#FISL 13: #Virtualização "na velocidade da luz" com OpenVZ


O Sérgio Cioban (@cioban), da Virtmasters, iniciou a apresentação mostrando que virtualização é uma “novidade” do século passado, e fornecendo alguns conceitos básicos sobre virtualização. Vejamos os pontos mais relevantes:

  • Conceitos: node (máquina física), hypervisor (o software que implementa a virtualização em si) e domain (roda sobre o hypervisor);
  • Cada domain é denominado Virtual Environment (VE, VPS, Container);
  • OpenVZ trabalha com containers de virtualização;
  • Virtualização assistida por hardware é uma gambiarra, problemática;
  • Para-virtualização: não virtualiza completamente o hardware, não precisa de suporte do processador, depende de suporte do SO à API;
  • O KVM implementa VirtIO drivers, um tipo de virtualização híbrida, que otimiza drivers mais usados para melhorar o acesso das VMs ao hardware;
  • Containers de virtualização: kernel único para todas as VMs, necessita alteração do kernel e ferramentas, não emula todo o hardware, consome menos recursos. Exemplos: freebsd jails, user mode linux, openvz, linux vserver, virtuozzo (pago);
  • Provedores brasileiros vendem Virtual Private Servers (VPS) usando OpenVZ;
  • O OpenVZ é mantido pela Parallels, e é uma modificação do kernel linux;
  • Ferramentas de gerenciamento: vzctl, vz*;
  • Possui recurso de checkpointing, equivalente a vmotion;
  • O checkpointing funciona tanto com storage compartilhado quanto com replicação via DRBD, ou ainda GlusterFS;
  • Limitação: só roda linux, pois compartilha kernel, mas pode rodar debian sob centos, e muitas outras variações, desde que seja possível usar o kernel da máquina física;
  • User beancounters: permitem definir controles sobre processos, arquivos, utilização de recursos do node e outras características da VM através de limites soft e hard;
  • Templates para várias distros, que consiste em um tarball com os arquivos da distribuição prontos para uso com o OpenVZ;
  • Alterações são feitas a quente, não há necessidade de reiniciar para redefinir quantidade de memória, disco, cpus, etc. Um diferencial em relação às outras soluções.
Pelo que pude avaliar, o OpenVZ é uma ótima solução para virtualizar servidores Linux, é muito simples de instalar e configurar, e muito rápido também (boot em menos de 10 segundos em um netbook!).

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2 thoughts on “#FISL 13: #Virtualização "na velocidade da luz" com OpenVZ”

  1. cara muito top a sua explicação, estou usando ProxMox e tipo, não achei nada parecido com a sua explicação, agora deu uma visao melhor da arquitetura, você tem algum material mais ou menos assim DIRETO que fale sobre virtualizações sem muito bla bla bla rs… posta ai mesmo pra compartilhar com as pessoas depois se você quiser saber algo sobre Asterisk eu tenho um blog que fiz algum tempo entra la telefonedigital.blogspot.com.br flw

  2. Christian Guerreiro

    Obrigado Felipe!
    Mas agradeça ao Sérgio, que palestrou e trouxe as informações que compartilhei aqui no blog.
    Não conhecia o OpenVZ, e fiquei surpreso com os recursos dele!
    Quanto ao material sobre virtualização, o que tenho está disponível aqui no blog mesmo, nas seções de Virtualização e Software Livre.

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