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Eu já tô fugindo do #Google, e você ?

Depois de ler alguns textos sobre as mudanças na política de privacidade do Google, que agora vai poder usar todos os dados que guardamos lá, criando experiências do tipo sugerir o melhor trajeto ao identificar que você está atrasado para um compromisso, fiquei pensando no que fazer a respeito, e no quanto estou “comprometido” com a Big G.Eu uso o Netvibes, recentemente adquirido pela Dassault Sistemes, o que vai aumentar o seu foco em fornecer informações para empresas. Assim, meus feeds RSS estão “protegidos”. Consequentemente, o alcance da Google sobre meus “interesses” é limitado.Eu uso o GMail, e aqui certamente está a maior fonte de informações para o “cubo de dados do BI” que a Google deve ter sobre mim. Isto porque concentro inclusive outras contas de e-mail que possuo, usando o recurso de contas POP do GMail. Não pretendo mudar isso, ao menos por enquanto.Eu uso o Chrome, geralmente com boa parte das senhas de serviços do Google salvas, o que significa que minha navegação é automaticamente rastreada. Entretanto, utilizo as extensões Disconnect e Sheepish (este link está com problema, e talvez a extensão tenha sido removida), o que reduz (pode até eliminar) o potencial de rastreamento da navegação.Além disso, o Chrome possui um recurso interessante e ridiculamente simples de usar, que são os perfis de usuário.A figura acima mostra como é simples alternar entre os perfis (basta clicar no ícone que vai surgir no canto superior esquerdo e alternar). Para criar este perfil, basta acessar as opções do navegador, e adicionar um novo usuário. Eu disse que é ridiculamente simples, porque isto é tudo que você precisa fazer para ter perfis completamente independentes no navegador. Ou seja, ao selecionar outro perfil, uma nova janela surgirá, e tudo que você fizer será vinculado a este outro perfil, e será “invisível” para o perfil anterior.Há ainda a opção de usar o navegador em modo anônimo quando não quiser ter a navegação rastreada. Mas esta opção tem a desvantagem de não permitir reabrir abas fechadas por engano ou salvar senhas de sites muito acessados, por exemplo. Se isto não te incomoda, pode ser uma opção interessante, inclusive porque, por padrão, o modo anônimo desativa todas as extensões, o que potencialmente aumenta a privacidade da navegação. Ainda assim, sugiro que configura as extensões Disconnect e Sheepish pra funcionarem mesmo no modo anônimo.E há ainda a opção de usar o Firefox, que, como já dissemos antes, tem uma política de privacidade mais “preocupada” com o usuário.Eu uso o Google Maps, mas com o recurso de perfis do Chrome, posso evitar o rastreamento dos locais que pesquiso.Eu uso o Google Calendar e Picasa, e aqui temos a fonte secundária para o BI do Google sobre mim, pois como meu smartphone é Android, tenho cadastrado meus compromissos e sincronizado minha agenda com o GCal. As fotos do smartphone não vão automaticamente pro Picasa, mas iam pro Google+, até eu desativar o maldito instant upload.Quase ia esquecendo, mas graças ao android e ao GMail, também uso o Google Contacts.Assim, em resumo, meu “compromisso” com o Google se resume (como se fosse pouco) aos contatos, calendário, e-mail e fotos, este último parcialmente. Acho que posso conviver com isso. Mas não pretendo me comprometer ainda mais com esse pessoal de Mountain View.Agora que terminei este texto, acho que não estou exatamente fugindo do Google, né ? 😛Siga-nos no Twitter!
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Teoria CHA: Como Transformar Conhecimentos e Habilidades em uma Carreira de Sucesso!

Sobrecarga de Informação (Redes Sociais, Blogs, Youtube, etc!)

Eu estava refletindo estes dias sobre e me dei conta do enorme erro que vinha cometendo aqui no blog.

Por isso resolvi escrever este texto para me redimir (assim espero :).

Pense comigo…

Informação virou commodity.
Fato!
Milhões de blogs e sites compartilham informação ininterruptamente na web.
A frase “Se não está no Google, não existe” é cada dia mais verdadeira.
Mais do que isso…
A quantidade de fontes da mesma informação se multiplica, e muitas vezes é difícil distinguir qual a informação correta, verdadeira.
Um blog diz uma coisa, outro site o contrário, e um terceiro diz que os outros dois estão errados.
Complicado.
Por isso sempre tive o cuidado de pesquisar antes de compartilhar qualquer informação aqui com você.
Tenho certeza que você (assim como eu) é bombardeado e até soterrado às vezes, em razão do volume absurdo de dados que temos acesso por email, whatsapp, Facebook, Instagram, Linkedin, Google+, Twitter, além de uma infinidade de outras fontes da Internet.
Esse volume de informação gerou o gravíssimo problema das notícias falsas, o que leva muita gente a replicar informação sem o devido cuidado.
Não quero ser mais uma fonte de informação não confiável na web.
A autoridade, reputação e credibilidade estabelecida ao longo de anos pode ser perdida da noite pro dia.
Basta um texto falando besteira, como vemos aos montes por aí.
É por isso que evito adotar, como muitos blogs fazem pra angariar cliques, a “polêmica do dia”.
Até emito minha opinião, mas busco sempre fornecer informação confiável e recomendar que você tire suas próprias conclusões.

Sempre busquei compartilhar o máximo possível de conhecimento.

Só que…

Conhecimento não é nada!

Sempre tive o um desejo interno de compartilhar tudo que aprendo, e até hoje me angustio por não conseguir compartilhar na velocidade que gostaria.

Aumentei muito a velocidade com que aprendo, mas não consigo compartilhar no mesmo ritmo.

Quem sabe um dia resolvo isso.

Nessa rotina de compartilhar conhecimento, nunca parei pra pensar que conhecimento, sozinho, não serve de muita coisa.

Se você sabe de cor as receitas dos melhores chefs do mundo, mas não gosta de cozinhar, este conhecimento serve pra quê?

Como diria Tadeu Schmidt… pra nada!

Pois é.

Por isso resolvi trazer pra você a Teoria CHA, base da chamada Gestão por Competência, que ganhou força no Brasil anos atrás.

Mas o que é essa tal Teoria CHA?

Essa teoria estabelece que são necessários três elementos para que se chegue ao resultado desejado: ConhecimentoHabilidade e Atitude!

Conhecimento é o saber, ou seja, é deter a informação que, uma vez absorvida, internalizada, se torna conhecida do indivíduo, do profissional.

Aqui no blog você tem acesso a uma vasta gama de conhecimentos compartilhados ao longo de mais de 9 anos!

Alguns números ilustrativos:

A grande questão é: O QUE VOCÊ FAZ COM TODO ESSE CONHECIMENTO?

Habilidade é Fundamental

Explorando um pouco mais a “trilogia” CHA, temos o H da Habilidade.

Habilidade é o “saber fazer”, a capacidade de colocar em prática o conhecimento.

Ou seja, você não apenas tem a “receita do bolo”, mas sabe como manusear os ingredientes, os utensílios, e fazer a receita de forma que o resultado seja uma comida que agrade o paladar.

Mas veja que a habilidade tem a ver com capacidade, saber.

Em outras palavras, habilidade significa que você pode fazer algo com o conhecimento.

Significa que você é capaz de usar o conhecimento de forma prática.

Porém, muitas pessoas não “entram em campo”, ou seja, ficam só na arquibancada, “palpitando”…

Se fosse eu… faria diferente.

Se eu tivesse uma chance dessas… não desperdiçava.

O comportamento dessas pessoas deixa claro que não basta ter conhecimento e habilidade.

Atitude Faz a Diferença!

Atitude é o “querer fazer”.

É a vontade.

É o desejo.

É a motivação pra “fazer acontecer”.

Sem isso, de nada vale ser uma verdadeira Wikipedia de conhecimentos.

Sem isso, de nada vale ter zilhões de habilidades.

Pois, sem atitude, tudo não passa de teoria.

Tudo não passa de “Se…”.

E como dizia meu avô… “Se meu pai não morresse tava vivo.”

Condicionais não levam ninguém a lugar nenhum.

Ficar apenas no “Se…” não vai melhorar em nada sua vida.

E é por isso que resolvi escrever esse texto de hoje.

Pra te deixar a seguinte pergunta:

Que atitude você vai ter em relação aos conhecimentos que adquiriu?


Que atitude você vai ter em relação às habilidades que desenvolveu?


Pra exemplificar, vou mostrar algumas atitudes que você pode tomar hoje mesmo e que farão muita diferença em sua vida (eu garanto!).

Você pode escolher um dos métodos de produtividade que listamos aqui e aplicar no seu dia a dia pra aumentar seu desempenho no trabalho e até na vida pessoal.

Você pode usar nosso guia sobre virtualização de servidores pra iniciar a transformação dos servidores físicos da empresa em virtuais e ter acesso à infinidade de benefícios que a tecnologia proporciona (para saber como eu posso te ajudar, clique aqui).

Você pode usar nosso guia de computação em nuvem (e a série recente sobre os serviços da Amazon) pra levar as máquinas virtuais da empresa pra nuvem, ou mesmo pra fornecer serviços pros seus clientes através da nuvem (tenho pensado bastante em formas de fazer isso!).


Estes são apenas alguns exemplos, uma pequena amostra do que você pode fazer pra adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades e, principalmente, ter atitudes que vão te levar mais perto dos resultados que tanto deseja na sua carreira profissional e na sua vida.

Conclusão


Espero que tenha ficado muito claro pra você que conhecimento é apenas parte da equação do sucesso.

No meio do Tsunami de informações que nos afogamos diariamente, muitas vezes fica difícil se situar.

Mas não se perca nesse mar revolto de dados e conhecimentos.

Busque sempre ter em mente a importância de desenvolver habilidades para usar seus conhecimentos e ter atitude pra colocar estas habilidades em prática.

Você vai ver que isso realmente funciona, faz toda a diferença.

Você não faz ideia da quantidade de pessoas (especialmente aqui no Brasil) que têm um potencial enorme, mas não faz nada a respeito. Acumula conhecimentos e habilidades e nunca coloca nada em prática.

Não seja uma dessas pessoas.

Da minha parte, prometo focar mais nas atitudes que você deve ter em relação aos conhecimentos que compartilho aqui no blog, e não me limitar a compartilhar informações.

Espero que, com isso, possa ajudar você a acelerar o passo na direção de uma carreira de sucesso em TI e, por que não, uma vida plena de realizações e satisfação!

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4 coisas MUITO legais que o #Google Instant pode fazer por você

Estava lendo meus feeds RSS quando me deparei com um texto do Lifehacker mostrando formas de encontrar software de qualidade na web, e uma das formas que eles sugeriram foi simplesmente digitar o nome de um software no Google e colocar o texto “vs” depois, de forma que o Google Instant concluísse que você queria comparar o software com outro e, naturalmente, sugerisse os principais concorrentes daquele software, que provavelmente seriam softwares de qualidade. Espertinhos eles, não é mesmo ? Pois é.
Depois de ler o texto, fiquei “matutando” outras formas interessantes de usar o Google Instant, e cheguei a algumas conclusões, que compartilho com vocês:
  • Comparar produtos
O mesmo raciocínio usado para obter informações simulando uma comparação de softwares, acrescentando o texto “vs” após o nome do software, pode ser aplicado a qualquer produto. Então imagine que você quer saber que smartphone compete com o Google Nexus S, basta digitar “Google Nexus S vs” e esperar. Nos meus testes, surgiram iPhone HTC Desire, que são aparelhos de respeito. Fiz outro teste com um perfume, e não deu certo, então tentei com carros. “Ferrari vs ” resultou na sugestão de Porsche e Lamborghini, enquanto “Corsa vs ” resultou na sugestão de Astra e Polo. Testei ainda com “Lula vs ” e ele sugeriu… advinhem… FHC, claro! As possibilidades são muitas, então fiquem à vontade para imaginar e experimentar.
  • Descobrir o nome correto de algo (modo dicionário)
Acho que este uso do Google é muito, muito antigo, mas fica mais fácil e rápido com o Google Instant, afinal pode nem ser necessário teclar enter pra descobrir que você digitou tbela ao invés de tabela, gogle ao invés de google, e assim por diante.
  • Identificar termos relacionados
Hoje em dia muito se fala em marketing na web, pois as redes sociais estão ganhando importância por serem um dos principais meios de comunicação das pessoas atualmente, especialmente os jovens. Por isso, identificar termos relacionados ao Facebook pode ajudar a direcionar esforços no sentido de atrair seus usuários a comprarem um produto, por exemplo. 
  • Identificar instituições por tipo
Experimente digitar museu e o Google Instant vai sugerir os nomes dos principais museus do mundo. É claro que se você buscava o museu da esquina, a sugestão não ajuda muito, mas do ponto de vista de conhecer instituições famosas do mundo o Google Instant pode ser bem interessante. Em alguns casos, resultados locais podem ser obtidos, como ao digitar “supermercado “.

E você ? Tem algum uso interessante e útil para o Google Instant ? Comenta aí!