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Tecnologia que interessa!

Tecnologia da informação aplicada - por Christian Guerreiro.

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

5 cursos gratuitos em Cloud Computing para alavancar sua carreira!


Nos últimos anos, um paradoxo assola o mercado de TI: vagas não preenchidas por falta de qualificação e profissionais reclamando de baixos salários.

A solução ? Obter os conhecimentos necessários para "aquelas" vagas, já que infelizmente parte deles não está na grade dos cursos de graduação de muitas universidades.

Um destes assuntos é computação em nuvem, um tema extremamente importante para o profissional de TI moderno.

Por isso resolvi relacionar cursos gratuitos que vão alavancar sua carreira com conhecimentos atuais e exigidos por grandes empresas.

Além disso, com estes conhecimentos você vai ter mais condições de "fazer a diferença" na empresa em que trabalha atualmente, visualizando novas possibilidades de uso da tecnologia para gerar benefícios para a empresa.

Confira a lista!

Conceitos de Computação em Nuvem (Coursera)

Neste curso de 10 semanas oferecido pela Universidade de Illinois, você aprende sobre técnicas, algoritmos e filosofias de projeto que suportam o desenvolvimento das soluções de computação em nuvem utilizadas por empresas de todo o mundo. Conceitos como grids, P2P, armazenamento baseado em chave-valor, concorrência, replicação, sistemas distribuídos, memória compartilhada distribuída, redes de sensores, segurança, falhas em data centers, dentre outros, são abordados.

Aplicativos da Computação em Nuvem (Coursera)

Neste curso de 4 semanas também oferecido pela Universidade de Illinois, você aprende sobre conceitos básicos que suportam as soluções de computação em nuvem, permitindo utilizar os serviços da Amazon, Openstack e outras soluções para construir infraestruturas e aplicações na nuvem. Conceitos como provisionamento "baremetal", serviços de identidade, imagem, orquestração, IaaS, PaaS, SaaS, privacidade e outros são abordados.

Networking em Nuvem (Coursera)

Em outro curso de 4 semanas também oferecido pela Universidade de Illinois, você explora os desafios da infraestrutura de conectividade nas soluções para computação em nuvem, abordando conceitos como topologia física para redes em data centers, virtualização de rede, Software Defined Networking (SDN), controle de congestionamento e engenharia de tráfego, redes inter-data centers.

Padrões de Arquitetura de Software : Programação para dispositivos móveis com sistema Android (Coursera) 

Este curso de 8 semanas é na verdade uma combinação de MOOCs das Universidades de Maryland e Vanderbilt, este curso é de especial interesse para desenvolvedores, pois mostra que múltiplos núcleos, armazenamento barato, conectividade ubíqua e plataformas de software comuns e acessíveis estão aumentando a demanda por engenheiros e desenvolvedores que entendem como criar aplicações concorrentes e conectadas para dispositivos móveis e que sejam capazes de se conectar a plataformas de computação em nuvem. E tudo isso com exemplos. Certamente um curso bem interessante.

Programação de serviços de nuvem para dispositivos móveis com sistema Android (Coursera)

Em outro curso de 10 semanas também oferecido como uma sequência de MOOCs da Universidade de Vanderbilt, são abordados aspectos do desenvolvimento de aplicações para nuvem que vão do protocolo HTTP a questões de escalabilidade, passando por Java Servlets, RESTful, OAuth e outros.

Bônus! Fundamentos de Big Data e Análise de Dados (Tecnologia que Interessa!)

Neste curso oferecido ao longo de 12 meses, apresentamos conceitos de computação em nuvem e ensinamos a utilizar algumas das plataformas mais conhecidas do mundo, abordando desde a construção da infraestrutura que suporta o desenvolvimento de aplicações em nuvem, até a utilização de serviços que facilitam a criação de aplicações para análise de grandes volumes de dados.

Gostou da lista ? Tem alguma sugestão ? Comente aqui!
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No que você acredita ?

Imagine um bit.
Solitário.

Trafegando lentamente pela Internet brasileira, rumo ao seu destino.

Onde se juntará a outros.

Formando bytes.
Que se transformarão.

Num GIF engraçadinho.

Num AVI que aterroriza.

Num MP3 que dá saudade.

Num PDF que instrui.
Eis o fascínio da web.
O seu encanto.
A clara demonstração da superação de limites.

Geográficos.

Políticos.

Econômicos.

É nisso que acredito.
Na possibilidade de disseminar idéias.

Conhecimento.

Sem restrições.
Sem limites.

E você ?
No que acredita ?

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Terapia via chat, vai encarar ?

Talkspace Terapia por Chat


 O app Talkspace oferece a possibilidade de fazer terapia através de chat, e seus idealizadores criaram "bolhas" para simular um consultório e encorajar as pessoas a testar o app.

Achei a idéia engenhosa, resta saber se as pessoas vão se empolgar e aderir.

Dizem que todo mundo precisa de terapia, e, de acordo com os criadores do app, o objetivo é reduzir os custos e facilitar o acesso a terapeutas credenciados, que de outra forma não estariam ao alcance das pessoas, seja por falta de tempo ou dinheiro.

O app pode se beneficiar do fato de que é mais fácil "se abrir" via mensagens de texto que pessoalmente, cara a cara. Especialmente no caso dos mais jovens. E os fundadores da empresa argumentam que muitos estudos mostram que terapia por texto é tão ou mais efetiva que o modo tradicional.

O uso do app também traz vantagens para terapeutas e pacientes, que contam com um histórico naturalmente registrado ao longo das sessões.

Outras vantagens envolvem poder trabalhar (e se consultar) de qualquer lugar, sem preocupações com trânsito.

Apesar das vantagens, o app depende de serviços na nuvem para funcionar, e armazena os dados criptografados, de acordo com a empresa, de forma que ninguém, exceto paciente e terapeuta, teria acesso aos dados. E há a opção de usar o serviço de forma anônima.

E aí, vai encarar uma terapia por chat ? Lá custa 25 doletas por semana.

ps: por enquanto o app está disponível apenas para iOS.

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Data Center Sustentável da Microsoft usa Biogás e Células de Combustível


A Microsoft anunciou recentemente a ativação de um Data Center experimental em Cheyenne, Wyoming, nos EUA.

O que ele tem de especial? Sua energia vem de células de combustível alimentadas a partir de biogás, este obtido a partir dos resíduos de uma estação de tratamento de água. Curtiu ? Eu também!

Iniciativas para tornar mais sustentáveis os Data Centers mundo afora não são novidade. Já falamos aqui do Open Compute Project do Facebook, dentre outros.

Vale lembrar que não se trata de sustentabilidade "filosófica", mas prática. Isto porque há vantagens técnicas e até econômicas em não depender de energia elétrica.

A vantagem técnica está relacionada à confiabilidade, que é maior num sistema baseado em gás natural que num sistema elétrico, de acordo com especialistas do eBay e da Bloom Energy.

A vantagem econômica se deve à redução do preço da energia baseada em células de combustível, que ainda é cerca de 2 vezes mais cara que a energia elétrica, mas que está menos sujeita a variações no futuro, na medida em que a geração ocorre de forma local, não dependendo de sistemas externos de transmissão e distribuição.

Isso dá mais controle sobre os custos, justificando o investimento quando se pensa num horizonte de 10 anos ou mais.

Convém notar, porém, que a "sustentabilidade máxima" depende do uso de gás natural obtido a partir de estações de tratamento de água e similares, pois a alternativa de usar a técnica de fracking, que consiste em injetar água, areia e outros compostos químicos em altas profundidades para liberar gases "presos" nas rochas é muito questionada pelo risco de contaminação de lençóis freáticos, dentre outros.

A iniciativa da Microsoft é louvável, acima de tudo por mostrar que sustentabilidade, mais que uma questão ambiental, é importante do ponto de vista técnico e econômico.

E você, também acha a iniciativa bacana ? Afinal esse assunto merece ser debatido, não acha?

Via GigaOM.
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Nova geração do Google Glass pode ter "Intel Inside"

Mulher usando Google Glass

No mundo da tecnologia, especulação em torno de produtos famosos é comum, todo mundo sabe. Mas a história mostra que, quase sempre, onde há fumaça há fogo.

Então, é natural supor que haja algo de verdade nas especulações sobre a próxima versão do Google Glass, cujo fracasso (pelo menos parcial) tem sido noticiado recentemente, mas cujo renascimento tem sido igualmente debatido na mídia.

Embora a Google não tenha anunciado nada, diz-se por aí que a próxima versão do óculos de nerd pode ter preço mais acessível e as especificações de hardware devem contar com a linha Quark de processadores da Intel voltados para dispositivos "vestíveis" (wearable).

Muito do "vôo de galinha" do Glass se deve às preocupações com privacidade, afinal o potencial danoso do produto é maior que um smartphone, já que este último você costuma colocar no bolso, e assim, pelo menos, ele não "vê" tudo que se passa ao redor. No caso de óculos, simplesmente não faz sentido mantê-lo no bolso. E convèm destacar que isto afeta não apenas o usuário, mas todas as pessoas "vistas" pelo dispositivo, o que agrava a situação.

Outro fator crítico é o preço: gastar 1500 obamas pra ter sua privacidade invadida como nunca antes na história da sua vida não soa muito razoável, não é mesmo ?

Levando em conta estas e outras questôes, faria sentido pensar num Google Glass "lite", sem câmera, mais barato e, consequentemente, acessível.

É esperar pra ver o que 2015 reserva para o GG.

Via GigaOM.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

HHVM, a grande sacada do Facebook!

Nem só de pisadas na bola vive o Facebook.

A maior rede social do mundo nem sempre foi assim. A cria do Zuckerberg possuia 1 milhão de usuários no final de 2004, e só a partir de 2009 "decolou", alcançando 350 milhões de usuários e disparando até os atuais 1,3 bi.

Esse crescimento exponencial criou muitos desafios, levando a empresa a fabricar seu próprio hardware e rever o software que utilizava, entre eles o PHP.

Daí nasceu a HHVM,  uma iniciativa que elevou o PHP ao patamar de linguagem respeitada não apenas pela facilidade de desenvolvimento, mas pelo desempenho em linha com as necessidades de uma empresa que precisava atender a um bilhão de usuários.

A cereja do bolo vem com a notícia de que a ferramenta teve seu código liberado, e deve representar uma mudança importante, com impacto mundial, impulsionado pela adoção do HHVM pela Wikipedia, Box e Baidu.

Vale lembrar também que o Wordpress, a solução usada por muitos dos sites mais acessados em todo o mundo, é feito em PHP, o que significa que as melhorias do HHVM podem se estender a uma parcela significativa de toda a web.

Na esteira do HHVM, outras soluções foram desenvolvidas, em especial a linguagem HACK, que representa um movimento na direção de facilitar não apenas o desenvolvimento e execução de aplicações com alto desempenho, mas também a identificação e correção de bugs.

Parabéns, Facebook!

Via Wired, AP
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

8 fortes tendências para Big Data Analytics

Tendências Big Data Analytics

Como acontece com qualquer nova tecnologia, as soluções para Big Data Analytics começaram a apresentar sinais de amadurecimento, e isto se reflete numa oferta de mais e melhores opções para analisar os dados das empresas aliando desempenho, usabilidade e segurança.

Analiso a seguir as 8 tendências apontadas pelo CIO.

1 - Big Data Analytics na nuvem

Embora desenvolvido inicialmente para funcionar com clusters de máquinas físicas, o Hadoop evoluiu, e muitos provedores oferecem opções para processamento de dados na nuvem, a exemplo de Amazon (Redshift e Kinesis), Google (Big Query) e IBM (Bluemix).

Há alguma controvérsia sobre os custos de utilizar soluções na nuvem para processar volumes muito grandes de dados (petabytes e acima), mas acredito num ajuste do mercado para que as ofertas de soluções na nuvem sejam atrativas mesmo para cenários mais "agressivos" de análise de dados.

Quando se trata de volumes menores de dados, a nuvem é a melhor opção, pois processar 1 TB de dados pode custar a partir de 25 dólares. Nada mal hein ?

2 - Hadoop, o sistema operacional corporativo para dados

O Hadoop atualmente suporta alternativas ao Map/Reduce, e as versões mais recentes oferecem mais recursos para escalabilidade, desempenho e segurança, além de facilidades que estão tornando cada vez mais simples utilizar as ferramentas, transformando o Hadoop no S.O. para dados "de fato", o que deve se refletir numa adoção mais acelerada de agora em diante.

Integração com SQL, dados em memória, processamento de streamming, grafos e muitos outros tipos de processamentos de dados já são suportados, tornando a solução genérica o suficiente para ser útil aos mais diversos segmentos de mercado.

3 - Big Data Lakes

Comecei a ver este termo citado com mais frequência na mídia, significando que há um movimento de utilizar o Hadoop como "repositório gigante de dados", ou seja, as empresas podem simplesmente "despejar" seus dados neste repositório, e construir gradativamente os esquemas necessários para acesso aos dados disponíveis.

Por um lado, isso reduz a necessidade de todo um trabalho prévio de modelagem antes de ser possível analisar os dados. Por outro, exige mais conhecimento para construir esquemas para acesso aos dados à medida que se tornam necessários, sob demanda, num processo incremental.

4 - Mais Análises Preditivas

Com as tecnologias para Big Data, a possibilidade de analisar mais dados implica também na possibilidade de analisar mais atributos, variáveis, metadados e registros, permitindo otimizar as amostras utilizadas em análises estatísticas e aumentando a capacidade de fazer previsões a partir dos dados.

O fato de não ter restrições de poder computacional faz uma diferença muito grande, segundo especialistas, permitindo formular os problemas de maneiras diferentes e viabilizando análises que antes eram impossíveis.

5 - SQL integrado ao Hadoop

As ferramentas que permitem o suporte à linguagem SQL com Hadoop estão evoluindo muito rapidamente, como todo o ecossistema Big Data, tanto em quantidade quanto qualidade, especialmente desempenho.

Isto é importante porque representa a possibilidade de utilizar uma linguagem que o mercado já conhece, mas dentro de um novo contexto, com novas possibilidades, o que simplifica o uso das novas soluções baseadas em Hadoop, reduzindo o investimento necessário em treinamento, por exemplo.

Embora o Hive continue evoluindo, especialista apontam que alternativas desenvolvidas pela Cloudera, Pivotal, IBM e outros fornecedores oferecem melhor desempenho, facilitando a análise interativa.

6 - Mais e melhores opções NoSQL

NoSQL não é nenhuma novidade pra quem acompanha o blog. Especialistas estimam entre 15 e 20 soluções Open Source NoSQL populares, cada uma com sua especialidade.

Soluções baseadas em grafos que facilitam a análise de redes de relacionamentos, ou especializadas em tratar fluxos de dados (streamming) de sensores ou redes sociais como Twitter, estão sendo integradas ao ecossistema Hadoop.

7 - Deep Learning

A combinação de técnicas de aprendizado de máquina conhecida como Deep Learning e que se baseia em redes neurais está evoluindo, e especialistas apontam grande potencial para a solução de problemas relacionados a negócios.

Identificar relações entre dados, ou destacar aqueles mais relevantes dentre um grande volume de informações são algumas das possibilidades que a técnica oferece, sem a necessidade de modelos especializados ou instruções através de códigos e programação.

Um exemplo muito interessante envolveu a aplicação de um algoritmo de Deep Learning para examinar dados da Wikipedia, tendo como resultado o aprendizado "por conta própria" de que Califórnia e Texas são estados dos EUA.

8 - Analytics em memória

O uso de bancos de dados em memória é cada vez maior, como demonstra a popularidade de soluções como Qlikview e Tableau, pois estas soluções, se usadas da maneira correta, podem trazer muitos benefícios às empresas através do chamado Hybrid Transaction/Analytical Processing (HTAP).

Mas tem gente usando errado, especialistas advertem. Estas soluções não são a melhor opção para lidar com dados que não mudam com frequência ou que não precisam ser analisados de muitas formas diferentes em tempo real. Nesse caso, é um desperdício de dinheiro.

O Spark é uma solução muito promissora que fornece a possibilidade de manipular grandes volumes de dados usando técnicas de armazenamento em memória de maneira análoga ao que o Map/Reduce faz em disco, e assim oferecendo uma alternativa às soluções tradicionais de bancos de dados em memória.

Conclusão

Do que tenho acompanhado, vejo claramente que (nunca antes na história deste planeta :) uma tecnologia foi tão rapidamente assimilada pelo mercado como estas relacionadas ao Big Data.

A evolução das ferramentas e o crescimento do ecossistema Hadoop ocorre na velocidade da luz, trazendo cada vez mais facilidades para uso da tecnologia pelas empresas.

Por isso, entendo que o recado é muito claro: a hora de começar a aprender, experimentar e adotar a tecnologia é agora, pois em breve o Hadoop vai virar commodity, e a vantagem competitiva para o profissional de TI que busque uma carreira nesta área desaparecerá.

Do ponto de vista das organizações, entendo que é hora de planejar iniciativas para 2015 que contemplem a utilização da tecnologia, e sugiro começar utilizando soluções mais simples de implementar, seja através de uma máquina virtual da Cloudera ou com o serviço EMR da Amazon.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Facebook "for Business" ? Não, obrigado!



O Facebook quer ampliar seus domínios para a empresa em que você trabalha.

A idéia é separar (sabe Deus como) seu perfil "profissional" do perfil pessoal, e ser a sua rede social onipresente, seja para enviar aquela foto do amigo bêbado na festa ou fazer networking com seu futuro pretenso chefe.

Também vai ser possível colaborar através de chat e criar documentos compartilhados, tornando a rede social concorrente de Google, Microsoft e outros serviços de colaboração.

Por outro lado, é cada vez mais tênue a linha que separa o uso pessoal do profissional quando se trata de redes sociais, e nesse sentido o movimento do Facebook pode fazer sentido.

Em resumo: não curti, mas não vai faltar quem curta.

Via GigaOM.
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