Microsoft

O “termo de busca” que mudou minha carreira (e pode mudar a sua também!)

Melhores Práticas para Solução e Prevenção de Problemas
Você chega no trabalho numa segunda-feira “normal”, e antes mesmo que consiga se acomodar, é atropelado por alguém…

O Problema

– Já está sabendo ?
– Sabendo do que ?
– Que está “tudo parado”!
– “Tudo” ?
– Sim, tudo.
Nada como uma descrição vaga de um problema para começar bem o dia, não é mesmo ?

O Diagnóstico

Você investiga e descobre que havia um problema de autenticação com o serviço de diretório, e uma configuração simples (após “longos” minutos pesquisando no site do fabricante) resolve a questão.
Ufa!
Agora posso me acomodar e cuidar do que estava previsto para hoje.
Se a situação acima parece familiar, não é mera coincidência…
Infelizmente, é a realidade de muitos departamentos de TI Brasil (e mundo) afora…
Infelizmente 🙁
Mas onde você quer chegar com isso, Christian ?

Vou te dar uma dica que pode mudar sua forma de pensar a solução de problemas.

Na verdade, esta dica é até mais útil pra prevenir problemas que pra solucioná-los.
Mas que dica é esta, afinal ?

A Solução

A dica pode ser resumida em duas palavrinhas mágicas: “melhores práticas” (ou “best practices”, como prefiro, pelas razões que já cansei de explicar aqui no blog)
Prevenção é sempre melhor que remediação, você certamente sabe disso.
Mas porque é tão difícil colocar isso em prática ?
Por experiência própria, penso que a dificuldade está no fato de que, frequentemente, queremos fazer o “mais rápido” e não “o melhor”.
Isso significa, pegando o exemplo acima, implantar o serviço de diretório com as configurações “padrão”, sem se preocupar com as recomendações de “melhores práticas” do fabricante.
O resultado disso é uma solução implementada de forma rápida, porém arriscada.
Aliás, análise de risco é algo que muitas vezes passa longe da mente quando você está fazendo implementações.
É ou não é ? Seja verdadeiro com sua consciência…
A boa notícia é que a solução para isso existe, e está ao nosso alcance.
Da próxima vez que for implementar qualquer coisa, pesquise sobre as “melhores práticas” relacionadas.
Quase sempre é possível encontrar documentos de melhores práticas para soluções fornecidas pelos mais diversos fabricantes, e abaixo relaciono alguns exemplos:
Melhores Práticas para Windows Server
Melhores Práticas para Linux
Melhores Práticas para VMware vSphere (também em vídeo aulas!)

A Solução (automatizada)

Melhor que uma solução manual, é uma solução automatizada, né não ?
Então…
Alguns fabricantes já fornecem ferramentas para analisar se a implementação está de acordo com as recomendações deles.
Eu recomendo muito que você teste estas ferramentas, e selecionei algumas logo abaixo:
Analisa configurações de performance, segurança, operação e outras, indicando sua conformidade ou não ao que a Microsoft recomenda.
Analisa as configurações do hypervisor ESXi em relação ao guia de segurança da VMware.

Conclusão

Não é incrível como atitudes simples podem trazer ótimos resultados ?
Incorpore o “modo melhores práticas” de pensar à sua rotina de trabalho, e verá como a quantidade de problemas será reduzida no médio e longo prazo.
E não deixe de compartilhar aqui as melhores práticas que te ajudam a fazer melhor o seu trabalho. Fala aí!

O melhor buscador de vídeos que (quase) ninguém usa!

Diga não ao racismo Maria Julia Coutinho - Busca Vídeos Microsoft Bing
 
 
Quando se fala em vídeo na Internet, todo mundo logo pensa em Youtube.
 
É natural, afinal desde que a Google comprou o serviço de vídeos em 2006 por U$ 1,6 bilhões de doletas (ainda não eram Obamas :), a popularidade do serviço, que hoje já está avaliado em cerca de U$ 40 bi (uau!) só aumentou.
 
A Google (aquela do slogan “Do not be evil”) não foi nada boazinha com a concorrência, e logo restringiu sua busca de vídeos ao Youtube, o que só dificultou a identificação de alternativas.
 
Embora esta restrição não tenha impedido o crescimento de outros serviços de vídeos, certamente dificulta o acesso do “grande público” que usa o Google como buscador padrão.
 
Agora peço que você analise a imagem acima.
 
Certamente já deve ter notado que vários resultados são do Youtube.
 
Mas note o primeiro resultado.
 
Surpreendente, não ?
 
Até no site da Globo o Microsoft Bing busca.
 
Mesmo que você não seja fã de novelas (eca!), vai descobrir que há conteúdo interessante não apenas no site da Big G tupiniquim, mas em muitos outros sites web afora, mas que a Big G (de lá) não indexa por “interesse particular”.
 
E aí ? Vai deixar barato ? Por que se privar deste conteúdo ?
 
Por isso, comecemos imediatamente a campanha #BusqueVideosComBing 🙂
 
Por uma videoteca mais extensa e irrestrita.
 
Ah! E falando em restrição, o Bing também permite pesquisar em sites de vídeo adulto, o que é uma “faca de dois legumes”, afinal pode desagradar os mais puritanos. E agradar a outros tantos.
 
E a cereja do bolo é que o site tem “preview” diretamente nos resultados da busca, de forma que você pode assistir trechos do vídeo diretamente na página de resultados, embora sites como Globo e Youtube não permitam este recurso.
 
 

Conclusão

Entendo que algumas decisões da Google são altamente questionáveis, e a restrição das buscas de vídeos certamente é uma delas.
 
É um direito dela restringir, e um direito meu buscar alternativas.
 
Vale a pena prestar mais atenção na concorrência, pois existe (muita) vida na web além do Google, e o Microsoft Bing é apenas um dos exemplos de serviços concorrentes que fazem mais e melhor.
 
Tenho olhado cada vez com mais cuidado para o https://duckduckgo.com também, e pretendo escrever mais sobre ele em breve.
 
E você ? Conhece algum serviço concorrente do Google que vale a pena conferir ? Fala aí!

A curiosa história por trás do nome das grandes empresas de TI do mundo!

A curiosa história por trás do nome das grandes empresas de TI do mundo!
Li há um tempinho sobre a história do nome de algumas das maiores empresas de TI do mundo, e achei as histórias tão legais que resolvi compartilhar com vocês.

Samsung

A palavra Samsung em coreano significa “três estrelas” e foi escolhida para representar as virtudes de ser “grande, numeroso e poderoso” (como estrelas à noite no céu, supostamente).
Os primeiros produtos da Samsung incluíam peixe seco, legumes, macarrão e frutas, embora, obviamente, a empresa tenha diversificado em uma ampla gama de diferentes indústrias.
Hoje é mais conhecida por smartphones e outros produtos eletrônicos de consumo, mas ao longo dos anos a Samsung entrou no ramo aeroespacial, de seguros e indústria financeira, entre outros.
Foi somente em 1987, com a morte do fundador Lee Byung-Chull da Samsung, que o novo CEO (o filho de Byung-Chull, Kun-Hee Lee) apostou em se tornar um dos top 5 fabricantes de eletrônicos.

Nokia

Apesar de ter “saído” do mercado de smartphones recentemente, a Nokia não começou no negócio de eletrônicos.
Em 1865, sua primeira operação foi uma fábrica de celulose no Tammerkoski Rapids na Finlândia. Em 1868, em busca de um melhor fluxo de água, a empresa abriu um outro moinho a poucos quilômetros de distância da cidade de Nokia, nas margens do rio Nokianvirta, que é o que inspirou o nome Nokia em 1871.
Em 1967, assumiu o nome formal Nokia Corporation e era composta por cinco negócios: borracha, cabos, engenharia florestal, eletrônicos e geração de energia. Hoje, após sua venda para a Microsoft, restam três áreas de negócio: Nokia Networks, HERE e Nokia Technologies.

Apple

Steve Jobs uma vez explicou que, quando no início, a empresa teve que preencher “uma declaração de nome de empresa fictícia” para fins oficiais.
As sugestões incluíam nomes como Matrix Electronics, mas a Apple Computer foi finalmente definido, com a condição de que ele se tornaria o nome da empresa, se ninguém mais tivesse alguma sugestão melhor antes do prazo de formalização.
Então, por que Apple? Nas palavras de Jobs: “Parcialmente porque eu gosto muito de maçãs e parcialmente porque a Apple está à frente da Atari na lista telefônica e eu costumava trabalhar na Atari”.
Em 2007, o ‘Computer’ saiu do nome para deixar apenas Apple.

Atari

Já que citamos a empresa, cabe registrar que seu nome vem de um verbo japonês que significa atingir o alvo, o que torna o nome bem adequado ao propósito da empresa, não acha ?

LG

Como muitas outras empresas, a LG Eletrônica não começou a vida com o nome que tem hoje. Em vez disso, em 1958, a Goldstar foi fundada após a Guerra da Coréia, com a missão de construir dispositivos eletrônicos.
Uma “empresa-irmã” da Goldstar se chamava Lak-Hui (pronuncia-se “Lucky”), e, assim, nasceu a ‘Lucky Goldstar’.
Obviamente, o nome LG que conhecemos hoje é uma contração, que também serve ao slogan “Life’s Good”. Em 1995, a Goldstar adotou oficialmente a marca LG e logotipo.
Agora, a empresa se diz apenas LG, sem mencionar o nome antigo ou o slogan.

HTC

A maioria das pessoas vai dizer que a HTC significa High-Tech Computer, o que foi verdade por algum tempo, mas há outra razão por trás do nome.
Em 1997, quando a empresa foi fundada por H.T. Cho (atual chairman) e Cher Wang (atual chairwoman), os dois decidiram usar suas próprias iniciais para formar um nome – e, assim, nasceu a HTC.
Embora se reconheça que a empresa poderia ter o mesmo nome caso se baseasse apenas no nome do H.T. Cho, informalmente, um executivo se referiu a Wang como ‘o C em HTC’ enquanto conversava com o editor do TNW.

Spotify

Originalmente iniciado na Suécia, a palavra Spotify na verdade não significa nada em sueco.
Em vez disso, os fundadores da empresa Daniel Ek e Martin Lorentzon estavam sentados um dia tentando pensar em um nome quando uma das sugestões foi ouvida mal como “Spotify”, que, em seguida, de alguma maneira ‘pegou’.
Quando a dupla percebeu que não havia resultados do Google para a palavra e que os domínios estavam disponíveis para registrar, agiram rápido, e o resto é história.
Como a empresa cresceu e ganhou popularidade, uma “pós construção” foi providenciada para dar uma melhor história de como chegaram ao nome Spotify. “Estávamos um pouco envergonhados de admitir que o nome surgiu por acaso, então resolvemos dizer que Spotify decorre de SPOT e IDENTIFY”, escreveu Ek.

Sony

As raízes da Sony são outra história interessante que mistura latim e, surpreententemente, uma gíria do inglês. Mais especificamente, é uma junção de ‘Sonus’, ou seja, som em latim, e ‘Sonny’, ou seja, um jovem bem sucedido.
No entanto, este não era o nome original. A empresa foi fundada em 1946 sob o nome de Tokyo Tsushin Kogyo KK (Tokyo Telecommunications Engineering Corporation), ou simplesmente Totsuko. Nesta época, sua missão era simplesmente pesquisar.
Em 1947 ele lançou seu primeiro produto, o “Power Megaphone” e em 1950 lançou seu primeiro gravador de fita – o “Type G ‘. Presumivelmente, houve pelo menos seis tentativas fracassadas antes disso. (o G, na verdade, seria um apelido para “governo” – um resultado do uso do gravador em tribunais e outras funções oficiais).
A mudança de nome veio na década de 1950, quando a empresa passou a ter ambições globais, e a marca TTK pertencia a outra empresa. Ao combinar Sonus e Sonny para chegar a Sony, a empresa tinha um nome apropriado, sem uma marca existente.
Apesar da decisão tomada para usar o logotipo da Sony em produtos desde 1955, isso não ocorreu até 1958, quando a empresa se tornou Sony Corporation.

Nintendo

O caso da Nintendo é mais complicado, por isso talvez nunca saibamos o verdadeiro significado.
Ainda assim, é amplamente citado e aceito que a Nintendo vem da tradução literal do significado japonês para “deixe a sorte ao destino”.
Mas, em The History of Nintendo (1889-1980) – From Playing Cards to Game & Watch, de Florent Gorges, sugere-se que essa interpretação pode estar incorreta. Em vez disso, o nome pode estar relacionado com as raízes da empresa como um fabricante de jogo de cartas “Hanafuda” no final do século 19 – 1889, para ser exato. Hanafuda se traduz literalmente como “cartões de flores”.
De acordo com o livro, a empresa estava pesquisando para introduzir uma nova linha de cartões mais baratos e escolheu o nome “Tengu” (folclore japonês mitológico muitas vezes representado com um grande nariz). A palavra para “nariz” (hana) é a mesma para “flor” (hana) quando transliterada para o inglês.
Confuso, hein ? Enfim…
A História da Nintendo, portanto, diz que a Nintendo poderia, assim, significar “o templo de hanafuda livre”, com os visitantes de Osaka e Kyoto esfregando os narizes para sinalizar o interesse por jogos de azar.
Em um resumo interessante da questão, Kotaku disse que mesmo Hiroshi Yamauchi, o bisneto do fundador da empresa, não sabe a verdade por trás do nome, mas que a idéia de ‘deixar a fortuna nas mãos do destino’ seria uma “explicação plausível”.
Em 1933, foi formalmente estabelecida como Yamauchi Nintendo & Co. e em 1951 tornou-se Nintendo Playing Card Co., antes de finalmente se decidir por Nintendo Co., Ltd. em 1963 – o mesmo ano em que começou a fazer jogos além de cartas de baralho.

Amazon

A Amazon quase se chamou Cadabra, como em ‘abracadabra’… como na exclamação do ilusionista. Jeff Bezos queria que seu site de venda de livros no varejo fosse tão rápido e fácil que parecesse mágica.
De fato, em 1994, este é exatamente o nome Jeff Bezos incorpora à empresa, mas o site entrou em operação em 1995, com o nome de Amazon, tirado do rio Amazonas por ser o maior. Claramente, Bezos tinha grandes ambições desde o início.
A razão para a mudança de nome surgiu a partir de um medo muito legítimo que as pessoas pudessem ouvir mal cadabra.com como cadaver.com, de acordo com o livro Jeff Bezos: The Founder of Amazon.com, de Ann Byers.
Curiosamente, outro livro sugere que Relentless.com também foi outra sugestão apresentada, mas que pareceu um pouco suspeito. Uma pesquisa rápida revela o domínio ainda está associado a Amazon e ainda redireciona para a página inicial da Amazon.

Google

Esta história é bem conhecida: a Google tomou o nome de um erro de ortografia ao escrever Googol, a palavra que representa 10^100, ou 1 seguido de 100 zeros. Por que isso? Simplesmente porque os fundadores Sergey Brin e Larry Page queriam transmitir a enorme quantidade de dados que pretendiam disponibilizar.
A empresa registrou o domínio do Google em setembro de 1997 e incorporou à empresa um ano depois, em Setembro de 1998.
Em 2004, o espólio de Edward Kasner, o matemático que popularizou a palavra Googol em 1940, no livro Mathematics and Imagination, considerou processar o Google por causa do nome, mas não foi adiante.

Microsoft

Em 1975, a empresa era apenas um brilho nos olhos de Bill Gates e Paul Allen.
A Microsoft foi criada oficialmente em abril de 1975, com o nome que vem de uma combinação de “microprocessador” e “software” – o que é justo, uma vez que eles estavam criando software para o Altair 8800 da Micro Instrumentation and Telemetry Systems (MITS).
Em 1977, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional no Japão sob o nome de ASCII Microsoft. A empresa posteriormente se tornou Microsoft Inc.
Curiosidade: Allen e Gates fundaram um negócio juntos antes da Microsoft chamado Traf-O-Data, que analisava dados de tráfego para criar relatórios para engenheiros. Mesmo não sendo sucesso, foi instrutivo para o empreendimento seguinte deles.

Facebook

É difícil imaginar que muitas pessoas não sabem como o Facebook ganhou seu nome, dado o nível de exposição da empresa e, claro, o filme.
Em poucas palavras, é simplesmente o nome do diretório de estudantes que algumas faculdades nos EUA dão aos calouros para que eles possam conhecer um pouco sobre as pessoas ao seu redor. O serviço esteve em thefacebook.com por cerca de um ano após o lançamento, em 2004, até que a empresa registrou Facebook.com em 2005.

Mozilla

Em 1994, quando uma equipe da Netscape se reuniu para pensar em nomes para um novo navegador para assumir o lugar do Mosaic, o que eles estavam procurando era algo que iria esmagar a concorrência. E pensaram em Godzilla.
A combinação de Mosaic com o filme de monstro levou ao nome atual Mozilla.

Wikipedia

A empresa começou como Nupedia, uma enciclopédia on-line gratuita que foi um subproduto da empresa de Jimmy Wales, Bomis.
No entanto, devido a uma produção heroicamente lenta de conteúdo (12 artigos no primeiro ano), a equipe buscou inspiração sobre a forma de acelerar o processo. E chegou-se à idéia de usar o WikiWikiWeb de Ward Cunningham (um dos primeiros sites editáveis pelo usuário) para despertar interesse em Nupedia, permitindo que as pessoas editassem e contribuíssem com conteúdo.
O WikiWikiWeb ainda está vivo hoje.
Wales oficializou o nome em 10 de janeiro de 2001. Mas isso não explica totalmente o nome.
A palavra Wiki apareceu na empresa como resultado do WikiWikiWeb de Cunningham, mas ele chegou a esse nome após o desembarque no aeroporto de Honolulu, quando disseram para tomar o Wiki Wiki Shuttle. Wiki é uma palavra havaiana para rápido ou ligeiro.

Asus

Este é mais simples. A Asustek, mais comumente conhecida como Asus, foi fundada por quatro ex-funcionários da Acer em 1989, que derivam do nome do cavalo alado grego mitológico Pegasus.
Por quê? Essa é uma pergunta justa.
De acordo com a própria explicação da empresa o nome “encarna a força, pureza e espírito aventureiro desta criatura fantástica, e sobe a novas alturas com cada novo produto que cria.”
Ok.

Lenovo

Quando os fundadores da Lenovo se reuniram em 1984 para chegar a um nome, deixaram a reunião de comum acordo que a empresa devia se chamar “Chinese Academy of Sciences Computer Technology Research Institute New Technology Development Company“, de acordo   com   o livro The Lenovo Affair, de Zhijun Ling.
Depois, o grupo estabeleceu o nome Legend, que permaneceu por quase duas décadas, até que em 2003, criou sua própria linha de computadores da marca em um negócio separado chamado Lenovo.
A palavra é uma junção de Le e Novo (do nosso latim mesmo).

Skype

Fundado em 2003, o Skype é outra empresa cujo nome se deve à indisponibilidade do nome inicialmente pretendido.
Skype é uma combinação de sky e peer-to-peer, encurtado inicialmente para Skyper, e depois, quando já estava em uso, para Skype, de acordo com o ex-empregado Andreas Sjölund.

Twitter

Este é outro bastante conhecido. Twitter originalmente começou como twttr, inspirado pelo Flickr, embora um usuário desde a versão alfa, @crystal, aparentemente tenha sugerido “FriendStalker”, de acordo com Dom Sagolla, um colega da Odeo, onde Jack Dorsey e Ev Williams também trabalharam.
Mas por que twttr?
“Nós fizemos um monte de name-storming, e surgiu o nome ‘twitch‘, porque o telefone meio que vibra quando se move. Mas não é um bom nome de produto porque não traz a imagem correta. Então, olhamos no dicionário palavras em torno desta, e nos deparamos com a palavra ‘twitter‘, e foi simplesmente perfeito. A definição era “uma pequena explosão de informações inconsequentes”, e “ruídos de pássaros”. E isso é exatamente o que o produto foi”. Dorsey disse ao LA Times em 2009.

Yahoo!

Fundada em 1994 como “Guia de Jerry e David para a Rede Mundial De Computadores” por Jerry Yang e David Filo, o Yahoo eventualmente teve o seu nome em janeiro de 1995, quando o domínio foi comprado e a empresa foi constituída.
Mas ao invés de ser baseada no verdadeiro significado da palavra “yahoo” (uma pessoa rude, barulhenta ou violenta), o Yahoo! é um acrônimo para Yet Another Hierarchical Officious Oracle, embora os fundadores aparentemente gostem da definição geral de yahoo também.

VMware

Eu tentei… não queria deixar de fora uma das empresas mais citadas aqui no blog, mas infelizmente não consegui descobrir a origem do nome da VMware, embora tenha encontrado alguns artigos sugerindo que produtos da empresa tenham nomes indicados por consultorias em marketing.
Enfim…

Conclusão

Acredito que por trás de cada nome de empresa há uma história interessante, que envolve quase sempre persistência, uma boa idéia e um propósito.
Por isso penso que, mais que divertir, estas histórias devem estimular uma mentalidade empreendedora, pois é disso que nosso país precisa cada vez mais.
Que sejamos capazes de lutar e persistir pra transformar nossos sonhos em realidade!
Você concorda comigo ? Ou não ? Fala aí!

Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive

Já comparamos aqui os principais serviços de armazenamento de dados para uso pessoal, e agora trazemos uma dica pra usá-los de forma inteligente, visando ampliar a segurança dos seus dados.

A idéia é a seguinte: que tal fazer o backup automágico dos seus dados utilizando não apenas um, mas vários serviços na nuvem ? Legal, né ? Pois é. Pra ter o backup do backup dos seus dados na nuvem, basta seguir o roteiro a seguir.

Antes de começar, é importante destacar que o cenário considerado é o seguite: conta no Google Drive com 5 GB de espaço, Skydrive com 25 GB de espaço e Dropbox com 50GB de espaço. Se o seu cenário for diferente, adapte. Se tiver dúvidas, pergunte nos comentários.

Vamos lá. O objetivo é fazer backup dos dados mais importantes em múltiplos lugares, e para isso é necessário seguir os seguintes passos:
  1. Instale o Dropbox e o Skydrive;
  2. Instale o Google Drive. É importante instalar depois dos outros, pois é o único que permite escolher a pasta, e aqui está o primeiro “pulo do gato”: instalar o GDrive dentro da pasta do Skydrive ou Dropbox, como for melhor para o seu cenário. Instalei dentro do Skydrive. Com isso, toda vez que atualizar ou enviar um arquivo para o GDrive, ele irá também para o Skydrive. Veja como ficou no meu caso:
  3. Crie um script para sincronizar as pastas dos aplicativos de armazenamento. O script é necessário porque Skydrive e Dropbox não permitem escolher a pasta onde devem ser instalados, como o GDrive. Com isso, é necessário duplicar os dados, copiando os arquivos de uma pasta para outra. No meu caso, para copiar os arquivos da pasta do Skydrive (que inclui o GDrive) para a pasta do Dropbox, um arquivo bat bem simples resolveu. Veja o conteúdo do arquivo bat abaixo:
xcopy c:Users…SkyDrive* c:Users…DropboxSkydrive /C /D /S /H /Y
Não vou detalhar as opções do xcopy, se tiver dúvidas digite xcopy /? no prompt. É auto-explicativo.
O importante é entender que será necessário duplicar os dados, copiando da pasta do skydrive para a pasta do dropbox.
Conclusão

Com estas medidas simples, passei a ter 4 (sim, quatro!) cópias dos meus dados mais importantes. Uma local e outra em cada um dos três serviços citados. Isto sem contar a cópia no HD externo. Pra quê tanto ? Se você não adivinhou, já perdi muitos dados por falta de backup.

Ao fazer upload ou criar qualquer documento no Google Docs, por exemplo, este conteúdo é automaticamente baixado no computador pelo aplicativo do Google Drive, que vai salvar este arquivo localmente.

Como a pasta do Google Drive está dentro da pasta do Skydrive, este vai fazer o upload do arquivo para a nuvem da Microsoft.

E, para completar, periodicamente executo (manualmente) o script indicado, que copia os arquivos novos para a pasta do Dropbox, o que faz com que o aplicativo correspondente faça o upload dos dados para a nuvem.

Informações importantes

Tudo lindo, maravilhoso, mas é importante observar alguns detalhes e limitações desta abordagem.
A cópia dos dados do Skydrive pro Dropbox não é automática. Mas isto se resolve facilmente com um agendamento no Windows. Não fiz ainda por preguiça mesmo 🙂

Como é necessária esta cópia, acabo duplicando os dados do Skydrive na pasta do Dropbox. A depender do seu cenário, pode ser necessário até triplicar os dados.

Os dados com múltiplas cópias estão limitados pelo serviço de menor capacidade. Ou seja, somente 5 GB de dados estão “cobertos” pelas quatro cópias, por conta do limite do GDrive. Mas é possível, por exemplo, copiar todos os dados do Skydrive (25 GB) para o Dropbox (50GB), e eu faço isso, acrescentando uma “cobertura” de 3 cópias para até 25 GB de dados. E posso ter até 50 GB de dados com duas cópias, uma local e outra no Dropbox.

Neste cenário, somente os arquivos no GDrive terão backup automágico. E os arquivos que criar nos outros serviços ? No caso do Skydrive, será feita cópia manual para o Dropbox. No caso do Dropbox, não há cópia automática.

Caso não utilize mais que 5 GB em nenhum dos serviços, você pode adaptar o script para fazer a cópia nos dois sentidos, e assim manter os dados sincronizados em todos os serviços.

Quer ter mais dicas essenciais pra administrar melhor seu backup? Clique AQUI.

SAIBA MAIS…
O erro #1 que sysadmins cometem ao fazer backup de seus servidores virtuais
Unitrends Free – 1 TB de backup gratuito pra suas máquinas virtuais VMware e Hyper-V
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4 ferramentas gratuitas para backup de VMware (inclusive ESXi gratuito) e Microsoft Hyper-V
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Alternativas de #backup para ambientes virtualizados
Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive
#Backup gratuito do seu ambiente virtual com o #Veeam Backup Free Edition
#FISL 13: Tape’s not dead
O problema da deduplicação
Veeam oferece soluções para ambiente VMWare ESX
FISL 9: Backup prático, porque precisamos evoluir!
Back In Time simplifica backup do Linux
Faça backup dos seus dados na nuvem
Sincronize suas pastas e computadores com simplicidade
Restore: backup multiplataforma com software livre
Backup online
Wuala une backup online e rede social
Veeam SureBackup faz verificação automática de backups no #VMware
Backup simplificado de GPOs

Obrigado, Microsoft! O hypervisor não importa mais.


Viva à concorrência! Graças à Microsoft com seu hyperv e a estratégia sempre agressiva no mercado, a VMware foi obrigada a:
  1. Disponibilizar uma versão gratuita do seu hypervisor, que acabou se mostrando melhor, e atualmente é a única opção;
  2. Rever sua estratégia de licenciamento;
  3. Correr pra dar um novo salto tecnológico, sobre o qual falaremos mais detalhadamente em outro texto;
O fato de que a computação em nuvem foi construída sobre uma plataforma livre também contribuiu para este novo cenário, onde o hypervisor não importa, na medida em que as alternativas (ESXi, HyperV, XenServer, KVM, OpenVZ, etc) oferecem recursos equivalentes, com diferenças que já não fazem diferença na prática.

Só pra reforçar a idéia que defendo aqui, parte dos criadores do KVM já está envolvida num projeto denominado Ravello, que é basicamente um “hypervisor de hypervisors” pensado para ambientes de computação em nuvem, e sobre o qual pretendo falar mais em breve.

Em suma, quando pensar a virtualização do ambiente de TI da empresa, não se prenda aos detalhes do hypervisor. Pense além, e busque uma solução que ofereça não apenas uma base confiável para executar as máquinas virtuais, mas ferramentas de gestão, segurança e automação que possam trazer ainda mais benefícios que a simples consolidação de cargas de trabalho.

Quer saber quais as certificações mais desejadas do mercado?
Há algumas que você deve estar atento, além dcertificação VMware, como a certificação ITIL, em Segurança da Informação e Big Data.

SQL Server 2012 x 2005 – alguns testes empíricos

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Tecnologia que Interessa!


Em função de novas atribuições assumidas em 2012, passei a me interessar mais profundamente (ui!) pelo SQL Server, e vocês devem ter percebido que passei a postar algumas coisas sobre o assunto. Como parte do processo de planejamento para migrar para a mais recente versão do SGBD de Redmond, resolvi conduzir alguns testes empíricos, e pretendo realizar também testes mais cientìficos, usando o HammerDB, que me pareceu uma ótima ferramenta para testes de desempenho em bancos de dados livres e não livres. Posteriormente devo publicar os novos resultados.

Considerando meus parcos conhecimentos em bancos de dados, resolvi fazer alguns testes de desempenho por conta própria, e por isso este texto (como diria Lulu Santos) não tem a “menor pretensão de convencer”, mas sim de validar se os resultados obtidos são legítimos. Aliás, ficarei extremamente grato se, diante de alguma barbeirada cometida nos testes, os queridos leitores mais experientes fizerem a gentileza de apontá-la e sugerir correções nos procedimentos de teste. Mas deixemos de blá blá blá e vamos ao que interessa, que são os testes, e seus resultados, que aliás foram o principal motivador deste texto. Já adianto que, se meu empirismo estiver em dia, o recado é claro: você tem muito a ganhar atualizando para o SQL Server 2012.

Para a realização dos testes, foram utilizados dois servidores com configurações idênticas (ou o mais próximo disso que conseguimos):
  • 4 processadores, 12 GB de RAM e cerca de 500 GB de disco;
  • Os dois servidores são máquinas virtuais executando sob hosts distintos, mas idênticos em termos de configurações de hardware;
  • Além disso, tivemos o cuidado (tanto eu quanto os colegas que colaboraram na montagem do ambiente) de verificar que a alocação dos discos das máquinas virtuais no storage tivesse características de desempenho bem próximas.
Foram definidas 3 medidas para os testes:
1 – Tempo da consulta no SQL Server 2005;
2 – Tempo da consulta no SQL Server 2012 – base em modo de compatibilidade SQL 2005;
3 – Tempo da consulta no SQL Server 2012 – base em modo de compatibilidade SQL 2012;

Um colega sugeriu reiniciar os servidores e recriar os índices das tabelas, afim de deixar o banco de dados em situação minimamente otimizada para a realização dos testes. Assim, o procedimento foi realizado para cada tabela utilizada nos testes. Tentei realizar testes diversificados, afim de avaliar a diferença de desempenho em situações bem distintas, mas sempre considerando um volume significativo de dados, pois acreditava que para volumes pequenos a diferença seria reduzida.



Primeiro teste: SELECT * em tabela com 5,4 milhões de registros

1 – SQL Server 2005 – 7min59s

2 – SQL Server 2012 (2005) – 4min22s (~ 83% mais rápido)

3 – SQL Server 2012 (2012) – 4min24s (~ 83% mais rápido)


Segundo teste: SELECT com JOIN em duas tabelas com 5,4 e 1,18 milhões de registros 

1 – SQL Server 2005 – 14min13s

2 – SQL Server 2012 (2005) – 6min16s (~ 127% mais rápido)

3 – SQL Server 2012 (2012) – 5min54s (~ 141% mais rápido)


Terceiro teste: SELECT * em tabela com 22,6 milhões de registros

1 – SQL Server 2005 – 16min41s

2 – SQL Server 2012 (2005) – 6min13s (~ 169% mais rápido)

3 – SQL Server 2012 (2012) – 5min49s (~ 187% mais rápido)


Quarto teste: SELECT com JOIN e ORDER BY em duas tabelas com 22,6 e 13,48 milhões de registros

1 – SQL Server 2005 – 20min03s

2 – SQL Server 2012 (2005) – 16min29s (~ 21,6% mais rápido)

3 – SQL Server 2012 (2012) – 15min04s (~ 33% mais rápido)


Quinto teste: SELECT * em tabela com 188 milhões de registros

1 – SQL Server 2005 – 20min50s

2 – SQL Server 2012 (2005) – 13min42s (~ 52,6% mais rápido)

3 – SQL Server 2012 (2012) – 8min28s (~ 145% mais rápido)



Observações

Em alguns testes foi necessário o uso da cláusula TOP, variando entre 2 e 20 milhões de registros obtidos, afim de viabilizar a conclusão dos testes. Alguns testes mais complexos foram tentados mas o servidor com SQL Server 2005 não aguentou, talvez por limitação do ambiente (tempdb, etc).

Cabe lembrar que não foram feitas quaisquer otimizações no SQL Server 2012, como criação de índice ColumnStore e outras possibilidades de melhoria de desempenho específicas desta versão, o que sugere que o ganho pode ser ainda maior. Não foi aplicado sequer o Service Pack 1, já disponível.

Podem haver ainda outros fatores a considerar de modo a garantir que a comparação seja válida, mas, em princípio, as diferenças de desempenho observadas se referem a melhorias no SQL Server mesmo.

Fiquei com a impressão de que às vezes, no SQL Server 2012, executar a mesma consulta sucessivamente tem resultado cada vez melhor. Em tese, uma melhor utilização de memória poderia explicar isso, mas não tenho informações para afirmar.



Conclusão

A tabela abaixo relaciona os ganhos em cada teste, bem como a média de ganho no desempenho para todos os testes.
Teste 1 2 3 4 5 Média
Ganho (2012/2005) 83% 127% 169% 21,6% 52,6%  90,64%
Ganho (2012/2012) 83% 141% 187% 33% 145%  117,8%

Com base nestes dados podemos afirmar que há ganho bastante significativo de desempenho no SQL Server 2012.

Cabe lembrar, entretanto, que estes testes refletem a realidade de um ambiente específico, e portanto não podem nem devem ser utilizados como referência geral de desempenho. De todo modo, ficamos bem animados com os resultados.

Resta agora fazer os testes com o HammerDB para confirmar as conclusões.

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10 coisas que você precisa saber sobre #VMware #vSphere e #Microsoft #HyperV

Já fizemos comparações de hypervisors aqui antes, mas agora é diferente. A evolução da solução da Microsoft, pelo que tenho lido, não deixa dúvidas que a gigante de Redmond chegou pra valer no mercado de virtualização, e o comando do mercado não reside mais em Palo Alto. Note que usei o termo virtualização, não nuvem. Nuvem é uma outra história, e acho que nesta área a VMware ainda está bem à frente. Mas voltemos.
O fato é que li recentemente o melhor artigo técnico comparando as duas soluções (na verdade, respondendo de forma razoavelmente sensata a um artigo da VMware entitulado “Get the Facts”, com alegações questionáveis), e não poderia deixar de compartilhar aqui, dada sua relevância e considerando o cenário atual do mercado de virtualização.
O artigo traz cinco alegações da VMware, e respostas para cada uma, positiva ou negativamente, considerando os recursos oferecidos pela nova linha de soluções “2012” da Microsoft, cuja política de preço é bastante agressiva. “Chegar tarde mas chegar forte” deve ser o lema deles. Analisemos os pontos.

1 – A VMware é líder de mercado

Isso é fato! Mas a Microsoft é a Microsoft, e isso significa que não pode ser ignorada enquanto concorrente, inclusive porque, embora o Windows não represente, do ponto de vista do usuário final, uma arma tão amedrontadora quanto antes (20% de market share real), no mercado de servidores não é bem assim (48% de market share), e oferecer o hypervisor integrado ao sistema operacional pode sim fazer muita diferença.


2 – A VMware oferece o menor footprint
O insignificante footprint do ESXi, que ocupa algumas centenas de megabytes, enquanto o Windows Server ocupa por volta dos 10 GB, pode fazer diferença no tempo para manutenção em razão de atualizações de segurança. E pode aumentar os riscos, afinal quanto mais código, mais falhas.


3 – 80% das VMs são da VMware
Se esta informação serve pra alguma coisa além de demonstrar a liderança, é para indicar que a solução deve ser confiável, afinal ninguém é líder por acaso. Mas isso não significa que outras soluções sejam ruins.


4 – O vMotion é 5 vezes mais rápido que o Live Migration
Numa situação em que seja necessário desativar rapidamente um servidor, isto pode fazer muita diferença. Imagine que houve um problema de energia e o no-break entrou em ação, portanto você precisa manter somente as máquinas virtuais críticas funcionando numa quantidade mínima de hosts. Quanto mais tempo levar pra migrar, menos autonomia você terá para manter o ambiente funcionando até a energia voltar, ou mesmo para desligar tudo, num caso extremo.


5 – O VMware HA funciona mesmo que mais da metade dos hosts do cluster falhe
O HyperV tem recurso semelhante, e suporta o dobro de VMs por host (1024!) e o dobro de hosts por cluster (64!), o que permite ampliar o grau de alta disponibilidade do ambiente.


6 – O HyperV tem limitações nas áreas de segurança, gestão de armazenamento e continuidade
Fato! A solução da Microsof não tem equivalentes ao VMware vShield, Storage DRS/Profiles e Site Recovery Manager, pra citar somente alguns módulos.


7 – O HyperV oferece menor custo de propriedade por ter mais escalabilidade
Como já vimos no item relativo ao HA, a solução da Microsoft é mais escalável atualmente. Corre atrás VMware, corre!


8 – A VMware já provou sua capacidade de suportar aplicações críticas
Fato! Não tenho informações para afirmar se a Microsoft provou que pode suportar aplicações realmente críticas (VMs com 32 vcpus e 1 TB de RAM, por exemplo!), mas apostaria que não, por uma questão de maturidade. Portanto, se o negócio é realmente crítico, é provável que a VMware ainda seja a melhor escolha.


9 – O System Center não gerencia bem o vSphere
Não sei se isto é verdade, mas digo sem medo de errar que será algo cada vez mais importante daqui por diante, pois a tendência é que o hypervisor se torne “invisível”, e para isso é necessário que os módulos de gerenciamento das soluções de virtualização e nuvem sejam agnósticos em relação a este componente. Portanto, é um item a ser observado com bastante atenção daqui pra frente.
Outro ponto a ser considerado é que, em caso de migração para outra solução, a possibilidade de gerenciar o ambiente “misto” utilizando uma única ferramenta é um ponto importante a ser considerado.
Cabe notar ainda que o System Center requer o vCenter para gerenciar hosts VMware, o que tem impacto nos custos de licenciamento. Por outro lado, o vCenter solenemente ignora a existência do HyperV, e a VMware se limita a oferecer meios para migrar VMs do HyperV para o vSphere.


10 – A VMware entrega soluções “application-aware
A capacidade de entender o que está “dentro” da VM pode fazer muita diferença em aspectos como backup, segurança, desempenho e disponibilidade. A questão é: será que a Microsoft não oferece recurso semelhante ? De acordo com o artigo, sim.


Afinal, qual a melhor solução ?

Eu tendo a continuar apostando na VMware, pelo fato de que ela já deu o passo adiante que a Microsoft ainda está tentanto, e talvez consiga quando integrar o Azure e o HyperV. Se no que se refere à virtualização, a Microsoft já alcançou a VMware em muitos aspectos e até superou em outros, quando se trata de nuvem, ainda há muito o que fazer.

A VMware já oferece soluções para automatizar tarefas de provisionamento, gestão do ciclo de vida de VMs e portal de Self Service.

Mas nem todo mundo precisa deste tipo de solução, até porque, especialmente em pequenas e médias empresas, a opção no futuro deve ser por contratar uma nuvem pública que ofereça estes recursos, ao invés de investir em uma nuvem privada.

Em resumo, se você vê possibilidade de implementar uma nuvem privada no curto prazo, a VMware é provavelmente a melhor opção. Caso contrário, e especialmente se estiver iniciando a virtualização do ambiente, o HyperV pode ser uma excelente opção, até pela política de preços agressiva da Microsoft.

E vocês, o que pensam de tudo isso ? Compartilhem aqui suas opiniões, vamos discutir mais sobre este assunto tão interessante e atual!
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Evento #Microsoft #SQLServer2012: só faltou mais público!

Ontem tive a oportunidade de participar do App Tour da Microsoft, um evento itinerante onde a gigante de Redmond apresenta suas soluções e, pelo que entendi, busca construir “comunidades” em torno delas. A Livia e o Luiz, da Microsoft, e o Moacir, de um parceiro, foram os palestrantes. O evento foi bem interessante, e destaco a seguir os pontos que me chamaram a atenção:
  • Chama a atenção o layout das apresentações, que soa como uma estratégia de design para passar uma mensagem subliminar de que o “estilo Windows 8” é legal e devemos nos acostumar com este tipo de visual. A Microsoft não dá ponto sem nó mesmo!
  • O SQL Server 2012 vem com bastante novidades, e traz ganhos significativos de desempenho, escalabilidade e recursos de alta disponibilidade interessantes;
    • O AlwaysOn permite criar grupos de disponibilidade e recuperá-los de forma mais simples;
    • Os problemas de autenticação de usuários comuns a operações attach/detach de bancos foram sanados;
    • O índice do tipo columnstore é uma novidade que vai agradar em cheio o pessoal do DW/BI, pois aumenta muito o desempenho das consultas (na demonstração, uma consulta passou de 13 segundos para milissegundos);
      • Este índice soou pra mim como a Microsoft incorporando a tecnologia NoSQL, e o termo foi descrito explicitamente em alguns momentos;
    • O recurso Power View deve agradar muita gente, pois permite a criação de relatórios, gráficos, dashboards e muito mais, com uma interface tão fácil que eu chamaria de “Powerpoint em Silverlight”;
    • Recursos de integração com o Office, como o PowerPivot, e com o Sharepoint, também foram demonstrados, mas, na minha opinião, elevam muito os custos de aquisição pela exigência do Office e do Sharepoint, sejam licenciados por CALs de usuário ou OEM;
    • A Microsoft Virtual Academy tem vários cursos sobre o assunto, e vale a pena conferir;
  • O Visual Studio vem com diversos recursos bem interessantes para comunicação da equipe de desenvolvimento, focando (obviamente) em produtividade, e facilitando a identificação de erros e evitando retrabalho. A Microsoft incorporou até SCRUM e Kanban!
  • O Azure traz os recursos esperados para uma solução de hospedagem na nuvem
    • A facilidade característica dos produtos Microsoft (é muito fácil se cadastrar e criar uma VM teste pra usar por 90 dias);
    • Provisionamento de VMs com Ubuntu (sim, Ubuntu!), CentOS, OpenSUSE e até Windows, além de SQL e uma infinidade de templates disponíveis numa galeria de templates;
    • Provisionamento de banco de dados SQL, MySQL e outros;
    • Possibilidade de usar o serviço como IaaS ou PaaS;
Do que me lembro, é isso! Definitivamente a Microsoft está correndo atrás. E tá chegando forte na reta final!Antes de terminar, quero deixar o meu destaque negativo para o público: cerca de 30 pessoas. Chega a ser ridículo. Vejo profissionais reclamando que não têm acesso a eventos ou oportunidades de obter novos conhecimentos. Por que não aproveitam estas oportunidades ? É muito comum vermos eventos na área de TI na Bahia completamente esvaziados, sejam da Microsoft, IBM, Software Livre ou qualquer outro.Por que ? As empresas não liberam os funcionários ? Os funcionários não se interessam ? Alguém me explique como pode, numa região tão carente de eventos e acesso a informação de qualidade, tão pouca gente aproveitar este tipo de oportunidade ? Não entendo, mesmo.Siga-nos no Twitter!
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Comparativo de hypervisors #VMware #Microsoft #Citrix

O VIrtualization Admin traz um texto muito bom comparando os principais hypervisors do mercado em relação a diversas características, sendo uma excelente fonte de informação para tomada de decisão sobre aquisição e implantação de uma solução para consolidar seus servidores físicos da maneira mais eficiente possível.

Hypervisor é o software instalado diretamente no hardware físico que hospeda as máquinas virtuais, e representa, portanto, o componente mais importante de qualquer solução de virtualização, pois é através dele que as ações essenciais no ambiente virtualizado são efetivadas, desde ligar e desligar máquinas virtuais até migrar máquinas virtuais entre hosts, de modo que suas características são determinantes para o conjunto de funcionalidades disponível na solução como um todo, que deve incluir ainda componentes de gerenciamento que utilizem de forma eficiente os recursos do hypervisor.
A tabela abaixo é uma das muitas informações valiosas que o artigo (que é dividido em duas partes) traz, e vamos analisar alguns dos itens comparados.

VMware
Microsoft
Citrix
vSphere 4.1
Hyper-V R2
XenServer 5.6
Max RAM/host
No limit
1 TB
256 GB
RAM overcommit
Yes
No
Yes
Hosts/cluster
32
16
16
VMs/host
320
384
100
VMs/cluster
3000
1000
1600
Max vCPUs/VM
8
4
8
Max RAM/VM
255 GB
64 GB
32 GB
Max disk/VM
2 TB
2 TB
2 TB

Limites de memória


A quantidade máxima de memória que um host suporta é determinante no dimensionamento do hardware a ser adquirido, já que não faz sentido ter um equipamento com 16 processadores de 6 ou mesmo 10, 12 núcleos, se a sua capacidade de memória não for suficiente para atender as necessidades das máquinas virtuais. Portanto, quanto maior o limite, melhor, e se não houver limite então… Fica claro portanto que aqui a VMware sai na frente.

Overcommit, o truque que faz a diferença
O conceito de overcommit diz respeito à capacidade do hypervisor de alocar memória de forma compartilhada para as máquinas virtuais, desde que haja compatibilidade entre elas (mesma versão de sistema operacional, por exemplo), permitindo alocar, do ponto de vista lógico, mais memória do que o total de memória física do host.
Vamos exemplificar para deixar mais claro: se há 3 máquinas com Windows 2008 R2 num mesmo host, a memória necessária para carregar bibliotecas básicas do sistema, serviços essenciais e outros componentes comuns ao sistema operacional será alocada uma única vez, e acessada de forma compartilhada pelas 3 máquinas virtuais. Além dessa memória compartilhada, será alocada memória exclusiva para cada máquina virtual conforma a necessidade (para aplicações específicas, por exemplo – uma máquina possui o IIS e a outra o SQL Server).
Neste quesito o hyper-v “apanha” feio das outras soluções, já que não possui o recurso.

Quantidade de hosts por cluster
Este item é importante pois os componentes de gerenciamento das soluções de virtualização mais completas do mercado otimizam o ambiente virtualizado a partir do agrupamento dos hosts em clusters e distribuição dos seus recursos em conjunto. Deste modo, a capacidade do ambiente é a soma dos recursos de todos os hosts que compõem cada cluster, aumentando a flexibilidade e escalabilidade do ambiente, permitindo por exemplo alocar mais recursos para máquinas virtuais e abrigar uma quantidade maior de serviços.
Mais uma vez, quanto maior a quantidade de hosts por cluster, melhor, e portanto a VMware sai ganhando mais uma vez. Cabe notar, entretanto, que, assim como no caso dos limites de memória, a análise desta característica deve ser relativizada, afinal não há vantagem em utilizar uma solução que permite até 32 hosts por cluster se os clusters que serão necessários para a organização não terão mais que 4 hosts, por exemplo.

Máximo de vCPUs e memória por máquina virtual
Estes itens são especialmente importantes se você pretende virtualizar aqueles serviços mais críticos da organização, como servidores de banco de dados e correio eletrônico, pois geralmente são estes os serviços que consumirão mais recursos quando virtualizados. Assim, a possibilidade de alocar 8 processadores virtuais (vCPUs) para uma máquina virtual pode ser requisito obrigatório para viabilizar a virtualização de um destes serviços.
No quesito vCPUs, mais uma vez, o hyper-v sofre, pois permite máquinas de no máximo 4 vCPUs. No meu ambiente de trabalho, temos algumas máquinas virtuais com mais de 4 processadores, e mesmo o limite de 8 processadores virtuais pode representar um fator limitante em ambientes de grande porte.
No quesito memória, a solução da Citrix fica em desvantagem.

Tamanho máximo de disco para máquinas virtuais
Acredito que este item dispensa comentários, na medida em que representa a quantidade máxima de disco que pode ser alocada para cada máquina virtual. Desta maneira, a depender das necessidades das máquinas virtuais que pretenda viabilizar, os valores indicados na tabela podem significar uma limitação. Não é difícil encontrar empresas cujo volume de dados ultrapasse a casa dos terabytes.
Aqui temos um empate, e faço apenas uma observação prática: evite criar discos muito grandes para suas máquinas virtuais. Se precisar de terabytes de espaço, crie diversos discos virtuais, pois discos muito grandes dificultam operações como migração e backup de máquinas virtuais.

Conclusão
Resumindo o quadro, temos a VMware levando vantagem em 4 itens e ficando em segundo em apenas um, enquanto a Citrix perdendo em 3 itens, empatando em primeiro lugar em 3 e ficando em segundo em outros 2, ao passo que a Microsoft vence em um item e fica em último lugar em 3 outros.
Uma clara vitória da solução da VMware, que continua mantendo a liderança aproveitando o fato de ter sido pioneira, embora a concorrência esteja cada vez mais acirrada.
Cabe ressaltar que não considerei nesta análise os recursos de gerenciamento das soluções, que podem representar um diferencial muito importante na escolha da melhor opção para atender às necessidades de cada organização.
Outro ponto importante diz respeito ao fato de que, mesmo uma solução aparentemente limitada como o hyper-v, que perde em vários quesitos, pode representar uma ótima escolha, a depender das características do ambiente da empresa e, principalmente, da diferença de preço da solução, já que não faz sentido pagar pela melhor solução, se os recursos que fazem dela a melhor não lhe serão úteis.


Quer saber quais as certificações mais desejadas do mercado?

Há algumas que você deve estar atento, além dcertificação VMware, como a certificação ITIL, em Segurança da Informação e Big Data.