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Tecnologia que interessa!

Tecnologia da informação aplicada - por Christian Guerreiro.

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Unitrends Free - 1 TB de backup gratuito pra suas máquinas virtuais VMware e Hyper-V

Unitrends Free - 1 TB de Backup Gratuito pra VMware e Hyper-V
Automatize o backup do ambiente virtual e saia de férias tranquilo!

Já falamos aqui algumas vezes sobre alternativas de backup para ambientes virtuais VMware e Hyper-V, inclusive destacando algumas soluções gratuitas.

Como parte do processo de atualização do treinamento VMware do Tecnologia que Interessa!, resolvi que vou abordar soluções gratuitas de backup, além das versões 5.5 e 6 do vSphere, de forma pioneira aqui no Brasil.

Então resolvi estudar mais a solução Unitrends, que provavelmente será a solução escolhida para abordar no treinamento, junto com o Veeam Backup.

Abaixo algumas características da versão gratuita da solução de backup que me chamaram a atenção:

  • Proteção ilimitada de VMs;
  • Integração com nuvens da Amazon e Google;
  • Agendamento automático;
  • Recuperação instantânea de VMs;
  • Backups incrementais "forever" (otimizam espaço em disco e reduzem janela de backup);
  • Limite de 1 TB de dados armazenados na versão gratuita.


Conclusão


O modelo Freemium é cada vez mais comum nos mais diversos mercados, e as soluções de backup não seriam exceção.

O momento é extremamente interessante para pequenas e médias empresas, que podem aproveitar uma infinidade de soluções de maneira gratuita e adiar seus custos para o momento em que a empresa crescer e tiver efetivamente mais condições de arcar com soluções de maior porte.

E você, está usando alguma solução gratuita de backup pro seu ambiente virtual ? Diz aí!
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Como extrair o máximo da versão gratuita do ESXi (sem gastar nada!)

Resultado de imagem para site:blog.tecnologiaqueinteressa.com vmware

Desde que a VMware liberou uma versão gratuita do seu Hypervisor, como resposta à chegada da concorrência da Microsoft no mercado de virtualização, uma infinidade de soluções igualmente gratuitas surgiu, e vamos relacionar algumas delas aqui.

Acontece que a VMware sempre quis usar o ESXi como 'isca' pra atrair usuários que, posteriormente, seriam 'convertidos' em clientes em razão das limitações da versão gratuita.

Esta estratégia não funcionou muito bem (IMHO), principalmente pelo aumento da concorrência (não apenas da Microsoft) com a oferta de alternativas mais acessíveis a bolsos modestos, e embora a VMware esteja se dedicando ao mercado SMB recentemente, não me parece suficiente para garantir o cada vez mais ameaçado domínio do mercado.

A chegada do vSphere 6 tem tudo pra ser um divisor de águas em termos de tecnologia, mas não necessariamente representa um grande atrativo pra quem não está disposto a gastar por uma tecnologia que virou commodity.

Fato é que, nas versões mais recentes da sua suite de virtualização, a VMware resolveu pegar pesado com os usuários da versão gratuita. Segundo fontes que levantei, não é mais possível usar o vSphere Client para editar configurações das VMs com versão 10 ou superior do hardware virtual.

Não sei se a medida foi intencional, e até li que o vSphere Client disponível na versão 6 talvez resolva esta questão, mas o fato é que a VMware está forçando cada vez mais o uso do cliente web, e os efeitos colaterais disso podem ser graves, especialmente para os usuários do ESXi isoladamente.

Por tudo isso é que as ferramentas oferecidas gratuitamente se proliferam cada vez mais. Vamos a elas.

Gerenciador de hosts com ESXi pra Linux


O VMware ESXi Manager é uma solução não oficial que representa uma das melhores alternativas para gerenciar seus servidores ESXi, oferecendo os seguintes recursos:

  • Interface gráfica para gerenciamento de hosts ESXi;
  • Deploy de OVF a partir da web ou disco local;
  • Listar máquinas virtuais online, suspensas e offline;
  • Suporte a Resource Pools;
  • Acesso à Console;
  • Gerenciamento de Snapshots (criar, remover, reverter, etc);
  • Operações em máquinas virtuais (Stop, Shutdown, Reboot, Start, Suspend e Resume);
  • Monitoramento de máquinas virtuais (online, suspensa, offline, uso de CPU e memória, etc);
  • Remover máquinas virtuais;
  • Monitoramento de hosts ESXi (CPU, memória, versão, etc);
  • Gerenciamento de usuário (criação, atribuição de papéis, definição de senha);
  • Próximas versões
    • Editor de máquinas virtuais (alterar CPU e memória, etc);
    • Browse datastores;
    • Upload de arquivos.

Usando o Converter pra fazer 'migrações' de VMs 'a quente'

O VMware Converter é uma das ferramentas mais úteis e importantes da VMware, e é gratuito.

O que muita gente não sabe é que ele pode ser usado para além da tarefa óbvia de virtualizar servidores físicos (o famoso P2V - Physical to Virtual).

Dada sua versatilidade, a ferramenta pode ser usada para converter versão de hardware de máquinas e assim manter compatibilidade com versões anteriores do ESXi, ou ainda para importar e exportar máquinas virtuais entre hosts ESXi e até entre para soluções de virtualização.

Agora o mais legal mesmo é o 'truque' de usar a migração 'a quente' (com a máquina virtual ligada) para fazer um backup da máquina virtual sem interrupção, embora isso não seja suportado ou endossado pela VMware, e represente um risco de corrupção da máquina. Na prática, porém, já fiz muitas migrações assim e funcionaram perfeitamente. Por que um backup não funcionaria ? De todo modo, faça por sua conta e risco!

Gerenciando hosts ESXi com o VMware Workstation


Outra alternativa para gerenciar hosts com ESXi é usar o VMware Workstation, que embora não seja gratuito, é muito mais barato que a suite vSphere, e traz a possibilidade de conectar a hosts ESXi e realizar inúmeras tarefas de gerenciamento do ambiente virtual.

Gerenciando ferramentas gratuitas de backup e monitoramento com o MKSBackup


O MKSBackup é uma ferramenta desenvolvida para ser um front-end para o GhettoVCB e outros softwares de backup e monitoramento comumente usados por usuários da versão gratuita do ESXi.

A ferramenta integra com o backup nativo do Windows (ntbackup ou wbadmin), e ainda com o esxmon e até o famoso comando tar do Linux.

Outras ferramentas

O Vladan Seget relacionou uma lista extensa de ferramentas gratuitas para VMware, incluindo soluções para monitoramento, backup, automação de tarefas, integração com provedores na nuvem e muito, muito mais.

O Kendrick Coleman fez um levantamento ainda mais extenso que inclui até soluções de empresas adquiridas pela VMware e ferramentas desenvolvidas pelo laboratório da VMware, os chamados FLINGs.

Conclusão

Quem me acompanha aqui no blog sabe que sou fanboy da VMware, admiro o pioneirismo e inovação da empresa, e penso que é uma daquelas empresas que vale a pena acompanhar de perto.

Mas o mercado pune (parafraseando Muricy Ramalho :), e a empresa vem sofrendo com a concorrência e tenta, através da inovação, se manter no topo pelos próximos anos.

Há quem duvide que a empresa se mantenha firme. Eu prefiro esperar pra ver...

Não é à toa que tantas ferramentas alternativas foram desenvolvidas em torno da suite de virtualização mais usada no mundo, e não é porque a empresa não tem grana pra investir na versão paga do VMware vSphere que você vai ficar sem recursos importantes como gerenciamento e monitoramento.

E aí, você utiliza alguma das soluções que indiquei aqui ? Fala aí!
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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Carreira em Big Data e Ciência de Dados - Guia Completo!

Carreira em Big Data e Ciência de Dados - Guia Completo!(Data chaos 3, sachyn)

O que é Big Data ?

Você já parou pra pensar que os dados são para sempre ?

Você certamente já perdeu dados em diversas situações, sejam os documentos do seu computador que deu defeito, as fotos do seu celular que foi roubado ou as músicas do seu HD externo (eu já quebrei 3 HDs externos, acredite!).

Agora lembre a sensação que você sentiu quando constatou: "Não tem mais jeito! Já era! Perdi!".

Raiva, angústia, revolta e tristeza provavelmente foram alguns dos sentimentos que povoaram sua mente.

Onde quero chegar com essa conversa toda ?

Que todos nós temos, naturalmente, nosso Big Data.

Queremos manter nossos dados acumulados ao longo de 10, 20, 50 anos ou mais.

Agora pense na organização em que trabalha.

Se para um indivíduo a perda de dados pode criar sérios problemas, imagine para empresas ?

Por isso, as empresas investem há bastante tempo em armazenamento, backup e outras tecnologias para manter seus dados seguros e disponíveis.

E o Big Data representa a possibilidade de agregar a estes dados gerados pela empresa, outros, espalhados pela web, que podem ser úteis de alguma maneira para, combinados com as informações já disponíveis, permitir análises mais completas e sofisticadas, que ajudem a produzir os resultados que a empresa deseja, seja o aumento de clientes pelo melhor entendimento de suas necessidades ou a melhoria do tratamento de doenças através da análise de indicadores.

Mas por que isto não era feito antes ?

Simplesmente porque as arquiteturas tradicionais de análise de dados (Business Intelligence, Business Analytics, etc) não suportavam lidar com o grande volume de dados, gerado em grande velocidade e de maneira não estruturada (tweets, posts no facebook, imagens no instagram, etc).

Esta situação levou ao que a literatura caracteriza como os 3 V's do Big Data, que ao longo do tempo foram ampliados, e atualmente há quem considere que os V's são cinco.

Vamos a eles.

Volume


Atualmente, o crescimento exponencial do volume de dados se apresenta de forma tão natural que é comum ver serviços oferecendo capacidade “ilimitada” de armazenamento. É o caso do Flickr e Google Fotos, por exemplo, que permitem armazenar um número indefinido de imagens se algumas regras forem seguidas.

Está se tornando comum empresas com volumes de terabytes e até petabytes em seus sistemas de armazenamento, especialmente no caso de médias e grandes empresas. Com o crescimento das bases de dados, as aplicações e arquiteturas de aplicações construídas para suportar estes dados precisam ser reavaliadas.

Velocidade


O crescimento dos dados e a explosão das mídias sociais mudaram a forma como olhamos para os dados. Houve um tempo em que se acreditava que os dados de ontem eram recentes. Alguns jornais impressos ainda seguem esta lógica.

No entanto, os canais de notícias na web, de rádios comunitárias online a redes sociais, mudaram a velocidade com que recebemos informação. As pessoas interagem nas mídias sociais para atualizar as últimas notícias que estão acontecendo em todo o mundo.

Às vezes bastam alguns segundos para que mensagens “antigas” (um tweet, por exemplo) deixem de despertar interesse das pessoas. É comportamento comum descartar mensagens antigas e prestar atenção às atualizações recentes.

O movimento de dados é praticamente em tempo real e a janela de atualização foi reduzida a frações de segundos.

Variedade


Os dados podem ser armazenados em múltiplos formatos: bancos de dados, planilhas, documentos de texto, áudio, vídeo, imagem, etc.

Este é o tipo de dado que mais cresce, os chamados dados não estruturados, que, por representarem volume relevante, devem ser analisados pelas organizações de acordo com suas necessidades, da forma mais eficaz e eficiente possível.

Seria fácil manipular estas informações se os dados estivessem no mesmo formato, mas este não é o caso na grande maioria das vezes. O mundo real tem dados em muitos formatos diferentes e este é o desafio que as tecnologias para Big Data vem ajudar a superar.

Veracidade


Apesar da definição de Big Data a partir dos 3 V's mencionados anteriormente ser a mais citada, um quarto V tem sido utilizado para destacar a necessidade de verificar se os resultados obtidos a partir da análise dos dados são reais, verdadeiros.

Em outras palavras, este 'V' reflete a preocupação em identificar se as perguntas certas estão sendo feitas em relação aos dados, se as análises estão corretas, e acima de tudo, se os dados são confiáveis.

Valor


O mais recente 'V' incluído na lista diz respeito ao benefício gerado para o negócio, em relação aos objetivos da organização.

Valeu a pena o esforço de analisar todo o volume e variedade de dados ? 

Os resultados obtidos ajudam a organização de tal maneira que o investimento se justifica ?

Em resumo, Big Data não se refere apenas a grandes volumes de dados, mas a uma nova visão sobre os dados, incluindo orientações para sua captura e análise no futuro.

Se adaptar e superar os desafios da dinâmica da informação será questão de sobrevivência para muitos negócios no futuro próximo.

Ciência de Dados vs Big Data vs Business Intelligence


É comum ver discussões em torno da relação entre Ciência de Dados e Big Data, ou entre Big Data e Business Intelligence.

Big Data é o mesmo que BI ?

E a Ciência de Dados ? É apenas outro nome para Estatística ?

Penso que a tecnologia de BI tende a focar muito mais no passado que no futuro, de forma que isso limita em certa medida os benefícios que se pode obter da tecnologia.

Em Big Data, por outro lado, há uma preocupação maior em analisar o presente, em tempo real, e prever o futuro com base não apenas no que aconteceu antes, mas também no que está acontecendo agora.

Pense nos 'Trending Topics' do Twitter, por exemplo.

Quantas decisões uma empresa pode tomar hoje a partir da observação do que está 'bombando' na web ?

É cada vez maior o número de empresas cujo modelo de negócio é baseado em análise de dados em redes sociais.

Outro ponto que destacaria como vantagem de Big Data em relação a BI, é a maior facilidade para lidar com dados não estruturados, ampliando tremendamente as possibilidades de análise, na medida em que a 'estruturação' do dado passa a ser muito mais flexível, através de esquemas que mapeiam uma estrutura lógica de um sistema de arquivos distribuído, e não em estruturas mais rígidas, pela organização dos bytes em arquivos binários de banco de dados relacionais.

E quanto à Ciência de Dados ? Qual sua relação com Big Data ?

Penso que Big Data não existe sem Ciência de Dados, e se o primeiro é mais genérico e abrangente, o segundo representa a importância de lidar de maneira científica com os dados, como indicam os Vs de Veracidade e Valor, de forma a garantir que os resultados obtidos sejam confiáveis e possam, assim, subsidiar de maneira efetiva a tomada de decisão das organizações.

Portanto, a Ciência de Dados se traduz em hipóteses, modelos matemáticos e estatísticos aplicados à análise dos dados de maneira a certificar a qualidade dos resultados obtidos.

Conhecimentos necessários para uma carreira de sucesso em Big Data

Conhecimentos necessários para uma carreira de sucesso em Big Data

Eu gosto muito do diagrama acima, pois mostra (com o bom humor de um unicórnio :) os desafios que se apresentam para os que desejam aproveitar esta excelente oportunidade representada pelas tecnologias que envolvem Big Data e Ciência de Dados.

É importante conhecer matemática, estatística, computação, além de ter abordagem científica, com método e organização na análise e apresentação dos dados.

Tudo isto sem contar a necessidade de conhecer do negócio específico, inerente a todo profissional de TI.

Aliás, é importante destacar o papel fundamental da visualização de dados. Uma análise muito bem feita pode ser destruída por uma visualização inadequada.


Penso que, na prática, o tempo revelará a necessidade de estabelecer equipes multidisciplinares, em que a colaboração entre os diversos perfis que integram o time será decisiva para a qualidade do trabalho realizado.

Com isso, devem ser definidos nomes mais específicos que Cientista de Dados, e já começo a ver referências a engenheiros, desenvolvedores e analistas, de maneira que deve se tornar cada vez mais claro quais os perfis necessários para que um 'time Big Data' funcione, bem como o papel de cada um.

Faixa Salarial das Carreiras em Big Data e Ciência de Dados

Quanto ganha um profissional Big Data / Cientista de Dados ?

De acordo com o Datajobs, os salários para uma carreira em Big Data são os seguintes:
  • Analista de Dados - iniciante até 75 mil obamas, experiente até 110 mil;
  • Cientista de Dados - entre 85 mil e 170 mil obamas;
  • Gerentes - entre 90 mil e 240 mil obamas, conforme tamanho da equipe e experiência;
  • Engenheiro Big Data - entre 70 mil e 165 mil obamas;
Aqui no Brasil encontrei notícias com salários de até 15 mil Dilmas :)

Hadoop e seu Ecossistema

Ecossistema Hadoop - Ferramentas para Big Data

A base do Big Data consiste no processamento distribuído dos dados, aproveitando o barateamento do hardware e do armazenamento, e o avanço da computação em nuvem.

Desta forma, a divisão dos dados em partes 'friamente calculadas' e a sua distribuição para processamento através de um cluster de dezenas, centenas ou mesmo milhares de nós (computadores) permite lidar com volumes de dados até então inimagináveis, com uma velocidade incrível, e (melhor parte) a um custo viável.

Este sistema de processamento distribuído, criado pelo Yahoo em 2004, a partir de um paper do Google, é o famoso Hadoop, que consiste de dois componentes principais, o Map Reduce e o HDFS.

O Map Reduce cuida do 'dividir pra conquistar', organizando a distribuição e processamento dos dados, enquanto o HDFS cuida do seu armazenamento.

Os desafios do processamento distribuído são muitos, e o Hadoop vem evoluindo rapidamente para lidar com eles, fornecendo mecanismos de tolerância a falhas, melhorias de desempenho e mais recursos para desenvolvedores e administradores a cada nova versão.

Em torno do Hadoop há um ecossistema generoso que traz soluções para importação e exportação de dados (Sqoop e Flume), pesquisa textual (Solr/Lucene), análise de dados com linguagem similar a SQL (Hive), desenvolvimento simplificado de aplicações (Pig) e muito mais.

Lidar com este ecossistema pode ser bem trabalhoso, e para facilitar este trabalho surgiram as Distribuições Hadoop, que oferecem integração simplificada entre os vários componentes, ferramentas exclusivas e outras melhorias.

Hortonworks, Cloudera e MapR são algumas das principais distribuições que você pode baixar e usar em seu computador.

Há também as distribuições na nuvem, que concorrem cada vez mais acirradamente para fornecer a maior variedade de serviços e mais facilidades para os usuários. Amazon, Microsoft e Google se destacam nesta briga.

Vários cursos online recomendam executar os exercícios, que muitas vezes consistem em manipular centenas de gigabytes e até terabytes, usando os serviços da Amazon, pela facilidade de 'levantar' um cluster EMR (o Big Data do Jeff Bezos) e executar uma aplicação Hadoop que processa terabytes em poucos minutos, pagando apenas algumas doletas.

Além do Hadoop

Linguagem R - requisito para Ciência de Dados

Mas nem só de Hadoop vive o Big Data, e algumas linguagens de programação são requisito obrigatório pra quem quer se aventurar por este mundo novo de Big Data e Ciência de Dados.

Destaque para duas delas: Python e R.

O Python traz uma série de bibliotecas que facilitam o tratamento e manipulação dos dados em diversos aspectos, simplificando tarefas que em outras linguagens seriam extremamente trabalhosas.

O Pandas é uma destas bibliotecas, e aqui você encontra mais informações.

Já o R é a linguagem que aprendi a admirar, pela enorme quantidade de bibliotecas e pela simplicidade para gerar resultados em curto espaço de tempo.

Tenho dedicado um tempo a explorar suas funcionalidades através do Rstudio, e já estou impressionado com a facilidade para realizar operações de manipulação de texto e criação de visualizações bem legais como histogramas e nuvens de palavras.

E há também as biblliotecas para integração com Hadoop, que prometem simplificar o uso do R, antes restrito a máquinas com muita memória, através de clusters na nuvem.

Na UFRGS há um guia muito legal sobre programação com R.

Quem usa Big Data?


Uma das coisas mais legais quando se começa a explorar o mundo do Big Data é observar os projetos incríveis que as empresas estão conduzindo mundo afora.

A Ford está avaliando o Hadoop na tentativa de obter valor a partir dos dados gerados pelas suas operações, pesquisa de veículos e até dos carros dos clientes, focando em obter os dados gerados pelos inúmeros sensores dos veículos atuais e usar os dados coletados para, sabendo o comportamento do cliente no uso do veículo, melhorar a experiência do motorista no futuro.

A Mitsui usa o SAP HANA, R e Hadoop para pré-processar sequências de DNA que antes levavam dias, reduzindo para questão de minutos as análises que envolvem pesquisas relacionadas ao Câncer.

A Nokia usa as informações geradas pelos seus dispositivos em todo o mundo, desde criar mapas e prever densidade de tráfego até criar modelos de elevação em camadas.

O Walmart usa Hadoop pra analisar dados do Twitter, Facebook, Foursquare e outras fontes, de forma a prever o fluxo de clientes para suas lojas.

Como se Preparar para Trabalhar com Big Data e Ciência de Dados ?

Conhecimento é Poder - Onde aprender mais sobre Big Data e Ciência de Dados

Há cursos gratuitos espalhados por toda a web (em inglês).

Relaciono alguns deles abaixo:

Coursera - Web Intelligence and Big Data

Big Data University (IBM) - Big Data Fundamentals

Udemy - Big Data Hadoop Essentials

Udacity - Introdução ao Hadoop e Map Reduce

Aqui no Brasil começaram a surgir mais opções recentemente:

Especialização da Universidade Presbiteriana Mackenzie em Ciência de Dados (Big Data Analytics), com custo de 24 x R$ 971,00 + 9 parcelas a definir.

MBA Analytics em Big Data, da FIA, com custo de R$ 28 mil.

MBA em Big Data (Data Science), da FIAP, a partir de 24 x 751,00.

Big Data - Inteligência na Gestão de Dados, da USP, com custo de 24 x 891,00.

Caso não esteja em SP ou não disponha destes valores 'convidativos', continue lendo :)

Certificações em Big Data


Em muitos casos, profissionais de TI obtém melhores resultados em termos de carreira investindo em certificações que em cursos mais extensos como Pós Graduação.

A seguir relaciono algumas das certificações em Big Data mais relevantes do mercado.

A Cloudera é um dos principais fornecedores de soluções em Big Data, e oferece as certificações:

  • Cloudera Certified Professional: Data Scientist (CCP:DS)
  • Hadoop Developer (CCDH)
  • Hadoop Admin (CCAH)
  • HBase Specialist (CCSHB)

A certificação CCP:DS exige passar em três exames, e a Cloudera recomenda a realização de um curso presencial no valor de U$ 2.495,00 (putz!).

As certificações Hadoop custam a partir de U$ 295,00 e exigem passar em um exame com 50 a 60 questões, com duração de uma hora e meia, e aproveitamento mínimo de 70%. Não, os exames não estão disponíveis em português :(

A Hortonworks tem uma solução que é base para os serviços oferecidos na nuvem da Microsoft, e oferece as certificações:

  • HDP Certified Developer (HDCDP);
  • Hortonworks Certified Apache Hadoop Administrator;
  • Hortonworks Certified Apache Hadoop Java Developer.
Estas certificações custam entre U$ 200,00 e U$ 250,00, e consistem em tarefas que devem ser executadas através dos serviços da Amazon, com duração máxima de 2 horas.


Há também certificações da IBM (IBM InfoSphere for BigInsights Technical Mastery Test v2 e IBM InfoSphere Streams Technical Mastery Test v1), EMC (EMC Data Science Associate), HP (HP Vertica), SAS (SAS Certified Statistical Business Analyst), e muitas outras.

Conclusão


Não me canso de repetir que Big Data é um a tendência tecnológica que representa uma excepcional oportunidade para aqueles que tiverem a dedicação necessária, lutarem contra a inércia e superarem as dificuldades do nosso país em termos de acesso à educação.

O problema é tão sério que vemos empresas 'bancando' a educação dos funcionários na tecnologia, por entender a importância (e carência) de profissionais qualificados na tecnologia.

O esforço vai compensar, tenho certeza disso! Tanto que 'embarquei nesta onda' bem cedo, antes mesmo de muitos dos cursos que citei aqui sequer existirem.

Não deixe pra aprender sobre o assunto quando for requisito mínimo pras vagas de emprego, daqui há 5 anos (no máximo!).

Aproveite agora!

Sei que muitos vão ler tudo isso que escrevi e simplesmente ignorar, mas se este texto puder ajudar um único profissional a tomar uma atitude e crescer na carreira como resultado deste incentivo, ficarei extremamente feliz.

Para saber mais


  1. Baixe o ebook sobre soluções para Big Data que escrevi;
  2. Se inscreva na lista que criei para discutir o tema no Google Groups;
  3. Confira minha palestra virtual apresentando os conceitos básicos da tecnologia, depois venha trocar idéias!
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domingo, 3 de maio de 2015

20 horas de trabalho por semana bastam ?

20 horas de trabalho por semana bastam ?
Estou há um bom tempo pra escrever sobre este assunto que me intriga faz um tempinho já.

Larry Page, um dos fundadores do Google, disse em entrevista com Vinod Khosla, fundador da Khosla Ventures, que controla, entre muitas empresas, a Indie Gogo (crowdfunding), Cinemagram (app pra fazer vídeos) e o encurtador de URLs Bitly, que as pessoas estão trabalhando demais.

Na visão dele, não há necessidade de se trabalhar tanto pra atender as necessidades básicas do ser humano, e se você perguntar às pessoas, elas vão querer mais tempo pra férias e pra ficar com a família.

Assim, ele sugeriu a redução da jornada de trabalho, apontando que a jornada atual de 8 horas não é mais necessária, e indicando alternativas como reduzir a carga horária para 4 horas ou separar um emprego "full time" em vários empregos "part time".

Ele alegou (sem explicar como) que é possível reduzir a carga horária sem prejudicar o emprego.

A opinião dele foi reforçada pela declaração de Carlos Slim, presidente da America Movil, de que as pessoas deveriam trabalhar 3 dias por semana, 8 horas.

Conclusão


A questão é bastante controversa, há muitos interesses envolvidos e, principalmente, questões graves de produtividade, especialmente quando se trata de Brasil.

É muito fácil para donos de empresas que têm condições de recrutar talentos extraordinários fazer declarações como estas, pois o nível de produtividade dos seus funcionários chave é altíssimo, e dar mais liberdade pra eles representa um incentivo a serem ainda mais produtivos, e portanto compensa.

Por outro lado, é inegável que o mercado de trabalho passa por uma enorme transformação, e o questionamento da carga horária de trabalho é apenas uma das questões a serem tratadas, juntamente com a estrutura hierárquica das empresas, as carreiras Y e a mais recente carreira W, dentre outros aspectos que exigem uma reformulação das relações entre empregado e empregador.

Além disso, nem tudo são flores, como demonstra o caso do LinkedIn, obrigado a indenizar em 6 milhões de dólares funcionários e ex-funcionários, por problemas na contabilização de horas trabalhadas, o que certamente é um grande desafio numa empresa em que mobilidade e flexibilidade fazem parte da filosofia da empresa.

Por tudo isso, entendo que há uma oportunidade a ser aproveitada pelas empresas e profissionais que conseguirem repensar suas relações de trabalho e potencializar sua capacidade de entregar os resultados que empresas e clientes esperam, independentemente de quantos e quais dias precisem trabalhar e produzir para isso.

Aliás, vale lembrar que estar no trabalho não é sinônimo de estar trabalhando, produzindo, não é mesmo ?

Você pode conferir a entrevista de Larry Page aqui.

E então ? O que pensa a respeito dessas questões ? Tem uma experiência pra compartilhar ? Fala aí!
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domingo, 26 de abril de 2015

14 Grupos TOP do LinkedIn e Facebook para ampliar seus conhecimentos em Big Data e Ciência de Dados (mesmo que esteja partindo do zero!)

Grupos TOP do LinkedIn e Facebook sobre Big Data e Ciência de Dados

Se interessa por Big Data, Analytics, Ciência de Dados e assuntos correlatos ?

Então saiba que é importante saber onde obter informação de qualidade sobre estes temas.

Por isso resolvi relacionar alguns grupos que pesquisei e descobri no LinkedIn e Facebook que podem te ajudar a dar aquele salto na carreira.

Vamos a eles!

LinkedIn

Recomendo os grupos do LinkedIn por se tratar de uma rede social mais profissional, e portanto menos sujeita a lixo.

Vale notar que alguns destes grupos são fechados, o que pode representar o risco de não ser aceito.








Facebook

Embora o Facebook tenha mais lixo, não dá pra ignorar que a maioria das pessoas está lá, por isso o alcance destes grupos acaba sendo maior.







Conclusão

Eu fico realmente impressionado como as discussões sobre Big Data ainda são restritas no Brasil.

A maioria dos grupos acima contém exclusivamente material em inglês, e mesmo os que contém material em português, este conteúdo é minoria.

Eu prefiro os grupos do LinkedIn não apenas pelo caráter mais profissional, mas pela facilidade de receber por email as discussões, não sendo necessário ficar "pendurado" na rede social pra acompanhar o que acontece no grupo.

Espero que possam aproveitar a avalanche de conteúdo oferecida pelos grupos, e se preparar pra este mercado que deve crescer nos próximos anos, e que já paga R$ 15 mil!

E caso tenha dificuldade com o inglês, seja iniciante no tema "Big Data" ou queira mais ajuda para seus projetos, não deixe de conferir a Palestra Gratuita que preparamos há alguns meses.

E então ? Deixa seu comentário aqui sobre os grupos que indiquei!
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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ubuntu Vivid Vervet - voltado para DevOps e mais preparado que nunca para cloud e IoT

Ubuntu Vivid Verver - voltado para DevOps e mais preparado que nunca para cloud e IoT

A mais recente versão do melhor Linux de todos os tempos (eleito por mim :) chega com bastante novidades, embora não afetem tanto assim a vida do chamado 'usuário médio' (se bem que nem existe usuário médio de Linux, correto ?).

Mas vamos ao que interessa, como sempre.

Macaquinho Vívido

Vervet é uma espécie de macaco da África que muito ajuda a entender o comportamento e a genética das pessoas em razão de suas semelhanças (o bichinho pode sofrer de ansiedade e até hipertensão).

DevOps

Esta versão do Ubuntu traz uma "pegada DevOps" notada pelo suporte ampliado a IDEs, dentre elas o Android Studio, Android NDK, IDEA, pycharm, webstorm, rubymine, phpstorm e Eclipse, além de uma 'edição Firefox dev' e suporte à plataforma de desenvolvimento de games withStencil.

Openstack Kilo

O Ubuntu 15.04 traz suporte à mais recente versão da plataforma de nuvem privada que assustou até a VMware.

Ubuntu Phone

Parece que a integração entre as plataformas desktop e mobile começa a ganhar maturidade, o que deve deixar os proprietários do BQ Aquaris e Meizu MX4 (especificações top!) bem felizes.

Internet das Coisas

A primeira versão estável do "Snappy" Ubuntu Core é parte desta versão do Ubuntu, trazendo uma alternativa mais eficiente para dispositivos IoT e para a nuvem, fornecendo uma plataforma interessante para uso da tecnologia de containers, incluindo integração com Docker.

Outras novidades

A edição chinesa do Ubuntu, Kylin, que é compatível com as exigências do governo de lá, também foi atualizada.

Os 'menus locais' voltam a ser padrão, ou seja, os menus vão junto com a janela da aplicação, e não ficam mais na barra superior, provavelmente por queixas de usuários (eu mesmo não curtia essa idéia!). Agora passa a ser possível pesquisar opções do menu da aplicação com o HUD.

Seguindo a tendência das demais distribuições, o sistema init passa a ser o odiado systemd (segundo dizem...), embora Linux não tenha nenhum 'big issue' contra o projeto.

Versões mais recentes do Kernel (3.19), LibreOffice, suporte ao OneDrive e Sharepoint completam as mudanças mais relevantes IMHO.

Conclusão

Penso que essa idéia de integração desktop mobile talvez seja um pouco de megalomania do Shuttleworth, a Microsoft já mostrou que isso não dá muito certo, a Apple não conta e o android domina o mercado mobile sem a necessidade de uma contrapartida no desktop.

A troca do upstart pelo systemd me parece correta pois, pelo que pesquisei, é um software mais robusto, funcional e moderno em relação ao obsoleto SysV. Além disso, a tentativa da Canonical de emplacar o Upstart não funcionou.

De resto, gosto da forma como o sistema está evoluindo a passos largos, e apesar de muitas controvérsias, continua sendo minha distribuição preferida pra desktop e servidor.

E você, o que acha ? Algum recurso chamou a atenção, ou acha que o melhor a fazer é manter a versão LTS atual ? Fala aí!
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Lightwave e Photon: a abordagem da VMware para lidar com a tecnologia de containers

Lightwave e Photon: a abordagem da VMware para lidar com a tecnologia de containers 
Lightwave e Photon: a abordagem da VMware para lidar com a tecnologia de containers
A tecnologia de containers não para de ganhar força.

A idéia de compartilhar as bibliotecas do S.O. entre aplicações com isolamento lógico não é nova (falamos do OpenVZ desde 2010), mas o Docker simplificou o processo e criou facilidades que fazem toda a diferença para DevOps, resultando num repositório com mais de 30 mil aplicações "dockerizadas".

A coisa está tão séria que já há discussões a respeito da possibilidade de que a tecnologia de containers substitua o gerenciamento de pacotes. Recomendo a leitura dos posts do Rafael Gomes sobre o assunto.

Docker é a queridinha do momento, e traz outras soluções na esteira do seu sucesso. Ganhando cada vez mais espaço, estas soluções já incomodam gigantes como Google, Microsoft e VMware.

Não dá pra ignorar um software com mais de 13 milhões de downloads. Tanto que todo mundo correu pra implementar o suporte à tecnologia.


A Microsoft ajudou a levar o suporte ao Docker para o Windows.

E agora a VMware, que fez uma parceria com a Docker em 2014, chega com novidades.

A abordagem proposta pela Big V integra containers e VMs, aproveitando a maturidade da tecnologia de máquinas virtuais para resolver questões de segurança, administração e outras ainda mal resolvidas na tecnologia de containers.

O projeto Lightwave fornece uma infraestrutura de segurança que inclui serviços de autenticação com suporte a OAuth, LDAP, tokens, PKI e muito mais.

O Photon é uma distribuição Linux baseada em Suse e otimizada pela VMware, com suporte aos formatos Docker, rkt e Pivotal Garden para containers.

Conclusão

Entendo que a lógica da VMware faz muito sentido, pois embora a tecnologia de containers seja antiga, apenas recentemente ganhou força e passou a ser vista como tecnologia corporativa, o que demanda um outro nível de amadurecimento, e portanto faz sentido "pegar carona" na maturidade das máquinas virtuais.

Imagine ter que (re)desenvolver tecnologias de alta disponibilidade, tolerância a falhas, balanceamento de carga e segurança para containers, sendo que estas tecnologias já foram testadas e aprovadas pelo mercado corporativo, quando se trata de máquinas virtuais.

E você, o que acha ? VMs e containers podem funcionar bem juntos ? Eu acredito :)
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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Transforme a nova guia do Chrome numa ferramenta de produtividade, beleza e inspiração!

Transforme a nova guia do Chrome numa ferramenta de produtividade, beleza e inspiração!
Que tal ter uma imagem inspiradora como essa sempre que abrir uma nova guia ?
Sempre me preocupei muito com produtividade, afinal com a infinidade de iniciativas com as quais me envolvo no serviço público, na universidade e nas minhas experiências empreendedoras, é fundamental gerenciar tarefas, tempo e energia.

Nos últimos dias andei pesquisando sobre extensões para tornar a nova guia do Chrome e Firefox em algo mais interessante e produtivo.

Após pesquisar bastante (vide referências ao final) e testar algumas opções, concluí que a melhor opção para meus objetivos era a extensão Momentum.

Escolhi esta extensão porque ela alia beleza, inspiração e produtividade num mesmo pacote.

Ao abrir uma nova guia, você é brindado com uma bela imagem de algum lugar do mundo, o que pra mim é muito motivador, afinal gosto muito de viajar. Clicando no nome do local (canto inferior esquerdo) você é levado à fonte da imagem, o que provavelmente levará a mais informações sobre o local.

Além disso, a extensão permite cadastrar uma lista de links para acesso rápido, o que também é muito útil pra que tenha sempre à mão os sites que uso frequentemente, sem contar que não preciso mais manter guias abertas com estes sites, como costumava fazer.

Há também a lista de tarefas (o texto "Todo" no canto inferior direito da tela ficou ruim de visualizar), basta clicar e adicionar as tarefas, sendo possível mantê-las sempre visíveis se desejar.

Ao abrir a extensão pela primeira vez no dia você deve informar o foco para aquele dia, e isso pra mim também é muito útil, pois garante que não vou esquecer de anotar a tarefa mais importante, algo altamente recomendado por várias técnicas para aumento de produtividade.

Por fim, destaco a frase inspiracional no rodapé, que pode servir também de motivação pra aprimorar o inglês, afinal os leitores do blog sabem o quanto considero isso importante, tanto que já tratei disso em vários textos.

Bônus

Outro problema comum com o gerenciamento de guias é quando o navegador trava ou fecha com várias guias abertas. Eu ficava muito irritado com isso, pois tenho sempre muitas guias ativas e quando o navegador trava ou fecho sem querer, muitas vezes não conseguia restaurar todas as abas.

Usei por um tempo como paliativo a opção de fixar a guia, pois assim o navegador sabe que deve manter aberta aquela página, mesmo que feche o navegador, ao abrir novamente as guias são ativadas também. Mas isso não resolvia plenamente a questão.

Nas pesquisas recentes descobri a extensão TabCloud, que permite salvar na sua conta Google a lista de guias ativas, e reabrir novamente quando e onde quiser. O onde é um diferencial, pois às vezes queremos abrir em casa uma mesma guia que esteja ativa no trabalho, por exemplo. Agora eu posso!

Conclusão

Com o navegador sendo o aplicativo mais usado por grande parte das pessoas, seja para trabalho ou lazer, escolher os melhores "acessórios" pra complementar sua experiência de acesso à Internet se torna algo muito importante.

Fico muito mais tranquilo sabendo que o controle da minha produtividade está a um mero CTRL+T de distância :)

Quem quiser pesquisar mais opções de extensões para gerenciamento de guias e produtividade, recomendo que confira os links a seguir. Tem muita coisa bacana! Tanto que quase mudei de idéia sobre a extensão recomendada neste texto :)

Referências

Firefox:
http://lifehacker.com/the-best-apps-and-extensions-to-supercharge-firefoxs-n-995238717

Chrome:
http://www.minterest.org/google-chrome-new-tab-extensions/
http://www.makeuseof.com/tag/10-most-productive-new-tab-extensions-for-google-chrome/
http://thenextweb.com/apps/2014/11/16/8-chrome-extensions-transform-new-tab-page/
http://lifehacker.com/the-best-apps-and-extensions-to-supercharge-chromes-ne-982659508

Chrome e Firefox:
http://www.hongkiat.com/blog/new-tab-browser-addons/

E você, que extensões usa e recomenda no seu navegador preferido ? Comenta aí!
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