Segredos do Aprendizado – Princípios Cognitivos que vão te ajudar a Aprender mais e melhor!

Segredos do Aprendizado - Princípios Cognitivos que vão te ajudar a Aprender mais e melhor!
Estou há um tempo pra começar a escrever aqui no blog sobre dicas para melhorar o aprendizado, mas agora resolvi priorizar este assunto, que tenho certeza vai interessar muito a você, profissional ou estudante que precisa estudar, aprender e, principalmente, otimizar seu conhecimento para que ele esteja ao seu dispor na hora que mais precisar.
Ficou curioso ? Então confira a seguir a primeira parte de uma série de artigos sobre aprendizado eficiente que vou compartilhar a partir de hoje.
Este primeiro texto trata de uma resenha sobre um livro de Daniel Willingham, um cientista cognitivo educado em Harvard, que escreve sobre como aprender e ensinar melhor.
O título do livro, Por que os alunos não gostam da escola? (Why Don’t Students Like School?) não faz juz ao conteúdo. Nem de longe.
O livro é dividido em princípios da aprendizagem. E para selecioná-los, Daniel considerou um rigoroso conjunto de critérios científicos:

Apoio científico robusto

Cada princípio é baseado em uma grande quantidade de dados, não apenas um ou dois estudos. Se qualquer um desses princípios está errado, algo próximo é o certo.

Não depende de circunstâncias

Estes são os fatos sobre como o cérebro humano aprende, de forma que eles não mudam se você está aprendendo espanhol ou matemática.

Ignorá-lo seria dispendioso

Usar os princípios ou não faz uma grande diferença no resultado. Os princípios não são apenas preocupações teóricas, mas significativos na prática.

Sugere aplicações não-óbvias

O critério final foi que as implicações do princípio devem sugerir novas formas de ensino e aprendizagem.
Vamos enumerar a seguir os dois primeiros princípios discutidos no livro.

1 O conhecimento factual precede a habilidade

Einstein estava errado. O conhecimento é mais importante do que a imaginação, porque o conhecimento é o que nos permite imaginar. Há considerável pesquisa mostrando a importância do conhecimento prévio para a forma como aprendemos. Sem o conhecimento prévio, os tipos de percepções de Einstein são impossíveis.
Cuidadosos estudos mostram que ter mais conhecimento prévio sobre um tema significa que podemos ler mais rápido, entender mais quando fazemos e lembrar mais tempos depois. Isso significa que o conhecimento tem um crescimento exponencial, com o conhecimento passado tornando-se um fator crucial para a velocidade em que mais o conhecimento é adquirido.
Isto significa que você não pode ensinar alguém “como” pensar, sem antes ensinar-lhe uma quantidade considerável de “o que” pensar. Pensar bem exige saber um monte de coisas, e não há maneira de contornar isso.

2 A memória é o resíduo do pensamento.

Você se lembra o que você pensa. Seja qual for o aspecto do que você está aprendendo que sua mente habita, será a parte que é susceptível a ser mantida depois. Se você, inadvertidamente, gastar seu tempo pensando sobre os aspectos errados de seus estudos, você não vai se lembrar muita coisa útil.
O problema com este princípio é que saber disso não é suficiente. Não podemos constantemente auto-monitorar nossa própria cognição, percebendo o que estamos percebendo. Assim, mesmo se você tentar prestar atenção às coisas certas, pode ser fácil se concentrar acidentalmente em detalhes menos importantes que terão precedência na memória.
Esta é uma razão pela qual o destaque (marca texto) é muitas vezes uma tática ruim. Quando você destaca, você não está se concentrando no significado, mas observando as palavras em negrito ou sentenças particularmente enfatizadas. Então você não vai se lembrar de muita coisa.
Táticas como parafrasear com notas esparsas durante a leitura, ou tomar pausas durante uma sessão de leitura para recapitular rapidamente o que você acabou de ler são recomendadas. São tarefas que irão incentivá-lo a gastar mais tempo pensando sobre o significado subjacente, que é quase sempre o que você quer aprender.
Curiosamente, este princípio também tem implicações no aprendizado de línguas. A razão pela qual o método “soa como” para memorizar palavras do vocabulário funciona é porque ele força você a pensar sobre como a palavra soa mais exatamente. Ter que pensar numa imagem relacionada ao som da palavra faz com que você gaste alguns segundos pensando sobre o que a palavra realmente parece.
Por hoje é só. Mas fique atento pois nos próximos dias teremos mais novidades sobre o tema!
E então, o que achou destes princípios ? Concorda com o autor do livro ?

Livros que valem a pena (edição 2013 :)

dailylitVocês já conhecem minha relação com a leitura: viciado em informação, averso a papel. A solução já relatei aqui, mais de uma vez.Me decepcionei com algumas leituras desde a última vez que falei do DailyLit, mas continuo “garimpando” coisas muito legais por lá. Pra dizer a verdade, está cada vez mais difícil dar conta dos feeds RSSalertas do Google e livros por e-mail :)De todo modo, segue a lista das “aquisições” mais recentes:MBA Mondays, de Fred WilsonFred é empreendedor e investiu em empresas como Twitter e Foursquare, e compartilha em 51 “episódios” o que aprendeu sobre negócios.Flipping the Funnel, de Seth GodinSeth é especialista em marketing e traz muitas lições interessantes sobre o funcionamento da “Web 2.0” e do marketing nesse contexto.100 ways to succeed/make money, de Tom PetersTom Peters é um desses gurus de negócios que vive sendo citado nas redes sociais. É muito provável que já tenha visto alguma frase dele citada por aí, tipo “distinct… or extinct”, algo como “se destaque ou seja extinto” (do mercado, claro!).Já é o segundo livro dele que leio, mas confesso que o tom dele é um pouco “auto ajuda” demais pro meu gosto. Ainda assim, traz bastante informação útil.É isso aí! Boa leitura aos maníacos do e-mail 🙂

RSSE-MailIconIconLivros que valem a pena (edição 2013 :) 1

1ª Pesquisa sobre demandas de treinamento em TI na Bahia

Com o intuito de identificar as necessidades (diria carências) de treinamento em TI na Bahia, iniciei no mês de maio uma pesquisa junto aos meus contatos, e também através do grupo TI na Bahia do facebook, o qual recomendo participação para todos os profissionais de TI da região. É um excelente “local” para trocar idéias e obter informações úteis, em especial sobre vagas e treinamentos na área.

Mas voltando à pesquisa, apesar do esforço em alcançar o maior número de pessoas (o grupo TI na Bahia, por exemplo, possui hoje 10.552 participantes), obtive apenas 103 respostas ao longo de um mês. Isso representa cerca de 0,9% da população apenas! De todo modo, confiante que a estatística me favoreça, e que a amostra seja representativa do mercado da Bahia, apresento-lhes eles: os resultados!

Por que fazer esta pesquisa

Não posso simplesmente apresentar o resultado de uma pesquisa que considero bastante importante para o mercado de TI do nosso estado, sem antes contextualizar a a sua realização. Como professor, há bastante tempo tenho interesse em compreender melhor as necessidades de treinamento do mercado em que atuo, pois sempre tive o entendimento de que minha missão enquanto educador é tentar suprir as carências, pelo menos na minha área de conhecimento.

Além disso, à partir da evolução do blog, que tem me rendido bons frutos financeiramente falando, mesmo não sendo este o objetivo principal, me vi pensando também como empreendedor, o que está começando a gerar frutos interessantes também, mas isso será tema de outro post, muito em breve (breve mesmo!).

Portanto, o objetivo desta pesquisa era aliar as carências de um mercado de TI que apresenta tantos problemas quanto oportunidades aos interesses do professor em ajudar a resolver os problemas e do empreendedor em aproveitar oportunidades.

E assim, aqui está o resultado deste trabalho, que espero seja útil para todos os profissionais de TI da Bahia, pois mais do que apresentar resultados, quero apresentar perspectivas de atendimento dos interesses dos profissionais de TI do nosso estado.

Aliás, é fundamental fazer um agradecimento especial aos profissionais que responderam à pesquisa, muitos dos quais forneceram retorno valioso quanto à forma com que a pesquisa foi conduzida, revelando a necessidade de fazer ajustes que já iniciei. Muito obrigado a vocês!

Formato de treinamento – Presencial x À distância (EAD)
1ª Pesquisa sobre demandas de treinamento em TI na Bahia 2

A primeira coisa que me chamou a atenção nos resultados foi o fato de que o mercado aparenta não estar preparado para assimilar treinamentos à distância, pelo menos não de maneira ampla. A preferência clara pelo treinamento presencial evidencia os receios comuns à toda novidade que se apresenta, mas principalmente contraria a percepção que construí a partir de conversas e contatos com alunos e profissionais da área, onde é fácil identificar muitas experiências positivas com treinamentos à distância.

Por isso, vejo este resultado como uma situação que tende a se reverter rapidamente, na medida em que os mitos, dúvidas e receios relativos a treinamentos à distância sejam dissipados, no que depender de mim, com qualidade e resultados efetivos para os interessados.

Temas de maior interesse
1ª Pesquisa sobre demandas de treinamento em TI na Bahia 3
De forma geral, os resultados mostram grande interesse dos profissionais de TI da Bahia por áreas importantes e, algumas, relativamente novas, o que sinaliza a busca por atualização profissional, seja para incrementar o currículo ou buscar oportunidades de crescimento na carreira, o que penso ser positivo.

O tema de maior interesse foi Segurança da Informação, seguido de muito perto por Governança de TI e Virtualização. Vejo que acertei na mosca quando iniciei em 2009, com a colaboração da UNIFACS, treinamentos em Governança e Virtualização. Antecipei uma necessidade que espero estar sendo bem atendida.

Sistemas Operacionais e Computação em Nuvem também se mostram temas promissores, e acredito que a demanda por treinamentos em cloud deva aumentar bastante.

Gerenciamento de Projetos e Linguagens de Programação são áreas para as quais sempre há demanda, mas imaginava um maior interesse em gerenciamento de projetos considerando que a certificação PMP é hoje a que rende maiores dividendos em termos de colocação e remuneração, de acordo com notícias recentes.

Os demais temas apresentam demanda menor em relação aos que destaquei, mas estão longe de representar uma demanda desprezível. Entendo que estes resultados apresentam uma oportunidade única para os fornecedores de serviços de treinamento do mercado se apresentarem e atenderem as necessidades do mercado. Eu pretendo atender! 😛

Carga horária
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Os resultados apontam maior interesse em treinamentos com carga horária mais elevada, mais aprofundados portanto. Ainda assim, há algum espaço para treinamentos mais focados e com carga horária menor. Entendo que treinamentos com carga horária menor são menos cansativos e podem trazer melhores resultados em temas muito específicos, como a exploração detalhada de uma ferramenta de segurança em 8 ou 16 horas. Mas para treinamentos mais genéricos e abrangentes uma carga horária maior é importante.

Custo
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Incluí esta delicada questão com o propósito de verificar quanto os profissionais de TI da Bahia estariam dispostos a desembolsar para obter atualização profissional e oportunidade de evolução na carreira através de capacitações. Confesso que me surpreendi positivamente com o fato de que a faixa até R$ 100 não dominou os resultados 🙂

Mas também entendo (e agradeço aos que apontaram isso) que a segunda faixa não ficou adequada, sendo necessário dividir em intervalos menores para identificar de forma mais precisa os valores entre R$ 101,00 e R$ 1.000,00 que seriam adequados para cada tema e carga horária.

Por fim, é curioso observar que há mais pessoas dispostas a arcar com custos superiores a R$1.000,00 em relação aos “muquiranas” que só pretendem desembolsar até R$100,00.

Perspectivas

Como disse no início, venho reiterar minha missão de não apenas expor os dados, mas fornecer perspectivas de atendimento das necessidades apontadas.

Neste sentido, indico aos interessados em Governança de TI e Virtualização os treinamentos que ministro na UNIFACS. São treinamentos presenciais dos quais alguns dos leitores inclusive já participaram e podem atestar (ou não) a qualidade 🙂

Informo ainda que se encontra em estágio avançado de desenvolvimento um projeto que pode ajudar a ampliar o atendimento das necessidades apontadas, sobre o qual vou falar melhor muito em breve.

Aguardem!

Para concluir, quero reforçar os agradecimentos a todos que participaram da pesquisa e dizer que espero muito sinceramente que as informações sejam úteis aos profissionais e empresas de treinamento da Bahia, e que possamos trabalhar para desenvolver cada vez mais este tão carente mercado cujo potencial acredito ser mal explorado.

E por hoje é só! Até a próxima!
Update: Já começamos a cumprir o prometido nas Perspectivas. Confira!

Como se tornar um profissional de sucesso com a ajuda da web

Como se tornar um profissional de sucesso com a ajuda da web 6

Já falamos aqui várias vezes sobre o quanto a web pode ser útil pra você.
A rigor, falamos sobre isso desde 2008!
A vida na web pode ser muito mais que um status no facebook, uma tuitada ou um vídeo do youtube. 
A web pode fazer diferença na sua vida.
Pra melhor, muito melhor!
Muita gente já percebeu e aproveitou isso.
Se você ainda não fez, ainda dá tempo.
Confira as dicas a seguir e aumente (muito) as chances de se tornar um profissional de sucesso, sem depender de ninguém.
Ninguém além de você, de sua determinação.
Mas chega de filosofia de autoajuda, e vamos ao que interessa.
Afinal, o que a web pode fazer por você?
Como a internet pode te ajudar a se tornar “o cara”?
O profissional que toda empresa quer no seu quadro ? Por incrível que possa parecer, é bem simples.
A palavra chave é garimpar. Ou melhor, era.
Antigamente, para encontrar informação de qualidade na web, era necessário experiência, perspicácia e muito, muito cuidado. A Wikipedia sofre até hoje com informações não confiáveis, e o que dizer dos zilhões de sites criados e mantidos por gente sem o menor compromisso com a informação ?
Por isso, só os “iniciados” na arte de garimpar a web eram capazes de encontrar informações verdadeiramente confiáveis e úteis.

Não mais!
Eis que as pessoas mais preocupadas com a qualidade da informação (IMHO) entraram em ação pra mudar o jogo. Os educadores e gestores das melhores (e mais sérias) universidades do mundo perceberam que o conhecimento não poderia ter fronteiras, e se a web eliminou fronteiras em tantas e tão diversas áreas, por que não incluir a educação nesta lista?
Desde então temos visto uma incrível transformação na quantidade e qualidade de informações disponíveis, de forma estruturada e confiável, através da web.
A Khan Academy e o MIT Open Courseware são dois exemplos que merecem destaque, mas há muito mais. Este tipo de iniciativa está sendo denominada MOOC (Massive Open Online Courseware), e existe até catálogo de cursos disponíveis (mais de um inclusive).
Eu fico tão empolgado quando falo, penso e escrevo sobre isso, que resolvi compartilhar com vocês algumas idéias. O que proponho a seguir é um exercício muito simples: pense na carreira que quer seguir, no que deseja para seu futuro profissional, e identifique, dentre as opções que vou indicar, onde encontrar informações que podem tornar seus desejos em realidade.
Vou começar com o meu exemplo, apenas por ser mais fácil. Tenho lido um pouco sobre Big Data, essa coisa de desenvolver a capacidade de lidar com grandes volumes de dados não estruturados (status em redes sociais, planilhas, textos), e resolvi estudar mais sobre o assunto. Vi então que, para me tornar um cientista de dados (tem gente dizendo que é a profissão do futuro!) precisaria estudar matemática, estatística e computação.
Como já tenho formação em computação, precisaria investir mais nas outras áreas. Já havia iniciado um curso muito legal sobre design, afinal não adianta nada analisar os dados e não saber apresentá-los ou disponibilizá-los através de uma aplicação.
Fui então ao EDX.org, me cadastrei e comecei um curso de introdução a estatística descritiva, o Stat2.1x. Já estou terminando, e recomendo!
Vi também que no VEDUCA tem um curso de Probabilidade e Estatística para Negócios, que acredito tenha a ver com meus objetivos.
Também gostei do curso Web Intelligence and Big Data. Poderia falar mais sobre os cursos que tenho em mente, mas vamos a outros exemplos.
Um parêntesis rápido para destacar que o VEDUCA traz os vídeos legendados, diferentemente do MIT, onde você tem acesso ao texto transcrito da fala do professor, em tempo real, mas em inglês.

Muito tem sido discutido nos últimos anos sobre redes sociais. Quer se especializar na área ? Pode começar com o curso de Análise de Redes Sociais ou Gamificação. Se sua praia for Marketing Digital, há inúmeras opções também.
Muito se fala também sobre sustentabilidade, então que tal começar com um curso de Introdução à Sustentabilidade?
E as engenharias, hein? Muitas reportagens destacando a carência de profissionais na área, assim como em TI. Que tal um curso de Introdução à Engenharia Mecânica?
E pra os fanáticos por cinema, que tal entender mais sobre Processamento de Imagem e Vídeo?
Além das áreas já citadas, há cursos em Arte e Arquitetura, Biologia, Negócios, Energia e Sustentabilidade, além de uma infinidade de opções na área de computação.
Estamos presenciando uma incrível transformação na forma de planejar e executar ações em educação, e cada um de nós pode tirar muito proveito deste novo modelo que se apresenta, muito mais acessível.
Não percamos esta excelente oportunidade!
Quem sai na frente garante um diferencial na carreira.
A sua qualificação só depende de você!
Vamos aos estudos!

Big Data, Data Mining e o futuro da #educação

Big Data, Data Mining e o futuro da #educação 7
Edudemic traz vários artigos muito interessantes sobre o que vou chamar aqui de “Educação 2.0”, embora não ache o termo nada bonito. O que importa é que, dentre outras informações, os artigos trazem as 6 tecnologias que vão revolucionar o ensino. Algumas já estão. São elas:
  • Massive Open Online Courses (MOOC) – pois é, mais uma sigla pra nossa lista. Mas essa vale a pena. Muito! Ela representa as inúmeras iniciativas de educação online que tem sido conduzidas pelas mais renomadas instituições de ensino do mundo, como já falamos aqui há bastante tempo;
  • Tablet computing – o uso de tablets nas escolas e universidades já é realidade, e as possibilidades que isso proporciona já estão sendo observadas na prática;
  • Gamification – aplicar a “lógica” dos jogos no ensino é uma das tendências apontadas como fortes para os próximos anos. Eu achava que aqueles selos dos joguinhos ridículos (IMHO) do facebook não serviam pra nada, mas agora vejo que a idéia de fases e prêmios, mesmo que fáceis, representa objetivos que funcionam como estímulo ao aprendizado;
  • Learning Analytics – a idéia (bem superficialmente falando) aqui é coletar e analisar em “tempo de aula” uma infinidade de dados, históricos e atuais, sobre o desempenho dos alunos, áreas críticas e outras informações que permitam adaptar estratégias e métodos de ensino para melhorar os resultados dos alunos. No Edudemic são listados vários casos interessantes;
  • Impressão 3D – esta tecnologia ainda não está disseminada, mas tem um potencial fantástico para fomentar o interesse dos alunos em áreas como ciências, onde é possível transformar conceitos abstratos em projetos concretos (literalmente);
  • Tecnologias “vestíveis” – eu sei, minha tradução de wearable ficou bizarra, mas enfim, o que interessa é que as tecnologias que serão embutidas em roupas e outros objetos de vestuário no futuro próximo tem um potencial incrível de aplicações no ensino.
Pois é, a tecnologia chegou pra mudar completamente a sala de aula. É hora de (re)pensar a educação!
Agora você tem uma importante decisão a tomar.
Aprender mais sobre Big Data e se diferenciar no mercado, ou simplesmente fechar esta janela e desperdiçar a oportunidade de crescimento profissional. 
A escolha é sua!
Seja sábio!