#FISL 13: Migração para código aberto na Dataprev

#FISL 13: Migração para código aberto na Dataprev 1

A apresentação do Cláudio F. Filho foi muito interessante, pois ele apresentou a maneira correta de realizar a migração para software livre. Isso é uma das coisas mais importantes quando se trata de software livre, já que é muito comum vermos processos de migração falharem por situações que poderiam ser evitadas. No blog do Cláudio há um Guia de Migração que vale muito a pena conferir. Vamos à palestra.

  • O que migrar – usuários corporativos (servidor, desktop e notebook), usuários em geral (desktop e notebook);
  • Quando o que o usuário utiliza em casa é o que ele utiliza no trabalho, facilita muito;
  • Não focar no aspecto tecnológico (melhor x pior), mas na funcionalidade. Ele usou uma analogia muito interessante: não importa o carro em que você aprendeu a dirigir, você dirige qualquer um;
  • Migrar em camadas – hardware, sistema operacional, aplicativos (internet, escritório, específicos – negócio);
  • Entre 75 e 95% das necessidades do usuário são relacionadas a aplicativos de internet e escritório (aplicativos críticos, frequentemente tratados de forma inadequada);
  • Atentar para a interdependência entre as camadas e aplicativos. Exemplo: software de abertura de demandas baseado em ActiveX, só funciona no IE;
  • Trabalhar de cima pra baixo, a partir dos aplicativos, eliminando dependências;
  • Migrar para a nuvem é o melhor caminho, pois reduz a necessidade de aplicativos a um único: o navegador;
  • Ainda assim, não é fácil deixar de adotar o Internet Explorer, por exemplo, por conta da interdependência;
  • Aumenta a preocupação com a “maçã”, por conta do aumento do uso de Mac OS X e iOS;
  • Principais aspectos: cultura, comunicação, capacitação, multiplicadores;
  • 50% dos esforços estão ligados a pessoas, 33% a aplicativos e sistemas, 17% desktops e servidores;
  • Migração tem que ser feita de cima pra baixo. Primeiro passo tem que ser convencer a alta direção, mostrar ROI, CTO, etc;
  • Classificar itens a serem migrados em fácil, moderado e difícil e projetar cronograma com base nisso – sugestão 24 meses;
  • Ferramenta: WPKG – instalação e remoção de programas em Windows;
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Palestras indicadas #FISL 13

Palestras indicadas #FISL 13 2Seguem algumas palestras que vou tentar ver no FISL 13, e que devem ser relatadas aqui posteriormente. Fiquem ligados!

  • Data privacy and security at the United States border – Seth Schoen (Eletronic Frontier Foundation)
  • Firefox OS – HTML5 and the open web, opportunities and challenges – Christian Heilmann (Mozilla)
  • GPT: domine a nova geração de tabela de partições de disco – João Eriberto Mota Filho (Exército)
  • HTML5 e as novas ameaças de segurança – Tiago Ferreira
  • Virtualização na “velocidade da luz” com o OpenVZ – Sergio Cioban Filho
  • Mercado Virtualizado – Introdução a virtualização com ferramentas livres – Everton Vilhena Cardoso e Paschoal Luiz Brioschi Diniz
  • Análise de Malware em Memória RAM com Volatility – Eder Luis Oliveira Gonçalves
  • Dados Abertos e Lei de Acesso à Informação – Claudio Dutra, Corinto Meffe, Cesar Brod
  • Têndencias Web: Estatísticas da rede – Heitor de Souza Ganzeli
  • Extensive information management with SpagoBI – Andrea Gioia (SpagoBI)
  • Boot to Gecko B2G – Christian Heilmann (Mozilla)
  • Big Data and Society – Peter Linnel (Virginia Tech)
  • Tape’s Not Dead – Lucas C. Villa Real
  • SSH: dicas & truques sensacionais que (quase) ninguém conhece – Álvaro Justen, Flávio Amieiro
  • BI Simplificado com Pentaho – André Luiz Coelho da Silva
  • Lei de acesso a informação e dados abertos – Casa Civil
  • Como implementar autenticação e segurança de segundo fator com Software Livre? – José Damic
  • Teste de Invasão com o Nmap Scripting Engine – Henrique Ribeiro dos Santos Soares
  • Nimbus Opensource Backup, além do bacula, além da web. – Lucas Marques de Castro, Gustavo Ribeiro
  • Contribuições da Intel para o Open Source: Você usa todo dia e não tinha idéia! – Jomar Silva
  • SpagoBI – Miguel Koren O’Brien
  • A nova corrida dos Browsers e plataformas – Felipe Gomes
  • Linux Containers – Thadeu Lima de Souza Cascardo
  • Infraestrutura de dados abertos da Dataprev e Previdência Social – Leonardo Cezar
  • Segredos do Facebook: Como Conseguir Clientes Na Maior Rede de Amigos do Mundo – Pedro Superti
  • Empurrando a Vaquinha do Penhasco : Desenvolvimento do SL no Meio Empresarial – Cezar Taurion, Luiz Queiroz, Roberto Cohen
  • Ferramentas Livres para Auditoria de Segurança em Redes sem Fio – Rafael Soares Ferreira
  • Xen @ Google, 2012 edition – Michael Hanselmann
  • Utilizando NoSQL no desenvolvimento de soluções inteligentes – Christiano Anderson
  • Criando um Storage iSCSI com PCs, Linux e Software Livre! Que tal? – Jansen Sena
  • Análise de Vulnerabilidade de Redes WEP com Aircrack-ng – Joelias Silva Pinto Júnior
  • Forense – Recovery de Dados – Marcus Augustus Pereira Burgha
  • Fuzzer e Buffer Overfllow a Dupla infernal – Paulo Fernando Lamellas
  • Desenvolvimento de Malware para Linux – Tiago Natel de Moura
  • Private Cloud – (Case Abril Mídia) – Allysson Maia, Johnny Santos

A grade completa do evento vocês conferem aqui.Siga-nos no Twitter!
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#FISL 13: Gerenciamento de computadores no século XXI – A tecnologia #Intel vPro

#FISL 13: Gerenciamento de computadores no século XXI - A tecnologia #Intel vPro 3

A palestra do Jomar Silva (@homembit), da Intel, foi interessante para conhecer melhor os recursos oferecidos pela tecnologia Intel vPro.

  • Active Management Technology
    • KVM remoto – permite acessar a máquina remotamente, configurar BIOS e ver inicialização;
    • Serial over LAN (SoL) – permite bloquear acesso via rede e acessar servidor via serial, mas via rede, através de redirecionamento (interessante, hein ?);
    • Redirecionamento remoto de IDE para boot – permite iniciar uma máquina com problema, e ainda mapeia o HD para análise;
    • AES-NI – acelera o processamento de AES, já suportado por aplicações como Crypto++ e OpenSSL;
      • Exemplificou com o boot num ultrabook com disco criptografado em 6 segundos;
    • Intel Secure Key – instrução RDRAND para acelerar geração de números aleatórios;
    • Trusted Execution Technology (TXT) – identifica adulteração em sistema de arquivos e SO e bloqueia inicialização;
    • Virtualization Technology (VT) – isolamento de aplicativos via hardware, aumenta segurança;
    • Anti-roubo – permite desativar remotamente a máquina em caso de roubo, impedindo seu uso, mas de forma reversível;
    • Identity Protection (IPT) – implementa pinpad (teclado para digitação de informações sigilosas, senhas, etc) via hardware, evitando a captura por keyloggers, etc;
    • Informações adicionais em http://www.intel.com/vpro.
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#FISL 13: #BI simplificado com #Pentaho

#FISL 13: #BI simplificado com #Pentaho 4

O André Luís Coelho da Silva (@andrewise), da Caixa, fez uma palestra bem interessante, mostrando a experiência dele na Caixa com soluções de BI. Vamos às observações.

  • Grandes iniciativas falharam – BI, DW, DM, Business Objects, Hyperion não deram o resultado esperado;
  • Faltou estratégia – gestores de produto/negócio não sabem o que querem!
  • É difícil encarar o chefe do chefe do chefe e dizer: você está viajando!
  • O problema não estava na TI, nem na ferramenta;
  • O que está errado ?
    • Não sabemos (TI) perguntar!
    • Temos dados demais;
    • Gestores não gostam das respostas;
  • Soluções de BI obrigam gestores a agir, ao revelar os fatos! Alguns gestores não querem isso;
  • Dicas
    • Começar pequeno;
    • Atenção a dados dormentes – “dormem” no banco de dados, ninguém usa, e podem chegar a 80%;
    • Equipe técnica qualificada;
    • Suporte (no caso da CAIXA, fornecido pela 4Linux);
  • Pentaho
    • Uma ferramenta, vários usos: ETL, Estatística, Redes Neurais, Big Data;
    • O usuário não quer um sistema, quer informação para tomada de decisão;
    • Case:
      • Programação em COBOL para extrair dados do mainframe;
      • Dados distribuídos para gestores (Pentaho + PostgreSQL);
      • Há relatórios pré-formatados, mas não são o foco principal;
      • Gestores usam diretamente a ferramenta, pois ELES entendem do negócio, e querem construir suas próprias visões e análises dos dados;
      • Usam ferramenta proprietária de ETL por conta do volume de dados (petabytes!), mas estão testando o Pentaho;
      • Aproveitaram conhecimento dos “micreiros” da CAIXA que estavam na área fim;
      • 3 áreas com cerca de 500 profissionais desenvolvendo software, mais 9 contratos de fábrica de SW;
      • BI descentralizado (nichos) usando Pentaho;
      • BI centralizado ainda usa Business Objects e Hyperion, mas também Pentaho;
      • BI personalizado usando Pentaho e outros;
  • Resumo
    • Dividir necessidades de informação em conjuntos menores, verticalizando, buscando minimizar erros;
    • Pentaho oferece versatilidade;
    • Simplificar para facilitar as perguntas e respostas dos gestores;
    • Suporte da Pentaho para projetos maiores.

O recado foi claro: o Pentaho é versátil, e pode substituir soluções comerciais reconhecidas no mercado e facilitar o uso do BI pelos gestores.Siga-nos no Twitter!Curta nossa página no facebook!Receba os textos via e-mail ou RSS!Confira outros textos sobre o tema!

#FISL 13: Lei de Acesso a Informação – Dados Abertos

#FISL 13: Lei de Acesso a Informação - Dados Abertos 5

Nesta palestra, membros da Casa Civil do governo do RS apresentaram as ações que têm sido encaminhadas no governo, em decorrência da necessidade de atender à Lei de Acesso a Informação sancionada no ano passado pela presidente Dilma Roussef. Algumas observações da palestra:

  • O governo precisa aprender a se relacionar com a sociedade através das redes sociais;
  • O governo já controla o cidadão (através do Imposto de Renda, por exemplo), agora o cidadão deve ser capaz de controlar o governo;
  • Iniciativas de Governo Aberto no RS
    • Participação cidadã, gabinete digital, infovia RS, sala de gestão, RS móvel, inclusão digital;
    • Maratona de dados abertos (1º Decoders-RS) – durante o FISL, um concurso premiou as melhores soluções desenvolvidas para disponibilizar informações ao cidadão, a partir de um conjunto de dados disponibilizados pelo governo;
  • O Governo Federal criou uma Infraestrutura Nacional de Dados Abertos (INDA – MPOG), que estabele diretrizes para a disponibilização de informações ao cidadão;
  • A Juliana Botelho Foernges explicou a implementação da L.A.I. no RS;
    • Grupo de Trabalho formado por 14 órgãos do estado;
    • Normatização, incluindo classificação da informação, e regulamentada através do decreto estadual 49.111/2012;
    • Divulgação de informações, solicitações de acesso mediante formulário em http://www.acessoainformacao.rs.gov.br;
  • O major da PM/RS falou sobre dados abertos na segurança pública
    • Explicou a necessidade de disponibilizar dados de segurança para o cidadão;
    • Trouxe diversos exemplos de dados sobre morte de jovens, violência contra a mulher, entre outros.

Acredito que a experiência do RS pode servir como fonte de informação (e, por que não, inspiração) para outros estados.

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#FISL 13: #Scrum com #Kanban – pequenos ajustes, grandes melhorias

#FISL 13: #Scrum com #Kanban - pequenos ajustes, grandes melhorias 6

O Paulo  Caroli (@paulocaroli) fez uma palestra interessante, “Scrum com Kanban – pequenos ajustes, grandes melhorias“, onde mostrou como as duas técnicas podem ser aplicadas em conjunto com ótimos resultados. Vamos às observações.

  • A idéia do KANBAN é garantir uma experiência mais visual do fluxo de trabalho (workflow);
  • Limitar trabalho em andamento (WIP – Work in Progress) é interessante pois melhora os resultados, aumentando as entregas, uma vez que a equipe não inicia mais tarefas do que consegue concluir;
  • A idéia do SCRUM é estabelecer um processo de desenvolvimento iterativo e incremental, com ciclos ou sprints (2 semanas é comum), e tem origem com Frederick Taylor, cujas idéias influenciaram Henry Ford e definiram uma maneira de administrar empresas aplicada até hoje, que inclui a idéia de linha de produção/montagem e workflow (sequência de passos executada por uma pessoa ou time para atingir um objetivo);
  • User stories – conceito que se refere aos requisitos gerais de projeto, quebrados em partes menores visando facilitar a entrega;
  • Workflow visível – exibir num quadro branco uma tabela com as fases do workflow, onde cada coluna é populada com post-its relativos a cada user story, ou seja, ficam visíveis as tarefas “não iniciadas”, “em andamento”, “em teste”, etc;
  • O modelo tradicional de desenvolvimento segue a lógica “Push the Work“, em que alguém “atribui” as tarefas, “empurrando” o trabalho para os profissionais;
  • O modelo recomendado, segundo o Paulo, é o “Pull don’t Push“, em que o profissional decide o que quer fazer depois que termina cada tarefa;
  • Algumas estatísticas interessantes obtidas usando Scrum com Kanban:
    • Lead Time – tempo para terminar um trabalho;
    • Cycle time – intervalo entre duas entregas consecutivas;
    • WIP – controlar número máximo de tarefas em andamento;
    • Quanto maior o Lead Time, pior a qualidade, e quanto menor (mais rápido), mais qualidade (curioso, não ?);
    • WIP é proporcional ao Lead Time médio, e limitar o WIP permite equilibrar o workflow, pois alguém de uma “coluna da tabela” pode ajudar na outra. Exemplo: um desenvolvedor (coluna “em andamento”) pode ajudar um testador (“em teste”) caso haja muitas entregas a testar, aumentando a quantidade de entregas prontas;
    • Filosofia: “Stop starting, start stopping

Como completo ignorante em SCRUM, a palestra foi bem instrutiva pra mim, e achei bem interessante a idéia de usar SCRUM com KANBAN.

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#FISL 13: Escalabilidade em aplicações

#FISL 13: Escalabilidade em aplicações 7O Flavio Torres, do IG (agora Oi Internet), fez uma palestra bem interessante onde mostrou quais aspectos são importantes na hora de criar aplicações verdadeiramente escaláveis. Ele falou sobre arquitetura de aplicações, servidores web, cache, monitoramento, entre outros aspectos descritos abaixo.

  • Para ele, desenvolver “em casa” dá mais flexibilidade, não limitando uso de tecnologias dominadas pelos fornecedores, e comentou algumas experiências ruins com funcionários com visão muito limitada em se tratando de aplicações escaláveis;
  • Uso de Message Queue para escalabilidade;
  • A solução proposta para ter aplicações escaláveis pode envolver o uso das seguintes soluções:
    • MySQL;
    • Hadoop (para fazer o Map/Reduce);
    • Elasticsearch (para índices);
    • Nodejs (javascript do lado servidor);
    • APIs REST;
    • Python, Java, PHP;
    • Memcache (cache de objetos em memória – tendência);
    • Jetty
    • Varnish (cache web muito, muito rápido!);
    • Mongodb e Apache Couchdb (BDs NoSQL otimizados para busca de documentos);
    • Apache Cassandra e HBase (BDs NoSQL estruturados em coluna);
    • Sones e neo4j (BDs NoSQL estruturados em grafo);
    • Phoenix;
    • Apache e NGINX (servidores web);
    • REDIS (armazenamento chave/valor);
    • Framework rack::cache (pra quem usa Ruby on Rails);
    • Zabbix, JMX, Perf4J, Graylog2, Nagios,  Zenoss (monitoramento).

E então, se sentem mais confortáveis agora para implementar aplicações e infraestruturas escaláveis ? Eu não! :PA apresentação dele também está no slideshare.

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#FISL 13: usando #NOSQL no desenvolvimento de soluções inteligentes

#FISL 13: usando #NOSQL no desenvolvimento de soluções inteligentes 8Christiano Anderson, da Nodeware, fez uma ótima apresentação sobre NoSQL, bastante elucidativa, informativa e didática. A apresentação já está disponível no slideshare, e pontuo a seguir os aspectos que considerei mais relevantes.

  • A apresentação foi perfeita para quem não conhecia nada de NoSQL, conceituou os diversos tipos de BD “Not Only SQL“, incluindo as estruturas mais adequadas a cada necessidade (documento, chave/valor, coluna, grafo, etc);
  • Apresentou diversos exemplos de bancos de dados NoSQL, com maior destaque para MongoDB e RIAK;
  • Apresentou um comparativo muito útil entre SQL e NoSQL, indicando com exemplos como fazer consultas “SQL” no MongoDB;
  • Indicou MongoDB e RIAK como a melhor forma de começar com NoSQL, uma vez que a “tradução” dos comandos SQL é mais simples, e considerando que o MongoDB possui alguns recursos dos BDs SQL, como índice e replicação;
  • Um conceito muito interessante que não conhecia foi o Sharding, que permite espalhar a informação por diversos nós, com replicação, redundância, além de maior desempenho e escalabilidade;
  • Outro aspecto de destaque da palestra foi a indicação de quando usar a tecnologia NoSQL, recomendada para situações onde há um volume de dados muito significativo, onde há uma necessidade de priorizar escrita, ou em casos onde há alteração frequente no formato dos dados, entre outros cenários apresentados.

Em resumo, a palestra foi uma excelente oportunidade de conhecer mais e melhor a tecnologia NoSQL, e entender um pouco em que cenários deve-se utilizá-la. A apresentação está muito bem feita, e recomendo que confiram na íntegra, é de leitura bem fácil.Obs: a palestra do Suissa, Bancos de Dados NoSQL de código aberto, seguiu a mesma linha, e também está disponível no slideshare, com o diferencial de que o Suissa é uma figuraça, realmente apaixonado pela tecnologia NoSQL, especialmente pelo MongoDB. Dá gosto de ver 😛

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#FISL 13: Mineração livre de dados

#FISL 13: Mineração livre de dados 9
O Mauríco e o Adewale são baianos, estudam na UFBA, e apresentaram o software WEKA – Waikato Environment for Knowledge Analysis, uma ferramenta muito interessante para mineração de dados. Vamos às observações sobre a palestra.
  • Os palestrantes apresentaram a OxenTI, a empresa deles, que fornece serviços em mineração de dados e áreas correlatas;
  • A “Lei de Moore” diz que o processamento dobra a cada 18 meses, mas a capacidade de armazenamento dobra a cada 10 meses, o que gera um descompasso entre a capacidade de produzir e tratar os dados;
  • Knowledge Data Discovery (KDD) é o processo de extração de informação de bases de dados e criação de relações de interesse não percebidas “a olho nú”;
  • Tarefas envolvidas no processo de KDD
    • Associação de dados – ex:clientes que compram pão também compram leite;
    • Padrões sequenciais – ex: alguém compra um carro, e 6 meses depois compra pneus;
    • Classificação e predição;
    • Análise de clusters – agrupar informações com base em comportamentos;
    • Análise de outliers – identificar informações fora do padrão.
  • Técnicas utilizadas
    • Árvore de decisão – árvore que estabelece um processo evolutivo que leva a uma decisão com base na relação entre as informações;
    • Redes neurais;
  • O WEKA
    • Desenvolvido em Java, pela Universidade Waikato, na Nova Zelândia;
    • É também conhecido como Pentaho Data Mining;
    • Oferece recursos de data mining e machine learning, permitindo realizar análises de dados de forma simples;
    • Possui diversos módulos, e uma interface intuitiva de fácil utilização (abaixo uma tela de exemplo);
    • Há extensa documentação da ferramenta e uma lista de distribuição.
Fiquei bem impressionado com o software, especialmente pela facilidade para importar dados a partir de arquivos CSV ou ARFF, bem como para realizar as análises, bastando selecionar os atributos de interesse e, claro, conhecer os algoritmos (são muitos!) que se aplicam ao conjunto de dados em questão. Pretendo aprofundar os estudos na ferramenta o quanto antes.
Agora você tem uma importante decisão a tomar.
Aprender mais sobre Big Data e Análise de Dados, e se diferenciar no mercado, ou simplesmente fechar esta janela e desperdiçar a oportunidade de crescimento profissional. 
A escolha é sua!
Seja sábio!

#FISL 13: Perícia digital com software livre


#FISL 13: Perícia digital com software livre 10
O Evandro Della Vecchia (evandro@poasec.org), perito criminal do governo do RS, apresentou conceitos, técnicas e ferrametnas usadas em perícia digital, também chamada de forense digital. Vamos aos detalhes:
  • Post mortem x live forensics
    • Máquina desligada – sem acesso a dados da memória, somente armazenamento não volátil;
    • Máquina ligada – pode acessar dados em memória e obter melhores resultados, especialmente em casos como de criptografia de disco;
  • De dados ou equipamentos
    • Dado é mais comum;
    • Citou um exemplo de equipamento, onde foram identificadas características que permitiam determinar data e hora de impressão de documentos e modelo de impressora utilizado, a partir da versão impressa;
  • Fases
    • Identificação – mostrou situações curiosas, onde pen drives “esquisitos” poderiam passar despercebidos (ursos de pelúcia, pregadores, canetas, etc);
    • Coleta – uso de ferramentas como dd, helix, dcfldd (mostra andamento) para obter informações de discos e partições e viabilizar a análise dos dados sem comprometer os dados originais. Uso de hash para garantia de integridade;
    • Exame e Análise – uso de ferramentas como mmls para obter informação de partições,  análise do setor de boot e extração de partição com dd, excluindo os 32 setores iniciais do disco para facilitar o uso posterior. Uso de fsstat para obter informações do sistema de arquivos, e istat para detalhes de inodes, além do foremost para recuperação de arquivos, no estudo de caso imagens;
    • Conclusão – laudo com o resultado do exame e análise.
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