Desde que a VMware liberou uma versão gratuita do seu Hypervisor, como resposta à chegada da concorrência da Microsoft no mercado de virtualização, uma infinidade de soluções igualmente gratuitas surgiu, e vamos relacionar algumas delas aqui.
Acontece que a VMware sempre quis usar o ESXi como ‘isca’ pra atrair usuários que, posteriormente, seriam ‘convertidos’ em clientes em razão das limitações da versão gratuita.
Esta estratégia não funcionou muito bem (IMHO), principalmente pelo aumento da concorrência (não apenas da Microsoft) com a oferta de alternativas mais acessíveis a bolsos modestos, e embora a VMware esteja se dedicando ao mercado SMB recentemente, não me parece suficiente para garantir o cada vez mais ameaçado domínio do mercado.
A chegada do vSphere 6 tem tudo pra ser um divisor de águas em termos de tecnologia, mas não necessariamente representa um grande atrativo pra quem não está disposto a gastar por uma tecnologia que virou commodity.
Fato é que, nas versões mais recentes da sua suite de virtualização, a VMware resolveu pegar pesado com os usuários da versão gratuita. Segundo fontes que levantei, não é mais possível usar o vSphere Client para editar configurações das VMs com versão 10 ou superior do hardware virtual.
Não sei se a medida foi intencional, e até li que o vSphere Client disponível na versão 6 talvez resolva esta questão, mas o fato é que a VMware está forçando cada vez mais o uso do cliente web, e os efeitos colaterais disso podem ser graves, especialmente para os usuários do ESXi isoladamente.
A crescente popularidade da virtualização, impulsionada pela necessidade de otimizar recursos de infraestrutura de TI, levou a VMware a dominar o mercado com sua solução ESXi. No entanto, a estratégia de lançar uma versão gratuita do seu hypervisor, inicialmente concebida como uma isca para atrair usuários para a versão paga do vSphere, encontrou desafios com o aumento da concorrência e a proliferação de alternativas gratuitas e robustas. Este artigo explora a evolução desse cenário, analisando as limitações do ESXi gratuito e apresentando uma gama de ferramentas gratuitas e alternativas que permitem gerenciar e monitorar eficazmente seus servidores ESXi, mesmo sem investir na suíte completa do vSphere.
A estratégia da VMware de oferecer o ESXi gratuito, visando a migração de usuários para produtos pagos posteriormente, se mostrou menos eficaz do que o esperado. A concorrência, com a Microsoft e outras empresas oferecendo soluções de virtualização mais acessíveis e competitivas, erodiu o domínio absoluto da VMware. Apesar dos esforços recentes para penetrar no mercado SMB (Small and Medium Businesses), a empresa enfrenta um cenário desafiador. A chegada do vSphere 6, embora representando um avanço tecnológico significativo, não se tornou um atrativo suficiente para quem busca soluções de virtualização sem altos custos. A tecnologia de virtualização, outrora um nicho especializado, tornou-se uma commodity, tornando-se mais acessível e competitiva.
Uma das principais mudanças que impactou os usuários do ESXi gratuito foi a imposição de limitações nas versões mais recentes da suíte de virtualização. A impossibilidade de utilizar o vSphere Client padrão para editar as configurações das máquinas virtuais (VMs) com hardware virtual versão 10 ou superior gerou insatisfação e impulsionou a procura por alternativas. Embora existam relatos de que o vSphere Client da versão 6 do vSphere possa solucionar este problema, a tendência da VMware de priorizar o cliente web levanta preocupações, especialmente para usuários que dependem do ESXi de forma isolada. A falta de um cliente robusto para gerenciamento local pode acarretar em dificuldades para administração e manutenção, exigindo conhecimentos avançados em interfaces web.
Por tudo isso é que as ferramentas oferecidas gratuitamente se proliferam cada vez mais. Vamos a elas.
Soluções Gratuitas e Alternativas para Gerenciar Servidores ESXi
Diante das limitações impostas pela VMware, uma variedade de soluções gratuitas e open-source emergiu, oferecendo funcionalidades comparáveis ao vSphere Client, sem os custos associados. Entre essas alternativas, destacam-se:
Gerenciador de hosts com ESXi pra Linux
O VMware ESXi Manager é uma solução não oficial que representa uma das melhores alternativas para gerenciar seus servidores ESXi, oferecendo os seguintes recursos:
Interface gráfica para gerenciamento de hosts ESXi;
Deploy de OVF a partir da web ou disco local;
Listar máquinas virtuais online, suspensas e offline;
Suporte a Resource Pools;
Acesso à Console;
Gerenciamento de Snapshots (criar, remover, reverter, etc);
Operações em máquinas virtuais (Stop, Shutdown, Reboot, Start, Suspend e Resume);
Monitoramento de máquinas virtuais (online, suspensa, offline, uso de CPU e memória, etc);
Remover máquinas virtuais;
Monitoramento de hosts ESXi (CPU, memória, versão, etc);
Gerenciamento de usuário (criação, atribuição de papéis, definição de senha);
Próximas versões
Editor de máquinas virtuais (alterar CPU e memória, etc);
Browse datastores;
Upload de arquivos.
Um gerenciador não-oficial que proporciona uma interface gráfica intuitiva para a administração de hosts ESXi. Essa ferramenta permite o gerenciamento de VMs de maneira eficiente, incluindo operações como deploy de OVF (Open Virtualization Format), listagem do estado das VMs (online, suspensas, offline), gerenciamento de recursos (Resource Pools), acesso à console de VMs, gerenciamento de snapshots, e diversas funções de monitoramento de recursos como CPU e memória.
Além disso, o VMware ESXi Manager permite monitoramento abrangente dos hosts ESXi, incluindo informações cruciais como versão, utilização da CPU e memória, e um sistema de gerenciamento de usuários, assegurando o controle de acesso ao ambiente virtualizado.
Versões futuras prometem recursos ainda mais robustos, como um editor de máquinas virtuais integrado e a capacidade de navegar nos datastores e realizar uploads de arquivos diretamente pela interface.
Usando o Converter pra fazer ‘migrações’ de VMs ‘a quente’
O VMware Converter é uma das ferramentas mais úteis e importantes da VMware, e é gratuito.
O que muita gente não sabe é que ele pode ser usado para além da tarefa óbvia de virtualizar servidores físicos (o famoso P2V – Physical to Virtual).
Embora conhecido principalmente pela sua função de conversão P2V (Physical to Virtual), permitindo migrar servidores físicos para o ambiente virtual, o VMware Converter também oferece uma funcionalidade vital para o gerenciamento de VMs: a migração “a quente”.
Esta técnica, apesar de não ser oficialmente suportada pela VMware e conter um risco de corrupção de dados, permite criar backups de VMs sem desligamentos, otimizando o tempo de inatividade e a continuidade de operações.
É crucial enfatizar, mais uma vez, que a migração a quente deve ser realizada com cautela e responsabilidade, sendo preferível a utilização de métodos de backup adequados e testados, como aqueles oferecidos por outras ferramentas específicas para tal fim.
Dada sua versatilidade, a ferramenta pode ser usada para converter versão de hardware de máquinas e assim manter compatibilidade com versões anteriores do ESXi, ou ainda para importar e exportar máquinas virtuais entre hosts ESXi e até entre para soluções de virtualização.
Agora o mais legal mesmo é o ‘truque’ de usar a migração ‘a quente’ (com a máquina virtual ligada) para fazer um backup da máquina virtual sem interrupção, embora isso não seja suportado ou endossado pela VMware, e represente um risco de corrupção da máquina. Na prática, porém, já fiz muitas migrações assim e funcionaram perfeitamente. Por que um backup não funcionaria ? De todo modo, faça por sua conta e risco!
Gerenciando hosts ESXi com o VMware Workstation
Outra alternativa para gerenciar hosts com ESXi é usar o VMware Workstation, que embora não seja gratuito, é muito mais barato que a suite vSphere, e traz a possibilidade de conectar a hosts ESXi e realizar inúmeras tarefas de gerenciamento do ambiente virtual.
Apesar de não ser uma solução gratuita, o VMware Workstation se apresenta como uma alternativa mais acessível que o vSphere, oferecendo recursos poderosos para a administração de hosts ESXi. A possibilidade de conectar-se a hosts ESXi e realizar tarefas de gerenciamento, como monitoramento de recursos e administração de VMs, faz do VMware Workstation uma opção vantajosa para administradores que necessitam de uma solução robusta e versátil.
Gerenciando ferramentas gratuitas de backup e monitoramento com o MKSBackup
A ferramenta integra com o backup nativo do Windows (ntbackup ou wbadmin), e ainda com o esxmon e até o famoso comando tar do Linux.
Este software serve como uma interface amigável para o gerenciamento de ferramentas de backup e monitoramento. Integrando-se com o GhettoVCB, bem como com soluções nativas do Windows (como ntbackup e wbadmin) e utilitários de linha de comando como o tar do Linux, o MKSBackup facilita a execução de tarefas de backup e recuperação de dados, automatizando o processo e simplificando a administração de VMs.
Outras ferramentas
Existem inúmeras outras ferramentas gratuitas disponíveis, compiladas em listas extensas como as de Vladan Seget e Kendrick Coleman.
Essas listas abrangem soluções diversas, indo desde ferramentas de monitoramento avançado, passando por automação de tarefas e até integrações com provedores de nuvem. Vale a pena pesquisar e encontrar as soluções que melhor atendem às suas necessidades específicas.
Entre essas ferramentas, os FLINGs (VMware Labs FLiNGs) são projetos experimentais da VMware que oferecem vislumbres de futuras funcionalidades e, em alguns casos, soluções úteis para o gerenciamento do ambiente ESXi.
O Vladan Seget relacionou uma lista extensa de ferramentas gratuitas para VMware, incluindo soluções para monitoramento, backup, automação de tarefas, integração com provedores na nuvem e muito, muito mais.
O Kendrick Coleman fez um levantamento ainda mais extenso que inclui até soluções de empresas adquiridas pela VMware e ferramentas desenvolvidas pelo laboratório da VMware, os chamados FLINGs.
Considerações sobre Segurança e Melhores Práticas
Ao utilizar soluções gratuitas de gerenciamento e backup para o ESXi, é fundamental considerar aspectos de segurança. Implementar políticas de acesso robustas e controlar os privilégios de usuários é crucial. O uso de ferramentas não-oficiais exige atenção redobrada, e a validação da procedência dos softwares é essencial para evitar riscos de segurança. Atualizações regulares e a adoção de práticas de segurança robustas, como controle de acesso baseado em papéis, firewall, VPN e antivírus, são fundamentais para proteger o seu ambiente virtualizado.
Além da segurança, a escolha de ferramentas de backup confiáveis e testadas é crucial. A migração a quente, embora atraente, não deve ser encarada como a única ou principal solução de backup. Sistemas de backup eficientes, com a capacidade de criar cópias de segurança completas e incrementais, garantem maior segurança e facilitam a recuperação de dados em casos de falhas. A verificação regular dos backups, simulando a recuperação, comprova a integridade dos mesmos, e a utilização de um ambiente separado para os backups diminui a probabilidade de perda de dados.
Conclusão
A virtualização tornou-se uma parte fundamental da infraestrutura de TI moderna. Apesar do domínio da VMware no mercado, a disponibilidade de soluções alternativas gratuitas e eficazes para gerenciamento e monitoramento de servidores ESXi demonstra a competitividade e a maturidade do mercado. Administradores e usuários podem encontrar ferramentas robustas e confiáveis, sem a necessidade de investir em soluções comerciais, desde que a escolha e a utilização sejam feitas com responsabilidade e segurança, tendo em vista os riscos inerentes ao uso de softwares de terceiros. A pesquisa e a avaliação cuidadosa de cada ferramenta, aliadas à implementação de boas práticas de segurança, garantem o sucesso e a proteção do seu ambiente virtualizado. A comunidade de virtualização está em constante evolução, com novas ferramentas e recursos surgindo continuamente. Acompanhar as tendências e inovações do mercado, bem como participar de fóruns e comunidades, facilita a busca por soluções eficientes e eficazes para seus desafios de administração. Lembre-se sempre de considerar o uso combinado de diferentes ferramentas, para uma solução completa de backup, monitoramento e gerenciamento do seu ambiente ESXi.
Portanto, mesmo sem o investimento na suíte completa vSphere, a administração eficaz de seus servidores ESXi é plenamente possível. A combinação inteligente de recursos gratuitos, aliados a uma postura proativa em relação à segurança, garante um ambiente virtualizado robusto e seguro, a um custo significativamente menor. Experimente as ferramentas mencionadas, explore as opções disponíveis e encontre a melhor solução para suas necessidades específicas. Lembre-se de que a segurança e a confiabilidade dos seus dados devem ser a prioridade máxima na escolha e implementação das ferramentas.
Quem me acompanha aqui no blog sabe que sou fanboy da VMware, admiro o pioneirismo e inovação da empresa, e penso que é uma daquelas empresas que vale a pena acompanhar de perto.
Mas o mercado pune (parafraseando Muricy Ramalho :), e a empresa vem sofrendo com a concorrência e tenta, através da inovação, se manter no topo pelos próximos anos.
Há quem duvide que a empresa se mantenha firme. Eu prefiro esperar pra ver…
Não é à toa que tantas ferramentas alternativas foram desenvolvidas em torno da suite de virtualização mais usada no mundo, e não é porque a empresa não tem grana pra investir na versão paga do VMware vSphere que você vai ficar sem recursos importantes como gerenciamento e monitoramento.
E aí, você utiliza alguma das soluções que indiquei aqui ? Fala aí!
Quer saber quais as certificações mais desejadas do mercado?
Há algumas que você deve estar atento, além da certificação VMware, como a certificação ITIL, em Segurança da Informação e Big Data.
A internet é uma das maiores fontes de informação disponíveis na atualidade, oferecendo oportunidades de melhorar de vida usando a internet através de conteúdos em diversos formatos. Desde notícias, artigos e blogs até vídeos, podcasts e fóruns de discussão, é possível encontrar informação sobre praticamente qualquer assunto na web.
No entanto, encontrar informações confiáveis e relevantes pode ser um desafio para muitos usuários. Com tantas opções disponíveis, pode ser difícil saber por onde começar a busca e como avaliar a qualidade e a confiabilidade das informações encontradas.
Felizmente, existem diversas ferramentas e recursos disponíveis na web que podem ajudar os usuários a encontrar informações relevantes e confiáveis de forma mais eficiente. A seguir, listamos algumas das principais estratégias que você pode utilizar para fazer a informação chegar até você através da internet.
Use buscadores de forma eficiente
Os buscadores são a principal ferramenta de busca utilizada pelos usuários na web, e são essenciais para encontrar informações sobre qualquer assunto. No entanto, é preciso utilizar os buscadores de forma eficiente para obter os melhores resultados.
Para isso, é importante utilizar palavras-chave relevantes e específicas para o assunto que você está procurando. Além disso, você pode utilizar recursos avançados de busca, como operadores booleanos, para refinar ainda mais os resultados da sua busca.
Assine newsletters e feeds de RSS
Uma ótima forma de receber informações relevantes sobre um determinado assunto é assinar newsletters e feeds de RSS de sites e blogs que tratem do tema em questão. Dessa forma, as informações chegam até você de forma automática, sem que você precise buscar por elas.
Além disso, muitos sites oferecem a opção de personalizar o conteúdo das newsletters e feeds de RSS de acordo com as suas preferências, o que aumenta a relevância das informações recebidas.
Utilize agregadores de conteúdo
Os agregadores de conteúdo são sites que reúnem informações de diversos sites e blogs em um só lugar. Dessa forma, você pode ter acesso a uma grande quantidade de informações sobre diversos assuntos sem precisar visitar cada site individualmente.
Existem diversos tipos de agregadores de conteúdo disponíveis, desde os mais generalistas até aqueles focados em nichos específicos. Alguns exemplos de agregadores de conteúdo populares são o Reddit e o Feedly.
Participe de fóruns e comunidades online
Os fóruns e comunidades online são excelentes fontes de informação sobre diversos assuntos, e permitem que os usuários interajam e compartilhem conhecimentos e experiências. Participar dessas comunidades pode ser uma ótima forma de obter informações relevantes e conhecer outras pessoas interessadas nos mesmos assuntos que você.
Além disso, muitas comunidades online oferecem recursos avançados, como ferramentas de busca, que permitem que você encontre informações específicas dentro dos fóruns e comunidades.
Utilize as redes sociais de forma estratégica
As redes sociais são outra fonte de informação importante na web, e podem ser utilizadas de diversas formas para obter informações relevantes. Você pode seguir páginas e perfis de pessoas e organizações que compartilhem informações sobre assuntos de seu interesse, participar de grupos e comunidades específicas e utilizar os recursos de busca.
Tenha muito cuidado pra não se tornar refém das redes sociais. Você deve estar no controle, e não o contrário. O jeito que encontrei de não “me perder” nas redes sociais foi desenvolver um script automático que encontra as informações do meu interesse e gera um boletim personalizado pra mim.
Outro recurso interessante é o Google Alerts, que permite criar alertas personalizados para palavras-chave específicas. Por exemplo, se você quer ficar atualizado sobre notícias relacionadas a um determinado tema, pode criar um alerta com a palavra-chave correspondente e receber notificações por e-mail ou RSS sempre que algo novo surgir na web. Isso pode ser especialmente útil para profissionais que precisam acompanhar de perto determinados assuntos, como jornalistas, pesquisadores e analistas de mercado.
Outra opção é utilizar os agregadores de conteúdo, que permitem reunir em um só lugar as notícias e artigos mais relevantes sobre diversos temas. Existem diversos agregadores disponíveis na web, como o Feedly, o Flipboard e o Pocket, que permitem organizar e acessar facilmente os conteúdos que mais interessam. Além disso, muitos desses serviços oferecem recursos de recomendação e personalização, o que significa que você pode receber sugestões de conteúdos com base nas suas preferências e hábitos de leitura.
Por fim, não podemos esquecer das redes sociais, que se tornaram uma fonte inesgotável de informações sobre os mais diversos temas. Ao seguir perfis, páginas e grupos relacionados aos seus interesses, você pode ficar atualizado sobre as novidades, tendências e debates em tempo real. Além disso, muitas redes sociais também oferecem recursos de curadoria de conteúdo, como o Facebook Watch, que sugere vídeos com base nos seus gostos e hábitos de visualização.
Vale lembrar, no entanto, que é preciso ter um certo cuidado ao buscar informações na internet, já que nem tudo que se encontra online é confiável ou verídico. Por isso, é importante checar sempre as fontes das informações e buscar fontes confiáveis e reconhecidas no assunto em questão. Além disso, é importante também ter uma postura crítica e questionadora diante das informações encontradas, buscando sempre avaliar a qualidade e a veracidade das informações antes de tomá-las como verdade absoluta.
Em resumo, a internet oferece inúmeras possibilidades para buscar e receber informações sobre os mais diversos temas. Ao utilizar os recursos disponíveis de forma inteligente e crítica, é possível ficar atualizado e informado sobre os assuntos que mais interessam, o que pode ser uma grande oportunidade para expandir horizontes, desenvolver novos conhecimentos e até mesmo melhorar de vida.
Abaixo você confere o texto original deste que foi o PRIMEIRO POST DO BLOG, EM 27 DE JANEIRO DE 2008, 13:31m.
Neste primeiro post, vou mostrar os recursos disponíveis na web que eu utilizo (e vocês podem usar também, essa é a idéia!) para que as informações que me interessam cheguem até mim. Imagine o cenário: você gosta muito de automóveis, mas não conhece nenhum site sobre o assunto. Aí você vai no buscador e digita automóveis. No meio dos resultados, você encontra um site que você gostou muito, e passa a acessá-lo com frequência. Agora imagine isto se repetindo para cada assunto que seja do seu interesse: sua banda preferida, seu seriado predileto, seu esporte favorito… pesquisar, selecionar e acessar o site escolhido sempre que quiser informações. Não seria interessante se pudéssemos ter, num único local, as informações sobre todos os assuntos, sem precisar ficar lembrando ou guardando os nomes dos sites que gostamos ? Pois isso é possível com um agregador RSS. Aqui você poderia dizer: e os portais (Terra, UOL, etc) ? Você não precisa ficar preso a um portal! Mas para utilizar um agregador RSS, precisamos de um ou mais feeds RSS, e é isso que devemos procurar. Existem várias opções de agregadores RSS, entre elas o Google Reader e o Netvibes, que eu utilizo e gosto muito. Para utilizar o Google Reader, basta ter uma conta no Google (quem tem Orkut e/ou GMail já tem) e para o Netvibes é necessário um cadastro muito simples que pede, basicamente, e-mail e senha. Existem agregadores que são instalados no computador, e há quem prefira esses. A partir daí, basta adicionar os feeds no agregador de acordo com os assuntos que te interessam e “montar a sua página”. Abaixo um exemplo da minha página no Netvibes, com diversos feeds RSS. Agora, quando quiser informações sobre qualquer assunto, basta pesquisar um site que ofereça feeds RSS sobre o tema, e adicioná-lo ao seu agregador RSS. Simples, prático e muito, muito eficiente! Espero que este post tenha sido útil… se faltaram informações, fiquem à vontade pra complementar ou pedir mais detalhes nos comentários, ok ?
Votar é um direito e uma responsabilidade cívica importante e conhecer políticos a fundo permite votar melhor. Mas, infelizmente, muitas pessoas acabam votando sem conhecer bem os candidatos ou suas propostas. Para ajudar a mudar essa realidade, é fundamental que o eleitor tenha acesso a informações confiáveis e relevantes sobre os políticos que estão concorrendo.
Uma das principais dicas para votar melhor é começar cedo a buscar informações sobre os candidatos. Isso porque as eleições não são uma corrida de curto prazo: elas envolvem um processo que se estende por meses, ou até mesmo anos, dependendo da posição que o candidato está buscando. Por isso, quanto mais cedo você começar a acompanhar as notícias sobre os políticos, maiores são as chances de conseguir fazer uma escolha mais consciente.
Uma das principais fontes de informação para acompanhar as notícias sobre os candidatos é a mídia, tanto a tradicional quanto a nova. Jornais, revistas, portais de notícias e emissoras de televisão costumam dedicar uma cobertura intensa às eleições, apresentando entrevistas, reportagens, debates e análises sobre os principais temas e candidatos. Mas além da mídia tradicional, é possível encontrar uma série de outros recursos para se informar sobre as eleições na web.
Os próprios sites dos candidatos costumam ser uma fonte importante de informações sobre as propostas e as atividades dos políticos. Mas é preciso tomar cuidado com as informações que são divulgadas nessas páginas, pois elas podem ser tendenciosas e apresentar apenas o lado positivo do candidato. Por isso, é importante buscar outras fontes de informação, como portais de notícias e blogs independentes.
As redes sociais também têm se tornado uma importante fonte de informação sobre as eleições. Os candidatos costumam utilizar o Facebook, o Twitter, o Instagram e outras plataformas para divulgar suas propostas e atividades, além de interagir com os eleitores. Mas, assim como nos sites dos candidatos, é importante analisar com cuidado as informações que são divulgadas nessas redes, pois elas podem ser parciais e manipuladas.
Outra dica importante para votar melhor é conhecer as propostas dos candidatos e avaliar se elas são viáveis e coerentes. Isso envolve entender as principais questões que estão sendo discutidas na campanha, como saúde, educação, segurança, meio ambiente e economia, e buscar informações sobre as posições dos candidatos em relação a esses temas. Além disso, é importante avaliar se as propostas apresentadas pelos políticos são realistas e factíveis, e se estão de acordo com as demandas e necessidades da população.
É fundamental também prestar atenção nas alianças políticas que os candidatos fazem, pois elas podem influenciar bastante na sua atuação e nas decisões que irá tomar quando eleito. É importante saber com quais partidos e políticos o candidato está associado, para entender quais são seus compromissos e possíveis influências.
Por fim, é importante lembrar que o voto é uma escolha pessoal e intransferível. Por isso, é fundamental que o eleitor vote com consciência e responsabilidade, levando em consideração não apenas as promessas de campanha, mas principalmente o histórico de ações concretas do candidato, mesmo antes de ser político (caso seja um outsider tentando sua primeira eleição).
A web tem se tornado cada vez mais o meio preferido para um conjunto de ações que antes ocorriam fora do “mundo virtual”. As eleições são um dos maiores exemplos disso, pois, com exceção das famosas mensagens indesejadas que recebíamos dos candidatos, as campanhas aconteciam exclusivamente no “mundo real”.
Um fato merece destaque para justificar esta mudança: a eleição do atual presidente americano, Barack Obama, que foi impulsionada pelo uso dos diversos canais de comunicação disponíveis na web (Twitter e outras redes sociais, sites, blogs, etc), demonstrando pela primeira vez que a utilização adequada destes meios pode fazer uma grande diferença na eleição (ou não) de um candidato.
Este texto tem o objetivo de fornecer algumas dicas sobre como encontrar informações relevantes sobre os candidatos na web, de forma que você possa acompanhar notícias, conhecer melhor o político e ter informações suficientes para tomar a melhor decisão em outubro próximo. Dá até pra trocar mensagens com eles, se desejar.
Sem mais rodeios, vamos ao que interessa:
Twitter
O serviço de informações em tempo real se tornou rapidamente uma excelente fonte de informações sobre todo tipo de assunto. As notícias mais recentes sobre tudo que acontece no mundo aparecem primeiro no Twitter, por isso mesmo é o melhor lugar para acompanhar tudo que os candidatos andam fazendo, seja diretamente pelo Twitter dos próprios, ou acompanhando os tweets de veículos da imprensa que noticiem sobre política. Segue o Twitter de alguns candidatos para quem quiser acompanhar, inclusive candidatos da Bahia.
A enciclopédia colaborativa é uma boa fonte de informações sobre candidatos, embora haja alguma desconfiança sobre a qualidade e confiabilidade das informações lá existentes. O fato é que quanto mais informação melhor, portanto não deixe de conferir as páginas de alguns candidatos na Wikipédia.
Se você tem uma conta no Google (GMail), basta acessar http://alerts.google.com e indicar o nome do candidato que deseja “monitorar”, e clicar em criar alerta. A partir daí, você receberá diariamente, semanalmente ou em tempo real os resultados do “monitoramento”. Ou seja, cada vez que o buscador identificar na web qualquer menção ao nome do candidato, será enviada uma mensagem pra você. Fácil, né ? Os alertas do Google podem ser úteis para monitorar qualquer coisa, este é apenas um exemplo de sua utilidade.
Outras informações
Alguns candidatos possuem portais e blogs próprios ou mantidos por simpatizantes, e basta buscar pelo nome do candidato desejado para ter informações sobre estes portais.
Outras buscas interessantes a serem feitas incluem a utilização das palavras comuns da nossa política, como escândalo e corrupção, e podem ser uma boa forma de ter acesso às notícias sobre casos de corrupção e escândalos envolvendo os candidatos.
Mas cabe uma ressalva: leia sempre pelo menos duas fontes distintas. Se tornou comum no país a compra da imprensa pelos políticos, desta forma todo político tem pelo menos um veículo encarregado de “maquiar” as notícias para dar uma conotação que o favoreça. Mesmo os veículos supostamente isentos, como as emissoras de TV, rádio e até os portais de notícias da web como UOL e Terra, não são imparciais como deveriam, portanto confira sempre os dois lados da história, e tire suas próprias conclusões.
Pra finalizar, quero deixar aqui um recado muito importante: a web é uma excelente fonte de informações que pode ser útil para os mais diversos propósitos, e sendo assim, cabe a cada um de nós fazer o melhor uso possível delas. Portanto, aproveitem!
Tem alguma dica interessante para ajudar as pessoas a votar melhor ? Indique aqui!
Um texto muito interessante do Professional VMware mostra como funciona em detalhes o cálculo do VMware DRS (Distributed Resource Scheduler), um componente que faz o balanceamento de carga entre os hosts ESX.
Dois detalhes importantes: primeiro, é bom saber que o cálculo da carga leva em consideração apenas uso de processador e memória, portanto cuidado com os gargalos de disco e rede; segundo, é interessante utilizar regras de afinidade para evitar que serviços “conflitantes” sejam alocados no mesmo host, por exemplo colocando todos os servidores de banco no mesmo host.
Agora vamos à matemática.
O VMware Distributed Resource Scheduler (DRS) é um recurso muito importante para otimizar a utilização de recursos em ambientes virtualizados VMware. Ele permite que as cargas de trabalho sejam distribuídas de forma inteligente entre os hosts ESX, garantindo o equilíbrio da carga e maximizando o desempenho.
O DRS é uma solução de balanceamento de carga automatizada que gerencia a distribuição de recursos do cluster de hosts ESX/ESXi. Ele utiliza técnicas de análise de recursos em tempo real para determinar a melhor maneira de equilibrar a carga de trabalho em todo o cluster.
O cálculo do VMware DRS é baseado em uma fórmula matemática complexa que leva em consideração vários fatores, incluindo o uso atual de recursos do host, o nível de reserva e limitação de recursos, bem como a utilização da CPU e da memória. Quando o DRS é ativado, ele analisa constantemente os recursos disponíveis em todos os hosts do cluster, e redistribui as máquinas virtuais de forma dinâmica e automática para manter o equilíbrio de recursos.
Para obter o máximo benefício do VMware DRS, é importante entender a matemática por trás dele. O cálculo da carga leva em consideração o uso de processador e memória, e não leva em conta os gargalos de disco e rede. Portanto, se houver algum gargalo de disco ou rede, o DRS pode não ser capaz de resolver o problema sozinho. Nesses casos, pode ser necessário adicionar mais recursos de disco ou rede ao cluster, ou utilizar outras técnicas para otimizar o desempenho.
Outra dica importante é utilizar regras de afinidade para evitar que serviços “conflitantes” sejam alocados no mesmo host. Por exemplo, é uma boa prática colocar todos os servidores de banco de dados em um host separado, para evitar que eles compitam por recursos com outros serviços, como servidores web ou de aplicação.
Além disso, é importante monitorar regularmente o desempenho do cluster e ajustar as configurações do DRS conforme necessário. O VMware vRealize Operations Manager é uma ferramenta útil para monitorar o desempenho do cluster e obter insights sobre o uso de recursos.
Em resumo, o VMware DRS é uma ferramenta poderosa para otimizar a utilização de recursos em ambientes virtualizados VMware. Ao entender a matemática por trás do DRS e seguir as práticas recomendadas, é possível maximizar o desempenho e garantir a disponibilidade dos serviços em seu ambiente virtualizado.
O algoritmo utilizado pelo DRS leva em conta um índice de “desbalanceamento”, disponível através do VI Client, e a quantidade de hosts.
O índice representa o desvio padrão entre as cargas dos hosts (esta calculada a partir da carga esperada das VMs e da capacidade do host), e é calculado de acordo com a configuração de recomendações a serem aplicadas pelo DRS, classificadas numa escala de 2 a 5 estrelas, onde 5 indica mudanças obrigatórias, executadas quando um host é colocado em manutenção ou quando uma regra de afinidade é aplicada, enquando 2 indica mudanças que vão trazer ganhos pouco significativos em termos de balanceamento de carga.
De posse destas informações, o texto traz um exemplo de cálculo do índice que ilustra como utilizá-lo para avaliar cenários hipotéticos, alterando as duas variáveis envolvidas (índice e quantidade de hosts), de forma que se possa simular qual o impacto de acrescentar um host no cluster, por exemplo.
O texto é bem “escovação de bits”, mas pra quem gosta, vale muito a pena, inclusive porque tem um link para um texto ainda mais detalhado sobre o assunto, além dos artigos da base de conhecimento da VMware.
Boa escovação!
É muito comum ver profissionais PERDIDOS diante de tantos conceitos, técnicas e ferramentas.
Talvez você esteja se sentindo CONFUSO…
Precisando de ajuda pra encontrar um caminho…
Pra saber por onde começar…
Por isso eu resolvi separar alguns horários pra conversar com profissionais que precisam de ajuda.
Um excelente texto do Lifehacker aborda o mito dos múltiplos monitores e produtividade, e traz uma conclusão muito interessante: não é a quantidade de monitores que importa mas de pixels! Ou seja, desde que você tenha uma certa “área” para trabalhar (será que vem daí o termo área de trabalho ? hehehe), não importa quantos monitores você utilize, não haverá maiores ganhos.
Desde a popularização dos computadores pessoais, a indústria da tecnologia tem tentado nos convencer de que mais é sempre melhor. Processadores mais rápidos, mais memória RAM, discos rígidos maiores e, claro, monitores maiores e mais numerosos. No entanto, quando se trata de produtividade, nem sempre é o caso de mais ser melhor.
Por muito tempo, acreditou-se que múltiplos monitores eram a chave para aumentar a produtividade no trabalho. A ideia era que, ao ter vários monitores, seria possível manter várias janelas abertas ao mesmo tempo, permitindo que o usuário realizasse tarefas simultaneamente e reduzisse o tempo gasto alternando entre as janelas. No entanto, estudos recentes mostram que a realidade é um pouco mais complicada.
De acordo com um estudo patrocinado pela NEC, fabricante de monitores, ter múltiplos monitores pode aumentar a produtividade em até 30%. No entanto, outros estudos têm mostrado resultados muito diferentes. Um estudo da Universidade de Utah descobriu que, para algumas tarefas, o uso de dois monitores era na verdade menos eficiente do que usar um único monitor. Outro estudo da Universidade de Groningen, na Holanda, descobriu que, embora ter mais espaço de tela possa aumentar a produtividade, a adição de um terceiro monitor não pareceu ter nenhum benefício adicional.
Então, qual é a verdade? Será que múltiplos monitores realmente aumentam a produtividade?
A resposta, como muitas vezes acontece, é “depende”. Depende do tipo de trabalho que você está realizando e das tarefas que precisa executar. Para algumas tarefas, ter mais espaço de tela pode ser uma grande vantagem. Por exemplo, se você trabalha com design gráfico ou edição de vídeo, ter mais espaço na tela pode ajudá-lo a ver mais detalhes e a realizar tarefas mais rapidamente.
Por outro lado, se você está realizando tarefas que não exigem muito espaço na tela, como escrever e-mails ou editar documentos, pode não haver muita vantagem em ter múltiplos monitores. Na verdade, ter mais de um monitor pode ser até mesmo uma distração, pois você pode ser tentado a olhar para outras janelas quando deveria estar se concentrando em uma tarefa específica.
Outro fator a considerar é a resolução dos monitores que você está usando. Como mencionado anteriormente, o estudo patrocinado pela NEC descobriu que ter mais pixels é mais importante do que ter mais monitores. Isso significa que, se você tiver dois monitores de baixa resolução, pode ser mais eficiente usar um único monitor de alta resolução em vez disso. Isso lhe dará mais espaço de tela para trabalhar, mas sem a distração adicional de vários monitores.
Além disso, é importante lembrar que múltiplos monitores podem ser caros. Se você estiver comprando monitores novos apenas para aumentar sua produtividade, é possível que o custo desses monitores supere os benefícios que você pode obter.
As conclusões foram baseadas em estudos patrocinados pela NEC (fabricante de monitores) que recomendavam a utilização de monitores maiores (e mais caros). Há um “número mágico” de pixels, que oscila em torno de 2500×1400, que seria o limite de produtividade, de modo que, se seu monitor já suporta resoluções próximas desta, você está no caminho certo. Acima deste limite, o estudo demonstrou que começa a haver perda de produtividade. Interessante, não ?
Eu confesso que percebi um bom ganho de produtividade quando passei a utilizar dois monitores, e não me imagino utilizando monitor único, mesmo com esta resolução toda. Acho que a idéia de múltiplos monitores facilita o “isolamento” de tarefas nas quais precisamos prestar atenção, especialmente tarefas demoradas, de modo que você pode fazer outras coisas sem perder de vista (literalmente) aquela tarefa longa que está em andamento. Por isso concordo em parte com o estudo, mas acredito que não deve haver exagero, e acredito que mais que 3 monitores seja muito complicado de gerenciar, por exemplo.E vocês, o que acharam do estudo e das conclusões ?
Que tal acompanhar as notícias do seu time, da política, da música, ou de qualquer outro tema do seu interesse, de forma automática, independentemente de onde a informação seja publicada na web ? É isso que o serviço de Alertas do Google permite.O serviço de Alertas do Google é uma ferramenta poderosa para quem quer se manter bem informado sobre um determinado tema ou assunto específico. Com ele, é possível receber notificações por e-mail ou RSS sempre que uma nova informação relacionada à sua busca é publicada na web, seja em notícias, em blogs, em fóruns ou em qualquer outra fonte de informação online.
Para começar a usar os Alertas do Google, basta acessar o site https://www.google.com/alerts e informar as palavras chave ou operadores que deseja monitorar. Você também pode escolher a categoria de busca, que vai indicar onde será feita a pesquisa. As opções incluem notícias, grupos, web ou completo.
Uma vez criado o alerta, você receberá notificações sempre que uma nova informação relacionada ao seu tema de interesse for publicada na web. Isso é especialmente útil para quem quer acompanhar notícias em tempo real, como acontecimentos políticos, resultados de jogos de futebol, lançamentos de produtos, entre outros.
Mas as possibilidades dos Alertas do Google vão muito além disso. Abaixo, listamos algumas coisas incríveis que você pode fazer com essa ferramenta:
Monitorar a reputação da sua empresa ou marca
Os Alertas do Google podem ser uma ótima forma de monitorar a reputação da sua empresa ou marca na internet. Basta criar um alerta com o nome da sua empresa e receber notificações sempre que ela for mencionada em blogs, fóruns, redes sociais ou em qualquer outra fonte de informação online. Isso permite que você acompanhe o que estão falando sobre sua marca na web e tome medidas para proteger sua reputação online.
Acompanhar a concorrência
Assim como é possível monitorar a reputação da sua empresa, também é possível acompanhar o que estão falando sobre seus concorrentes na web. Criando um alerta com o nome dos concorrentes, você pode receber notificações sempre que eles forem mencionados em blogs, fóruns, redes sociais ou em qualquer outra fonte de informação online. Isso permite que você acompanhe o que estão fazendo seus concorrentes e identifique oportunidades para se destacar no mercado.
Encontrar oportunidades de negócio
Os Alertas do Google também podem ser uma ótima forma de encontrar oportunidades de negócio. Criando alertas com palavras chave relacionadas ao seu setor de atuação, você pode receber notificações sempre que surgir uma nova oportunidade de negócio, como uma licitação pública ou uma parceria estratégica.
Acompanhar tendências de mercado
Se você quer se manter atualizado sobre as tendências de mercado do seu setor de atuação, os Alertas do Google podem ser uma ótima ferramenta. Criando alertas com palavras chave relacionadas às tendências do mercado, você pode receber notificações sempre que surgir uma nova informação relevante, como uma nova tecnologia ou uma mudança na legislação.
Receber notícias sobre um assunto específico
Se você é apaixonado por um determinado assunto, como música, cinema, esportes ou tecnologia, os Alertas do Google podem ajudá-lo a se manter sempre informado sobre as novidades do seu interesse.
A idéia é, como reza a “filosofia” do maior buscador do mundo, bastante simples. Informe palavras chave ou operadores utilizados em pesquisas, e escolha uma categoria, que vai indicar onde será feita a busca. As opções incluem notícias, grupos, web ou completo.
Mudando o idioma para inglês, é possível ter acesso a mais opções, como blogs e video. Além disso, é possível definir a periodicidade: diária, semanal, ou novas ocorrências, e ainda se o resultado será enviado por e-mail ou disponível por feed RSS.
Só para dar uma idéia do que é possível monitorar, eu tenho alguns alertas configurados, entre eles um para monitorar sites que apontam para o meu blog (link:christianguerreiro.blogspot.com) e outro para saber novidades da música (“lança novo disco”). O serviço é muito útil, vale a pena conferir.
O backup gratuito de servidores é essencial para garantir a segurança dos dados de uma empresa e evitar perdas irreparáveis. O Veeam Backup é uma das ferramentas mais populares para fazer backup de máquinas virtuais e é especialmente útil para ambientes virtualizados VMware. Com a edição gratuita do Veeam Backup, você pode fazer backup de até 10 VMs sem custo algum.
O Veeam Backup Free Edition é uma solução completa para backup e recuperação de máquinas virtuais, especialmente para o ambiente VMware vSphere. A interface é fácil de usar, mesmo para usuários sem experiência em backup e recuperação de dados. Com o Veeam Backup Free Edition, você pode fazer backup de suas VMs de forma eficiente, minimizando o impacto nas máquinas virtuais em execução.
Uma das principais vantagens do Veeam Backup Free Edition é que ele oferece recursos de backup e recuperação de nível empresarial, mesmo em sua edição gratuita. Com o Veeam Backup, você pode fazer backup e recuperação de máquinas virtuais completas, bem como de arquivos individuais, como documentos e bancos de dados. Além disso, o Veeam Backup Free Edition oferece recursos de replicação de VMs, para garantir a disponibilidade dos dados em caso de falhas.
O Veeam Backup Free Edition é ideal para pequenas e médias empresas que buscam uma solução de backup robusta, mas sem gastar muito. Com a edição gratuita do Veeam Backup, você pode fazer backup de até 10 VMs, sem limites de tamanho ou de tempo de retenção. Isso significa que você pode fazer backup de todas as suas máquinas virtuais, sem se preocupar com o custo.
Outra vantagem do Veeam Backup Free Edition é que ele oferece integração com outras soluções da Veeam, como o Veeam ONE. Isso significa que você pode ter uma visão mais ampla do seu ambiente virtualizado, monitorando o desempenho das máquinas virtuais, gerenciando as configurações de rede e muito mais.
O Veeam Backup Free Edition também oferece recursos avançados de recuperação, permitindo que você restaure suas VMs em poucos minutos. Com a recuperação instantânea do Veeam Backup, você pode iniciar uma VM diretamente do backup, sem precisar restaurar o arquivo completo. Isso significa que você pode restaurar o acesso aos seus aplicativos e dados de forma rápida e fácil.
Além do backup de máquinas virtuais, o Veeam Backup Free Edition também oferece recursos para backup em nuvem e para backup de desktops e laptops. Com o Veeam Agent for Microsoft Windows, você pode fazer backup de seus dispositivos Windows, garantindo a segurança dos seus arquivos e dados. Além disso, o Veeam Backup também oferece integração com serviços de nuvem pública, como o Amazon S3 e o Microsoft Azure.
Em resumo, o Veeam Backup Free Edition é uma solução completa e gratuita para backup de máquinas virtuais, que oferece recursos avançados de recuperação, integração com outras soluções da Veeam e suporte para backup em nuvem e de dispositivos Windows. Se você está procurando uma solução robusta e econômica para backup de suas máquinas virtuais, o Veeam Backup Free Edition é a escolha perfeita.
Você sabia que pode baixar GRATUITAMENTE algumas das melhores soluções de backup para VMware e HYPERV do mercado?
Relutei um pouco em escrever este post, pois o blog se tornou, já faz algum tempo, patrocinado. Mas considerando a carência de informações sobre o assunto em português, e a escassez de soluções de backup para ambientes virtualizados, concluí que o benefício da informação supera o eventual prejuízo de ler um post que pode soar publicitário. Além do que, antes mesmo do patrocínio, já havíamos citado a solução da Veeam, bem como diversas outras, pela sua qualidade.
Diante disso, se você não concorda com a divulgação de informações no blog sobre produtos do patrocinador, peço que pare de ler aqui! Caso contrario, enjoy!
Recentemente, a Veeam, uma das maiores empresas no mercado de soluções de backup para ambientes virtualizados, lançou o Veeam Backup and Replication 6.5, sua solução comercial, cuja principal novidade é o suporte à mais recente versão (5.1) da suite VMware vSphere.
E, juntamente com o lançamento da versão comercial, foi disponibilizada uma nova versão do Veeam Backup Free Edition, que oferece alguns recursos bem interessantes para facilitar o backup do seu ambiente virtualizado, gratuitamente. Vamos a eles.
Backup “a quente”
Se você precisa fazer backup das máquinas virtuais e não pode pará-las, eis uma solução que pode lhe ser muito útil! Simplesmente conecte o Veeam Backup ao vCenter ou diretamente ao host e inicie o backup das máquinas. A solução também suporta o Hyper-V, a quem possa interessar.
VeeamZip
O recurso mais legal da versão gratuita da solução é o VeeamZip, que permite “zipar” a VM e reduzir de forma significativa o volume de dados ocupado pelo backup. Isso é ótimo para levar VMs no HD externo ou até no pen drive, quando precisamos montar um ambiente de laboratório para testes ou treinamento. Eu já usei pra isso, e posso atestar, simplifica bastante o processo!
A versão comercial da solução conta ainda com o recurso vPower, que permite restaurar o backup, verificá-lo e ter acesso aos dados, “em paralelo” com o ambiente de produção, sem afetá-lo. É muito útil quando precisamos recuperar uma informação e não queremos restaurar toda a máquina virtual, ou ainda quando precisamos verificar antes se a restauração vai resolver o problema. Restaura-se a máquina virtual num ambiente de laboratório, acessível mas sem interferência no ambiente de produção, verifica-se o que se quer e, então, se for o caso, pode-se restaurar em produção. Ou não 🙂
Outros recursos
Além do backup “zipado”, a solução gratuita oferece outros recursos:
Arquivar ou copiar máquinas virtuais de um host/vCenter para outro;
Restaurar arquivos e dados ao invés de restaurar a máquina virtual completa (há suporte para SQL Server, Active Directory e Exchange);
Migrar máquinas virtuais em execução de um ambiente (host, vCenter, etc) para outro.
Limitações
O que a versão gratuita da solução não oferece:
Agendamento;
Backup incremental;
Um único job para várias VMs – aumentaria o potencial de deduplicação;
vPower – recurso que permite restaurar o backup em ambiente paralelo;
Replicação;
Scripts.
Conclusão
Me arrisco a dizer que você não vai encontrar ferramenta gratuita para backup do seu ambiente virtualizado melhor que esta. Aliás, esta foi uma das razões para escrever este post. Fica a dica!Quer ter mais dicas essenciais pra administrar melhor seu backup? Clique AQUI.
Quer saber quais as certificações mais desejadas do mercado?Há algumas que você deve estar atento, além da certificação VMware, como a certificação ITIL, em Segurança da Informação e Big Data.
A linguagem R vem ganhando cada vez mais espaço nas últimas décadas.
Muitos se perguntam porque aprender a linguagem R se tornou tão popular, mas aqui explicamos algumas das razões para que aprender a programar em R tenha se tornado uma necessidade para muitos profissionais.
É cada vez mais comum que engenheiros, advogados, jornalistas e vários outros profissionais busquem aprender a programar, e R é hoje uma das melhores opções de linguagem para aprender e usar no trabalho.
R está crescendo em popularidade por vários motivos.
Primeiro, é uma linguagem versátil que pode ser usada para uma variedade de tarefas, desde análise de dados até programação.
Em segundo lugar, está se tornando mais acessível, com mais recursos e tutoriais disponíveis para ajudar os iniciantes a aprender.
E, finalmente, as empresas estão usando cada vez mais R para análise e programação de dados, o que significa que é uma habilidade valiosa de se ter.
Se você está procurando desenvolver habilidades específicas ou simplesmente quer estar preparado para qualquer oportunidade de trabalho que possa surgir, aprender a programar em R é uma decisão sábia.
Confira todos os textos da série Programação em Linguagem R:
Comentei aqui recentemente sobre meu projeto de análise do mercado de criptomoedas, e um dos principais motivadores para embarcar no desenvolvimento desse projeto foi o conjunto de recursos fantásticos que a linguagem R fornece e que facilitam, mesmo para um programador limitado como eu, o desenvolvimento de coisas bem interessantes.
Por isso, resolvi compartilhar com você, através de uma série especial, as coisas mais legais que tenho aprendido sobre essa linguagem incrível.
R é um conjunto integrado de software para manipulação de dados, cálculos e exibição gráfica. Entre outras coisas, o R possui:
mecanismo eficaz de manipulação e armazenamento de dados,
conjunto de operadores para cálculos
conjunto amplo e integrado de ferramentas intermediárias para análise de dados,
pacotes gráficos para análise de dados e exibição diretamente no computador ou impressão em vários formatos,
linguagem de programação bem desenvolvida, simples e efetiva que inclui condicionais, loops, funções recursivas definidas pelo usuário e operações de entrada e saída.
O R é um sistema totalmente planejado e coerente, ao invés de um conjunto “solto” de ferramentas específicas e inflexíveis, como é frequentemente o caso de outros softwares de análise de dados.
R é como um veículo para novos métodos de análise de dados interativos. Desenvolveu-se rapidamente, e foi ampliado por uma grande coleção de pacotes. No entanto, a maioria dos programas escritos em R são essencialmente efêmeros, escritos para uma única análise de dados.
Software e documentação
R pode ser considerado uma implementação da linguagem S que foi desenvolvida nos Laboratórios Bell por Rick Becker, John Chambers e Allan Wilks.
Há agora uma série de livros que descrevem como usar R para análise de dados e estatísticas, e a documentação para S geralmente pode ser usada com R, mantendo as diferenças entre as implementações S em mente.
Além dos livros, as ferramentas “nativas” da linguagem R são muito úteis para aprender e há até tutoriais interativos dentro do próprio Rstudio, onde você pode ver demonstrações e exemplos de código, facilitando e acelerando o aprendizado.Além disso, há uma abundância de material gratuito disponível na web, e é possível encontrar exemplos de praticamente qualquer funcionalidade que precise no stackoverflow.
R e Estatística
Muitas pessoas usam R como um sistema de estatísticas. É um ambiente no qual muitas técnicas estatísticas clássicas e modernas foram implementadas. Algumas destas são incorporadas ao ambiente base R, mas muitas são fornecidas como pacotes. Existem cerca de 25 pacotes fornecidos no R (chamados pacotes “padrão” e “recomendado”) e muitos outros estão disponíveis através da família de sites da CRAN (através de https://cran.r-project.org) e em outros lugares.
A maioria das estatísticas clássicas e grande parte das metodologias mais recentes está disponível para uso com R, mas os usuários talvez precisem estar preparados para enfrentar um pouco de trabalho para encontrar alguns dos recursos.
Existe uma diferença importante na filosofia do R (herdada da linguagem S) e dos outros principais sistemas estatísticos. Em R, uma análise estatística é normalmente feita como uma série de etapas, com resultados intermediários sendo armazenados em objetos. Assim, enquanto o SAS e o SPSS darão uma saída abundante de uma análise de regressão ou outros métodos, R dará um resultado “resumido” e armazenará os detalhes em um objeto apto para posterior consulta através de outras funções do R.
Usando R de forma interativa
Quando você usa o programa R, ele emite um prompt enquanto espera comandos de entrada. O prompt padrão é ‘>’, que no Linux pode ser o mesmo que o prompt do shell e, portanto, pode parecer que nada está acontecendo. No entanto, como veremos, é fácil mudar para um prompt R diferente, se você desejar.
Ao usar R em Linux, o procedimento sugerido para a primeira vez é o seguinte:
1. Crie um subdiretório separado, digamos, trabalho, para armazenar arquivos de dados nos quais você usará R para esse problema. Este será o diretório de trabalho sempre que você usar R para esse problema específico.
$ mkdir work
$ cd work
2. Inicie o programa R com o comando
$ R
3. Neste ponto, os comandos R podem ser emitidos (veja mais adiante).
4. Para sair do programa R, o comando é
> q ()
Neste ponto, você será perguntado se deseja salvar os dados da sua sessão R. Em alguns sistemas, isso abrirá uma caixa de diálogo e, em outros, você receberá um prompt de texto no qual você pode responder sim, não ou cancelar (uma abreviatura de uma só letra) para salvar os dados antes de sair, sair sem salvar, ou voltar para a sessão R. Os dados que são salvos estarão disponíveis em futuras sessões R.
As próximas sessões R serão mais simples.
1. Crie o trabalho no diretório de trabalho e inicie o programa como antes:
$ cd work
$ R
2. Use o programa R, terminando com o comando q () no final da sua sessão.
Para usar R no Windows, o procedimento é basicamente o mesmo. Crie uma pasta como o diretório de trabalho e defina-a no campo Iniciar em no seu atalho R. Em seguida, inicie o R clicando duas vezes nesse ícone.Mas, vamos ser sinceros, somente alguns poucos loucos (como eu!) gostam de trabalhar na linha de comando, não é mesmo?
O meio mais fácil e produtivo de trabalhar com R é usando uma IDE adequada e, para nossa sorte, o Rstudio tem um conjunto excelente de recursos e facilita enormemente o desenvolvimento de aplicações, pacotes e scripts de todo tipo usando todo o poder do R.
Obtendo ajuda com funções e recursos
R possui uma facilidade de ajuda incorporada. Para obter mais informações sobre qualquer função específica, o comando é:
> help(solve)
Uma alternativa é
>?solve
Para um recurso especificado por caracteres especiais, o argumento deve ser incluído em citações duplas ou simples, tornando-se uma “seqüência de caracteres”: isso também é necessário para algumas palavras com significado sintático incluindo if, for e function.
> help(“[[“]
Na maioria das instalações R, a ajuda está disponível no formato HTML.
> help.start()
O comando acima iniciará um navegador que permite que as páginas de ajuda sejam pesquisadas com links. O link ‘Search Engine” e as palavras-chave na página carregada por help.start() são coisas particularmente úteis, pois contém uma lista de conceitos de alto nível que procuram por funções disponíveis. Pode ser uma ótima maneira de se orientar rapidamente e entender a amplitude que o R tem para oferecer.
O comando help.search (alternativamente ??) permite procurar ajuda de várias maneiras. Por exemplo,
> ??solve
Experimente help.search para obter detalhes e mais exemplos.
Os exemplos em um tópico de ajuda normalmente podem ser executados por
> example(tópico)
Comandos R, sensibilidade a maiúsculas e minúsculas, etc.
Tecnicamente R é uma linguagem de expressão com uma sintaxe muito simples. É sensível a maiúsculas e minúsculas, portanto A e a são símbolos diferentes e se referem a diferentes variáveis. O conjunto de símbolos que pode ser usado nos nomes R depende do sistema operacional e do país dentro do qual R está sendo executado (tecnicamente, na localidade configurada). Normalmente, todos os símbolos alfanuméricos são permitidos (e, em alguns países, isso inclui letras acentuadas) mais ‘.’ e ‘_’, com a restrição de que um nome deve começar com ‘.’ Ou uma letra, e se ele começar com ‘.’ o segundo caractere não pode ser um dígito. Os nomes são efetivamente ilimitados.
Os comandos elementares consistem em expressões ou atribuições. Se uma expressão é dada como um comando, ela é avaliada, impressa (a menos que seja especificamente invisível) e o valor é perdido. Uma atribuição também avalia uma expressão e passa o valor para uma variável, mas o resultado não é impresso automaticamente.
Os comandos são separados por um ponto e vírgula (‘;’), ou por uma nova linha. Os comandos elementares podem ser agrupados em uma expressão composta por chaves (‘{‘ e ‘}’). Os comentários podem ser colocados quase em qualquer lugar, começando com uma “cerca” (‘#’), tudo no final da linha é um comentário.
Se um comando não estiver completo no final de uma linha, R vai gerar um prompt diferente, por padrão, até que o comando seja sintaticamente completo. Este aviso pode ser alterado pelo usuário. Em geral, omitiremos o prompt de continuação e indicamos a continuação por recuo simples. As linhas de comando inseridas no console são limitadas a cerca de 4095 bytes (não caracteres).
Recuperar e corrigir comandos anteriores
R fornece um mecanismo para recuperar e executar os comandos anteriores. As teclas de setas verticais no teclado podem ser usadas para rolar para a frente e para trás através de um histórico de comandos. Uma vez que um comando é localizado dessa maneira, o cursor pode ser movido dentro do comando usando as teclas de setas horizontais, e os caracteres podem ser removidos ou adicionados.
Executando comandos ou desviando saída para um arquivo
Se os comandos estiverem armazenados em um arquivo externo, digamos, comandos.R no diretório de trabalho, eles podem ser executados a qualquer momento em uma sessão R com o comando
> source (“commands.R”)
Para o Windows Source também está disponível no menu Arquivo. A função sink,
> sink(“record.lis”)
irá desviar todo o resultado subseqüente do console para um arquivo externo, record.lis. O comando
> sink()
restaura a saída para o console novamente.
Permanência de dados e remoção de objetos
As entidades que R cria e manipula são conhecidas como objetos. Estas podem ser variáveis, arrays de números, cadeias de caracteres, funções ou estruturas mais gerais construídas a partir desses componentes.
Durante uma sessão R, os objetos são criados e armazenados pelo nome (discutiremos este processo na próxima sessão). O comando R
> objects()
(alternativamente, 1s()) pode ser usado para exibir os nomes da (maioria) dos objetos atualmente armazenados em R. A coleção de objetos atualmente armazenados é chamada de espaço de trabalho.
Para remover objetos, a função rm está disponível:
> rm (x, y, z, altura, peso)
Todos os objetos criados durante uma sessão R podem ser armazenados permanentemente em um arquivo para serem usados em sessões futuras de R. No final de cada sessão R, você tem a oportunidade de salvar todos os objetos atualmente disponíveis. Se você indicar que deseja fazer isso, os objetos são gravados em um arquivo chamado .RData no diretório atual, e as linhas de comando usadas na sessão são salvas em um arquivo chamado .Rhistory.
Quando R é iniciado posteriormente no mesmo diretório, ele recarrega o espaço de trabalho desse arquivo. Ao mesmo tempo, o histórico de comandos associado é recarregado.
Recomenda-se que você use diretórios de trabalho separados para análises realizadas com R. É bastante comum que objetos com nomes x e y sejam criados durante uma análise. Nomes como este geralmente são significativos no contexto de uma única análise, mas pode ser bem difícil decidir o que eles são quando várias análises são realizadas no mesmo diretório.
Conclusão
E aí? Se interessou em saber mais?
Esta é apenas uma pequena amostra inicial das possibilidades dessa linguagem incrível, por isso recomendo que fique atento ao seu email (caso já tenha se cadastrado) ou se cadastre agora mesmo aqui abaixo pra não perder nada do que vem por aí.
Você nem imagina como é fácil (relativamente 🙂 fazer coisas muito legais com R.
LIVRO GRATUITO: ESTATÍSTICA PARA CIÊNCIA DE DADOS COM LINGUAGEM R
A linguagem R é uma ferramenta poderosa para análise de dados e aprendizagem de máquinas.
Se você está procurando fazer uma carreira na ciência dos dados ou inteligência artificial, aprender R é uma obrigação.
Neste artigo, vou mostrar tudo o que você precisa saber sobre a linguagem R: da instalação ao uso básico até conceitos mais avançados.
Também vou incluir alguns exemplos do mundo real para ajudá-lo a começar.
A linguarem R é uma das ferramentas mais importantes para o analista de dados e cientista de dados.
Os recursos, bibliotecas e facilidades, especialmente em relação às funções estatísticas e de inteligência artificial que a linguagem traz, fazem do R uma linguagem de programação extremamente poderosa.
Além é claro dos pacotes desenvolvidos pela comunidade, que facilitam e aceleram o desenvolvimento de aplicações e soluções baseadas em análise de dados.
O que é a linguagem R?
O que é R?
1) A linguagem R pode ser usada para processamento de dados e é muito usada nos estudos da computação.
2) Ela é uma das linguagens mais flexíveis e fáceis de se usar, o que ajuda bastante na hora de criar scripts ou programas.
3) Além disso, a linguagem R é muito para aplicações de inteligência artificial, especialmente quando se trata de aprender a aprender mais sobre um determinado problema.
Quais são os benefícios da linguagem R?
A linguagem R está cada vez mais na moda, especialmente entre profissionais que desejam se especializar em algumas áreas do conhecimento.
Você pode estar se perguntando por que a linguagem R é tão popular, ou seja, se é mesmo uma boa opção para aprender.
Como você pode ver, a linguagem R oferece muitos benefícios para quem a quer aprender, independentemente do seu objetivo.
Quais profissionais podem usufruir ao aprender a linguagem R?
A linguagem R é uma das melhores opções para quem busca aprender a programar e usufruir dos seus benefícios no trabalho.
Ela é usada principalmente por profissionais da área de TI, mas também pode ser usada por outros profissionais que necessitem desenvolver habilidades de programação.
Alguns dos profissionais que estão mais utilizando a linguagem R nos últimos anos são os economistas, advogados, jornalistas, engenheiros, designers de websites, e outros profissionais que precisam usar ferramentas de programação para seus trabalhos.
Por que a linguagem R se tornou tão popular?
As razões para a linguagem R se tornar tão popular nos últimos anos são muitas.
Ela é uma das linguagens mais poderosas para aprender, usar e compartilhar informações, sendo criada há mais de cinquenta anos.
Ela é muito flexível, permitindo que você compartilhe o mesmo código entre diversos programas, o que ajuda a simplificar o seu processo de aprendizagem.
Além disso, a linguagem possui um bom funcionamento em ambientes de automação, tornando-a ideal para quem deseja seguir carreiras que exigem análise de dados.
Por isso, a linguagem R é uma das melhores opções para quem quer se tornar um profissional com habilidades significativas na área de dados.
Como a linguagem R se destaca das outras linguagens?
R é uma das linguagens mais populares nos últimos anos, graças à sua capacidade de proporcionar uma grande flexibilidade para seus usuários.
Ela é um bom caminho para quem deseja aprender a programar, pois oferece muita flexibilidade para seus usos, além de possuir uma grande comunidade de usuários.
Além disso, a linguagem R é rica em funções, permitindo que os profissionais aprendam a usar estatísticas, redes de computadores, modelos de decomposição, entre outros.
Por que é uma boa opção para profissionais de diversas áreas?
R é uma das melhores linguagens para aprender a programar e usar no trabalho.
Ela é muito usada por profissionais de diversas áreas, tanto na área de TI quanto em outras áreas.
Por isso, é uma boa opção para quem deseja se tornar um profissional qualificado e conhecedor de muitos assuntos.
Além disso, ela é muito fácil de usar, o que torna ideal para quem quer aprender a programar rapidamente.
Como a linguagem R pode me ajudar no meu trabalho?
A linguagem R é uma das linguagens mais usadas no mundo todo, pois oferece uma grande flexibilidade para programar.
Ela é poderosa para trabalhar em processos de inteligência artificial, analisar dados, criar sistemas de informação, entre outras aplicações.
Além disso, a linguagem R é fácil de aprender e usar, oferecendo assim um grande benefício para os profissionais que estão buscando usá-la no seu dia a dia.
O que é possível fazer com a linguagem R?
A linguagem R pode ser usada para diversos fins no mundo do trabalho.
Alguns exemplos são: produzir gráficos, criar interfaces, criar aplicativos, entre outros.
Para quem não sabe, a linguagem R é uma espécie de linguagem de programação que foi criada por Rob Fenton e Randal Schwartz.
Ela foi amplamente usada nos anos 1990 para programar softwares, mas nos últimos anos ela se tornou bastante popular para uso no mundo real.
Como a linguagem R pode aumentar a produtividade?
A linguagem R pode aumentar a produtividade de várias formas.
Pode facilitar o acesso a ferramentas de analise de dados, tornando o processo de tomada de decisões mais rápido.
Ela também é usada para desenvolver aplicações, facilitando acesso a dados e reduzindo os custos de manutenção.
Além disso, a linguagem R é uma excelente opção para aprender a programar.
Ela é fácil de usar, e possui ferramentas para facilitar a aprendizagem.
Quais são os próximos passos para aprender a linguagem R?
As pessoas que estão interessadas em aprender a linguagem R precisam estar preparadas para um processo que pode levar alguns meses, ou até anos, dependendo do nível de aprendizagem.
Primeiro, é necessário identificar o que você pretende fazer com a linguagem R.
Se você quer usá-la para análise de dados, por exemplo, é importante ter uma boa base na linguagem.
Então, é recomendável começar por estudar a linguagem basicamente para entender como ela funciona e onde estão os seus pontos fortes e fracos.
Por fim, é importante estar sempre atualizado com os avanços da linguagem R.
O que é necessário para começar a programar em R?
Para começar a aprender R, você precisará ter um computador com uma instalação do R e um conhecimento básico da língua inglesa.
Se você é novo em codificação ou programação em geral, recomendo começar com um curso que ensine os fundamentos da programação em R.
Existem muitos cursos disponíveis online e em lojas físicas.
Depois de ter um entendimento básico de programação, você pode começar a aprender R.
R é uma linguagem poderosa usada por muitos profissionais nas áreas de engenharia, finanças, jornalismo e muitos outros campos.
Quais são os principais motivos para aprender a linguagem R?
As principais razões para aprender a linguagem R são:
– Ela é uma das linguagens de programação mais populares;
– Ela possui um vasto conjunto de recursos que podem ser usados para desenvolver aplicações;
– Ela é flexível e possui um bom suporte tanto para o usuário quanto para aplicações;
– É uma linguagem de programação moderna.
Ciência de Dados / Data Science
A ciência dos dados está se tornando mais proeminente à medida que uma série de aplicações estão sendo desenvolvidas.
Os cientistas de dados compreendem estatísticas e métodos computacionais para manipulação de dados a fim de ajudar na coleta, processamento e análise de dados.
R é uma linguagem de programação que ajuda na escrita de métodos de análise estatística, sendo perfeitamente adequada para desenvolver este tipo de aplicação.
Aprendizado de Máquinas / Machine Learning
Para realizar análises preditivas, pode ser utilizada a linguagem R e seus pacotes especializados, que contemplam diversos algoritmos, de regressão a clustering, dentre outros.
A linguagem R possui pacotes que ajudam a coletar, tratar e analisar dados.
A linguagem R possui suporte a diversos algoritmos, e auxilia no processo de encontrar o modelo certo para seu problema.
A linguagem R possui ferramentas de visualização de dados que ajudam na análise exploratória e na interpretação dos resultados do modelo.
Estatística Computacional
R é uma linguagem que é utilizada por estatísticos e pesquisadores.
A linguagem foi criada por estatísticos e para estatísticos, de modo que podemos ver como ela tem sido amplamente utilizada como uma ferramenta essencial entre a comunidade de pesquisa.
Claro que isso mudou um pouco ao longo do tempo e muitos recursos e pacotes foram adicionados, deixando a linguagem “mais leve”, especialmente para iniciantes.
Neste sentido, R não precisa de muito conhecimento de programação para usar, já que a maioria de seus comandos pode ser feita através de uma sintaxe simples.
Dada sua simplicidade, isto também pode permitir que programadores novatos realizem suas análises estatísticas por conta própria, sem ter grande experiência em programação.
Por que aprender a Linguagem R? Quais os principais benefícios?
Com R você pode usar tecnologia de ponta e contribuir para seu desenvolvimento porque é uma linguagem de código aberto.
Isto lhe dará acesso a informações e recursos mais difíceis de obter com outro software, principalmente proprietário.
R é simples de integrar com outras linguagens de programação, como Java, Python e C.
Você também pode usar Latex e Markdown.
Além disso, você pode importar e exportar dados do Microsoft Excel.
Finalmente, com R você pode aumentar suas chances de encontrar um emprego em Data Science.
R dá aquela “turbinada” no seu currículo 🙂
Figura 1: Arquitetura do R (GOUVEIA, 2017)
“Com o R, é possível criar e manter disponíveis, na área de trabalho, vários tipos de objetos. Isso permite grande flexibilidade e rapidez, mas tem um preço: todos os objetos ficam carregados na memória e algumas operações realizam a criação automática de vários objetos, tornando mais complexa a tarefa de se trabalhar com bancos de dados muito grandes” (AQUINO, 2014, pág.3).
A plataforma R inclui, dentre outros componentes e ferramentas, a linguagem de programação, ferramentas de desenvolvimento (vamos abordar aqui o RStudio) e a comunidade de desenvolvedores e usuários, que contribuem com os pacotes que abordaremos ao longo dos capítulos.
A linguagem R permite manusear e armazenar diversos tipos de dados, sejam numéricos ou texto, com suporte a estruturas de controle e sub-rotinas. Também fornece uma vasta biblioteca de funções que englobam desde álgebra de matrizes, expressões regulares, funções estatísticas, exibição de gráficos e muito mais.
Além disso, a plataforma R conta com pacotes, que são extensões da linguagem criadas pela comunidade de desenvolvedores e usuários, que permitem ampliar as possibilidades de desenvolvimento de aplicações, eliminando praticamente qualquer limitação que possa se deparar ao longo do desenvolvimento de software.
Além de numerosos, os pacotes são simples de instalar e usar, e isto pode ser feito diretamente no código da aplicação, como no exemplo a seguir.
Como você pode observar, as duas primeiras linhas fazem a instalação dos pacotes “RCurl” e “XML”, enquanto as duas linhas seguintes indicam que estes pacotes e seus recursos devem ser carregados pois serão usados. A partir daí, as funções URLencode() e htmlToText() podem ser chamadas ao longo do programa. Não se preocupe em entender todo o código ainda. Vamos explicar cada detalhe através de exemplos mais tarde.
Linha de Comando
“O R pode ser iniciado num terminal: basta digitar a letra R e pressionar enter. O R é um programa de linha de comando, ou seja, após abri-lo, precisamos digitar algum texto no console e pressionar a tecla enter para enviar a linha para o seu interpretador. O símbolo > no início da última linha exibida na tela chama-se prompt e indica que o R está pronto para receber comandos” (AQUINO, 2014, pág.4)
Importante notar que esta facilidade de usar o R através da linha de comando (ou através da console do RStudio, como veremos adiante) é uma característica comum em linguagens interpretadas, em que cada linha de código pode ser analisada e executada interativamente.
RStudio
Figura 2: RStudio (GOUVEIA, 2017)
Embora R possa ser executado através da linha de comando, a utilização de uma ferramenta IDE facilita muito o processo de desenvolvimento de software, qualquer que seja a linguagem de programação. E com R não é diferente.
Caso você considere a linha de comando algo indispensável, o RStudio também fornece acesso a uma console onde você pode executar operações e testar seus resultados livremente, embora para ter uma maior produtividade e controle do processo de desenvolvimento, seja importante utilizar os outros recursos da ferramenta.
Alguns dos recursos oferecidos pelo RStudio incluem:
acesso à biblioteca de funções da linguagem R, incluindo o recurso autocompletar, que sugere como completar a linha de código;
interpretador de comandos que permite testar funções e outras operações da linguagem e analisar o resultado;
visualizador de dados, imagens, gráficos para facilitar a exploração de dados através de visualizações que facilitem o entendimento dos dados a serem analisados;
gravação dos dados da sessão em arquivo para salvar o trabalho e retomar depois de onde parou;
identificação e correção de erros e exploração de dados, dentre outros recursos;
criação de “relatórios” que facilitam o desenvolvimento de projetos de análises de dados que tenham reprodutibilidade, facilitando a repetição e verificação dos resultados obtidos da análise.
RStudio é uma IDE bastante usada por programadores da linguagem R, e uma das principais ferramentas da plataforma R, pois fornece um ambiente integrado de desenvolvimento com recursos muito úteis para facilitar a criação de aplicações, como vimos.
O RStudio está disponível para vários sistemas operacionais (Windows, Linux, Mac) e seu processo de instalação é bastante simples. Convém notar que o RStudio não inclui a linguagem R, ou seja, é necessário instalar também a linguagem R antes que possa começar a criar soluções para análise de dados em R.
Observe que ao digitar ou colar comandos longos no console, ocupando mais de uma linha, o R adiciona o símbolo + à primeira coluna da tela para indicar que a linha é a continuação do comando anterior. Por exemplo, ao digitar no console do R:
c(1, 2, 3, 4, 5, 6,
7, 8, 9, 10, 11)
será exibido na tela:
> c(1, 2, 3, 4, 5, 6,
+
7, 8, 9, 10, 11) (AQUINO, 2014).
Obtendo Ajuda
Há várias maneiras de buscar por ajuda em caso de dúvidas dentro da plataforma R. Há a função help.start(), que permite acessar o manual completo, e várias outras formas de buscar informações sobre um recurso da linguagem R e suas ferramentas. No exemplo abaixo vemos como usar a função args(), que ajuda a entender os parâmetros necessários para utilizar uma função da biblioteca:
args(setwd)
# function (dir)
# NULL
args(log)
# function (x, base = exp(1))
# NULL
args(head)
# function (x, …)
# NULL
Há funções que exigem argumentos, outras que possuem argumentos opcionais. Para saber se um argumento é obrigatório ou opcional, é necessário ler a documentação ou executar a função e verificar se o interpretador indica erro na operação. Abaixo, vemos o que ocorre quando tentamos executar a função setwd() sem argumentos:
setwd()
# Error: argumento “dir” ausente, sem padrão
Há funções que possuem valores pré-definidos para os argumentos, para o caso de não serem informados. Por isso, as três operações abaixo produzem exatamente o mesmo resultado:
log(10, base = exp(1))
# [1] 2.303
log(10, base = 2.718282)
# [1] 2.303
log(10)
# [1] 2.303
Há também a função help(), que permite acessar o documento de ajuda de um recurso da linguagem, trazendo todos os detalhes da documentação sobre o recurso. Também é possível utilizar a notação simplificada “?” para obter o mesmo tipo de ajuda:
help(demo)
?quit
Há situações em que sequer lembramos o nome exato do recurso que desejamos utilizar. Nestas situações, a função apropos() é muito útil, pois permite buscar ajuda utilizando um termo qualquer, de forma que a função vai retornar todos os recursos da linguagem relacionados ao termo em questão que puderam ser localizados:
apropos(“csv”)
# [1] “read.csv”
“read.csv2”
“write.csv”
“write.csv2”
Caso nenhuma das alternativas anteriores seja capaz de encontrar a ajuda que necessita, é possível fazer uma busca na Internet:
RSiteSearch(“social network analysis”)
Outro recurso que facilita muito o entendimento e uso da linguagem é a possibilidade de visualizar exemplos:
example(“ls”)
Ter acesso a exemplos de utilização de funções e outros recursos é muito bom. Melhor ainda é ter acesso a um passo a passo com demonstrações da utilização de uma função! E esta opção está disponível através da função demo(). Infelizmente, nem todos os recursos da linguagem R têm a possibilidade de demonstração, mas os que têm podem ser acessados como no exemplo abaixo:
Melhores carteiras pra guardar Bitcoin e Altcoins (Ethereum, ADA, Monero, Litecoin e mais)!
Já falamos sobre Bitcoin aqui no blog antes, e agora achei que seria oportuno falar sobre as melhores carteiras pra guardar Bitcoin e outras criptomoedas.
Além disso, é possível aprender muito sobre tecnologias inovadoras, disrupção e segurança da informação através do estudo das criptomoedas.
E, se você já investiu alguma vez num fundo de renda fixa do banco, Tesouro Direto ou ações, enfim, se tem algum conhecimento sobre finanças, fazer o paralelo dos investimentos tradicionais com o mercado financeiro das criptomoedas é um exercício extremamente interessante para aprendizado e construção de patrimônio.
Junto com as criptomoedas mais recentes, como a Ethereum, além da crescente aceitação da tecnologia blockchain e cobertura do governo, as carteiras para criptomoedas são agora mais necessárias que nunca.
Mas antes de escolher uma carteira para guardar seus Bitcoins e outras Altcoins, é importante saber que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e imprevisível. E mesmo que a cotação do Bitcoin tenha aumentado significativamente nos últimos anos, atingindo até mesmo o valor histórico de US$ 64.863,10 em abril de 2021, houve quedas bruscas de preços também, como a queda de 50% em fevereiro de 2018. Portanto, é importante ter sempre um planejamento financeiro.
Ao escolher uma carteira para guardar suas criptomoedas, é importante levar em conta a segurança e a facilidade de uso. Algumas carteiras são mais seguras, mas podem ser menos fáceis de usar, enquanto outras são mais fáceis de usar, mas podem não ser tão seguras. É importante avaliar esses aspectos e escolher a carteira que melhor se adapte às suas necessidades.
Além disso, é importante mencionar que o uso das criptomoedas vai além do investimento, elas também estão sendo utilizadas como meio de pagamento em diversos estabelecimentos comerciais ao redor do mundo, inclusive no Brasil. E além disso, as criptomoedas também estão sendo cada vez mais utilizadas como forma de pagamento para transações internacionais, devido às vantagens de rapidez e segurança.
Em resumo, as criptomoedas são uma oportunidade interessante para investimentos e também para utilização como meio de pagamento, mas é importante sempre estar preparado e seguro, e a escolha da carteira é um passo importante nessa jornada. Então, escolha a carteira que melhor se adapte as suas necessidade e se divirta explorando esse mundo incrível das criptomoedas!
As dez carteiras listadas aqui são populares, e cada uma vem com uma série de prós e contras que dependem da preferência dos usuários.
Existem inúmeras carteiras de criptomoedas disponíveis no mercado, cada uma com suas próprias características e recursos únicos. Aqui estão algumas carteiras populares e suas principais características:
Essa carteira é fácil de usar e oferece suporte a várias criptomoedas, incluindo Bitcoin, Ethereum, Litecoin e muito mais. Além disso, ela oferece recursos de segurança avançados, como autenticação de vários fatores.
A Coinbase estabeleceu um considerável intercâmbio de criptomoedas, uma carteira Bitcoin e Ethereum e é acompanhada em mais de 30 países.
A Coinbase gerenciou mais de US $ 6 bilhões na transferência de criptomoedas e é líder da indústria para troca de criptomoedas.
No Brasil várias operações são limitadas na plataforma. Não consegui comprar Bitcoins, por exemplo.
MetaMask
Essa carteira é projetada para uso com aplicativos descentralizados (dApps) baseados em Ethereum.
Ele oferece suporte a várias criptomoedas.
MyEtherWallet
Essa carteira é especialmente projetada para armazenar Ethereum e tokens ERC-20. Ela oferece suporte a cartões de hardware, como o Trezor, e é considerada uma das carteiras de código aberto mais seguras disponíveis.
A Exodus é a primeira carteira de software de desktop a ter a exchange ShapeShift incorporada na interface para permitir uma rápida conversão entre várias altcoins e criptomoedas (comprar Ethereum com Bitcoin, por exemplo).
Além de ter a integração ShapeShift, o Exodus é uma carteira multimercado e permite que você armazene suas chaves privadas em uma aplicação com uma interface de usuário personalizável.
Essa carteira é fácil de usar e oferece suporte a várias criptomoedas, incluindo Bitcoin, Ethereum, Litecoin e muito mais. Ele também inclui recursos de análise de portfolio, para que você possa acompanhar seus investimentos.
TREZOR é uma carteira de hardware multi-criptomoeda líder no setor. A TREZOR combina uma configuração fácil com um token pequeno e durável para autenticar e armazenar cryptomoedas.
O token também pode atuar como uma chave de segurança para o novo processo de autenticação U2F.
Esse é um cartão de hardware que permite armazenar suas criptomoedas offline. Ele suporta várias criptomoedas, incluindo Bitcoin, Ethereum e Litecoin, e oferece recursos de segurança avançados, como autenticação de vários fatores.
O Ledger Nano S é uma carteira de hardware multissetorial de criptomoedas que se parece com um pen drive dobrável.
Esse é um cartão de hardware que permite armazenar suas criptomoedas offline. Ele suporta várias criptomoedas, incluindo Bitcoin, Ethereum e Litecoin, e oferece recursos de segurança avançados, como autenticação de vários fatores.
O Ledger Nano S se conecta através de um cabo USB e requer interação com o dispositivo para confirmar as transações. A Nano S também é compatível com autenticação U2F para uso com outros serviços.
Mycelium é uma carteira de criptomoedas multissetorial ativada via sistema Android que foi testada por centenas de milhares de usuários.
A Mycelium está a caminho de se integrar com uma variedade de provedores de serviços terceirizados para trazer aplicativos novos e emergentes para um campo de utilidade que só pode ser alcançado com a funcionalidade nativa e um alto grau de confiança do usuário.
A Mycelium também possui carteiras de hardware e está trabalhando para promover o desenvolvimento de aplicativos descentralizados (DApps).
Electrum é uma carteira de software que foi projetada para oferecer aos usuários a liberdade de gerenciar seus fundos e chaves privadas de forma segura.
A Electrum permite que você armazene suas chaves privadas offline e se integre com algumas carteiras de hardware como TREZOR ou Ledger.
A Electrum utiliza servidores descentralizados para garantir um tempo de inatividade mínimo ou nulo.
Essa carteira é especialmente projetada para armazenar Bitcoin e é considerada uma das carteiras mais seguras disponíveis para essa criptomoeda. Ele oferece recursos de segurança avançados, como autenticação de vários fatores.
Case é uma carteira de hardware de criptomoedas que permite a autenticação biométrica, uma das melhores proteções para as suas criptomoedas.
A carteira Case suporta transações bitcoin através de um dispositivo de autenticação multi-fator e um requisito de 2 de 3 assinaturas para fazer a transação para a cadeia de blocos.
As três assinaturas são sua impressão digital, a assinatura da empresa e uma terceira assinatura que você pode usar no caso de sua carteira se tornar comprometida ou precisar recuperar sua chave.
UberPay foi projetada para aumentar a facilidade de conversão entre várias criptomoedas, altcoins, ouro e prata.
O resultado de uma tecnologia mais fácil de usar é uma maior taxa de adoção entre os usuários. O fácil uso do dia-a-dia é essencial para a adoção generalizada de criptomoedas, e a UberPay está fazendo desse futuro uma realidade.
Mist é uma carteira Ethereum de software que permite comprar Ether com Bitcoin ou (se você mora nos EUA) um cartão de crédito.
A Mist foi adaptada para permitir que os “smart contracts” (regras que definem ações automáticas na cadeia de transações blockchain) sejam feitos diretamente na interface.
A Mist permite que você gere contas e copie seu endereço público para pagamento com um único clique.
Além disso, a Mist usa uma GUI (Graphical User Interface) em vez da linha de comando, por isso é mais fácil de usar.
A Jaxx estabeleceu sua marca, permitindo suporte a várias plataformas com sua carteira de criptomoedas. A Jaxx adicionou suporte de integração para ShapeShift e oferece aos usuários uma carteira de moeda múltipla para a qual possuem as chaves privadas.
A empresa anunciou o “Ice Cube”, que é uma carteira de hardware com uma câmera e um chip celular para transmitir transações que nunca se conectam à internet.
O Ice Cube é resistente à água e ao fogo. O Ice Cube é pequeno e também pode ser armazenado em um cofre ou caixa de segurança.
Essa carteira é compatível com vários dispositivos, incluindo computadores, dispositivos móveis e tablet. Ele oferece suporte a uma variedade de criptomoedas e inclui recursos de segurança avançados, como autenticação de vários fatores.
Conclusão
Se você pretende iniciar no mundo das criptomoedas, uma das coisas mais importantes que você precisa saber é como funciona uma carteira.
A carteira é sua garantia de propriedade da criptomoeda, sendo que, para máxima segurança, é recomendado que use uma carteira local, via software ou hardware, como várias das carteiras listada aqui.
As opções online são bastante convenientes para realizar operações, mas devem ser usadas como passo intermediário das transações, cujo resultado final deve ser transferido para uma carteira local.
Você vai ver mais conteúdos sobre Bitcoin por aqui de agora em diante, e caso tenha dúvidas ou queira saber mais sobre o assunto, deixe seu comentário que ficarei feliz em responder.
O Sérgio Cioban (@cioban), da Virtmasters, iniciou a apresentação mostrando que virtualização é uma “novidade” do século passado, e fornecendo alguns conceitos básicos sobre virtualização com OpenVZ.
Vejamos os pontos mais relevantes:
Conceitos: node (máquina física), hypervisor (o software que implementa a virtualização em si) e domain (roda sobre o hypervisor);
Cada domain é denominado Virtual Environment (VE, VPS, Container);
OpenVZ trabalha com containers de virtualização;
Virtualização assistida por hardware é uma gambiarra, problemática;
Para-virtualização: não virtualiza completamente o hardware, não precisa de suporte do processador, depende de suporte do SO à API;
O KVM implementa VirtIO drivers, um tipo de virtualização híbrida, que otimiza drivers mais usados para melhorar o acesso das VMs ao hardware;
Containers de virtualização: kernel único para todas as VMs, necessita alteração do kernel e ferramentas, não emula todo o hardware, consome menos recursos. Exemplos: freebsd jails, user mode linux, openvz, linux vserver, virtuozzo (pago);
O OpenVZ é mantido pela Parallels, e é uma modificação do kernel linux;
Ferramentas de gerenciamento: vzctl, vz*;
Possui recurso de checkpointing, equivalente a vmotion;
O checkpointing funciona tanto com storage compartilhado quanto com replicação via DRBD, ou ainda GlusterFS;
Limitação: só roda linux, pois compartilha kernel, mas pode rodar debian sob centos, e muitas outras variações, desde que seja possível usar o kernel da máquina física;
User beancounters: permitem definir controles sobre processos, arquivos, utilização de recursos do node e outras características da VM através de limites soft e hard;
Templates para várias distros, que consiste em um tarball com os arquivos da distribuição prontos para uso com o OpenVZ;
Alterações são feitas a quente, não há necessidade de reiniciar para redefinir quantidade de memória, disco, cpus, etc. Um diferencial em relação às outras soluções.
Pelo que pude avaliar, o OpenVZ é uma ótima solução para virtualizar servidores Linux, é muito simples de instalar e configurar, e muito rápido também (boot em menos de 10 segundos em um netbook!).
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