Empreendedorismo | Produtividade | Inovação/Disrupção Tecnológica

De acordo com reportagem da Época Negócios, uma startup de Israel promete disponibilizar a cura para o câncer dentro de cerca de um ano.

O texto registra que “segundo Dan Aridor, presidente do conselho da Accelerated Evolution Biotechnologies (AEBI), a cura terá benefícios em comparação aos tratamentos disponíveis na atualidade. Ele cita, por exemplo, “nenhum ou quase nenhum efeito colateral a um custo muito inferior do que a maioria dos tratamentos disponíveis”.

Vamos esperar (e torcer muito!) que realmente tenhamos chegado a este momento histórico da cura da doença mais perigosa da atualidade.

Update! Acabei de ler um artigo que questiona fortemente as alegações dos pesquisadores, indicando que não foram feitas perguntas cruciais e apontando indícios de sensacionalismo nas afirmações, como o fato de não ser plausível uma “cura única” para o câncer, que, segundo especialistas, é um “guarda-chuva” que representa cerca de 200 doenças, além do fato de terem feito testes apenas em ratos, de forma que um ano até estar disponível para humanos parece um prazo inviável. Ou seja, parece que se trata de apenas mais um grupo de pesquisadores querendo aparecer. Uma pena!

Big Data | Ciência de Dados | Inteligência Artificial | Machine Learning

O aumento continuado da demanda por cientistas de dados se deve em grande parte ao sucesso das iniciativas envolvendo inteligência artificial, a começar pelos serviços fornecidos pelas gigantes Google, Apple, Samsung e outras através de seus assistentes, disponíveis em muitos smartphones atualmente.

Por isso é interessante conhecer melhor os fundamentos destes serviços e a tecnologia que os suporta. Achei bem interessante compartilhar com vocês esta classificação acima, que aponta a “#1 inteligência estreita”, quando a IA imita o comportamento/inteligência de humanos dentro de contextos e parâmetros bem definidos, “#2 inteligência geral”, quando a IA imita comportamentos humanos de forma indistinguível, sendo este desafio, a princípio, ainda distante de ser superado, como demonstra a iniciativa da Fujitsu, que precisou de 40 minutos do seu supercomputador (o mais poderoso do mundo) para simular um segundo de atividade neural; e a “#3 super inteligência”, quando a IA superar a inteligência humana ao invés de imitá-la, algo que por enquanto apenas se especula, com as estimativas mais otimistas apontando décadas de pesquisa até que se possa chegar a algo assim #medo :).

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Lembrando que estou trabalhando há algum tempo na reformulação do meu treinamento em Big Data e Ciência de Dados e você vai poder participar da escolha dos tópicos a serem abordados. Mais novidades em breve!

Agora falando do que já é realidade (assustadora, diga-se de passagem), acima você vê um print de um exemplo de DeepFake, neste caso envolvendo a atriz Jennifer Lawrence  e o ator Steve Buscemi. Esta tecnologia permite substituir o rosto de qualquer pessoa por outra em vídeos, e vem fazendo muito sucesso (especialmente no mundo da pornografia) e trazendo grandes preocupações, afinal a dificuldade pra lidar com fake news já é enorme, imagine lidar com fake vídeos! Você pode conferir um exemplo do vídeo completo aqui.

Virtualização | Computação em Nuvem | DevOps

Este twitter revela como um serviço criado para reduzir a ociosidade da infraestrutura da Amazon (loja) ganha cada dia mais relevância, ainda que a receita do último trimestre de 2018 represente apenas 10% do total da receita da gigante em todos os seus produtos e serviços no período. A receita da AWS já é maior que a do McDonalds, por exemplo.

Sabendo dessa relevância toda da Amazon e seus serviços de nuvem, a VMware vem atuando há alguns anos para integrar suas soluções com a líder em serviços na nuvem, afinal não dá pra ignorar seu maior concorrente, não é mesmo? A solução vSAN, por exemplo, já pode ser “estendida” para usar o armazenamento da Amazon (EBS).

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Achei esta reflexão no Twitter e resolvi trazer pra vocês.

Este desenvolvedor defende que a “propriedade” das operações envolvendo a implantação de aplicações e serviços é do time de desenvolvimento, afinal eles são os criadores.

Embora concorde com a afirmação, me preocupo com as consequências dela, pois a implantação de qualquer aplicação tem inúmeras implicações no ambiente de produção, mantido pela equipe de infraestrutura, e dar autonomia ao time de desenvolvimento sem controle e supervisão pelo time de infraestrutura pode ter consequências drásticas.

E você, o que pensa a respeito?

Segurança da Informação

Você já ouviu falar em DevSecOps?

 

Leaning in over Always Saying “No”
Data & Security Science over Fear, Uncertainty and Doubt
Open Contribution & Collaboration over Security-Only Requirements
Consumable Security Services with APIs over Mandated Security Controls & Paperwork
Business Driven Security Scores over Rubber Stamp Security
Red & Blue Team Exploit Testing over Relying on Scans & Theoretical Vulnerabilities
24×7 Proactive Security Monitoring over Reacting after being Informed of an Incident
Shared Threat Intelligence over Keeping Info to Ourselves
Compliance Operations over Clipboards & Checklists

O texto acima é um trecho que resume bem o movimento na busca para conciliar segurança e agilidade.

Pra mim a solução está na padronização e automação. Ou seja, primeiro é necessário planejar e definir políticas e regras claras, depois “basta” automatizar isso, de forma que as regras e políticas estejam internalizadas nas práticas dos times de desenvolvimento e operações.

Obviamente, não podemos esquecer de revisar periodicamente estas regras, além de auditar sua efetividade.

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Vivemos (mais) um momento de transição importante, onde diversos conceitos precisam ser revistos e adaptados a uma nova realidade, sem que isso represente prejuízo, seja do ponto de vista da segurança da informação, seja da agilidade exigida atualmente para a TI nas organizações.

Conclusão

Então? O que achou desse informativo?

Tem alguma sugestão?

Vamos conversar!