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Tecnologia que interessa!

Tecnologia da informação aplicada - por Christian Guerreiro.

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Bania.io: mais produtividade com um simples email



Descobri um serviço curioso hoje, chamado Bania.io. A idéia simples e genial do serviço consiste em enviar um email para um endereço que reflita algo que você tenha como meta ou hábito, com o objetivo de registrar sempre que realizar algo que contribua para aquela meta ou hábito.

Ao enviar um email para blogar@bania.io, recebi a resposta da imagem acima, que representa o quão "produtivo" fui com relação à minha meta de blogar no último mês.

E o mais legal é que não há necessidade de cadastro, basta enviar um email pra "NomedaMetaTarefaHabito"@bania.io sempre que realizar alguma atividade produtiva. É possível enviar vários emails pra vários endereços e assim acompanhar suas metas de maneira ridiculamente simples.

O serviço se baseia na "filosofia" de produtividade denominada "Don't break the chain", que recomenda registrar em um calendário sempre que fizer algo produtivo, de forma que, com o tempo, o calendário servirá de estímulo para que faça cada vez mais coisas produtivas e alcance seus objetivos.

Há diversas técnicas de produtividade, e cada uma delas tem aspectos bem interessantes que volta e meia me identifico, mesmo sem conhecer detalhadamente as técnicas, como no caso das prioridades baseadas no tempo, que percebir ser bem comum em várias delas.

E você, usa alguma técnica pra ser mais produtivo ? Compartilhe aqui comigo!

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ferramenta Microsoft migra máquinas virtuais VMware e Amazon

Ferramenta Microsoft migra máquinas virtuais VMware e Amazon

A Microsoft está preparando uma ferramenta que irá migrar cargas de trabalho físicas e virtuais para a sua nuvem Azure. Um preview limitado do novo Migration Accelerator foi liberado, e suporta máquinas físicas e virtuais (VMware e Hyper-V), bem como Amazon Web Services.

O lançamento da nova ferramenta de migração vem na esteira das notícias de que o serviço de nuvem da Microsoft tem crescido mais que a Amazon.

Segundo a Microsoft, o Migration Accelerator "automatiza todos os aspectos da migração, incluindo a descoberta de cargas de trabalho na sua origem, instalação de agente remoto, adaptação e configuração de endpoint".

A tecnologia que permite as migrações vem da InMage, adquirida em julho pela Microsoft, e cuja solução baseada em appliance captura dados continuamente com base nas mudanças de sistemas Windows e Linux, para, em seguida, realizar backups locais ou replicação remota através da rede.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Remix of the Century - 110 anos de rankings da Billboard pra ouvir quando quiser!

Remix of the Century - 110 anos de rankings da Billboard

Que tal ouvir qualquer música do famoso ranking da Billboard nos últimos 110 anos? Legal, né? Pois é exatamente isso que o projeto "Remix of the Century" oferece.

Achei a idéia sensacionalmente extraordinária! Entre no site, clique na "bolinha" e descubra detalhes da música, podendo ouví-la no Spotify ou no Tomahawk.

É possível ainda escolher opções que indicam, através de cores e posição no gráfico, se a música é dançante, quanto tempo ficou nas paradas, a duração, se é ao vivo, se é barulhenta e muito mais!

Enfim, um passatempo muito divertido e informativo pra quem gosta de música.

E então, o que achou do projeto? Fala aí!


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Uber vs Lyft: o mercado de "caronas" está bombando!

Uber Táxi Carona Aplicativos Android Google Play

O The Next Web informa que a briga "esquentou" entre o controverso app de caronas Uber e seu principal concorrente, o Lyft. Não bastasse a revolta dos apps de táxi (e dos próprios taxistas), agora a batalha envolve um concorrente mais direto, que teria usado táticas "pouco ortodoxas", pra dizer o mínimo. Transcrevo a seguir trecho do TNW:
Lyft’s claims against Uber are baseless and simply untrue. Furthermore Lyft’s own drivers and employees, including one of Lyft’s founders, have canceled 12,900 trips on Uber. But instead of providing the long list of questionable tactics that Lyft has used over the years, we are focusing on building and maintaining the best platform for both consumers and drivers.
These attacks from Lyft are unfortunate but somewhat expected. A number of Lyft investors have recently been pushing Uber to acquire Lyft. One of their largest shareholders recently warned that Lyft would “go nuclear” if we do not acquire them.  We can only assume that the recent Lyft attacks are part of that strategy.
Pegou pesado, não ? A alegação de que até um dos fundadores do Lyft se deu ao trabalho de cancelar caronas no Uber é, se confirmada, "nigrinhagem", como diriam alguns amigos baianos. O número total de cancelamentos também impressiona: 12.900!

É, parece que esse negócio de carona é da China, hein?

Aliás, descobri que o Uber já está diversificando os serviços, e além de integrar opções de taxi, agora faz até delivery. Onde isso vai parar?

Espero que não pare antes de chegar a Salvador :)

E você, o que acha desta controvérsia toda? Já usou o Uber? Gostou? Odiou?
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ITIL ou DevOps ? O que você precisa saber sobre dois dos métodos mais adotados do mundo!

Mais uma vez me deparo com uma daquelas situações em que um texto simplesmente sensacional me deixa tão entusiasmado que me vejo na obrigação de compartilhá-lo com você.

O site australiano IT News traz uma análise extremamente útil sobre os dilemas atuais que envolvem duas das siglas mais comentadas nos últimos anos: ITSM e DevOps.

Deleite-se com mais este excelente texto, em tradução e adaptação livres deste blogueiro.

Há uma batalha feroz em curso sobre a melhor maneira de abordar os negócios de TI, com duas grandes escolas de pensamento competindo pelo domínio: IT Service Management (ITSM) e DevOps.

ITSM favorece um processo formal, planejado pela organização de TI, enquanto DevOps enfatiza um estilo dinâmico, mais fluido, livre das amarras da burocracia. Eles são, se você perguntar aos defensores mais estridentes de qualquer abordagem, a antítese um do outro.

Então, quem está certo? E o que são estas abordagens, de qualquer maneira?

O que é ITSM?


Information Technology Service Management (GSTI no Brasil) começou a vida dentro da IBM em 1972, fruto de oito anos de pesquisa em Information Systems Management Architecture (ISMA), que culminou com a publicação de A Management System for the Information Business in 1980.

Essas idéias foram construídas ainda em 1986 no Reino Unido, pela Agência Central de Computação e Telecomunicações (CCTA) - um órgão do governo, dada a difícil tarefa de melhorar a qualidade e eficiência de TI. A CCTA já havia desenvolvido o Structured Systems Analysis and Design Method (SSADM) para desenvolvimento de software, e o PRojects IN Controlled Environments (PRINCE) para gerenciamento de projetos.

Uma equipe liderada por Peter Skinner e John S. Stewart trabalhou com várias empresas de consultoria, incluindo IBM, para desenvolver o "pesado" Government IT Infrastructure Management Method, ou GITTMM. A IBM forneceu à equipe CCTA um conjunto de checklists para gerenciamento de serviços de TI derivados do seu trabalho sobre a referida ISMA, e a equipe expandiu esses conceitos para definir boas ("melhores") práticas conhecidas. O princípio orientador foi, de acordo com Stewart, simples:
"A abordagem padronizada pode ser adaptada por organizações individuais como base para os seus processos próprios, repetitivos."
O GITTMM foi mais tarde renomeado para IT Infrastructure Library (ITIL) por duas razões principais: em primeiro lugar, porque não era um método, e em segundo lugar, com a palavra "governo" o nome teria desanimado a adoção das idéias para além dos departamentos governamentais.

O ITIL define essencialmente que processo uma organização de TI deve seguir para tudo, desde como implantar um novo aplicativo, como definir a política de segurança, de como controlar licenças de software a como lidar com as chamadas de suporte. E três décadas após a necessidade de tal idéia ser reconhecida pela primeira vez, o ITIL é hoje mais ou menos onipresente. Se julgado pela concepção de Stewart do princípio central da biblioteca, o projeto teria de ser considerado um sucesso retumbante.

E ainda assim o problema original que se propôs a resolver - que os projetos de TI não estavam à altura das expectativas de alta qualidade ou de baixo custo - não parece ter sido resolvido.

Depois de quase 30 anos de ITIL na prática, ainda ainda lemos sobre falhas em rotinas de TI e em larga escala.
As páginas de iTnews estão continuamente cheias de argumentos para demonstrar porque.

O consultor Greg Ferro é um crítico ferrenho do ITIL.

"A premissa fundamental ITIL é que atividades de tecnologia podem ser segmentadas como máquinas ou funções de trabalho em uma fábrica onde cada tarefa pode ser atribuída a uma máquina, com recursos humanos fixos aplicados à tarefa e financiamento aplicado à máquina", diz ele. "Isso simplesmente não funciona quando as máquinas e processos da fábrica sofrem mudança transformacional a cada três a cinco anos."

"ITIL não é sobre a entrega ou excelência. Na minha experiência, ITIL e PRINCE2 evitam a excelência através de um foco em entregáveis e gestão de custos."

Ele está convencido de que ITIL teve seu dia e que é hora de seguir em frente.

"Na última década, tenho trabalhado para dezenas de empresas que utilizam modelos ITSM/ITIL e todas elas eram locais de trabalho miseráveis ​​e infelizes", diz ele. "Quando eu trabalhei em empresas que não usam ITIL, achei que eram ótimos lugares para trabalhar, enquanto o valor real do negócio estava sendo criado e entregue."
"É sobre a felicidade. ITIL é igual a miséria e infelicidade. Quem quer isso?"

Leia mais enquanto explicamos a escola de pensamento oposta...

O que é DevOps?

Muitos que têm manifestado insatisfação com processos ITIL descobriram que o modelo DevOps - uma extensão da metodologia ágil - resolve muitas questões que ITIL e ITSM não conseguem.

DevOps como conceito ganhou destaque em 2009, principalmente com o lançamento de "DevOps Days" na Bélgica por Patrick Debois. DevOps é uma palavra que combina Desenvolvimento e Operações, que descreve o que parece ser a síntese da abordagem: desenvolvimento e operações trabalhando em conjunto.

A maior dificuldade com DevOps é que ninguém, nem mesmo seus defensores, parece bastante certo do que DevOps é exatamente. Alguns chamam de método de desenvolvimento de software, alguns uma abordagem para o gerenciamento de TI, enquanto outros o chamam de "movimento global".

O ponto em comum na descrição DevOps é em grande parte uma reação à abordagem de silos tomada por muitas empresas quando implementam processos do ITIL.

No mundo ITIL, os desenvolvedores são responsáveis ​​por atualizações e alterações, enquanto as operações de TI são responsáveis ​​por manter tudo funcionando. Esta abordagem leva muitas vezes a incentivos incompatíveis, onde a operação é motivada a reduzir a mudança (e manter as coisas estáveis), enquanto o desenvolvimento é totalmente sobre mudar as coisas.

A ascensão da abordagem Agile para desenvolvimento de software no início de 2000 - e sua ênfase em ciclos de liberação rápida - colocou pressão sobre os processos formais de gestão de mudança e de transição de serviços recomendados pelo ITIL. Se um comitê de mudança só se reúne uma vez por semana, liberações em produção não podem acontecer mais rápido. Mas se a empresa segue Agile ao pé da letra, como muitas empresas on-line fazem, você pode liberar mudanças em produção várias vezes por dia. Os dois mundos não se encaixam muito ordenadamente.

Portanto, assim como a abordagem Agile para desenvolvimento de software substitui o método cascata SSADM, o DevOps visa substituir a formalidade lenta dos processos ITIL quando se trata de operações. DevOps requer que os desenvolvedores possuam o ciclo de vida completo de uma aplicação, desde o desenvolvimento, testes, implantação e suporte em produção, todo o caminho até o descomissionamento.

As grandes empresas online como o Flickr têm compartilhado sua abordagem de fusão de desenvolvimento e operações em diversas conferências, e a técnica tem ressoado com aqueles também com pressa para entregar valor aos clientes.

A pedra angular da abordagem DevOps é a automação. Sem ela, as grandes organizações não poderiam conceber tais ciclos de liberação rápida, sem introduzir erros. Ferramentas como o Puppet, Jenkins e Selenium são todas voltadas para automatizar tarefas que eram anteriormente centradas em humanos. Em vez de um comitê de mudança de seres humanos que se reúne uma vez por semana, um teste de software automatizado determina se um lançamento está pronto para implantação em produção.

As ferramentas de automação já existem há décadas, mas a sua utilização sempre foi um pouco limitada. O humilde utilitário UNIX make foi criado em 1976, e as ferramentas subseqüentes, mesmo internas da HP como a ferramenta MEDUSA, podem pedir antiguidade em relação a ferramentas mais recentes como Puppet, Ansible, e Jenkins.

Mas como acontece com tantas tecnologias, sem dúvida, as ferramentas anteriores chegaram muito cedo. Simplesmente não havia necessidade generalizada suficiente para serem utilizadas fora de nichos ou empresas específicas. O estilo DevOps de automação explodiu em popularidade porque o timing estava certo.
Automação tem sido muito demandada desde a virada do milênio, inicialmente para as grandes empresas online como Google, Yahoo, Facebook, entre outros. O sucesso dessas empresas dependia de economias de escala para o sucesso comercial, e ninguém podia se dar ao luxo de contratar um grande número de seres humanos para alcançá-la. As tarefas de curadoria de resultados de pesquisa, execução de leilões do AdWords, e mostrar quais dos seus amigos tornaram-se solteiros são impossíveis para seres humanos, quando se tem milhões de membros. Pagando um desenvolvedor realmente bom o triplo do salário de mercado para escrever software que substitui 15 administradores de sistemas parece um bom negócio.

A automação também cabe na cultura do desenvolvimento online da 'era digital'. Técnicas e códigos originalmente desenvolvidos por estas grandes empresas online foram liberados para o mundo em geral (considere o Apache Hadoop e a biblioteca de interface de usuário do Yahoo!), geralmente muito tempo depois que permitiu qualquer vantagem competitiva significativa para a empresa original. É mais fácil para uma ferramenta ou prática para se tornar amplamente adotada, se muitas pessoas sabem que a ferramenta existe, e ainda mais fácil, se o custo de aquisição é baixo. Operações "digitais" de hoje dentro de bancos ou empresas de telecomunicações são frequentemente reciclagem de código desenvolvido para redes sociais uma década antes.

Até o final dos anos 2000, uma massa crítica de ferramentas e técnicas que tinham surgido começaria a desafiar seriamente o domínio do ITIL.

Mas será que isso realmente tem que ser uma escolha difícil entre ITIL ou DevOps?

Podem as duas abordagens co-existir?

Leia sobre como os líderes empresariais discutem essa opção...

Lições do passado, presente e futuro

Mudanças culturais à parte, a causa raiz do crescimento do DevOps se dá pelos benefícios acumulados através de um maior uso de automação.

Ela evita muitos dos famosos problemas de comunicação entre silos, principalmente porque, na maioria dos casos, os seres humanos que poderiam se comunicar foram substituídos por computadores. Ao contrário dos humanos, os computadores fazem exatamente o que são ditos pra fazer, então não há essa coisa de falha de comunicação. Os computadores também fazem tarefas repetitivas com grande precisão. Seria uma abordagem ITIL funcional, se a maioria dos seres humanos fossem substituídos por Jenkins, Puppet e scripts shell?

Don Meij, CEO da Domino Pizza, diz que os problemas operacionais que afligem a maioria das organizações de TI têm geralmente mais a ver com a implementação do que com a escolha da abordagem.

"Muitas empresas tornam tudo uma questão de processo", diz ele. "CEOs se apaixonam por processos. É quase como se justifica o que se faz. É o câncer de uma organização se você não gerenciar adequadamente."

Peter Nikoletatos, diretor de TI atuando na Universidade de New England, diz que o IT Service Management e ITIL ainda serão relevantes no futuro. Mas as organizações precisam melhorar a forma como aplicam.

"ITIL é um framework que exige adaptação", diz ele. "A maioria das organizações erram ao buscar muita sofisticação. Isso torna as coisas muito burocráticas."

"O entusiasmo para execução ao implementar ITIL deve ser moderado. Você precisa ter um cronograma realista. Construir os serviços de forma incremental. Comece com coisas simples: gerenciamento de incidentes e gerenciamento de problemas."

"Do ponto zero para o ITIL totalmente implantado pode levar de dois a três anos. Isso é um investimento significativo de tempo. Você não tem que fazer tudo isso."

"Nem todas as organizações se prestam ao Agile", continuou ele. "ITIL é apenas uma maneira de pensar sobre um problema, mas não a única. ITIL é conveniente porque a maioria das pessoas entende. Com o Agile, ainda estamos aprendendo como usá-lo. Demora alguns anos para construir provas de que isso funciona".

O que confunde tudo é o ritmo acelerado de mudanças no setor de TI em geral, cortesia da Lei de Moore. O tipo de automação possível hoje era impensável em meados dos anos 80, ao mesmo tempo, a explosão de dados e processamento de dados criou novos problemas que não existiam então. Com a paisagem mudando sob seus pés tanto assim, pode uma abordagem para gerenciar as coisas realmente cobrir todas as bases?

Para o deleite dos consultores em todos os lugares, a resposta sobre adotar ITIL ou DevOps parece perpetuamente ser: "Depende."

Como a velha piada de gerenciamento de projetos: você normalmente só pode escolher duas das três variáveis ​​- rápido, barato e bom. Tanto ITIL quanto DevOps pretendem buscar os mesmos objetivos - resultados finais de negócio melhores. Poderia ser o caso de que ITIL foi otimizado para qualidade boa e barata, com menos ênfase na velocidade, enquanto DevOps oferece um ponto de otimização diferente - muito mais rápido e, invariavelmente, mais barato. A pergunta que muitos estão esperando para responder é se ele vai entregar a mesma qualidade.

Uma maneira mais construtiva de fazer uma escolha entre os dois é avaliar o custo da mudança para qualquer solução.

O software se beneficia de mudança rápida, porque o custo de mudança é baixo. Quanto mais baixo o custo da mudança, mais mudança você pode se dar ao luxo de contemplar. Mas o hardware raramente é tão fácil mudar. Aqueles que implantam hardware ainda precisam considerar as ramificações de longo prazo de suas ações, ou, pelo menos, o impacto do custo de errar e ter que mudar.

Faz sentido usar a técnica que combina a quantidade e o custo de mudanças ao seu ambiente. Algo que não muda com freqüência, e custa muito quando isso acontece, requer um planejamento cuidadoso e de gestão da mudança. Mas, para as coisas que são relativamente fáceis de mudar e não custam tanto, tentar muitas opções diferentes rapidamente faz muito mais sentido.

Nessa base, a necessidade de reinvenção é um pouco exagerada. Não há nada que diga que processos ITIL não podem ser automatizados. Ele é, afinal, apenas uma estrutura, pronta para ser adaptada às especificidades do seu negócio, enquanto continua a fornecer uma maneira padronizada de pensar sobre problemas de negócios.

Adeptos ITIL podem aprender muito emprestando idéias do DevOps, pois adeptos do DevOps tendem a reciclar seus softwares de gerenciamento de configuração e compartilhar receitas Puppet através da internet.

Compare e contraste

 ITILDevOps
Optimizado paraEconomia de escalaVelocidade para o mercado
Despesas de execuçãoAltaBaixa
Tempo para execução2-3 anos6 meses+
Níveis de pessoal necessárioMédio para AltoBaixo para Médio
EstabilidadeBem estabelecidaAinda em evolução
Habilidades de mercado disponíveisAmplamente disponívelPoucos, mas em rápido crescimento
Melhor paraProcessos padronizados, repetitivosInovação
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Novo método de recarga de smartphone usa voz e ruído



O Clube do Hardware informa o desenvolvimento de um mecanismo inusitado para a recarga de celulares e smartphones bastante curioso, pois utiliza elementos de áudio, seja uma conversa ou o ruído do trânsito, convertendo os sinais sonoros em energia para recarregar o aparelho.

Fico aqui imaginando aqueles momentos de estresse quando não conseguimos completar uma ligação ou conexão, que subitamente se transformam em oportunidade de recarregar o smartphone com "sinais sonoros de alta intensidade" :)

Confira abaixo o trecho do boletim do Clube do Hardware que menciona a iniciativa.
Nokia e Universidade Queen Mary desenvolvem recarga para smartphones através do som 
A Nokia, em parceria com a Universidade Queen Mary, em Londres, está desenvolvendo um projeto para recarregar smartphones através de ondas sonoras. 
Segundo os cientistas, o protótipo do smartphone possui vários nanogeradores desenvolvidos para capturar ondas do som ambiente e transformá-las em energia. Com isso, os pesquisadores conseguiram gerar uma tensão elétrica de cinco volts utilizando a voz humana, música e até barulhos nas ruas. 
A tecnologia é baseada na ideia de pesquisadores sul-coreanos que, há quatro anos, descobriram que nanofios feitos de óxido de zinco produzem energia elétrica quando submetidos a algum estresse mecânico. 
O projeto ainda está em fase inicial, mas, caso funcione como o esperado, poderá recarregar completamente um smartphone em algumas horas, em qualquer ambiente com ruídos. 
Mais informações:
http://bit.ly/1ywuTdZ
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

10 ferramentas de gerenciamento de redes e infraestrutura que todo sysadmin devia conhecer (a 6ª me surpreendeu!)


Custos é uma solução livre que agrega vários softwares, oferecendo recursos de monitoramento de aplicações, serviços e rede, com destaque para monitoramento da segurança através de testes de penetração
1 - Custos é uma solução livre que agrega vários softwares, oferecendo recursos de monitoramento de aplicações, serviços e rede, com destaque para monitoramento da segurança através de testes de penetração. As ferramentas da suite incluem nmap, openvas, greenbone, arachni, DIRB, nikto, w3ap e wapiti. Essa vale a pena testar!

Verax NMS & APM é uma ferramenta de monitoramento de rede e aplicações orientada a serviço (aderente ao ITIL, aparentemente!)
2 - O Verax NMS & APM é uma ferramenta de monitoramento de rede e aplicações orientada a serviço (aderente ao ITIL, aparentemente!) e que fornece uma versão gratuita instalável para Windows (760MB!) ou em formato virtual appliance (2,8 GB). Me pareceu uma solução promissora.

NetXMS é uma ferramenta livre (yes!) que fornece recursos desejáveis para um software de monitoramento
3 - O NetXMS é uma ferramenta livre (yes!) que fornece recursos desejáveis para um software de monitoramento, como auto discovery, mapas visuais da rede, interface web, API para integração com aplicativos de terceiros e alertas para eventos.

Uptrends Infra é uma solução para monitoramento a partir da nuvem, que oferece funcionalidades para monitoramento de servidores, rede, alertas e relatórios

4 - O Uptrends Infra é uma solução para monitoramento a partir da nuvem, que oferece funcionalidades para monitoramento de servidores, rede, alertas e relatórios sem a necessidade de instalar nada. Possui versão gratuita, mas não consegui identificar as limitações.

Netrounds é um software de monitoramento de rede baseado em probes
5 - O Netrounds é um software de monitoramento de rede baseado em probes, o que significa que ele gera tráfego na sua rede, fazendo monitoramento tanto ativo como passivo, com o objetivo de medir latência, jitter e outros indicadores importantes para qualquer sysadmin. Versão gratuita limitada a duas probes.

6 - O FactFinder é uma ferramenta de monitoramento focada em aplicações, que segundo o fabricante, é capaz de identificar gargalos em aplicações, monitorando transações, identificando dependências e com suporte a vários sistemas operacionais e até mesmo na nuvem. Tem versão gratuita que pode ser utilizada em um servidor.

GotsiteMonitor é um serviço de monitoramento de sites, hosts e serviços que permite observar os tempos de resposta para seus serviços a partir de 12 pontos espalhados pelo mundo
7 - GotsiteMonitor é um serviço de monitoramento de sites, hosts e serviços que permite observar os tempos de resposta para seus serviços a partir de 12 pontos espalhados pelo mundo. Muito útil para empresas que têm clientes e/ou filiais espalhadas pelo mundo. Versão gratuita permite até 5 monitores com alerta por email ilimitado e 20 via SMS.

Express Metrix é uma solução de inventário com versão gratuita (até 1000 nós) que permite controlar o uso de software, licenças, data de compra
8 - Express Metrix é uma solução de inventário com versão gratuita (até 1000 nós) que permite controlar o uso de software, licenças, data de compra e outras informações importantes sobre os ativos da infraestrutura de TI.

Sparrow IQ é uma ferramenta para monitoramento de banda, com detalhes sobre o volume de tráfego e identificação de protocolos e aplicações
9 - Sparrow IQ é uma ferramenta para monitoramento de banda, com detalhes sobre o volume de tráfego e identificação de protocolos e aplicações. Me pareceu semelhante ao NTOP, talvez mais limitada e simples. Tem versão gratuita.

GNS3 é uma ferramenta de simulação de redes, muito útil pra quem está estudando pras certificações da Cisco
10 - A rigor, o GNS3 não é uma ferramenta de monitoramento, mas de simulação de redes, muito útil pra quem está estudando pras certificações da Cisco ou desenvolvendo algum projeto que depende de simulações de cenários de rede. Muito útil também pra professores.
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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Software Defined Networking e o futuro da Cisco

Software Defined Networking e o futuro da Cisco

O software comanda a rede, como já vimos aqui no blog. Obviamente, o avanço da rede definida por software (SDN) significa menos foco no hardware e mais no software, o que nos leva à pergunta: o que os fornecedores de hardware para rede estão fazendo a respeito ?

A Cisco responde. E com outro acrônimo da moda: DevOps. É bem verdade que a empresa, como era de se esperar, captou a tendência cedo, e sua linha Nexus faz sucesso em ambientes virtualizados há anos, especialmente com as soluções da VMware.

Mas isso não bastava. Por isso a gigante de San Jose (EUA) foi além, e lançou um programa para incentivar desenvolvedores a criar soluções utilizando sua API e, consequentemente, suas soluções, sejam software ou hardware.

A posição outrora consolidada da empresa sofre ameaça real de startups focadas em novos paradigmas, e o futuro vai dizer se a estratégia funcionará para manter a empresa relevante.

É meus amigos, foi-se o tempo em que trabalhar com rede não exigia tanto conhecimento sobre software. E viva a modernidade!

O que você acha de tudo isso ? Quero saber sua opinião.

Via GigaOM.
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