Empreendedorismo

[Infográfico] Cientista de Dados – o caminho mais curto para a carreira do século XXI!

Resultado de imagem para site:blog.tecnologiaqueinteressa.com

No infográfico a seguir você encontra respostas para as questões mais importantes sobre a carreira em cientista de dados!

  • O que é Big Data?
  • Big Data vs Ciencia de Dados
  • O que é um cientista de dados?
  • Quais são os conhecimentos necessários para um cientista de dados?
  • Qual é o salário médio de um cientista de dados?
  • O que é o Hadoop?
  • Que grandes empresas adotaram o Big Data?
  • Onde estudar para se tornar um cientista de dados?
  • Quais certificações são mais reconhecidas pelo mercado para o Data Scientist?

É muito comum ver profissionais PERDIDOS diante de tantos conceitos, técnicas e ferramentas.

Talvez você esteja se sentindo CONFUSO…

Precisando de ajuda pra encontrar um caminho…

Pra saber por onde começar…

Por isso eu escrevi um livro GRATUITO sobre Estatística, Ciência de Dados e Linguagem R.

Parece interessante?

Ótimo!

Você pode BAIXAR SUA CÓPIA AQUI.

Ferramentas como o Vengage permitem criar vários tipos de (info)gráficos.

O que Aprendi em 15 Consultas SQL pra Hackear o WordPress (sem precisar de plugins)!

Wordpress

Como você obviamente sabe, eu tenho um blog 🙂

Na busca por otimizar o blog, no final do ano passado, finalmente consegui migrar da plataforma da Google (Blogger) pro WordPress, algo que levei anos pra realizar e que hoje lamento não ter feito antes. Simplesmente não há comparação em termos de funcionalidade, facilidades, recursos, enfim.

Não é à toa que a plataforma domina nada menos que um terço da Internet!

Uma das coisas mais legais, senão a mais legal, do WordPress, são os plugins.

Eles permitem fazer coisas incríveis com seu site, de templates para textos a melhorias de segurança pro site, de otimização de imagens a compactação de páginas para acelerar o desempenho, de exibição automática de propagandas a sugestões de textos relacionados, tudo isso e muito mais é possível fazer com esses pedacinhos mágicos de código.

Isso é uma mão na roda muito, mas muito útil mesmo, especialmente para empreendedores que não dispõem de recursos financeiros para delegar a profissionais especializados a manutenção do site ou blog.

E é este o ponto que quero explorar neste texto.

Mas, antes, deixe eu apresentar a vocês os 27 “hacks” pro WordPress que descobri meio sem querer, enquanto pesquisava plugins pra tratar questões específicas deste blog.

WordPress e LAMP

A combinação do WordPress com a famosa sigla LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP) é uma opção muito interessante e facilmente encontrada em qualquer provedor de serviços de hospedagem de sites que se preze.

Por isso mesmo, vale a pena conhecer um pouco melhor algumas das informações disponíveis no banco de dados do WordPress, pois elas podem ser muito úteis em algumas situações.

Pra citar somente dois exemplos: 1) você pode não querer instalar muitos plugins no seu site por razões de desempenho e segurança, e neste caso algumas operações que um plugin facilitaria podem ser realizadas diretamente no banco, como vou exemplificar mais adiante; 2) você pode não encontrar um plugin que faça exatamente o que precisa, e neste caso a solução pode estar na execução de um script SQL diretamente no banco de dados do WordPress. Embora seja uma operação de risco, com os devidos cuidados (e, principalmente, um backup recente à mão 🙂 é possível resolver mesmo as situações mais complicadas.

Explorando o banco de dados MySQL do WordPress

Você pode começar sua aventura pelo banco de dados do WordPress com uma simples consulta.

connect wordpress;

SELECT * from wp_options limit 10;

Observe que incluí a opção “limit 10”. Isto porque, neste blog, a consulta sem esta cláusula resultou em uma listinha de ~5500 registros.

Para o objetivo didático deste texto, as primeiras 10 linhas já são suficientes para revelar informações importantes sobre o site como nome, URL, contato do administrador e descrição. Esta tabelinha pode ser muito útil em situações de migração, por exemplo, em que pode ser necessário mudar a URL do site.

Agora que você já se familiarizou um pouco com o banco de dados do WordPress, vamos aos hacks propriamente ditos!

1 – Mudar a URL do site

Hoje em dia não faltam motivos para ter um site, e por isso mesmo há pessoas que vivem de registrar domínios pra vender depois. Em outros casos, nomes ofensivos ou relacionados a marcas podem ser obrigados a mudar por decisões judiciais.

Por isso é importante saber o que fazer caso seja necessário mudar a URL do seu site. Vai que…

UPDATE wp_options SET option_value = replace(option_value, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’) WHERE option_name = ‘home’ OR option_name = ‘siteurl’;

2. Atualizar o GUID (Globally Unique Identifier)

Além de atualizar as opções relativas à URL propriamente dita, pode ser necessário atualizar o GUID também.

UPDATE wp_posts SET guid = REPLACE (guid, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’);

3. Atualizar URL nos conteúdos

Ainda tratando de mudança de URL, você pode alterar as referências ao endereço anterior em todo o conteúdo do site.

UPDATE wp_posts SET post_content = REPLACE (post_content, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’);

4. Alterar o caminho das imagens

A utilização de Content Delivery Networks (CDN) é cada vez mais comum para distribuir melhor as informações de forma que estejam mais próximas dos usuários, melhorando o desempeno no acesso ao site.

Assim, o script abaixo permite ajustar o caminho das imagens para que apontem para o endereço do CDN ao invés do endereço do site.

UPDATE wp_posts SET post_content = REPLACE (post_content, ‘src=”http://www.enderecoantigo.com’, ‘src=”http://cdn.endereconovo.com’);
UPDATE wp_posts SET guid = REPLACE (guid, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://cdn.enderecoantigo.com’) WHERE post_type = ‘attachment’;

5. Adicionar um campo aos posts

É possível acrescentar campos aos posts do WordPress para qualquer uso que deseje, como colocar uma observação sobre o conteúdo, por exemplo.

INSERT INTO wp_postmeta (post_id, meta_key, meta_value)
SELECT ID AS post_id, ‘UniversalCustomField’
AS meta_key ‘MeuCampoPersonalizado’ AS meta_value
FROM wp_posts WHERE ID NOT IN
(SELECT post_id FROM wp_postmeta WHERE meta_key = ‘UniversalCustomField’)
” AND post_type = ‘post’;

Para fazer o mesmo com as páginas, basta alterar o filtro “post_type = ‘post'” para “post_type = ‘page'”.

6. Encontrar todos os posts com um certo campo

Depois de criar o novo campo, você pode localizar todos os posts que o contém.

SELECT wp_posts.ID, wp_postmeta.meta_key

FROM wp_posts

JOIN wp_postmeta ON wp_posts.ID = wp_postmeta.post_id

AND wp_postmeta.meta_key = ‘FIELD_NAME’

WHERE wp_posts.post_type = ‘post’

order by wp_posts.ID asc

7. Apatar post meta

Plugins podem deixar lixo no seu site. Este script ajuda a limpar a bagunça. Basta identificar o campo “meta” que o plugin criou e removê-lo.

DELETE FROM wp_postmeta WHERE meta_key = ‘LixoMetadoPlugin’;

8. Alterar o usuário padrão admin

Embora este tipo de medida não seja tão eficaz como muitos pensam, pois aplica a segurança por obscuridade, renomear o usuário admin pode ser uma medida interessante pra, ao menos, reduzir os ataques dos chamados script kiddies.

UPDATE wp_users SET user_login = ‘Awesome Boss’ WHERE user_login = ‘Admin’;

9. Identificar tags não usadas

Se você resolve apagar posts antigos ou mudar as tags associadas, pode ser que fiquem algumas tags “órfãs” no banco de dados do WordPress.

Para identificá-las use a consulta abaixo.

SELECT * From wp_terms wt
INNER JOIN wp_term_taxonomy wtt ON wt.term_id=wtt.term_id WHERE wtt.taxonomy=’post_tag’ AND wtt.count=0;

10. Apagando SPAM

Este foi um dos comandos mais úteis pra mim até agora, pois o blog está sofrendo um “mini-ataque de SPAM” nos comentários, e apagar todos os comentários na unha é completamente inviável.

DELETE FROM wp_comments WHERE wp_comments.comment_approved = ‘spam’;

Na verdade a operação acima apaga os comentários marcados como SPAM. Para verificar os comentários que são SPAM mas ainda não foram marcados como SPAM, é necessário verificar os comentários pendentes, através dessa consulta:

SELECT * FROM wp_comments WHERE comment_approved <> 1;

11. Resetar senha

Essa é clássica, hein? #quemnunca

Quando precisar redefinir a senha de algum usuário, o comando SQL abaixo vai ser muito, muito

UPDATE wp_users SET user_pass = MD5( ‘nova_senha’ ) WHERE user_login = ‘logindousuario’;

12. Reatribuir artigos

Caso o site tenha vários colaboradores e um deles saia, é possível transferir para outro autor os textos. Pelo menos em termos de banco de dados 🙂

UPDATE wp_posts SET post_author = ‘id-novo-autor’ WHERE post_author = ‘id-autor-antigo’;

13. Apagar revisões

Eu costumo editar os posts várias vezes até chegar a uma versão final e publicar.

Nestes casos, as revisões podem ocupar um espaço precioso.

Não mais 🙂

DELETE a,b,c FROM wp_posts a

LEFT JOIN wp_term_relationships b ON (a.ID = b.object_id)

LEFT JOIN wp_postmeta c ON (a.ID = c.post_id)

WHERE a.post_type = ‘revision’

 

14. Apagar comentários não aprovados

Já mostrei como listar os comentários pendentes, não aprovados. Com a operação abaixo, é possível apagá-los.

DELETE FROM wp_comments WHERE comment_approved = 0

15. Desativar comentários em posts antigos

Aqui outra dica muito valiosa. Pra reduzir o SPAM nos comentários, tive que bloquear este recurso para alguns dos posts mais vizualizados do blog.

UPDATE wp_posts SET comment_status = ‘closed’ WHERE post_date < ‘2016-03-11’ AND post_status = ‘publish’;

 

Conclusão

O que quero chamar a atenção sobre esse texto é algo que muitas vezes vejo profissionais de TI, até experientes, procurando “as mesmas facilidades” que um usuário final.

Muitas vezes isso simplesmente não faz sentido.

Fazendo uma analogia com estes “hacks” do WordPress, é muito mais produtivo para um profissional de TI usar o conhecimento a mais que possui para criar um plugin que não exista, ou automatizar tarefas através de SQL e outros recursos disponíveis, do que se limitar apenas aos plugins disponíveis e o que seus desenvolvedores estão dispostos a oferecer.

Me vi obrigado a adotar uma postura mais “script friendly” e até voltei a programar depois que passei a estudar Ciência de Dados e DevOps, e os primeiros resultados já são bem interessantes. Num outro texto pretendo falar sobre eles.

Teoria CHA: Como Transformar Conhecimentos e Habilidades em uma Carreira de Sucesso!

Sobrecarga de Informação (Redes Sociais, Blogs, Youtube, etc!)

Eu estava refletindo estes dias sobre e me dei conta do enorme erro que vinha cometendo aqui no blog.

Por isso resolvi escrever este texto para me redimir (assim espero :).

Pense comigo…

Informação virou commodity.
Fato!
Milhões de blogs e sites compartilham informação ininterruptamente na web.
A frase “Se não está no Google, não existe” é cada dia mais verdadeira.
Mais do que isso…
A quantidade de fontes da mesma informação se multiplica, e muitas vezes é difícil distinguir qual a informação correta, verdadeira.
Um blog diz uma coisa, outro site o contrário, e um terceiro diz que os outros dois estão errados.
Complicado.
Por isso sempre tive o cuidado de pesquisar antes de compartilhar qualquer informação aqui com você.
Tenho certeza que você (assim como eu) é bombardeado e até soterrado às vezes, em razão do volume absurdo de dados que temos acesso por email, whatsapp, Facebook, Instagram, Linkedin, Google+, Twitter, além de uma infinidade de outras fontes da Internet.
Esse volume de informação gerou o gravíssimo problema das notícias falsas, o que leva muita gente a replicar informação sem o devido cuidado.
Não quero ser mais uma fonte de informação não confiável na web.
A autoridade, reputação e credibilidade estabelecida ao longo de anos pode ser perdida da noite pro dia.
Basta um texto falando besteira, como vemos aos montes por aí.
É por isso que evito adotar, como muitos blogs fazem pra angariar cliques, a “polêmica do dia”.
Até emito minha opinião, mas busco sempre fornecer informação confiável e recomendar que você tire suas próprias conclusões.

Sempre busquei compartilhar o máximo possível de conhecimento.

Só que…

Conhecimento não é nada!

Sempre tive o um desejo interno de compartilhar tudo que aprendo, e até hoje me angustio por não conseguir compartilhar na velocidade que gostaria.

Aumentei muito a velocidade com que aprendo, mas não consigo compartilhar no mesmo ritmo.

Quem sabe um dia resolvo isso.

Nessa rotina de compartilhar conhecimento, nunca parei pra pensar que conhecimento, sozinho, não serve de muita coisa.

Se você sabe de cor as receitas dos melhores chefs do mundo, mas não gosta de cozinhar, este conhecimento serve pra quê?

Como diria Tadeu Schmidt… pra nada!

Pois é.

Por isso resolvi trazer pra você a Teoria CHA, base da chamada Gestão por Competência, que ganhou força no Brasil anos atrás.

Mas o que é essa tal Teoria CHA?

Essa teoria estabelece que são necessários três elementos para que se chegue ao resultado desejado: ConhecimentoHabilidade e Atitude!

Conhecimento é o saber, ou seja, é deter a informação que, uma vez absorvida, internalizada, se torna conhecida do indivíduo, do profissional.

Aqui no blog você tem acesso a uma vasta gama de conhecimentos compartilhados ao longo de mais de 9 anos!

Alguns números ilustrativos:

A grande questão é: O QUE VOCÊ FAZ COM TODO ESSE CONHECIMENTO?

Habilidade é Fundamental

Explorando um pouco mais a “trilogia” CHA, temos o H da Habilidade.

Habilidade é o “saber fazer”, a capacidade de colocar em prática o conhecimento.

Ou seja, você não apenas tem a “receita do bolo”, mas sabe como manusear os ingredientes, os utensílios, e fazer a receita de forma que o resultado seja uma comida que agrade o paladar.

Mas veja que a habilidade tem a ver com capacidade, saber.

Em outras palavras, habilidade significa que você pode fazer algo com o conhecimento.

Significa que você é capaz de usar o conhecimento de forma prática.

Porém, muitas pessoas não “entram em campo”, ou seja, ficam só na arquibancada, “palpitando”…

Se fosse eu… faria diferente.

Se eu tivesse uma chance dessas… não desperdiçava.

O comportamento dessas pessoas deixa claro que não basta ter conhecimento e habilidade.

Atitude Faz a Diferença!

Atitude é o “querer fazer”.

É a vontade.

É o desejo.

É a motivação pra “fazer acontecer”.

Sem isso, de nada vale ser uma verdadeira Wikipedia de conhecimentos.

Sem isso, de nada vale ter zilhões de habilidades.

Pois, sem atitude, tudo não passa de teoria.

Tudo não passa de “Se…”.

E como dizia meu avô… “Se meu pai não morresse tava vivo.”

Condicionais não levam ninguém a lugar nenhum.

Ficar apenas no “Se…” não vai melhorar em nada sua vida.

E é por isso que resolvi escrever esse texto de hoje.

Pra te deixar a seguinte pergunta:

Que atitude você vai ter em relação aos conhecimentos que adquiriu?


Que atitude você vai ter em relação às habilidades que desenvolveu?


Pra exemplificar, vou mostrar algumas atitudes que você pode tomar hoje mesmo e que farão muita diferença em sua vida (eu garanto!).

Você pode escolher um dos métodos de produtividade que listamos aqui e aplicar no seu dia a dia pra aumentar seu desempenho no trabalho e até na vida pessoal.

Você pode usar nosso guia sobre virtualização de servidores pra iniciar a transformação dos servidores físicos da empresa em virtuais e ter acesso à infinidade de benefícios que a tecnologia proporciona (para saber como eu posso te ajudar, clique aqui).

Você pode usar nosso guia de computação em nuvem (e a série recente sobre os serviços da Amazon) pra levar as máquinas virtuais da empresa pra nuvem, ou mesmo pra fornecer serviços pros seus clientes através da nuvem (tenho pensado bastante em formas de fazer isso!).


Estes são apenas alguns exemplos, uma pequena amostra do que você pode fazer pra adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades e, principalmente, ter atitudes que vão te levar mais perto dos resultados que tanto deseja na sua carreira profissional e na sua vida.

Conclusão


Espero que tenha ficado muito claro pra você que conhecimento é apenas parte da equação do sucesso.

No meio do Tsunami de informações que nos afogamos diariamente, muitas vezes fica difícil se situar.

Mas não se perca nesse mar revolto de dados e conhecimentos.

Busque sempre ter em mente a importância de desenvolver habilidades para usar seus conhecimentos e ter atitude pra colocar estas habilidades em prática.

Você vai ver que isso realmente funciona, faz toda a diferença.

Você não faz ideia da quantidade de pessoas (especialmente aqui no Brasil) que têm um potencial enorme, mas não faz nada a respeito. Acumula conhecimentos e habilidades e nunca coloca nada em prática.

Não seja uma dessas pessoas.

Da minha parte, prometo focar mais nas atitudes que você deve ter em relação aos conhecimentos que compartilho aqui no blog, e não me limitar a compartilhar informações.

Espero que, com isso, possa ajudar você a acelerar o passo na direção de uma carreira de sucesso em TI e, por que não, uma vida plena de realizações e satisfação!

Gostou do texto de hoje? Deixa seu comentário aqui abaixo!

Arsenal do Tecnologia que Interessa! (como ter renda extra com blogs e cursos online)

Ferramentas para Empreendedores, Professores e Blogueiros

Há muito tempo estava com um rascunho deste texto na “gaveta virtual”, aguardando uma oportunidade de publicá-lo. Finalmente chegou a hora.

Acredito que você pode ter se perguntado, em algum momento, quais ferramentas uso pra criar, hospedar e divulgar os conteúdos do blog, treinamentos, páginas de venda de cursos, emails, postagens em redes sociais, enfim, como consigo “me multiplicar” através das ferramentas certas e levar as informações do blog a cada vez mais gente.

A partir de agora, você vai conhecer o “Arsenal do Tecnologia que Interessa!”.

Vai descobrir meus truques e as ferramentas que uso pra facilitar as inúmeras atividades que preciso realizar, seja escrever, gravar vídeo aulas, podcast ou divulgar tudo isso no Facebook, LinkedIn, Twitter, etc, tudo de forma a otimizar o escasso tempo que disponho.

Além disso, você vai entender o poder que estas ferramentas, serviços de hospedagem, plataforma de conteúdo, etc, colocam à sua disposição para construir uma marca na Internet, fazer networking e levar suas ideias e capacidades a um número cada vez maior de pessoas.

Vamos lá.

Hospedagem

GoDaddy

Foi a primeira hospedagem que contratei quando resolvi registrar o domínio tecnologiaqueinteressa.com, que é muito importante para melhorar o alcance dos conteúdos publicados em termos de posicionamento das páginas de resultado do Google, as chamadas SERPs.
A vantagem do GoDaddy é poder centralizar registro de domínio e hospedagem no mesmo local, e eles têm até um sistema de leilões de domínios que é interessante pra ter uma ideia de quanto pode valer um domínio (há um mercado enorme de compra e venda de domínios!).
Apesar dessa vantagem, o serviço do GoDaddy não é nenhuma maravilha e o sistema de hospedagem compartilhada (o mais barato) é muito limitado em termos de personalização. Pra leigos é ótimo, pois não há muito o que configurar. É escolher a aplicação que vai usar, instalar em poucos cliques e pronto!
Mas se você precisa de acesso a SSH, personalizar configurações do PHP, ajustar parâmetros do Apache e outras configurações avançadas, aí complica bastante.
Por isso acabei fazendo um cadastro na Amazon.

Amazon

Inicialmente cadastrei na Amazon pra ter mais autonomia, além de aproveitar um ano de uso gratuito que eles fornecem pra novos clientes da plataforma.

Com o tempo, fui percebendo que, mesmo não sendo a opção mais barata (muito pelo contrário), o nível de controle, autonomia e as infinitas possibilidades que uma instância te dão fazem toda a diferença em termos de otimização, especialmente pra desempenho, segurança e gerenciamento.

Mas atenção, Amazon não é para iniciantes. Se você não está disposto a configurar o sistema operacional, instalar servidor web e seus componentes (PHP, WordPress, Moodle, etc), então esta opção não é pra você.

Por outro lado, depois de feito o trabalho inicial, é possível fazer snapshot da instância e usar como backup ou criar uma nova instância com todo o trabalho pesado já feito.

Além disso, a quantidade absurda de serviços integrados da Amazon é impressionante! Aprovisionamento, Monitoramento, Cobrança, tudo pode ser automatizado, com escalabilidade, segurança e previsibilidade de custos. Este é o grande motivo de não ter cancelado o serviço, apesar de haverem opções bem mais em conta para minhas necessidades (atuais).

OVH (Kimsufi)

O OVH é um mega provedor europeu (França) que fornece infraestrutura na nuvem em variados formatos e atende a todo tipo de necessidade, de hospedagem compartilhada a VPS e mesmo servidor dedicado, além de serviços de armazenamento.

O serviço de armazenamento Hubic (25GB a 50GB gratuitos) usa a infraestrutura da OVH, e o provedor Kimsufi também. No caso do Kimsufi, eles têm uma abordagem interessante: ofertam servidores dedicados com configuração de hardware “defasada” por preços inacreditáveis. Esta é a opção que recomendo pra quem tem conhecimento técnico e quer o melhor custo/benefício.

Contratei recentemente um VPS com SSD na OVH por menos de R$12/mês (pesquise os preços e veja a diferença!). Se precisar de ajuda pra escolher uma opção de hospedagem barata, flexível e eficiente, entre em contato que posso ajudar.

Plataformas de Conteúdo

Blogger

Eu devia ter vergonha de dizer isso, mas o fato é que até hoje não tive coragem de migrar pra uma plataforma melhor.
As limitações do blogger são tantas que nem dá pra listar todas. Ao invés disso, vou resumir em uma palavra: plugins.
Em qualquer plataforma de conteúdo profissional, você tem acesso a uma infinidade de plugins, add-ons, complementos que agregam funcionalidades interessantes ao blog.
Na plataforma da Google você fica limitado a CSS, HTML5 e Javascript, e ainda assim com restrições, principalmente se você não é um designer acima da média (eu nem designer sou, muito menos acima da média).
Apesar de tudo isso, a plataforma da Google é gratuita e oferece um conjunto aceitável de recursos, se tudo que você precisa é criar conteúdo e publicar na web.
Já se pretende transformar seu blog/site em algo mais profissional (e rentável), aí complica bastante. Há uns gênios por aí fazendo coisas incríveis no blogger, mas isso é fora do padrão.

Wordpress

A plataforma de conteúdo líder de mercado é usada em mais de 25% dos sites mundo afora, seguida de longe por Joomla, Drupal, Magento, Blogger e outros.
A liderança se justifica pelo desempenho, simplicidade, suporte (se o serviço de hospedagem que for contratar não tem a opção de instalar o WordPress com um clique, pode ter certeza que não presta) e, principalmente, extensibilidade.
Sim, são eles, os plugins, que fazem T.O.D.A. a diferença na hora de profissionalizar seu site/blog.
Quer colocar uma caixinha de inscrição pros leitores receberem os textos por email? Facilitar o compartilhamento nas redes sociais? Personalizar a aparência/design do blog? Criar menus? Slideshows? Sumários? Links automáticos por palavra chave? Bloquear o copiar/colar?
Pra cada uma destas perguntas há várias respostas (na forma de plugins do WordPress). Você escolhe o plugin que faz da forma que achar melhor. São infinitas possibilidades!
Os plugins são tão importantes que pedi ajuda pra desenvolver um pra mim, visando facilitar a criação de conteúdos nos meus sites WordPress.
Por isso, o mercado de desenvolvimento de plugins comerciais para WordPress é incrivelmente ativo. Se você conhece bem PHP, esta pode ser uma ótima oportunidade pra você. Tenho até algumas ideias de plugins, caso queira conversar a respeito.

Moodle

Logo que resolvi levar meus treinamentos presenciais, pensei no Moodle. Uma plataforma EAD que já conhecia há vários anos (fui professor e conteudista EAD), com uma infinidade de recursos pedagógicos, me parecia a escolha ideal.

Instalei o Moodle, preparei e publiquei os cursos lá, tentando usar ao máximo os recursos da plataforma. Conteúdos em texto, vídeo, exercícios, simulados, etc.

Mas então chegou a hora de integrar com o sistema de pagamentos. Como fazer pra alguém comprar um curso diretamente a partir da página do curso no Moodle?

Pesquisei plugins, contactei vários freelancers dentro e fora do Brasil, e nada. Ninguém sabia como integrar diretamente o Moodle com um sistema de pagamentos (Paypal, por exemplo).

Diante disso, resolvi levar os cursos pro WordPress, mas este processo ainda não foi concluído.

Se você trabalha com Moodle e conseguiu fazer esta integração, entre em contato, pois tenho muito interesse em saber como conseguiu registrar e notificar o aluno automaticamente após a aquisição do curso.

Editores

Scribefire (bônus: Zemanta)

Nos primeiros anos do blog, usava a ferramenta Scribefire, uma extensão do Chrome e Firefox que trazia algumas facilidades pra criar os conteúdos, em especial a integração com o serviço Zemanta, que permite incrementar seu conteúdo com imagens, citações da Wikipedia e muito mais.
Pelo que entendi, o Zemanta se transformou numa plataforma de descoberta de conteúdos.
Deixei de usar o Scribefire depois de perder várias horas de trabalho (mais de uma vez!) porque o rascunho não foi salvo corretamente no navegador.
Passei a usar o editor do próprio Blogger, já que o rascunho fica na nuvem da Google, e o risco de perda e retrabalho é bem menor.

Blogger

O editor nativo do blogger é espartano, apresentando algumas opções de formatação, exibição WYSIWIG ou código HTML, e não muito mais que isso.
O resultado é que, depois de um tempo, passei a usar o Google Docs pra gravar modelos de postagem (como o informativo semanal) e, assim, otimizar um pouco o trabalhoso processo de coletar, estudar, resumir, escrever e postar as notícias, dicas, vídeos e músicas que compõem os informativos.
Recentemente, resolvi que era hora de levar o blog pra outro nível, e que não dava pra manter um processo praticamente 100% manual de elaboração do informativo, considerando que (hoje) o blog é mantido pelo exército de um homem só, no caso eu mesmo 🙂
Comecei então a colocar os conhecimentos de scripts shell, R e “otras cositas mas” em prática, e já tenho um primeiro protótipo de solução pra automatizar o “esqueleto” do informativo, e comecei a usá-lo há algumas semanas. Em breve espero finalizá-lo e compartilhar aqui com vocês o resultado final, ou pelo menos beta.

Google Docs

Comecei a usar o Google Docs em razão de não haver suporte a modelos/templates no editor padrão do Blogger. Então criei um modelo para o boletim e salvei no Google Docs. Depois era só copiar e colar, para então modificar o conteúdo a cada semana.
A grande vantagem do Google Docs é que, como as imagens e outros conteúdos criados no editor online já ficam armazenados na nuvem, basta copiar e colar diretamente no editor do Blogger na hora de publicar. A formatação fica praticamente perfeita, e há muita gente que adota esta prática mesmo em outras plataformas de conteúdo.
Mas pra mim este processo ainda era muito trabalhoso, por isso, como disse, estou desenvolvendo uma solução mais automatizada, também como uma forma de colocar os conhecimentos em Big Data e Ciência de Dados em prática, especialmente no que se refere a web scraping.




Optimize Press

Nos meus sites WordPress, além do editor padrão, optei por utilizar ferramentas especializadas e que trazem recursos que aumentam muito a produtividade na produção de conteúdos, sem contar a qualidade do resultado, mesmo pra quem não é designer.
Há diversos modelos prontos de páginas com os mais diversos objetivos, e o resultado disso é mais velocidade na produção do conteúdo e maior apelo visual.
A biblioteca de componentes visuais também impressiona. Há vários itens que facilitam a publicação de vídeos, imagens, áudios, headlines, citações e outros conteúdos, de forma simples e rápida.
Há ainda integração com outras soluções, seja para receber informações do blog por email, compartilhar nas redes sociais ou mesmo adquirir algum produto.
Mais que um simples editor, este tipo de ferramenta é um verdadeiro “soldado marketeiro”, facilitando a criação de conteúdos voltados para venda e divulgação.
O Optimize Press, em específico, traz um componente associado, o Optimize Member, que permite criar áreas de membros e integrar com sistemas de pagamento, simplificando bastante o processo de fornecer acesso a alunos que adquirem um treinamento, por exemplo.
Adquiri este plugin e uso para entregar alguns cursos através da plataforma WordPress. Veja um exemplo de conteúdo criado com ele aqui.

Thrive

Este é outro exemplo de ferramenta que, similar ao Optimize Press, simplifica a criação, publicação e divulgação de conteúdos elaborados, visuais e direcionados a um objetivo.
É possível criar páginas para captura de informações de contato dos visitantes (chamadas Squeeze Pages), páginas de vendas, e há uma biblioteca vasta de componentes visuais atraentes que tornam o conteúdo do site muito mais interativo.
Algumas das páginas de divulgação dos meus cursos foram criadas com o Thrive.

Profit Builder

Descobri este plugin por indicação de um conhecido, e ele traz basicamente os mesmos recursos do Optimize Press e Thrive: modelos, componentes visuais e facilidades para a criação de páginas interativas, bonitas e voltadas para um objetivo específico (ação).
O diferencial que observei neste plugin foi o uso intensivo de animações, algo que tem um lado bom ou ruim, a depender do público que acessa os conteúdos.

Redes Sociais

Facebook

Ter uma página na rede social do Mark pode ser um ótimo caminho para captar fãs e clientes, por isso posto todos os conteúdos do blog também na página, para fornecer mais uma alternativa para quem deseja acompanhar as informações do blog.

Mas há um ENORME problema aqui. Mark não é nada bobo, e, para aumentar a receita do Facebook com anúncios, ele vem restringindo há anos o alcance orgânico das postagens de páginas. A “desculpa” é priorizar postagens de pessoas em relação a postagens de empresas, mas a verdade é que desde 2012 estima-se uma redução do alcance de 16 pra 6,5% e, se a página tem mais que 500 mil curtidas, o alcance pode ser de apenas 2%. Assim, para alcançar mais pessoas é necessário pagar.

Por isso concordo 100% com aquela frase: “Se o produto é gratuito, o produto é você!“.

LinkedIn

O LinkedIn é a “Rede Social do Networking”, e a infinidade de grupos de vagas não deixa dúvidas disso. Apesar de ser vista como patinho feio por alguns, é possível garimpar contatos muito valiosos e reforçar seu marketing pessoal e profissional com facilidade graças aos recursos de busca e opções para contactar profissionais de qualquer área.

Além disso, a plataforma integrada de conteúdos Pulse é uma excelente maneira de expor sua visão profissional a potenciais contatos. Postei alguns conteúdos do blog no LinkedIn e os resultados foram surpreendentes!


Google Plus

A rede social do Google nunca decolou de verdade, mas o fato é que postagens lá ganham algum peso em relação aos resultados de busca do Google (manda quem pode, né?), então vale a pena ter “um pezinho lá”.

Além disso, a integração com as ferramentas da Google simplifica a publicação de conteúdos lá, inclusive palestras online feitas com o Google Hangouts, que é a melhor solução gratuita pra fazer gravações ao vivo.


Twitter

O Twitter é uma rede social que vem perdendo espaço recentemente, mas ainda é referência quando se trata de identificar tendências em nível mundial. No Simpósio Brasileiro de Banco de Dados do ano passado, por exemplo, muitos estudos usavam o Twitter como fonte de dados para análise de tendências em várias situações, desde movimentos sociais como o Impeachment, passando pela opinião de torcidas sobre times de futebol, e chegando até a detecção de terremotos.

Eu já usei bastante essa rede social, mas hoje acesso no máximo uma vez por semana para checar informações sensíveis ao tempo, como notícias urgentes e resultados esportivos.

Em resumo, não é a rede social mais usada, mas vale a pena marcar presença lá.

Instagram

Tenho a impressão de que o Instagram é a rede social do momento, pulando de 500 pra 600 milhões de usuários ao longo do segundo semestre de 2016. Impressionante!

Ainda não uso esta rede social, mas penso que é questão de tempo até me render 🙂

Ferramentas

É difícil lidar com todas estas redes sociais, e olha que nem listei todas aqui. Por isso, ter ferramentas pra facilitar o gerenciamento, integrar e automatizar as coisas é fundamental.

As ferramentas do Facebook que uso incluem o Gerenciador de Negócios, pra fazer a gestão da minha página e das páginas dos meus parceiros de negócio, incluindo criação de campanhas de marketing, anúncios e análise das estatísticas de alcance e crescimento das páginas.

Uso também os apps do gerenciador de anúncios e gerenciador de páginas.

Pra gerenciar o LinkedIn uso mais o site mesmo, via Desktop. E uso o app no smartphone de vez em quando.

Para gerenciar o Twitter, uso o Hootsuite.

Relacionei aqui mais ferramentas que facilitam a postagem automática de conteúdos em várias redes sociais, oferecem recursos de análise (Analytics) e outras funcionalidades bem úteis pra otimizar o trabalhão que é manter todas as redes sociais integradas.

E tem também o If This Then That, um verdadeiro canivete suíco que integra uma infinidade de serviços da web. Mais detalhes aqui.

Mail Marketing

Uma das melhores maneiras de se comunicar com as pessoas via Internet é usando o velho conhecido correio eletrônico.

Ferramenta tradicional, criticada por alguns, mas que ainda vai ter longa vida, principalmente no que depender dos negócios online, cuja comunicação por email é um dos pilares do relacionamento que gera vendas e lucro.

Por isso, é interessante pensar em estreitar o relacionamento com seus contatos, com sua audiência, potenciais clientes, através de ferramentas adequadas de gestão e automação de correio eletrônico.

Quando entendi que precisava me comunicar por email com os leitores do blog, comecei a pesquisar as melhores ferramentas: MailchimpAweberGetResponseInfusionsoftActiveCampaignEGOIMadmimiSendloop, e muitas, muitas outras soluções.

Acabei testando três soluções: Madmimi, ActiveCampaign e EGOI.

Mad Mimi

Comecei testando esta solução porque havia uma versão gratuita até 2000 contatos (hoje são 500), e o modelo de cobrança deles me pareceu interessante, baseado na quantidade de contatos ou de emails, de acordo com a necessidade do cliente.

É fácil criar e enviar mensagens, os relatórios eram simples mas úteis, trazendo taxas de abertura, cliques e as informações mais importantes pra acompanhar a entrega e acesso às mensagens enviadas.

É possível criar sequências automatizadas (chamadas Drips), o editor é bem fácil de usar, mas não há muitos modelos disponíveis.

Com o tempo, comecei a sentir falta de alguns recursos de automação, e então decidi migrar para outra solução.

A essa altura, já estava pagando pelo serviço, e as funcionalidades não correspondiam mais às minhas necessidades.

Active Campaign

Ao buscar uma alternativa ao Mad Mimi, a escolha óbvia surgiu rapidamente. Depois de ler alguns comparativos, descobri que o Active Campaign não apenas possuía uma política de cobrança interessante (a partir de 9 Trumps), mas também integrava muito mais que Mail Marketing.

Eu estava diante de uma solução de Marketing Automation & CRM, em que era possível criar (visualmente!) fluxos que representassem uma sequência dinâmica de mensagens a serem enviadas, de acordo com a interação dos destinatários com as mensagens (abrir, clicar, etc).

Estava prestes a contratar o Active Campaign quando fiquei sabendo do…

EGOI

Uma solução em português, com recursos de automação, relatórios personalizados, dashboards personalizáveis e um sem número de funcionalidades interessantes.

E o melhor: até 5000 contatos gratuitos, desde que concordasse em exibir um pequeno banner da solução nas mensagens enviadas.

Perfeito!

E foi assim que decidi sair do Mad Mimi para o EGOI que, embora não tenha o melhor preço, oferece o melhor plano gratuito do mundo, com desempenho profissional, alto nível de qualidade e confiabilidade.

Recomendo a quem deseja se relacionar por email de maneira profissional e efetiva, de formar a entender e otimizar sua comunicação com seus contatos.

Meios de Pagamento

Se você leva sua presença na web a sério, deve pensar bastante sobre os serviços que é capaz de realizar e como oferecê-los através da Internet.

As possibilidades são infinitas, e o “mercado de gigs”, termo que ficou conhecido mundialmente para denominar a revolução que está ocorrendo no mercado de trabalho global, evidentemente graças à Internet.

Eu já contratei e fui contratado através da web, e uso frequentemente sites de freelancers.

Até relacionei aqui alguns dos melhores sites pra encontrar serviços (e se cadastrar também!).

O fato é que, qualquer que seja sua escolha para oferecer serviços, vai precisar de um meio pra receber os pagamentos pelos serviços.

Aqui relaciono alguns que já usei, seus prós e contras.

Paypal

O Paypal é, muito provavelmente, o mais famoso serviço de pagamento via Internet do mundo. A ideia de transferir dinheiro pra alguém usando apenas o email é simplesmente genial.
Mas o Paypal é muito mais que uma ideia genial. O serviço oferece muitas funcionalidades interessantes tanto para compradores como prestadores de serviço.
O comprador pode cadastrar seu cartão de crédito ou débito internacional, e o vendedor pode oferecer opções de parcelamento e até cobrança através de mensalidades, dentre muitos outros recursos.
O maior porém do Paypal, que é o serviço de pagamento online mais suportado do mundo, são as taxas. O Paypal cobra as maiores taxas para quem deseja receber pagamentos usando sua plataforma.
Outro ponto negativo da plataforma é a limitação nos relatórios fornecidos, em que o prestador de serviços fica restrito a um extrato detalhando pagamentos e recebimentos, e nada muito além disso.

Bcash

Depois de usar o Paypal por um tempo e ver que suas taxas eram bem “salgadinhas”, resolvi buscar alternativas, e encontrei o serviço de pagamentos do Buscapé.

O BCASH é um serviço bem mais simples que o Paypal, oferecendo apenas os recursos básicos para pagamento e recebimento de valores.

É possível enviar uma cobrança por email, há suporte para pagamentos via boleto, mas não há a possibilidade de cobrança recorrente (mensalidade), por exemplo.

A maior vantagem são as taxas, bem menores que as do Paypal.

EDUZZ

No ano passado descobri a Eduzz, e tive a oportunidade de conversar com o dono da empresa, Eugênio Pachelle, no Oceano Azul Summit, em maio de 2016.
Conversar com alguém que está em “outro nível” em termos de negócios via web abriu minha mente para as possibilidades que o mercado global de serviços oferece.
Mais que um simples meio de pagamento, o Eduzz é um marketplace, ou seja, um local onde produtores e afiliados (revendedores) têm acesso a uma infinidade de recursos pra criar, divulgar, vender e revender produtos e serviços online.
Conheci recursos que não tinha ideia da existência, e comecei a migrar meus produtos pra plataforma concorrente da Hotmart.
Com a plataforma do Eugênio, é possível criar infoprodutos (ebooks, cursos online, serviços de consultoria, etc), com recursos para hospedar conteúdos (páginas de divulgação e venda, PDFs, vídeos e outros documentos) e receber pagamentos (boleto, cartão de débito, crédito, assinatura, mensalidade, etc).
Além de tudo isso, é possível se tornar afiliado, ou seja, revender produtos através de um sistema de que cuida de todos os detalhes, incluindo comissões, co-autoria, entrega de conteúdos, etc.
E ainda tem taxas melhores que o Hotmart e o Paypal, além de oferecer a possibilidade de antecipação de receita (mesmo antes da canetada do Temer obrigar a redução do prazo :).

Conclusão

Ufa!
Acho que não esqueci nada.
Viu como é fácil manter um blog atualizado, criar e vender cursos e gerar renda extra, mesmo tendo um trabalho de 8h diárias?
Meu objetivo com este texto foi abrir a mente dos profissionais de TI para as enormes possibilidades que a Internet oferece.
Vejo muito profissional de TI “preso no seu quadrado”, num emprego que remunera mal e cujas atividades não preenchem a necessidade de realização.
Isso me incomoda, pois penso que você profissional de TI têm uma ENORME vantagem competitiva nas mãos.
Você tem facilidade com as tecnologias que servem de meio pra qualquer negócio online.
Ou vai me dizer que você não é capaz de aprender a instalar, configurar e otimizar as ferramentas que citei ao longo desse texto?
O momento é excelente pra fornecer serviços de TI para pessoas e empresas que precisam levar seus negócios para a web.
O acesso à Internet chegou a apenas 58% da população brasileira, e até 2015, apenas 25% dos brasileiros faziam compras via web.
Por isso, quanto antes você se preparar para este mercado online em expansão, maior o número de oportunidades que vai poder aproveitar.
Ficou alguma dúvida? Quer saber mais?
Deixe seu comentário logo abaixo que respondo com a maior satisfação!

A curiosa história por trás do nome das grandes empresas de TI do mundo!

A curiosa história por trás do nome das grandes empresas de TI do mundo!
Li há um tempinho sobre a história do nome de algumas das maiores empresas de TI do mundo, e achei as histórias tão legais que resolvi compartilhar com vocês.

Samsung

A palavra Samsung em coreano significa “três estrelas” e foi escolhida para representar as virtudes de ser “grande, numeroso e poderoso” (como estrelas à noite no céu, supostamente).
Os primeiros produtos da Samsung incluíam peixe seco, legumes, macarrão e frutas, embora, obviamente, a empresa tenha diversificado em uma ampla gama de diferentes indústrias.
Hoje é mais conhecida por smartphones e outros produtos eletrônicos de consumo, mas ao longo dos anos a Samsung entrou no ramo aeroespacial, de seguros e indústria financeira, entre outros.
Foi somente em 1987, com a morte do fundador Lee Byung-Chull da Samsung, que o novo CEO (o filho de Byung-Chull, Kun-Hee Lee) apostou em se tornar um dos top 5 fabricantes de eletrônicos.

Nokia

Apesar de ter “saído” do mercado de smartphones recentemente, a Nokia não começou no negócio de eletrônicos.
Em 1865, sua primeira operação foi uma fábrica de celulose no Tammerkoski Rapids na Finlândia. Em 1868, em busca de um melhor fluxo de água, a empresa abriu um outro moinho a poucos quilômetros de distância da cidade de Nokia, nas margens do rio Nokianvirta, que é o que inspirou o nome Nokia em 1871.
Em 1967, assumiu o nome formal Nokia Corporation e era composta por cinco negócios: borracha, cabos, engenharia florestal, eletrônicos e geração de energia. Hoje, após sua venda para a Microsoft, restam três áreas de negócio: Nokia Networks, HERE e Nokia Technologies.

Apple

Steve Jobs uma vez explicou que, quando no início, a empresa teve que preencher “uma declaração de nome de empresa fictícia” para fins oficiais.
As sugestões incluíam nomes como Matrix Electronics, mas a Apple Computer foi finalmente definido, com a condição de que ele se tornaria o nome da empresa, se ninguém mais tivesse alguma sugestão melhor antes do prazo de formalização.
Então, por que Apple? Nas palavras de Jobs: “Parcialmente porque eu gosto muito de maçãs e parcialmente porque a Apple está à frente da Atari na lista telefônica e eu costumava trabalhar na Atari”.
Em 2007, o ‘Computer’ saiu do nome para deixar apenas Apple.

Atari

Já que citamos a empresa, cabe registrar que seu nome vem de um verbo japonês que significa atingir o alvo, o que torna o nome bem adequado ao propósito da empresa, não acha ?

LG

Como muitas outras empresas, a LG Eletrônica não começou a vida com o nome que tem hoje. Em vez disso, em 1958, a Goldstar foi fundada após a Guerra da Coréia, com a missão de construir dispositivos eletrônicos.
Uma “empresa-irmã” da Goldstar se chamava Lak-Hui (pronuncia-se “Lucky”), e, assim, nasceu a ‘Lucky Goldstar’.
Obviamente, o nome LG que conhecemos hoje é uma contração, que também serve ao slogan “Life’s Good”. Em 1995, a Goldstar adotou oficialmente a marca LG e logotipo.
Agora, a empresa se diz apenas LG, sem mencionar o nome antigo ou o slogan.

HTC

A maioria das pessoas vai dizer que a HTC significa High-Tech Computer, o que foi verdade por algum tempo, mas há outra razão por trás do nome.
Em 1997, quando a empresa foi fundada por H.T. Cho (atual chairman) e Cher Wang (atual chairwoman), os dois decidiram usar suas próprias iniciais para formar um nome – e, assim, nasceu a HTC.
Embora se reconheça que a empresa poderia ter o mesmo nome caso se baseasse apenas no nome do H.T. Cho, informalmente, um executivo se referiu a Wang como ‘o C em HTC’ enquanto conversava com o editor do TNW.

Spotify

Originalmente iniciado na Suécia, a palavra Spotify na verdade não significa nada em sueco.
Em vez disso, os fundadores da empresa Daniel Ek e Martin Lorentzon estavam sentados um dia tentando pensar em um nome quando uma das sugestões foi ouvida mal como “Spotify”, que, em seguida, de alguma maneira ‘pegou’.
Quando a dupla percebeu que não havia resultados do Google para a palavra e que os domínios estavam disponíveis para registrar, agiram rápido, e o resto é história.
Como a empresa cresceu e ganhou popularidade, uma “pós construção” foi providenciada para dar uma melhor história de como chegaram ao nome Spotify. “Estávamos um pouco envergonhados de admitir que o nome surgiu por acaso, então resolvemos dizer que Spotify decorre de SPOT e IDENTIFY”, escreveu Ek.

Sony

As raízes da Sony são outra história interessante que mistura latim e, surpreententemente, uma gíria do inglês. Mais especificamente, é uma junção de ‘Sonus’, ou seja, som em latim, e ‘Sonny’, ou seja, um jovem bem sucedido.
No entanto, este não era o nome original. A empresa foi fundada em 1946 sob o nome de Tokyo Tsushin Kogyo KK (Tokyo Telecommunications Engineering Corporation), ou simplesmente Totsuko. Nesta época, sua missão era simplesmente pesquisar.
Em 1947 ele lançou seu primeiro produto, o “Power Megaphone” e em 1950 lançou seu primeiro gravador de fita – o “Type G ‘. Presumivelmente, houve pelo menos seis tentativas fracassadas antes disso. (o G, na verdade, seria um apelido para “governo” – um resultado do uso do gravador em tribunais e outras funções oficiais).
A mudança de nome veio na década de 1950, quando a empresa passou a ter ambições globais, e a marca TTK pertencia a outra empresa. Ao combinar Sonus e Sonny para chegar a Sony, a empresa tinha um nome apropriado, sem uma marca existente.
Apesar da decisão tomada para usar o logotipo da Sony em produtos desde 1955, isso não ocorreu até 1958, quando a empresa se tornou Sony Corporation.

Nintendo

O caso da Nintendo é mais complicado, por isso talvez nunca saibamos o verdadeiro significado.
Ainda assim, é amplamente citado e aceito que a Nintendo vem da tradução literal do significado japonês para “deixe a sorte ao destino”.
Mas, em The History of Nintendo (1889-1980) – From Playing Cards to Game & Watch, de Florent Gorges, sugere-se que essa interpretação pode estar incorreta. Em vez disso, o nome pode estar relacionado com as raízes da empresa como um fabricante de jogo de cartas “Hanafuda” no final do século 19 – 1889, para ser exato. Hanafuda se traduz literalmente como “cartões de flores”.
De acordo com o livro, a empresa estava pesquisando para introduzir uma nova linha de cartões mais baratos e escolheu o nome “Tengu” (folclore japonês mitológico muitas vezes representado com um grande nariz). A palavra para “nariz” (hana) é a mesma para “flor” (hana) quando transliterada para o inglês.
Confuso, hein ? Enfim…
A História da Nintendo, portanto, diz que a Nintendo poderia, assim, significar “o templo de hanafuda livre”, com os visitantes de Osaka e Kyoto esfregando os narizes para sinalizar o interesse por jogos de azar.
Em um resumo interessante da questão, Kotaku disse que mesmo Hiroshi Yamauchi, o bisneto do fundador da empresa, não sabe a verdade por trás do nome, mas que a idéia de ‘deixar a fortuna nas mãos do destino’ seria uma “explicação plausível”.
Em 1933, foi formalmente estabelecida como Yamauchi Nintendo & Co. e em 1951 tornou-se Nintendo Playing Card Co., antes de finalmente se decidir por Nintendo Co., Ltd. em 1963 – o mesmo ano em que começou a fazer jogos além de cartas de baralho.

Amazon

A Amazon quase se chamou Cadabra, como em ‘abracadabra’… como na exclamação do ilusionista. Jeff Bezos queria que seu site de venda de livros no varejo fosse tão rápido e fácil que parecesse mágica.
De fato, em 1994, este é exatamente o nome Jeff Bezos incorpora à empresa, mas o site entrou em operação em 1995, com o nome de Amazon, tirado do rio Amazonas por ser o maior. Claramente, Bezos tinha grandes ambições desde o início.
A razão para a mudança de nome surgiu a partir de um medo muito legítimo que as pessoas pudessem ouvir mal cadabra.com como cadaver.com, de acordo com o livro Jeff Bezos: The Founder of Amazon.com, de Ann Byers.
Curiosamente, outro livro sugere que Relentless.com também foi outra sugestão apresentada, mas que pareceu um pouco suspeito. Uma pesquisa rápida revela o domínio ainda está associado a Amazon e ainda redireciona para a página inicial da Amazon.

Google

Esta história é bem conhecida: a Google tomou o nome de um erro de ortografia ao escrever Googol, a palavra que representa 10^100, ou 1 seguido de 100 zeros. Por que isso? Simplesmente porque os fundadores Sergey Brin e Larry Page queriam transmitir a enorme quantidade de dados que pretendiam disponibilizar.
A empresa registrou o domínio do Google em setembro de 1997 e incorporou à empresa um ano depois, em Setembro de 1998.
Em 2004, o espólio de Edward Kasner, o matemático que popularizou a palavra Googol em 1940, no livro Mathematics and Imagination, considerou processar o Google por causa do nome, mas não foi adiante.

Microsoft

Em 1975, a empresa era apenas um brilho nos olhos de Bill Gates e Paul Allen.
A Microsoft foi criada oficialmente em abril de 1975, com o nome que vem de uma combinação de “microprocessador” e “software” – o que é justo, uma vez que eles estavam criando software para o Altair 8800 da Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS).
Em 1977, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional no Japão sob o nome de ASCII Microsoft. A empresa posteriormente se tornou Microsoft Inc.
Curiosidade: Allen e Gates fundaram um negócio juntos antes da Microsoft chamado Traf-O-Data, que analisava dados de tráfego para criar relatórios para engenheiros. Mesmo não sendo sucesso, foi instrutivo para o empreendimento seguinte deles.

Facebook

É difícil imaginar que muitas pessoas não sabem como o Facebook ganhou seu nome, dado o nível de exposição da empresa e, claro, o filme.
Em poucas palavras, é simplesmente o nome do diretório de estudantes que algumas faculdades nos EUA dão aos calouros para que eles possam conhecer um pouco sobre as pessoas ao seu redor. O serviço esteve em thefacebook.com por cerca de um ano após o lançamento, em 2004, até que a empresa registrou Facebook.com em 2005.

Mozilla

Em 1994, quando uma equipe da Netscape se reuniu para pensar em nomes para um novo navegador para assumir o lugar do Mosaic, o que eles estavam procurando era algo que iria esmagar a concorrência. E pensaram em Godzilla.
A combinação de Mosaic com o filme de monstro levou ao nome atual Mozilla.

Wikipedia

A empresa começou como Nupedia, uma enciclopédia on-line gratuita que foi um subproduto da empresa de Jimmy Wales, Bomis.
No entanto, devido a uma produção heroicamente lenta de conteúdo (12 artigos no primeiro ano), a equipe buscou inspiração sobre a forma de acelerar o processo. E chegou-se à idéia de usar o WikiWikiWeb de Ward Cunningham (um dos primeiros sites editáveis pelo usuário) para despertar interesse em Nupedia, permitindo que as pessoas editassem e contribuíssem com conteúdo.
O WikiWikiWeb ainda está vivo hoje.
Wales oficializou o nome em 10 de janeiro de 2001. Mas isso não explica totalmente o nome.
A palavra Wiki apareceu na empresa como resultado do WikiWikiWeb de Cunningham, mas ele chegou a esse nome após o desembarque no aeroporto de Honolulu, quando disseram para tomar o Wiki Wiki Shuttle. Wiki é uma palavra havaiana para rápido ou ligeiro.

Asus

Este é mais simples. A Asustek, mais comumente conhecida como Asus, foi fundada por quatro ex-funcionários da Acer em 1989, que derivam do nome do cavalo alado grego mitológico Pegasus.
Por quê? Essa é uma pergunta justa.
De acordo com a própria explicação da empresa o nome “encarna a força, pureza e espírito aventureiro desta criatura fantástica, e sobe a novas alturas com cada novo produto que cria.”
Ok.

Lenovo

Quando os fundadores da Lenovo se reuniram em 1984 para chegar a um nome, deixaram a reunião de comum acordo que a empresa devia se chamar “Chinese Academy of Sciences Computer Technology Research Institute New Technology Development Company“, de acordo   com   o livro The Lenovo Affair, de Zhijun Ling.
Depois, o grupo estabeleceu o nome Legend, que permaneceu por quase duas décadas, até que em 2003, criou sua própria linha de computadores da marca em um negócio separado chamado Lenovo.
A palavra é uma junção de Le e Novo (do nosso latim mesmo).

Skype

Fundado em 2003, o Skype é outra empresa cujo nome se deve à indisponibilidade do nome inicialmente pretendido.
Skype é uma combinação de sky e peer-to-peer, encurtado inicialmente para Skyper, e depois, quando já estava em uso, para Skype, de acordo com o ex-empregado Andreas Sjölund.

Twitter

Este é outro bastante conhecido. Twitter originalmente começou como twttr, inspirado pelo Flickr, embora um usuário desde a versão alfa, @crystal, aparentemente tenha sugerido “FriendStalker”, de acordo com Dom Sagolla, um colega da Odeo, onde Jack Dorsey e Ev Williams também trabalharam.
Mas por que twttr?
“Nós fizemos um monte de name-storming, e surgiu o nome ‘twitch‘, porque o telefone meio que vibra quando se move. Mas não é um bom nome de produto porque não traz a imagem correta. Então, olhamos no dicionário palavras em torno desta, e nos deparamos com a palavra ‘twitter‘, e foi simplesmente perfeito. A definição era “uma pequena explosão de informações inconsequentes”, e “ruídos de pássaros”. E isso é exatamente o que o produto foi”. Dorsey disse ao LA Times em 2009.

Yahoo!

Fundada em 1994 como “Guia de Jerry e David para a Rede Mundial De Computadores” por Jerry Yang e David Filo, o Yahoo eventualmente teve o seu nome em janeiro de 1995, quando o domínio foi comprado e a empresa foi constituída.
Mas ao invés de ser baseada no verdadeiro significado da palavra “yahoo” (uma pessoa rude, barulhenta ou violenta), o Yahoo! é um acrônimo para Yet Another Hierarchical Officious Oracle, embora os fundadores aparentemente gostem da definição geral de yahoo também.

VMware

Eu tentei… não queria deixar de fora uma das empresas mais citadas aqui no blog, mas infelizmente não consegui descobrir a origem do nome da VMware, embora tenha encontrado alguns artigos sugerindo que produtos da empresa tenham nomes indicados por consultorias em marketing.
Enfim…

Conclusão

Acredito que por trás de cada nome de empresa há uma história interessante, que envolve quase sempre persistência, uma boa idéia e um propósito.
Por isso penso que, mais que divertir, estas histórias devem estimular uma mentalidade empreendedora, pois é disso que nosso país precisa cada vez mais.
Que sejamos capazes de lutar e persistir pra transformar nossos sonhos em realidade!
Você concorda comigo ? Ou não ? Fala aí!