipo Evernote, num caderno, onde quiser.

Mas escreva sobre o que aprender, e seu aprendizado será maior, melhor e, se for documentado num espaço público, vai se tornar seu portfólio e servir de vitrine pra potenciais clientes e/ou empregadores através da Internet.

Sem falar que a documentação vai servir para consultas futuras, afinal nossa memória não é infalível.

Já perdi as contas de quantas vezes consultei o blog pra tirar alguma dúvida, confirmar uma informação, etc.

4 - Compartilhe o que aprender (ajudando pessoas)

Sabe uma coisa que as pessoas não costumam esquecer ?

Quem resolveu um problema pra elas.

Se alguém tem um problema e você ajuda a resolver, automagicamente você se torna referência pra ela.

Fica fácil entender, portanto, que quanto mais você fizer isso, mais pessoas lembrarão de você.

Em especial, as pessoas vão lembrar de você quando surgirem oportunidades.

Mas atenção!

Se meter a fazer o que não sabe pode ter o efeito contrário, ou seja, você vai criar a fama de que é o profissional que não resolve nada, e isso as pessoas também não esquecem.

Pior, lembranças negativas são mais fortes que positivas, então já viu, né ? Você pode acabar com mais gente contraindicando você quando surgirem oportunidades.

5 - Aprenda a fazer networking nas redes sociais

As redes sociais são um meio que oferece uma quantidade absurda de oportunidades, basta estar preparado para aproveitá-las.

Só pra dar um exemplo, outro dia vi num grupo do LinkedIn uma mensagem onde alguém prometia fornecer dicas e informações sobre vagas, e pedia o email das pessoas.

Milhares forneceram.

Isto significa que, se você tem a solução pra alguma necessidade das pessoas, faça esta solução chegar ao conhecimento delas.

Caso contrário é como querer ganhar na loteria sem jogar. Simplesmente não funciona.

Utilize seu perfil nas redes sociais como uma descrição do que você é capaz de fazer, assim fica mais fácil entrar em contato com as oportunidades do mercado.

Participe de grupos no LinkedIn, Google+ e Facebook, acompanhe especialistas no Twitter, sempre mantendo o foco na especialidade que quer transformar no seu diferencial no mercado.

Conclusão

Tentei apontar aqui alguns caminhos para quem quer aproveitar as oportunidades do mercado de TI, que, apesar do momento problemático do país, surgirão ao longo de 2015 pra quem estiver preparado.

Eu acredito muito em dedicação e persistência, por isso recomento que acredite, persista e se dedique para alcançar seus objetivos e os resultados virão.

E você ? Concorda comigo ? Tem mais alguma dica pra 2015 ? Compartilha aí!
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

O melhor da Tecnologia que Interessa! Edição 2014 :)


Eu não sei você, mas quando chega o final do ano, aproveito pra pensar sobre o que fiz, o que deu certo ou errado, o que consegui ou não consegui, essas coisas.

E a partir desta reflexão, resolvi fazer uma retrospectiva diferente, resumindo pra você o que aconteceu por aqui em 2014, e espero a sua opinião pra confirmar (ou não) minhas impressões.

Então vamos lá! Vou começar resumindo os textos do ano pra você.

Comecei o ano tratando de segurança, relacionando 10 ferramentas que vale a pena conhecer, que incluem IDS/IPS, ferramentas de análise de vulnerabilidades e de perícia forense, dentre outras.

Ainda em janeiro, iniciei o PODCAST (que deu uma parada mas vai voltar em 2015, pode esperar!) e comemorei 6 anos de blog!

Fechando o primeiro mês do ano, mostrei a você como usar o Google Apps Scripts pra tratar mensagens do GMail, fazendo buscas e filtros, e incentivei quem valoriza nossa querida região nordeste.


Começou o mês de março, e refleti sobre a experiência de blogar, percebi como a tecnologia de Big Data já faz parte de nosso cotidiano, e me surpreendi como os navegadores evoluem rápido, usando como exemplo o Firefox 28, além de tentar (sem sucesso, infelizmente) saber como você, caro leitor, usa as redes sociais, pra entender melhor se há alguma preferência, dentre outras coisas.

Ainda em março descobri que ler livros via web não é loucura, mas sim uma tendência :), e indiquei 5 apps pra você ler e aprender mais rápido (recomendo MUITO a leitura desse post).


No mês de maio, tratei do lançamento do Ubuntu 14.04, escrevi um ebook que resume 16 soluções para Big Data Analytics, reforcei a importância do inglês para profissionais de TI (não canso de repetir isso, mas parece que não adianta muito), descobri um infográfico bem legal sobre ITIL, fiz mais um giro de notícias pelo mercado de virtualização e cloud, e percebi como a guerra política chegou com força na web.

Ainda no mês de maio, fiz a cobertura do FISL, como de praxe, mesmo não podendo estar presente no evento, infelizmente. Ainda assim, pude analisar muitas palestras interessantes, com base nos vídeos disponibilizados pela organização do FISL. Teve Bitcoin, Segurança da Informação, Big Data, BI, BA, Linux, Shell Script, Cloud, Virtualização e até Empreendedorismo. Muito legal mesmo!

Em junho, além de concluir a cobertura do FISL, comecei a usar um dos melhores serviços que alguém pode ter acesso na web, o Quora. É educativo, inspirador, muito legal mesmo!

Mais um giro de notícias sobre virtualização e cloud (afinal foi este tema que [quase] me deixou rico :), um levantamento de 19 ferramentas para cloud que sysadmins e devops deviam conhecer, e termina o mês do São João.

Chega julho, e com ele uma proposta de trabalho inesperada e até mesmo inacreditável, mas que tive que recusar. Parei de escrever pro Google (não é o que você está pensando :) e voltei a escrever mais pra você, estimado leitor.

Neste mês movimentadíssimo no blog, teve guerra pela sua sala de TV, análise do desempenho da seleção na Copa como se fosse um serviço de TIAT&T "bancando" conexão de dados dos usuários nos EUA, centenas de apps pro chromecast, o serviço Kindle Unlimited da Amazon, a batalha dos Chromebooks, a TV Bit Torrent, Big Data salvando vidas, ferramentas para fazer negócios nas redes sociais e o impacto do SDN sobre a Cisco.

Agosto foi um mês sem tantas publicações no blog, mas capaz de revelar 10 soluções que todo administrador de redes devia conhecer, um novo método de recarga de smartphones baseado "no grito" :), uma discussão interessantíssima sobre ITIL e DevOps que repercutiu muito mais do que poderia imaginar, a briga no "mercado de caronas" e o sensacional "Remix of the Century", imperdível pra quem gosta de música.

Setembro veio e com ele a abordagem agressiva da Microsoft no mercado de virtualização e cloud, mais um serviço incrivelmente simples que traz mais produtividade com o envio de emails, uma análise sobre Openstack e VMware, a descoberta de uma das maiores falhas de segurança dos últimos tempos e uma idéia genial que pode revolucionar a forma como transferimos dinheiro.

Outubro chegou com a série Segredos do Aprendizado - Princípios Cognitivos que vão te ajudar a Aprender mais e melhor!, a banda larga da TIM sendo a melhor do Brasil, o Ubuntu 14.10 e as primeiras impressões sobre a evolução do GMail, o Google Inbox (tenho convites!).

Em novembro fiquei sabendo que a Google tem uma ferramenta que coleta dados sobre aplicativos e usuários mas garante privacidade (!), descobri vários defeitos no Google Inbox, pedi sua colaboração para o Tecnologia que Interessa!, lancei meu novo projeto: O Melhor do Cinema!, analisei o evento re: Invent da Amazon (muito material interessante!), critiquei a iniciativa Facebook for Business e compartilhei com você 8 tendências para Big Data Analytics em 2015, além de analisar a grande sacada do Facebook.

Em dezembro fiquei sabendo que a próxima geração do Google Glass pode ter hardware Intel, que a Microsoft tem um Data Center alimentado a partir do processamento de lixo, que terapia via chat funciona, tentei filosofar (sem sucesso, claro!), indiquei 5 cursos gratuitos pra aprender Computação em Nuvem e contei a história de uma das tecnologias mais revolucionárias da década, talvez do século.

Conclusão

Diante desse resumão, o que posso dizer é que, apesar de não ter dedicado tanto tempo quanto gostaria ao blog em 2014, a sensação é de realização, pois tenho certeza que consegui compartilhar informações úteis com você em algum momento desse ano. Posso garantir que me esforcei pra isso.

Ainda assim, não escapei de algumas frustrações, como o podcast, que pretendia fazer com mais frequência, mas acabei não conseguindo.

Desejo que em 2015 você tenha sucesso em seus projetos, que conquiste muitas vitórias, e que nelas esteja presente um sentimento maior, de realização não apenas individual, mas coletiva, para que possamos, em conjunto, alcançar o melhor para todos.

Obrigado por nos acompanhar. Feliz 2015!
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A história do VMware vMotion

Migração de máquinas virtuais em execução com vMotion

Resolvi desencavar um texto obtido em um dos sites que mais respeito quando se trata de virtualização com VMware, o Yellow Bricks, do Duncan Epping.

Neste texto ele explica como surgiu o vMotion, descrevendo um dos recursos mais revolucionários da história da tecnologia, em especial a virtualização.

É como sempre digo no curso de VMware: o vMotion é incrível, mas ainda mais incrível é o que a VMware fez a partir do vMotion. Por isso penso que falar de vMotion é mais que falar sobre virtualização, é falar sobre inovação, sobre criar novas possibilidades.

Mas chega de conversa fiada. Vamos ao texto do Duncan, em tradução/adaptação livre minha.

Algo que eu sempre quis saber é como o VMotion (sim, eu estou usando o nome antigo de propósito) nasceu. Depois de algumas pesquisas na internet e até mesmo em sites internos, notei que quase não existem detalhes que podem ser encontrados.

Talvez porque a história não seja tão emocionante como nós esperamos que seja, ou porque ninguém teve tempo para documentá-la. Na minha opinião, no entanto, VMotion ainda é uma das principais características que a VMware oferece, mas ainda mais importante é o que revolucionou o mundo da TI. Eu acho que é uma grande parte da história da VMware e, provavelmente, o ponto de inflexão para a empresa. Para mim, pessoalmente, VMotion literalmente é o que me fez decidir, anos atrás, a adotar a virtualização e estou certo isso vale para muitos outros.

No VMworld perguntei quem era o principal responsável para VMotion na época, mas ninguém realmente tinha uma resposta clara até que eu esbarrei em Kit Colbert. Kit, que ainda era estagiário na época, trabalhou em estreita colaboração com a pessoa que originalmente desenvolveu o VMotion. Eu decidi entrar em contato com o engenheiro e perguntei se ele estava disposto a compartilhar a história sobre a qual há um milhão de mitos flutuando por aí.

Antes de me revelar a verdadeira história sobre como VMotion veio a vida que eu quero agradecer a Mike Nelson por revolucionar o mundo da TI e tomar o tempo para compartilhar isto comigo e me permitir partilhar com o resto do mundo. Aqui está a verdadeira história do VMotion:
"Um grupo de nós na VMware veio da academia onde a migração de processos era popular, mas nunca funcionou em nenhum sistema operacional dominante porque haviam muitas dependências externas para lidar. A plataforma VMware, por outro lado, provia a capacidade de encapsular todo o estado de uma máquina virtual. Isso foi comprovado com o usando checkpoints; onde fomos capazes de fazer um checkpoint de uma máquina virtual, copiar o estado para outro host, e depois retomá-la. Foi um próximo passo óbvio que, se pudéssemos salvar o checkpoint em disco e retomar em outra máquina, deveria ser possível fazer checkpoint através da rede para outra máquina e então continuar.
Durante a fase de design do que mais tarde se tornaria o Virtual Center (atual vCenter), alguns de nós discutimos a noção de migração de máquina virtual. Eu assumi a liderança e escrevi algumas notas de design. Consegui me retirar do desenvolvimento da linha principal do ESX 2.0, e decidi sair e construir um protótipo para migração de máquina virtual. Eu consegui construir um protótipo rapidamente porque já tínhamos suporte a checkpoints. No entanto, é claro que havia muito mais trabalho a ser feito por mim e outros para transformar o protótipo em um produto de alta qualidade.
Eu precisava de algo para demonstração, então eu usei o aplicativo pinball no Windows. O único aplicativo interativo que eu tinha em minhas máquinas virtuais foi pinball. Eu tinha duas máquinas lados a lado, cada uma com um display. Eu começaria o pinball em uma máquina virtual numa máquina física, e então iniciaria a migração e continuaria a jogar pinball. Quando a pré-cópia de memória fosse feita, a máquina virtual faria uma pausa por um segundo e, em seguida, retomaria na outra máquina física. Eu, então, continuaria a jogar pinball na outra máquina.
Essa é a história VMotion. Basicamente, a VMware havia construído a tecnologia subjacente que tornou o VMotion possível. Tudo o que era necessário era alguém para dedicar o tempo para explorar essa tecnologia e construir o VMotion.
-Mike"
O engraçado é que, embora este possa ter sido o próximo passo óbvio para a engenharia VMware, é algo que "chocou" muitos de nós. A maioria de nós ainda se lembra da primeira vez que ouvimos falar em VMotion ou lembra dela sendo demonstrada, e como eu disse, é a característica que me convenceu a adotar a virtualização em larga escala, ou melhor dito, é responsável por eu acabar aqui (na VMware)!

No meu caso, a demo foi bastante "simples". Nós "VMotionamos" uma VM do Windows, mas tínhamos uma sessão RDP aberta com a VM e, claro, estávamos convencidos de que a sessão seria abandonada. Eu acho que fizemos o VMotion mais de 10 vezes, já que não podíamos acreditar que realmente funcionava.

Agora, eu não sou o único que estava espantado com este grande pedaço de tecnologia, é claro, portanto, a razão pela qual eu estendi a mão para alguns blogueiros conhecidos e perguntei se eles poderiam contar suas histórias/confissões sobre VMotion...

Chad Sakac, virtualgeek.typepad.com 
Se vmotion é sobre a mobilidade sem interrupções carga de trabalho (um conceito incrível), onde as coisas ficam "loucamente" legais para mim é quando os cenários e definições de "carga de trabalho" e "mobilidade" são esticados.
No início de 2007, eu estava no porão da minha casa brincando com os primeiros protótipos do Celerra VSA (storage virtual) e com ESX. Era um daqueles cenários, agora comuns, onde o host que hospeda o VSA acessa uma LUN iSCSI apresentada pelo próprio VSA hospedado, que por sua vez apoia outras VMs. Mesmo sendo intelectualmente óbvio que VMotion **devia** funcionar, nunca foi menos surpreendente vê-la em ação, sem queda de conexão das cargas de trabalho.
Naquele momento, percebi que a carga de trabalho poderia ser mais ampla definição como eu queria, incluindo pilhas completas, normalmente associadas a "hardware", tais como arrays de armazenamento. Foi também um "aha" de que isso poderia se transformar em um milhão de casos de uso, normalmente não associados a uma carga de trabalho de servidor.
Nota irônica - no dia seguinte, eu estava mostrando esse conceito na sala de reuniões durante uma discussão sobre porque todas as nossas "pilhas" precisavam ser encapsuladas e virtualizadas. Acontece que eles já estavam trabalhando nisso :-)
Ao longo do tempo, a idéia de mobilidade de carga de trabalho sem interrupções sobre o que hoje são consideradas configurações de distância, rede e armazenamento "loucas", amanhã será considerado normal.
Para mim, enquanto eu me lembro de estar espantado a partir de um caso de uso genérico sem graça, o momento "isso vai mudar tudo" ocorreu para mim em 2007.

vMotion e svMotion nunca deixam de me surpreender.

Nada menos do que o esperado e, é claro, alguns cenários loucos e, como Chad afirma, que não são suportados pela VMware, mas ele definitivamente mostra o potencial da tecnologia!

Frank Denneman, frankdenneman.nl 
Em nossos testes de VCDX em Copenhague falamos sobre as coisas em sua vida que você sempre vai se lembrar. Minha resposta foi: Ver Retorno de Jedi no cinema, a queda do muro de Berlim, 11 de setembro, o assassinato de Pim Fortuyn e testemunhar o vMotion em ação pela primeira vez.
Lembro-me claramente o meu colega gritando através da parede que separava o nosso escritório. "Frank, que você realmente quer ver algo legal ?" Como admin/arquiteto responsável por uma infra-estrutura global de MS Exchange, nada realmente poderia me impressionar naqueles dias, mas dando-lhe o benefício da dúvida, eu fui.
Peter sentado ali, sorrindo como um louco, me ofereceu um banco, porque ele pensou que era melhor para se sentar. Ele abriu um prompt do DOS, desencadeou um ping contínuo e mostrou a infra-estrutura virtual explicando a localização atual da máquina virtual. Quando começou a migrar a máquina virtual, ele me instruiu a manter o ping contínuo, após a perda de um de ping explicou que a máquina virtual estava funcionando em outro host, e para me provar, ele desligou o host ESX. Eu saltei do meu assento, disse algumas palavras que eu não posso repetir on-line e eu estava convencido.
Acho que migraram a máquina virtual durante todo o dia, convidando qualquer um que passou por nosso escritório para ver o melhor show da terra. Nenhuma explicação é necessária, claro, mas a partir desse ponto eu estava viciado em virtualização e o resto é história.
Eu ainda gosto de explicar às pessoas a tecnologia de vMotion e ainda classifico em meu livro como uma das tecnologias mais Kick Ass disponíveis hoje. Como Mendel explicou na palestra do VMworld 2006 demonstrando a gravação de um fluxo de execução (agora chamado Fault Tolerance), nós temos a tecnologia e a plataforma disponível para fazer tudo o que queremos, o problema é que ainda não tenham atingido os limites da nossa criatividade, eu totalmente concordo e acho que ainda não atingiram o potencial total de vMotion. Caramba, eu estou indo para o meu laboratório apenas para fazer vMotion num monte de máquinas virtuais.

Posso agradecer a Peter para a introdução de Frank para o maravilhoso mundo da virtualização?

Mike Laverick, rtfm-ed.co.uk 
Meu primeiro VMotion era demo do servidor de mídia a ser movido de uns hosts ESX para outro. Eu não lembro agora o clipe de filme estava sendo mostrado para os desktops - acho que poderia ter sido um trailer de Homens de Preto. De qualquer forma, nada piscou ou parou - o vídeo não parava de passar, sem soluços.
Nesse ponto, minha mente começou a correr. Eu estava pensando inicialmente sobre a manutenção de hardware. Mas rapidamente (este em ESX2) comecei a pensar em mover VMs ao redor para melhorar o desempenho e na possibilidade de mover máquinas virtuais através de grandes distâncias. Na época, eu disse aos meus companheiros Microsoft sobre tudo isso, e eles foram muito céticos. Virtualização, ele (des)informou-me, ia ser um fogo de palha, e VMotion era algum tipo de brinquedo - é claro, agora o HyperV suporta "Live Migrate" como parte integrante da virtualização.
Na verdade, quando eu comecei a fazer uma demonstração VMotion aos meus alunos, ocasionalmente, eu senti como se estivesse showboating (fazer shows por aí com um barco). Isso foi nos dias do vCenter 1.x. Mas, em alguns aspectos, não há mal nenhum em exibicionismo. Permitiu-me demonstrar aos alunos como muito à frente VMware estava em relação à competição, e o quão visionária a empresa é. Certamente acrescentou à minha credibilidade o fato de ter uma tecnologia que era tão fácil de configurar (contanto que você se tivesse os pré-requisitos básicos) e a grande coisa sobre VMware e seus cursos é que o próprio produto se vende.

Como já foi dito, mas reforçado por Mike ... VMotion mudou o mundo, e o fato de que tanto a Microsoft quanto a Citrix copiaram o recurso definitivamente suportam essa afirmação...

Scott Lowe, blog.scottlowe.org 
Lembro-me de quando eu comecei a testar vMotion (então VMotion, é claro). Eu estava absolutamente certo de que ele tinha que ser um truque - certamente você não pode mover uma carga de trabalho em execução de 1 servidor físico para outro! Eu realizei meu primeiro vMotion com apenas uma compilação de servidor Windows 2000 standard. Funcionou como esperado. Então, eu tentei um servidor Citrix Metaframe com usuários logados. Funcionou também. Então eu tentei um servidor de arquivos ao copiar arquivos de e para o servidor. Mais uma vez, funcionou. SSH? Funcionou. Telnet? Funcionou. Servidor de mídia com os clientes de streaming de conteúdo? Servidor Web, enquanto os usuários estavam acessando páginas e download de arquivos? Active Directory? Solaris? Linux? Tudo funcionou. Neste ponto, depois de dias - ou mesmo semanas, sem sucesso, tentando fazê-lo falhar, eu estava convencido. Fiquei oficialmente viciado em virtualização com VMware.
Obrigado pelo convite para partilhar memórias sobre vMotion!

Parece que todos os blogueiros "top" ficaram viciados em virtualização quando testemunharam o VMotion... Como eu disse no início deste post; VMotion revolucionou o mundo da TI e eu gostaria de agradecer a VMware e, especialmente, Mike Nelson para este grande presente!

Eu também gostaria de agradecer a Scott, Mike, Frank e Chad por compartilhar suas histórias e eu aposto que muitos de vocês estão tendo atualmente flashbacks de quando assistiram pela primeira vez um VMotion.

Conclusão

O relato do Duncan confirma minhas impressões sobre a VMware, e mostra como a inovação pode criar muitos fãs, que ficam viciados de tão maravilhados com a tecnologia provida pela empresa. Confesso que sou meio fanboy da VMware, embora tenhamos tido nossas DRs, continuo admirando a empresa e, mesmo achando que o aumento da concorrência no mercado é positivo para nós enquanto clientes, espero que a empresa se mantenha no topo por muito tempo ainda, pois eles têm muito mérito.

E você, o que acha do vMotion e da VMware ? Quer aprender mais sobre o assunto ? Deixe aqui suas observações!
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

5 cursos gratuitos em Cloud Computing para alavancar sua carreira!


Nos últimos anos, um paradoxo assola o mercado de TI: vagas não preenchidas por falta de qualificação e profissionais reclamando de baixos salários.

A solução ? Obter os conhecimentos necessários para "aquelas" vagas, já que infelizmente parte deles não está na grade dos cursos de graduação de muitas universidades.

Um destes assuntos é computação em nuvem, um tema extremamente importante para o profissional de TI moderno.

Por isso resolvi relacionar cursos gratuitos que vão alavancar sua carreira com conhecimentos atuais e exigidos por grandes empresas.

Além disso, com estes conhecimentos você vai ter mais condições de "fazer a diferença" na empresa em que trabalha atualmente, visualizando novas possibilidades de uso da tecnologia para gerar benefícios para a empresa.

Confira a lista!

Conceitos de Computação em Nuvem (Coursera)

Neste curso de 10 semanas oferecido pela Universidade de Illinois, você aprende sobre técnicas, algoritmos e filosofias de projeto que suportam o desenvolvimento das soluções de computação em nuvem utilizadas por empresas de todo o mundo. Conceitos como grids, P2P, armazenamento baseado em chave-valor, concorrência, replicação, sistemas distribuídos, memória compartilhada distribuída, redes de sensores, segurança, falhas em data centers, dentre outros, são abordados.

Aplicativos da Computação em Nuvem (Coursera)

Neste curso de 4 semanas também oferecido pela Universidade de Illinois, você aprende sobre conceitos básicos que suportam as soluções de computação em nuvem, permitindo utilizar os serviços da Amazon, Openstack e outras soluções para construir infraestruturas e aplicações na nuvem. Conceitos como provisionamento "baremetal", serviços de identidade, imagem, orquestração, IaaS, PaaS, SaaS, privacidade e outros são abordados.

Networking em Nuvem (Coursera)

Em outro curso de 4 semanas também oferecido pela Universidade de Illinois, você explora os desafios da infraestrutura de conectividade nas soluções para computação em nuvem, abordando conceitos como topologia física para redes em data centers, virtualização de rede, Software Defined Networking (SDN), controle de congestionamento e engenharia de tráfego, redes inter-data centers.

Padrões de Arquitetura de Software : Programação para dispositivos móveis com sistema Android (Coursera) 

Este curso de 8 semanas é na verdade uma combinação de MOOCs das Universidades de Maryland e Vanderbilt, este curso é de especial interesse para desenvolvedores, pois mostra que múltiplos núcleos, armazenamento barato, conectividade ubíqua e plataformas de software comuns e acessíveis estão aumentando a demanda por engenheiros e desenvolvedores que entendem como criar aplicações concorrentes e conectadas para dispositivos móveis e que sejam capazes de se conectar a plataformas de computação em nuvem. E tudo isso com exemplos. Certamente um curso bem interessante.

Programação de serviços de nuvem para dispositivos móveis com sistema Android (Coursera)

Em outro curso de 10 semanas também oferecido como uma sequência de MOOCs da Universidade de Vanderbilt, são abordados aspectos do desenvolvimento de aplicações para nuvem que vão do protocolo HTTP a questões de escalabilidade, passando por Java Servlets, RESTful, OAuth e outros.

Bônus! Fundamentos de Big Data e Análise de Dados (Tecnologia que Interessa!)

Neste curso oferecido ao longo de 12 meses, apresentamos conceitos de computação em nuvem e ensinamos a utilizar algumas das plataformas mais conhecidas do mundo, abordando desde a construção da infraestrutura que suporta o desenvolvimento de aplicações em nuvem, até a utilização de serviços que facilitam a criação de aplicações para análise de grandes volumes de dados.

Gostou da lista ? Tem alguma sugestão ? Comente aqui!
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