Programação em R – Parte 5 (Matrizes)

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Programação em R – Parte 5 (Matrizes)

Uma
matriz pode ser considerada uma coleção de dados
do mesmo tipo, por exemplo numérico. R permite criar e
manipular matrizes de maneira simples.

Um
vetor de dimensão é um vetor de números inteiros não negativos.
Se o seu comprimento for k, a matriz é dita k-dimensional. Em geral as matrizes são bidimensionais. Mas as dimensões são indexadas de um até os
valores dados no vetor de dimensão, ou seja, você pode criar uma matriz com quantas dimensões desejar.
Por exemplo, se o vetor de dimensão para uma matriz, digamos A, é C (3,4,2), então há 3 * 4 * 2 = 24 elementos na matriz A, e os dados podem ser acessados na ordem [1,1,1], [2,1,1], …, até [2,4,2],[3,4,2].

Outras
funções como matrix() e array() estão disponíveis
para criação de matrizes e vetores (que são matrizes unidimensionais :).

Construindo matrizes com cbind() e rbind()

As matrizes podem ser construídas a
partir de outros vetores e matrizes pelas funções cbind() e rbind(). Podemos dizer que a função cbind() forma matrizes, unindo matrizes
juntadas verticalmente, ou em colunas, enquanto a rbind() faz o mesmo, porém horizontalmente, ou
em linhas.
Os
argumentos para cbind() devem ser vetores de qualquer comprimento ou
matrizes com o mesmo tamanho de coluna, que é o mesmo número de
linhas. O resultado é uma matriz com os argumentos concatenados
arg_1, arg_2, … formando as colunas.
Se
alguns dos argumentos para cbind() são vetores, eles podem ser
menores do que o tamanho da coluna de qualquer matriz presente, caso
em que elas são ciclicamente estendidas para coincidir com o tamanho
da coluna da matriz (ou o comprimento do vetor mais longo se nenhuma
matriz for dada ).

Assim, suponha a matriz m abaixo:

1 2
3 4
5 6

Suponha agora um vetor v com os elementos (1,2).

O resultado da operação cbind(m,v) é a matriz abaixo:

1 2 1
3 4 2
5 6 1

Percebeu como os elementos do vetor foram “distribuídos ao longo da matriz”?

Isso é R, meus amigos 🙂

A
função rbind() faz a operação correspondente para linhas. Neste
caso, qualquer argumento de vetor, possivelmente ciclicamente
estendido, é, naturalmente, tomado como vetores de linha.

A função de concatenação c()

Enquanto cbind() e rbind() são funções de
concatenação que respeitam os atributos dim, a função c() básica limpa objetos numéricos de todos os atributos dim e
dimnames, o que é ocasionalmente útil.

Mas o que isso significa na prática?

Simples: é uma maneira de transformar uma matriz de volta a um objeto vetorial (equivalente a usar as.vector()).
Existem
pequenas diferenças entre os dois, mas, em última análise, a
escolha entre eles é em grande parte uma questão de estilo (sendo o
primeiro preferível).

Conclusão

Matrizes são estruturas bastante úteis em determinadas situações, especialmente quando lidamos com dados homogêneos que precisam ser analisados de várias maneiras, e a linguagem R oferece diversas funções para facilitar a observação das características relevantes das matrizes.
Ficou com alguma dúvida?
Tem interesse em treinamentos em R?
By |2018-08-29T10:16:41+00:00abril 18th, 2018|Sem categoria|0 Comments

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