19 soluções para computação em nuvem que você devia conhecer (atualizado)!

19 soluções para computação em nuvem que você devia conhecer (atualizado)! 1
Falamos de computação em nuvem desde 2009, já listamos algumas soluções livres interessantes (destaque para o Hadoop, rei do Big Data!), indicamos vantagens e desvantagens de adotar a nuvem e criticamos as falhas constantes de alguns dos serviços mais conhecidos e usados. Sem falar no ótimo comparativo de soluções de computação em nuvem que disponibilizamos.
De 2009 pra cá muita coisa mudou, as soluções evoluiram, melhoraram em termos de custo, desempenho e até mesmo segurança, a exemplo da adoção recente de criptografia como padrão em serviços do Google e da Microsoft, especialmente para o mercado corporativo.
Assim, é hora de encarar a realidade: ir para a nuvem é inevitável, e a pergunta não mais envolve o “se”, mas o “quando” e “como”. Por isso resolvi relacionar algumas das ferramentas mais interessantes que vale a pena conhecer e se preparar para esta nova realidade, evitando ser surpreendido quando as demandas e dúvidas de usuários, clientes e (pior) chefes chegarem.
Até porque é cada vez mais comum ver usuários comparando serviços corporativos com seus “equivalentes” na nuvem, a exemplo de correio eletrônico, suites de escritório, serviços de armazenamento e outros. Confira nosssa lista “As a Service” pra ter uma idéia melhor do que estou falando.
Vamos à lista de soluções:
Inicialmente, é importante registrar que não basta contratar um provedor de nuvem como Amazon, Google, Microsoft, VMware, Rackspace, IBM, HP e outros. A escolha de um provedor é uma tarefa difícil (esta lista e este comparativo podem ajudar), e um dos critérios deve ser as ferramentas de controle que o provedor oferece. A partir das limitações identificadas, é provável que seja necessário utilizar algumas das soluções que apontamos a seguir.


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Aliás, a análise das necessidades da empresa pode apontar para o caminho da nuvem privada, e neste caso é fundamental conhecer o OpenStack, a plataforma de computação em nuvem que já mencionamos aqui algumas vezes, que é muito bem suportada no Ubuntu, e que até a VMware já se rendeu.

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Se você vai contratar ou já contratou um provedor, o cloudorado pode ajudar a avaliar os custos envolvidos. Outras soluções para monitorar a controlar custos de provedores são Apptio, Cloudyn e Cloudability.

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Se você precisa gerenciar uma quantidade razoável de servidores (principalmente Linux) e tem que realizar tarefas semelhantes em todos, vale a pena conhecer ferramentas como func, capistrano e fabric.

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Um aspecto especialmente importante quando se trata de administrar um ambiente de computação em nuvem é o gerenciamento de configuração, e nesta área se destacam soluções como Puppet e Chef, muito usadas em provedores e fundamentais para manter um ambiente de nuvem privada devidamente padronizado em termos de configurações, aplicativos, pacotes, etc. Mas a lista de opções é bem extensa!

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Outro aspecto que é necessário considerar para manter sua nuvem privada em ordem é a automatização do provisionamento, e neste sentido vale a pena conhecer ferramentas como Vagrant, que utiliza o Virtualbox pra automatizar o processo de criação de máquinas virtuais com ambiente configurado automaticamente, muito útil para desenvolvedores e administradores que precisam criar fácil e rapidamente ambientes para testes. É bom ficar atento à solução queridinha do momento quando se trata de deploy automatizado, a Docker, que utiliza o LXC (Linux Containers) ao invés do Virtualbox, o que garante mais desempenho, porém menos compatibilidade (não dá pra usar no Windows, por exemplo).

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As ferramentas de monitoramento, gerenciamento e administração de sistemas já suportam os principais provedores de nuvem. Fornecedores como ManageEngine, AppDynamics, Monitis, e até velhos conhecidos como Zenoss e Nagios já fornecem recursos voltados para ambientes de cloud.

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E você, já usa alguma ferramenta voltada pra nuvem ? O que pensa a respeito ?

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ps: esqueci de mencionar as ferramentas de rede e armazenamento. No primeiro caso, convém relembrar do que se trata essa tal de SDN, para então avaliar melhor os benefícios que Open vSwitch, Openflow e outras ferramentas podem oferecer. No segundo caso, já listamos aqui várias ferramentas muito interessantes para lidar com armazenamento em ambientes virtuais de cloud.

#FISL14: Juju, Devops destilado

#FISL14: Juju, Devops destilado 2A palestra do Sidnei da Silva, da Canonical, mostrou o estado atual da solução de automação para provisionamento de serviços da empresa de Mark Shuttleworth, que inclusive relatamos aqui no blog quando ainda se chamava ensemble. Ele falou sobre a tendência Devops, destacando que, embora haja quem entenda que é um novo papel da área de TI, o entendimento mais correto seria de que a tendência Devops é uma forma de melhorar a colaboração entre equipes de desenvolvimento e infraestrutura.Ele destacou ainda que o juju é uma solução diferenciada em relação a outras como cfengine, salt, puppet e outras, pois não se limita a automatizar configurações de arquivos e instalação de pacotes, focando em facilitar o provisionamento de serviços e suas relações de dependência, permitindo garantir não apenas agilidade na disponibilização de serviços, mas também escalabilidade através do incremento de instâncias conforme a necessidade.O Sidnei também destacou a utilização cada vez maior do juju em serviços críticos da Canonical, como o Ubuntu One, portal de download do Ubuntu e outros.      

Tudo como Serviço: além do SaaS, IaaS e PaaS (atualizado!)

Tudo como Serviço: além do SaaS, IaaS e PaaS (atualizado!) 3

Tudo como serviço, esta é a “nova ordem mundial”. É tudo na nuvem, e as letras do alfabeto já estão esgotadas quando se trata de construir siglas do tipo “?aaS – as a Service“. A seguir relacionamos uma listinha do que já vimos de mais curioso, além dos já batidos Software como Serviço (SaaS), Infraestrutura como Serviço (IaaS) e Plataforma como Serviço (PaaS). Confiram:
  • APM as a service – a CA (e outros fornecedores, certamente!) oferece um serviço de Application Performance Management, ou seja, análise do desempenho de aplicações na nuvem;
  • ARM as a service – com a crescente demanda por desenvolvimento de aplicações móveis, há provedores se especializando em prover infraestrutura compatível com as arquiteturas dos smartphones, e isso significa adotar a plataforma de hardware dominante nesse mercado: ARM;
  • Authentication as a service – é meio que autoexplicativo, mas de qualquer modo a idéia é colocar na nuvem seus serviços de autenticação de usuários, aplicações, etc;
  • Desktop as a service  – a idéia aqui é entregar para um terceiro a implementação da infraestrutura de desktops virtuais (VDI – Virtual Desktop Infrastructure), acessando através da nuvem o serviço também denominado Hosted Desktop Services;
  • Display as a service – a Intel está prometendo revolucionar a forma como usamos monitores;
  • (Disaster) Recovery as a service – referido como DRaaS ou RaaS, consiste na recuperação de processos de negócio a partir de uma estrutura na nuvem;
  • Human as a service (!!!) – confesso que esse foi demais pra mim. Sem comentários…
  • IT as a service  – a equipe de Obama já está recomendando que a TI do governo adira ao modelo “como serviço”;
  • Licensing as a service – o licenciamento de software já está na nuvem!
  • Malware as a service – sim, os bandidos também estão na nuvem, e já é possível contratar botnets e serviços correlatos;
  • Retouching as a service – há empresas oferecendo serviço de retoques em fotos, as conhecidas photoshopadas, na nuvem;
  • Security as a service – sim, a segurança já é ofertada como serviço na nuvem!
  • Technology as a service – estão especulando que este será o nome do serviço que a IBM pode oferecer, e que vai significar acesso ao supercomputador Watson, que participou e ganhou o Jeopardy, um jogo de perguntas e respostas famoso na TV americana;
  • Video as a service – serviços como voz, vídeo e conferências já estão na nuvem;
  • Unified-Communications as a service – comunicação unificada é uma demanda crescente e já há fornecedores ofertando o serviço na nuvem.
Pretendo atualizar este texto a cada vez que encontrar uma nova variante da família “as a Service“. 
Tem algum membro da família não listado?
Informe pra gente!

Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive

Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive 4

Já comparamos aqui os principais serviços de armazenamento de dados para uso pessoal, e agora trazemos uma dica pra usá-los de forma inteligente, visando ampliar a segurança dos seus dados.

A idéia é a seguinte: que tal fazer o backup automágico dos seus dados utilizando não apenas um, mas vários serviços na nuvem ? Legal, né ? Pois é. Pra ter o backup do backup dos seus dados na nuvem, basta seguir o roteiro a seguir.

Antes de começar, é importante destacar que o cenário considerado é o seguite: conta no Google Drive com 5 GB de espaço, Skydrive com 25 GB de espaço e Dropbox com 50GB de espaço. Se o seu cenário for diferente, adapte. Se tiver dúvidas, pergunte nos comentários.

Vamos lá. O objetivo é fazer backup dos dados mais importantes em múltiplos lugares, e para isso é necessário seguir os seguintes passos:
  1. Instale o Dropbox e o Skydrive;
  2. Instale o Google Drive. É importante instalar depois dos outros, pois é o único que permite escolher a pasta, e aqui está o primeiro “pulo do gato”: instalar o GDrive dentro da pasta do Skydrive ou Dropbox, como for melhor para o seu cenário. Instalei dentro do Skydrive. Com isso, toda vez que atualizar ou enviar um arquivo para o GDrive, ele irá também para o Skydrive. Veja como ficou no meu caso:Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive 5
  3. Crie um script para sincronizar as pastas dos aplicativos de armazenamento. O script é necessário porque Skydrive e Dropbox não permitem escolher a pasta onde devem ser instalados, como o GDrive. Com isso, é necessário duplicar os dados, copiando os arquivos de uma pasta para outra. No meu caso, para copiar os arquivos da pasta do Skydrive (que inclui o GDrive) para a pasta do Dropbox, um arquivo bat bem simples resolveu. Veja o conteúdo do arquivo bat abaixo:
xcopy c:Users…SkyDrive* c:Users…DropboxSkydrive /C /D /S /H /Y
Não vou detalhar as opções do xcopy, se tiver dúvidas digite xcopy /? no prompt. É auto-explicativo.
O importante é entender que será necessário duplicar os dados, copiando da pasta do skydrive para a pasta do dropbox.
Conclusão

Com estas medidas simples, passei a ter 4 (sim, quatro!) cópias dos meus dados mais importantes. Uma local e outra em cada um dos três serviços citados. Isto sem contar a cópia no HD externo. Pra quê tanto ? Se você não adivinhou, já perdi muitos dados por falta de backup.

Ao fazer upload ou criar qualquer documento no Google Docs, por exemplo, este conteúdo é automaticamente baixado no computador pelo aplicativo do Google Drive, que vai salvar este arquivo localmente.

Como a pasta do Google Drive está dentro da pasta do Skydrive, este vai fazer o upload do arquivo para a nuvem da Microsoft.

E, para completar, periodicamente executo (manualmente) o script indicado, que copia os arquivos novos para a pasta do Dropbox, o que faz com que o aplicativo correspondente faça o upload dos dados para a nuvem.

Informações importantes

Tudo lindo, maravilhoso, mas é importante observar alguns detalhes e limitações desta abordagem.
A cópia dos dados do Skydrive pro Dropbox não é automática. Mas isto se resolve facilmente com um agendamento no Windows. Não fiz ainda por preguiça mesmo 🙂

Como é necessária esta cópia, acabo duplicando os dados do Skydrive na pasta do Dropbox. A depender do seu cenário, pode ser necessário até triplicar os dados.

Os dados com múltiplas cópias estão limitados pelo serviço de menor capacidade. Ou seja, somente 5 GB de dados estão “cobertos” pelas quatro cópias, por conta do limite do GDrive. Mas é possível, por exemplo, copiar todos os dados do Skydrive (25 GB) para o Dropbox (50GB), e eu faço isso, acrescentando uma “cobertura” de 3 cópias para até 25 GB de dados. E posso ter até 50 GB de dados com duas cópias, uma local e outra no Dropbox.

Neste cenário, somente os arquivos no GDrive terão backup automágico. E os arquivos que criar nos outros serviços ? No caso do Skydrive, será feita cópia manual para o Dropbox. No caso do Dropbox, não há cópia automática.

Caso não utilize mais que 5 GB em nenhum dos serviços, você pode adaptar o script para fazer a cópia nos dois sentidos, e assim manter os dados sincronizados em todos os serviços.

Quer ter mais dicas essenciais pra administrar melhor seu backup? Clique AQUI.

SAIBA MAIS…
O erro #1 que sysadmins cometem ao fazer backup de seus servidores virtuais
Unitrends Free – 1 TB de backup gratuito pra suas máquinas virtuais VMware e Hyper-V
Veeam Endpoint Backup – ferramenta gratuita para backup de estações e servidores físicos e virtuais
4 ferramentas gratuitas para backup de VMware (inclusive ESXi gratuito) e Microsoft Hyper-V
Onde obter entre 100 GB e 10 TB gratuitamente na nuvem (atualizado!)
Alternativas de #backup para ambientes virtualizados
Backup múltiplo automágico com Dropbox, Skydrive e Google Drive
#Backup gratuito do seu ambiente virtual com o #Veeam Backup Free Edition
#FISL 13: Tape’s not dead
O problema da deduplicação
Veeam oferece soluções para ambiente VMWare ESX
FISL 9: Backup prático, porque precisamos evoluir!
Back In Time simplifica backup do Linux
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Restore: backup multiplataforma com software livre
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Wuala une backup online e rede social
Veeam SureBackup faz verificação automática de backups no #VMware
Backup simplificado de GPOs

Obrigado, Microsoft! O hypervisor não importa mais.

Obrigado, Microsoft! O hypervisor não importa mais. 6

Viva à concorrência! Graças à Microsoft com seu hyperv e a estratégia sempre agressiva no mercado, a VMware foi obrigada a:
  1. Disponibilizar uma versão gratuita do seu hypervisor, que acabou se mostrando melhor, e atualmente é a única opção;
  2. Rever sua estratégia de licenciamento;
  3. Correr pra dar um novo salto tecnológico, sobre o qual falaremos mais detalhadamente em outro texto;
O fato de que a computação em nuvem foi construída sobre uma plataforma livre também contribuiu para este novo cenário, onde o hypervisor não importa, na medida em que as alternativas (ESXi, HyperV, XenServer, KVM, OpenVZ, etc) oferecem recursos equivalentes, com diferenças que já não fazem diferença na prática.

Só pra reforçar a idéia que defendo aqui, parte dos criadores do KVM já está envolvida num projeto denominado Ravello, que é basicamente um “hypervisor de hypervisors” pensado para ambientes de computação em nuvem, e sobre o qual pretendo falar mais em breve.

Em suma, quando pensar a virtualização do ambiente de TI da empresa, não se prenda aos detalhes do hypervisor. Pense além, e busque uma solução que ofereça não apenas uma base confiável para executar as máquinas virtuais, mas ferramentas de gestão, segurança e automação que possam trazer ainda mais benefícios que a simples consolidação de cargas de trabalho.

Quer saber quais as certificações mais desejadas do mercado?
Há algumas que você deve estar atento, além da certificação VMware, como a certificação ITIL, em Segurança da Informação e Big Data.

6 perguntas pra fazer antes de contratar serviços na nuvem

6 perguntas pra fazer antes de contratar serviços na nuvem 7Tenho lido recentemente vários artigos do Elias Khnaser (VMware Expert e editor da Information Week), que sempre traz informações interessantes sobre virtualização e computação em nuvem. Desta vez ele trouxe uma lista de perguntas interessantíssimas que devem ser feitas ao seu (potencial) provedor de serviços na nuvem, afim de obter informações que melhor subsidiem a tomada de uma decisão tão importante quanto migrar serviços para a nuvem. Vamos às perguntas sugeridas por ele, com meus comentários.Quem pode ver minhas informações, e como alterações são auditadas ?Segurança é a maior preocupação de quem migra serviços para a nuvem, uma vez que, considerando o compartilhamento de recursos do provedor por vários clientes, há o risco de um cliente ver dados de outros, ou pior, diante de uma falha de segurança, o risco de comprometimento dos dados de muitos ou até todos os clientes. Os acontecimentos recentes com twitter, linkedin, facebook, hotmail e outros grandes aumentam ainda mais as preocupações dos clientes.Por isso, é essencial que haja uma política clara por parte do provedor para garantir a guarda dos dados, e que qualquer manipulação seja devidamente registrada, com a possibilidade de obtenção de tais informações pelo cliente, permitindo a identificação de quem, quando e como ocorre a manipulação dos dados armazenados no provedor.Qual é a sua estratégia de proteção de dados ?Saber a política de proteção de dados do provedor é essencial para determinar o tempo necessário para recuperar dados em caso de falhas, ou ainda identificar limitações do provedor em relação às necessidades do cliente. Em alguns casos, pode ser interessante que o cliente faça um backup por conta própria para acesso rápido.Como você lida com multilocação ?Uma das premissas da nuvem (especialmente a pública) é que há economia de escala que leva a redução de custos, na medida em que vários clientes compartilham (e bancam) uma estrutura comum. O caso da Amazon e seus preços agressivos é o exemplo clássico das vantagens desse modelo.Entretanto, isso só funciona bem se houver uma separação “lógica” adequadamente projetada, confiável e robusta, que garanta o isolamento dos clientes, seus dados e transações. Portanto, é bom saber como o provedor implementa esta separação, concordam ?Se eu usar o seu serviço, ficarei “preso” à sua tecnologia ?As alianças construídas nos últimos anos em torno de soluções de computação em nuvem baseadas em software livre, que contam inclusive com a participação da VMware, o maior player privado neste mercado, não deixam dúvidas de que o modelo aberto veio pra ficar, e na nuvem isso é um requisito básico.Assim, o provedor deve informar que ferramentas ou alternativas ele disponibiliza caso o cliente deseje migrar seus dados para outro provedor.Que Acordos de Nível de Serviço oferece ?Esse item é óbvio, mas é importante destacá-lo, afinal de nada adianta migrar um serviço para a nuvem se os requisitos de qualidade não forem atendidos e, de preferência, superados quando considerados em relação ao nível de serviço oferecido anteriormente.Qual é a sua situação financeira? Esta pergunta não é técnica, mas é tão importante quanto as demais, pois permite avaliar a capacidade do provedor de fazer os investimentos necessários neste mercado cada vez mais concorrido, garantindo sua sobrevivência e evitando situações indesejáveis de descontinuidade para os clientes.Analisando as respostasÉ interessante observar não apenas se o provedor respondeu aos questionamentos, mas como respondeu (por e-mail institucional, telefone, etc), se demorou, e se as respostas eram evasivas ou bem elaboradas, padronizadas e informativas.Fazendo estas perguntas e analisando as respostas de vários provedores, é possível ter uma idéia bem mais clara da confiabilidade deles, aumentando a chance de fazer a melhor escolha.

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