Category: Educação
Livros que valem a pena (edição 2013 :)
Vocês já conhecem minha relação com a leitura: viciado em informação, averso a papel. A solução já relatei aqui, mais de uma vez.Me decepcionei com algumas leituras desde a última vez que falei do DailyLit, mas continuo “garimpando” coisas muito legais por lá. Pra dizer a verdade, está cada vez mais difícil dar conta dos feeds RSS, alertas do Google e livros por e-mail :)De todo modo, segue a lista das “aquisições” mais recentes:MBA Mondays, de Fred WilsonFred é empreendedor e investiu em empresas como Twitter e Foursquare, e compartilha em 51 “episódios” o que aprendeu sobre negócios.Flipping the Funnel, de Seth GodinSeth é especialista em marketing e traz muitas lições interessantes sobre o funcionamento da “Web 2.0” e do marketing nesse contexto.100 ways to succeed/make money, de Tom PetersTom Peters é um desses gurus de negócios que vive sendo citado nas redes sociais. É muito provável que já tenha visto alguma frase dele citada por aí, tipo “distinct… or extinct”, algo como “se destaque ou seja extinto” (do mercado, claro!).Já é o segundo livro dele que leio, mas confesso que o tom dele é um pouco “auto ajuda” demais pro meu gosto. Ainda assim, traz bastante informação útil.É isso aí! Boa leitura aos maníacos do e-mail 🙂
1ª Pesquisa sobre demandas de treinamento em TI na Bahia
Não posso simplesmente apresentar o resultado de uma pesquisa que considero bastante importante para o mercado de TI do nosso estado, sem antes contextualizar a a sua realização. Como professor, há bastante tempo tenho interesse em compreender melhor as necessidades de treinamento do mercado em que atuo, pois sempre tive o entendimento de que minha missão enquanto educador é tentar suprir as carências, pelo menos na minha área de conhecimento.

A primeira coisa que me chamou a atenção nos resultados foi o fato de que o mercado aparenta não estar preparado para assimilar treinamentos à distância, pelo menos não de maneira ampla. A preferência clara pelo treinamento presencial evidencia os receios comuns à toda novidade que se apresenta, mas principalmente contraria a percepção que construí a partir de conversas e contatos com alunos e profissionais da área, onde é fácil identificar muitas experiências positivas com treinamentos à distância.


Os resultados apontam maior interesse em treinamentos com carga horária mais elevada, mais aprofundados portanto. Ainda assim, há algum espaço para treinamentos mais focados e com carga horária menor. Entendo que treinamentos com carga horária menor são menos cansativos e podem trazer melhores resultados em temas muito específicos, como a exploração detalhada de uma ferramenta de segurança em 8 ou 16 horas. Mas para treinamentos mais genéricos e abrangentes uma carga horária maior é importante.

Incluí esta delicada questão com o propósito de verificar quanto os profissionais de TI da Bahia estariam dispostos a desembolsar para obter atualização profissional e oportunidade de evolução na carreira através de capacitações. Confesso que me surpreendi positivamente com o fato de que a faixa até R$ 100 não dominou os resultados 🙂
Como disse no início, venho reiterar minha missão de não apenas expor os dados, mas fornecer perspectivas de atendimento das necessidades apontadas.
Neste sentido, indico aos interessados em Governança de TI e Virtualização os treinamentos que ministro na UNIFACS. São treinamentos presenciais dos quais alguns dos leitores inclusive já participaram e podem atestar (ou não) a qualidade 🙂
Aguardem!
Como se tornar um profissional de sucesso com a ajuda da web

Big Data, Data Mining e o futuro da #educação

- Massive Open Online Courses (MOOC) – pois é, mais uma sigla pra nossa lista. Mas essa vale a pena. Muito! Ela representa as inúmeras iniciativas de educação online que tem sido conduzidas pelas mais renomadas instituições de ensino do mundo, como já falamos aqui há bastante tempo;
- Tablet computing – o uso de tablets nas escolas e universidades já é realidade, e as possibilidades que isso proporciona já estão sendo observadas na prática;
- Gamification – aplicar a “lógica” dos jogos no ensino é uma das tendências apontadas como fortes para os próximos anos. Eu achava que aqueles selos dos joguinhos ridículos (IMHO) do facebook não serviam pra nada, mas agora vejo que a idéia de fases e prêmios, mesmo que fáceis, representa objetivos que funcionam como estímulo ao aprendizado;
- Learning Analytics – a idéia (bem superficialmente falando) aqui é coletar e analisar em “tempo de aula” uma infinidade de dados, históricos e atuais, sobre o desempenho dos alunos, áreas críticas e outras informações que permitam adaptar estratégias e métodos de ensino para melhorar os resultados dos alunos. No Edudemic são listados vários casos interessantes;
- Impressão 3D – esta tecnologia ainda não está disseminada, mas tem um potencial fantástico para fomentar o interesse dos alunos em áreas como ciências, onde é possível transformar conceitos abstratos em projetos concretos (literalmente);
- Tecnologias “vestíveis” – eu sei, minha tradução de wearable ficou bizarra, mas enfim, o que interessa é que as tecnologias que serão embutidas em roupas e outros objetos de vestuário no futuro próximo tem um potencial incrível de aplicações no ensino.





