27 Ferramentas gratuitas para Gerenciamento de Projetos com Métodos Ágeis (SCRUM, KANBAN, XP e mais!)

27 Ferramentas gratuitas para Gerenciamento de Projetos com Métodos Ágeis (SCRUM, KANBAN, XP e mais!) 1
Gerenciamento de projetos com métodos ágeis como SCRUMKANBANXP e afins se tornou uma prática popular nas empresas de tecnologia nos últimos anos, especialmente para aquelas que trabalham em desenvolvimento de software.
Os métodos ágeis, como SCRUM, KANBAN, XP, entre outros, têm se mostrado eficientes na gestão de projetos complexos, com alto nível de incerteza e mudanças constantes. O uso desses métodos exige, no entanto, o uso de ferramentas adequadas para garantir o sucesso do projeto.

Há uma grande variedade de ferramentas para gerenciamento de projetos ágeis disponíveis no mercado, desde as mais simples até as mais sofisticadas, e com uma ampla gama de funcionalidades. Algumas são hospedadas na nuvem, outras precisam ser instaladas em servidores locais. Algumas são gratuitas, outras são pagas. A escolha da ferramenta ideal depende das necessidades específicas do projeto, bem como das restrições de orçamento e recursos.

Ferramentas Gratuitas para Projetos Ágeis com Scrum: Guia Completo

Este artigo apresenta uma visão geral das ferramentas gratuitas para projetos ágeis com Scrum. Vamos explorar os benefícios do uso dessas ferramentas no gerenciamento de projetos ágeis, assim como os recursos disponíveis, como as funções de planejamento e acompanhamento, gestão de equipes e tarefas, e a visualização de backlog e sprint. Também discutiremos as principais opções de ferramentas gratuitas, como o Trello, Wrike e Taiga, e daremos dicas para escolher a melhor ferramenta para o seu projeto Scrum. Vamos lá!

Introdução às ferramentas gratuitas para projetos ágeis com Scrum

O método Scrum é amplamente utilizado no gerenciamento de projetos ágeis, proporcionando uma abordagem eficaz e flexível para enfrentar os desafios e mudanças constantes no ambiente empresarial. Uma das principais vantagens dessa metodologia é a disponibilidade de várias ferramentas gratuitas projetadas especificamente para facilitar a implementação do Scrum em projetos.

Essas ferramentas gratuitas para projetos ágeis com Scrum são essenciais para otimizar e agilizar o processo de desenvolvimento, bem como o planejamento, monitoramento e entrega final do projeto. Além disso, elas auxiliam no acompanhamento das atividades das equipes, na visualização do backlog e das sprints, e fornecem uma visão geral do progresso do projeto em tempo real.

No mercado, existem diversas opções disponíveis de ferramentas gratuitas para Scrum, cada uma com seus recursos e funcionalidades únicas. A escolha da melhor ferramenta depende das necessidades e da natureza específica do projeto. Portanto, é crucial conhecer as características dessas ferramentas e avaliar qual se adapta melhor aos requisitos e objetivos do projeto Scrum em questão.

Neste artigo, vamos explorar os benefícios do uso dessas ferramentas gratuitas no gerenciamento de projetos ágeis com Scrum, bem como apresentar os recursos disponíveis nelas. Também vamos abordar as principais opções de ferramentas disponíveis no mercado, como Trello, Wrike e Taiga. Além disso, forneceremos dicas para escolher a melhor ferramenta gratuita para o seu projeto Scrum, bem como orientações para utilizá-las com eficiência.

Abaixo estão listadas algumas das principais ferramentas gratuitas para gerenciamento ágil de projetos:

  1. Trello – Uma das ferramentas mais populares para gestão de projetos ágeis, com um sistema de cartões que pode ser movido entre diferentes listas para acompanhar o progresso das tarefas.
  2. KanbanFlow – Uma ferramenta de gestão de projetos Kanban que permite visualizar o fluxo de trabalho em tempo real, com recursos para rastreamento de tempo e análise de desempenho.
  3. OpenProject – Uma plataforma de gerenciamento de projetos ágeis de código aberto com recursos para SCRUM, KANBAN, Gantt, e muito mais.
  4. Taiga – Uma ferramenta de gerenciamento de projetos ágeis de código aberto que oferece suporte para SCRUM, KANBAN e outras metodologias ágeis, com recursos para rastreamento de tempo, relatórios, etc.
  5. Agilefant – Uma ferramenta de gerenciamento de projetos ágeis de código aberto com suporte para SCRUM, KANBAN, XP, e outras metodologias ágeis, com recursos para rastreamento de tempo, burndown charts, etc.
  6. IceScrum – Uma ferramenta de gerenciamento de projetos ágeis de código aberto com suporte para SCRUM, KANBAN e XP, com recursos para gestão de backlog, rastreamento de tempo, burndown charts, etc.
  7. JIRA – Uma das ferramentas de gerenciamento de projetos mais populares, com recursos para SCRUM, KANBAN, e outras metodologias ágeis, bem como para gestão de bugs, problemas, e outras atividades.
  8. Redmine – Uma ferramenta de gerenciamento de projetos de código aberto com suporte para SCRUM, KANBAN, e outras metodologias ágeis, bem como para gestão de bugs, problemas, e outras atividades.
  9. Asana – Uma ferramenta de gestão de projetos ágeis com recursos para SCRUM, KANBAN, e outras metodologias ágeis, bem como para gestão de tarefas, comunicação, e outras atividades.
  10. Wrike – Uma ferramenta de gestão de projetos ágeis com recursos para SCRUM, KANBAN, e outras metodologias ágeis.
Bônus! Relacionei abaixo mais algumas ferramentas gratuitas (open source ou versão com limitações), e se conhecer outras, não deixe de comentar!

Benefícios do uso de ferramentas para o gerenciamento de projetos ágeis

O uso de ferramentas para o gerenciamento de projetos ágeis traz uma série de benefícios significativos para equipes e empresas que adotam a metodologia Scrum. Essas ferramentas oferecem um conjunto de recursos e funcionalidades que auxiliam na organização, comunicação e acompanhamento do progresso dos projetos.

Aqui estão alguns benefícios importantes do uso dessas ferramentas:

  • Melhor colaboração e comunicação: As ferramentas de Scrum permitem que as equipes trabalhem de forma colaborativa, centralizando todas as informações e comunicações em um único espaço. Isso facilita a comunicação entre os membros da equipe e evita a dispersão de informações.
  • Acompanhamento visual do progresso: Com recursos visuais como quadros Kanban e gráficos de burndown, as ferramentas de Scrum permitem que as equipes tenham uma visão clara do progresso do projeto. Isso ajuda a identificar possíveis atrasos e ajustar o planejamento conforme necessário.
  • Maior transparência: Ao utilizar ferramentas de Scrum, equipes e stakeholders têm acesso a um ambiente transparente, onde podem acompanhar o andamento do projeto, visualizar tarefas concluídas e pendentes, e entender como cada etapa do trabalho contribui para o objetivo final.
  • Facilidade na gestão de mudanças: As ferramentas de Scrum permitem que as equipes se adaptem a mudanças de requisitos e prioridades de forma mais ágil. Com recursos como backlog e sprint, é possível reorganizar as tarefas e prioridades de acordo com as necessidades do projeto.
  • Economia de tempo e recursos: Com recursos automatizados e integrados, as ferramentas de Scrum permitem que as equipes economizem tempo em tarefas administrativas e operacionais, como a criação de relatórios e a atualização manual de documentos.

Ao utilizar essas ferramentas, equipes ágeis podem otimizar seu desempenho, melhorar a colaboração e obter resultados mais eficientes em seus projetos, independentemente do tamanho ou complexidade.

Recursos disponíveis nas ferramentas de Scrum gratuitas

As ferramentas de Scrum gratuitas oferecem diversos recursos essenciais para facilitar o gerenciamento de projetos ágeis. Através dessas ferramentas, as equipes podem contar com funcionalidades específicas que auxiliam em diferentes aspectos do processo de Scrum. Conheça algumas das principais funcionalidades disponíveis:

3.1. Funções de planejamento e acompanhamento

Uma das principais funcionalidades oferecidas pelas ferramentas gratuitas de Scrum é a capacidade de realizar o planejamento detalhado das atividades do projeto. Essas ferramentas permitem definir e estimar as tarefas, atribuir responsabilidades, estabelecer prazos e acompanhar o progresso das atividades de forma clara e organizada. Além disso, é possível gerenciar as dependências entre as tarefas e identificar possíveis gargalos durante o planejamento.

3.2. Gestão de equipes e tarefas

Com as ferramentas de Scrum gratuitas, é possível gerenciar as equipes de forma eficiente, atribuindo e distribuindo tarefas de acordo com as habilidades e disponibilidades de cada membro. Essas ferramentas também permitem acompanhar o progresso das tarefas, identificar possíveis atrasos e garantir que cada atividade seja concluída no prazo estipulado. Além disso, é possível manter uma comunicação integrada entre os membros da equipe, facilitando a troca de informações e garantindo um ambiente colaborativo.

3.3. Visualização de backlog e sprint

A visualização clara e organizada do backlog e das sprints é fundamental para o sucesso do Scrum. Nas ferramentas gratuitas de Scrum, é possível criar e gerenciar o backlog, priorizando as atividades de acordo com as necessidades do projeto. Além disso, é possível planejar e monitorar as sprints, visualizando as atividades que serão realizadas em cada iteração, estimando o tempo necessário para conclusão e acompanhando o progresso em tempo real. Essas funcionalidades permitem que a equipe tenha uma visão global das atividades a serem realizadas, facilitando o planejamento e a entrega do projeto.

Com esses recursos disponíveis nas ferramentas de Scrum gratuitas, as equipes têm à disposição uma série de funcionalidades que auxiliam na organização, planejamento e acompanhamento de projetos ágeis. A utilização dessas ferramentas contribui para uma maior eficiência e produtividade, permitindo que a equipe foque no desenvolvimento e entrega de valor aos clientes.

Principais opções de ferramentas gratuitas para Scrum

O Trello é uma poderosa ferramenta gratuita para gerenciamento de projetos ágeis com Scrum. Sua interface intuitiva permite criar quadros virtuais para organizar tarefas, definir prazos, atribuir responsáveis e acompanhar o progresso do projeto. Com recursos avançados de checklist, etiquetas e integrações com outras ferramentas, o Trello oferece uma ampla gama de funcionalidades para equipes ágeis. Além disso, é possível personalizar o fluxo de trabalho de acordo com as necessidades do projeto, garantindo uma gestão eficiente e colaborativa.

O Wrike é outra opção de ferramenta gratuita para projetos ágeis com Scrum. Com uma interface moderna e intuitiva, o Wrike permite uma colaboração eficaz entre equipes, permitindo o planejamento de tarefas, o acompanhamento do progresso e a atribuição de responsabilidades. Além disso, o Wrike oferece recursos avançados, como a integração com outras ferramentas populares, a visualização do backlog e a geração de relatórios personalizados. Com sua abordagem flexível, o Wrike é uma escolha ideal para equipes que buscam uma solução completa de gerenciamento de projetos ágeis.

O Taiga é uma ferramenta gratuita com funcionalidades essenciais para projetos ágeis com Scrum. Com uma interface intuitiva e fácil de usar, o Taiga permite a criação de sprints, a definição de histórias de usuário e o acompanhamento do progresso do projeto de forma visual e colaborativa. Além disso, o Taiga oferece recursos avançados, como gráficos de burndown e integração com outras ferramentas populares, permitindo uma gestão eficiente e organizada. Com sua simplicidade e flexibilidade, o Taiga é uma excelente opção para equipes que buscam uma ferramenta de Scrum gratuita e eficaz. Espero que esta informação seja útil para auxiliá-lo na escolha da melhor ferramenta gratuita para seus projetos ágeis com Scrum.

Como escolher a melhor ferramenta gratuita para seu projeto Scrum

A escolha da melhor ferramenta gratuita para o seu projeto Scrum é um passo crucial para o sucesso e eficiência do processo. Existem diversas opções disponíveis no mercado, e é importante considerar alguns aspectos antes de tomar uma decisão.

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo a escolher a melhor ferramenta gratuita para o seu projeto Scrum:

  • Analisar as necessidades do projeto: Antes de escolher uma ferramenta, é importante analisar as necessidades específicas do seu projeto. Considere fatores como tamanho da equipe, tipo de projeto e recursos necessários.
  • Avaliar a interface e usabilidade: A interface da ferramenta deve ser intuitiva e de fácil utilização, tanto para os membros da equipe quanto para os stakeholders. Verifique se a ferramenta possui recursos de arrastar e soltar, visualização clara das tarefas e outros recursos que facilitem o trabalho.
  • Verificar a integração com outras ferramentas: É importante que a ferramenta escolhida possa se integrar a outras ferramentas que você já utiliza, como comunicadores internos, gerenciadores de arquivos ou softwares de versionamento de código.
  • Considerar a escalabilidade: Caso o projeto tenha potencial para crescer e aumentar a equipe, é importante escolher uma ferramenta que possa acompanhar essa evolução e suportar um número maior de usuários e tarefas.

Além dessas dicas, não deixe de ler avaliações e opiniões de outros usuários sobre as ferramentas que está considerando. Essas informações podem ajudar a entender melhor as vantagens e desvantagens de cada opção.

Lembre-se de que cada projeto é único, por isso, a melhor ferramenta gratuita para seu projeto Scrum pode variar. Avalie bem suas opções e faça uma escolha que atenda às suas necessidades e objetivos.

Dicas para utilizar as ferramentas gratuitas de Scrum com eficiência

A utilização de ferramentas gratuitas para o gerenciamento de projetos ágeis com Scrum pode ser extremamente vantajosa, desde que sejam utilizadas de forma eficiente. Aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo essas ferramentas:

1. Familiarize-se com a ferramenta: Antes de começar a utilizá-la, dedique um tempo para conhecer todas as funcionalidades e recursos oferecidos pela ferramenta escolhida. Isso ajudará a entender como ela pode ser melhor aplicada ao seu projeto.

2. Defina uma estrutura organizada: Estabeleça uma estrutura clara para a organização das tarefas, backlog e sprints dentro da ferramenta. Isso facilitará a visualização e a gestão do projeto.

3. Garanta a colaboração da equipe: Incentive a equipe a utilizar a ferramenta e atualizar regularmente as informações relacionadas ao projeto. Isso promoverá a transparência e a comunicação eficiente entre os membros da equipe.

4. Mantenha o foco: Evite a sobrecarga de informações na ferramenta, concentre-se apenas nos elementos essenciais para o gerenciamento do projeto. Manter a simplicidade permitirá uma melhor compreensão e tomada de decisões mais assertivas.

5. Utilize recursos visuais: Aproveite as funcionalidades de visualização da ferramenta para criar gráficos, diagramas e quadros para acompanhar o progresso do projeto. Essa abordagem visual auxiliará no entendimento e na identificação de possíveis gargalos.

6. Promova a automação: Busque automatizar tarefas repetitivas ou que demandem tempo, utilizando recursos oferecidos pela ferramenta. Isso economizará tempo e permitirá que a equipe foque em atividades mais estratégicas.

7. Acompanhe as métricas: Utilize os relatórios e métricas disponibilizados na ferramenta para avaliar o desempenho do projeto. Esses dados fornecerão insights valiosos para a identificação de melhorias e ajustes necessários.

Ao seguir essas dicas, você poderá utilizar as ferramentas gratuitas de Scrum com eficiência, promovendo uma gestão ágil e assertiva do seu projeto. Lembre-se de adaptar essas dicas de acordo com as necessidades e características do seu projeto específico.

Conclusão

Com base nas informações apresentadas neste artigo, fica claro que as ferramentas gratuitas para projetos ágeis com Scrum são essenciais para o sucesso e eficiência do gerenciamento. Elas oferecem uma variedade de recursos e funcionalidades que facilitam o planejamento, a colaboração e o acompanhamento das tarefas.

Os benefícios do uso dessas ferramentas são evidentes, como a melhoria na comunicação entre as equipes, o aumento da produtividade e a redução de erros. Além disso, as ferramentas gratuitas de Scrum proporcionam uma visão clara do backlog e das sprints, permitindo uma melhor organização e priorização das tarefas.

Com várias opções disponíveis, destacam-se o Trello, Wrike e Taiga como algumas das principais ferramentas gratuitas para Scrum. Cada uma delas possui características únicas e é importante escolher aquela que melhor se adequa às necessidades do projeto.

Para utilizar essas ferramentas com eficiência, é essencial seguir algumas dicas, como definir um bom fluxo de trabalho, facilitar a comunicação entre os membros da equipe e utilizar recursos como quadros Kanban e gráficos de progresso.

Em conclusão, as ferramentas gratuitas para projetos ágeis com Scrum são uma ferramenta indispensável para garantir o sucesso das entregas e alcançar os objetivos propostos. Ao adotar essas ferramentas e aproveitar ao máximo seus recursos, as equipes podem melhorar a colaboração, a eficiência e a qualidade do trabalho, impulsionando assim o sucesso do projeto.

#FISL 13: Agilidade e software livre na globo.com

#FISL 13: Agilidade e software livre na globo.com 2

Assim como no ano passado, o pessoal da Globo.com fez uma ótima palestra. O Demetrius Arraes Nunes mostrou como migraram das soluções proprietárias para livres, comentando ainda sobre o processo de adoção de métodos ágeis para a gestão das equipes e seus resultados. Vamos aos detalhes.

  • Até 2002, utilizavam software proprietário, desde o hardware de balanceamento de carga até o servidor web e de banco de dados;
    • Servidores Sun com Solaris, Oracle Weblogic, Vignette e Java (antes de ser open source);
  • Atualmente, a maior parte da estrutura é baseada em software livre, restando ainda o banco de dados, onde a Oracle ainda mantém “uma perninha”;
    • Linux nos servidores (HP, Dell e IBM), Apache e NGINX, MySQL, MongoDB, REDIS, Virtuozzo, Ruby, PHP, Python, Django, WordPress, GloboCMS, Varnish;
    • Destaque para o appliance com Varnish que eles montaram, que escalou melhor que soluções proprietárias, e rendeu um prêmio no Cisco Networkers de 2010;
  • É esta estrutura baseada em software livre que suporta  os 5 bilhões de pageviews/mês e 220 milhões de vídeos vistos;
  • O Demetrius fez questão de comentar que a Globo.com usa software livre porque é melhor;
  • Assim como no ano passado, fizeram questão de comentar sobre a transmissão da copa de 2010, que registrou pico de 302 mil transmissões simultâneas e chegou a ser responsável por 15% da banda no país;
  • São mais de 300 profissionais envolvidos;
  • O vídeo das empreguetes teve 7 milhões de visualizações somente na 1ª semana, e o BBB é o maior site da internet brasileira, com 380 milhões de visitas e 220 milhões de vídeos visualizados por mês (triste isso…);
  • Eles têm uma preocupação muito grande com a experiência do usuário (UX – User Experience);
  • São mais de 15 milhões de linhas de código, mais de 2000 servidores;
  • Utilizam métodos ágeis (SCRUM com ciclo de 2 semanas), o que permitiu desfazer a separação entre criação e tecnologia que havia antes, de forma que hoje as equipes trabalham com maior interação. Mostraram um time lapse de um dia de trabalho da equipe;
  • Buscam transparência nas equipes;
  • Todos têm notebooks (mobilidade);
  • O “Espaço Lounge” oferece jogos, integração, etc;
  • O RH promove atividades de integração, que incluem um dia para ser o que quiser na empresa, ocupar o cargo que desejar e fazer o trabalho “pra valer”, numa técnica chamada FedEx Day que visa promover inovação, e incentivam qualificação (MBA, Mestrado, participação em eventos, etc);
  • Agile e Software Livre: tudo a ver!
    • Princípios ágeis
      • Software funcionando;
      • Mudanças são bem vindas;
      • Releases frequentes;
      • Colaboração com cliente;
      • Auto-organização;
      • Auto-motivação;
      • Excelência técnica (aspecto destacado pelo Demetrius sobre os profissionais que trabalham com software livre);
  • 3 lições
    • Money Talks – 50% de redução nos custos;
    • Open Source é menos arriscado;
    • Open Source significa mais qualidade – péssima experiência com suporte da Oracle, ótima experiência com comunidades;
  • Retribuindo
    • Mais de 30 projetos ativos;
    • Thumbor – processamento de imagens para portais;
    • Splinter – testes de interface;
    • Stewie – monitoramento de anomalias;
    • Tsuru – computação em nuvem;
    • Bootstrap – front-end accelerator;
    • nginx-push-stream – HTTP streaming;
    • http://github.com/globocom

Sem querer chover no molhado, mas penso que podemos inferir pela experiência da Globo.com que não é necessário ser xiita ou lunático pra perceber as vantagens do software livre. Parabéns pra eles!

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#FISL 13: #Scrum com #Kanban – pequenos ajustes, grandes melhorias

#FISL 13: #Scrum com #Kanban - pequenos ajustes, grandes melhorias 3

O Paulo  Caroli (@paulocaroli) fez uma palestra interessante, “Scrum com Kanban – pequenos ajustes, grandes melhorias“, onde mostrou como as duas técnicas podem ser aplicadas em conjunto com ótimos resultados. Vamos às observações.

  • A idéia do KANBAN é garantir uma experiência mais visual do fluxo de trabalho (workflow);
  • Limitar trabalho em andamento (WIP – Work in Progress) é interessante pois melhora os resultados, aumentando as entregas, uma vez que a equipe não inicia mais tarefas do que consegue concluir;
  • A idéia do SCRUM é estabelecer um processo de desenvolvimento iterativo e incremental, com ciclos ou sprints (2 semanas é comum), e tem origem com Frederick Taylor, cujas idéias influenciaram Henry Ford e definiram uma maneira de administrar empresas aplicada até hoje, que inclui a idéia de linha de produção/montagem e workflow (sequência de passos executada por uma pessoa ou time para atingir um objetivo);
  • User stories – conceito que se refere aos requisitos gerais de projeto, quebrados em partes menores visando facilitar a entrega;
  • Workflow visível – exibir num quadro branco uma tabela com as fases do workflow, onde cada coluna é populada com post-its relativos a cada user story, ou seja, ficam visíveis as tarefas “não iniciadas”, “em andamento”, “em teste”, etc;
  • O modelo tradicional de desenvolvimento segue a lógica “Push the Work“, em que alguém “atribui” as tarefas, “empurrando” o trabalho para os profissionais;
  • O modelo recomendado, segundo o Paulo, é o “Pull don’t Push“, em que o profissional decide o que quer fazer depois que termina cada tarefa;
  • Algumas estatísticas interessantes obtidas usando Scrum com Kanban:
    • Lead Time – tempo para terminar um trabalho;
    • Cycle time – intervalo entre duas entregas consecutivas;
    • WIP – controlar número máximo de tarefas em andamento;
    • Quanto maior o Lead Time, pior a qualidade, e quanto menor (mais rápido), mais qualidade (curioso, não ?);
    • WIP é proporcional ao Lead Time médio, e limitar o WIP permite equilibrar o workflow, pois alguém de uma “coluna da tabela” pode ajudar na outra. Exemplo: um desenvolvedor (coluna “em andamento”) pode ajudar um testador (“em teste”) caso haja muitas entregas a testar, aumentando a quantidade de entregas prontas;
    • Filosofia: “Stop starting, start stopping

Como completo ignorante em SCRUM, a palestra foi bem instrutiva pra mim, e achei bem interessante a idéia de usar SCRUM com KANBAN.

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ITIL ou DevOps? O que você precisa saber sobre dois dos métodos mais adotados do mundo!

ITIL ou DevOps? O que você precisa saber sobre dois dos métodos mais adotados do mundo! 4
Mais uma vez me deparo com uma daquelas situações em que um texto simplesmente sensacional me deixa tão entusiasmado que me vejo na obrigação de compartilhá-lo com você.
O site australiano IT News traz uma análise extremamente útil sobre os dilemas atuais que envolvem duas das siglas mais comentadas nos últimos anos: ITSM e DevOps.
Deleite-se com mais este excelente texto, em tradução e adaptação livres deste blogueiro.
Há uma batalha feroz em curso sobre a melhor maneira de abordar os negócios de TI, com duas grandes escolas de pensamento competindo pelo domínio: IT Service Management (ITSM) e DevOps.
ITSM favorece um processo formal, planejado pela organização de TI, enquanto DevOps enfatiza um estilo dinâmico, mais fluido, livre das amarras da burocracia. Eles são, se você perguntar aos defensores mais estridentes de qualquer abordagem, a antítese um do outro.
Então, quem está certo? E o que são estas abordagens, de qualquer maneira?

O que é ITSM?


Information Technology Service Management (GSTI no Brasil) começou a vida dentro da IBM em 1972, fruto de oito anos de pesquisa em Information Systems Management Architecture (ISMA), que culminou com a publicação de A Management System for the Information Business in 1980.
Essas idéias foram construídas ainda em 1986 no Reino Unido, pela Agência Central de Computação e Telecomunicações (CCTA) – um órgão do governo, dada a difícil tarefa de melhorar a qualidade e eficiência de TI. A CCTA já havia desenvolvido o Structured Systems Analysis and Design Method (SSADM) para desenvolvimento de software, e o PRojects IN Controlled Environments (PRINCE) para gerenciamento de projetos.
Uma equipe liderada por Peter Skinner e John S. Stewart trabalhou com várias empresas de consultoria, incluindo IBM, para desenvolver o “pesado” Government IT Infrastructure Management Method, ou GITTMM. A IBM forneceu à equipe CCTA um conjunto de checklists para gerenciamento de serviços de TI derivados do seu trabalho sobre a referida ISMA, e a equipe expandiu esses conceitos para definir boas (“melhores”) práticas conhecidas. O princípio orientador foi, de acordo com Stewart, simples:
“A abordagem padronizada pode ser adaptada por organizações individuais como base para os seus processos próprios, repetitivos.”
O GITTMM foi mais tarde renomeado para IT Infrastructure Library (ITIL) por duas razões principais: em primeiro lugar, porque não era um método, e em segundo lugar, com a palavra “governo” o nome teria desanimado a adoção das idéias para além dos departamentos governamentais.
O ITIL define essencialmente que processo uma organização de TI deve seguir para tudo, desde como implantar um novo aplicativo, como definir a política de segurança, de como controlar licenças de software a como lidar com as chamadas de suporte. E três décadas após a necessidade de tal idéia ser reconhecida pela primeira vez, o ITIL é hoje mais ou menos onipresente. Se julgado pela concepção de Stewart do princípio central da biblioteca, o projeto teria de ser considerado um sucesso retumbante.
E ainda assim o problema original que se propôs a resolver – que os projetos de TI não estavam à altura das expectativas de alta qualidade ou de baixo custo – não parece ter sido resolvido.
Depois de quase 30 anos de ITIL na prática, ainda ainda lemos sobre falhas em rotinas de TI e em larga escala.
As páginas de iTnews estão continuamente cheias de argumentos para demonstrar porque.
O consultor Greg Ferro é um crítico ferrenho do ITIL.
“A premissa fundamental ITIL é que atividades de tecnologia podem ser segmentadas como máquinas ou funções de trabalho em uma fábrica onde cada tarefa pode ser atribuída a uma máquina, com recursos humanos fixos aplicados à tarefa e financiamento aplicado à máquina”, diz ele. “Isso simplesmente não funciona quando as máquinas e processos da fábrica sofrem mudança transformacional a cada três a cinco anos.”
“ITIL não é sobre a entrega ou excelência. Na minha experiência, ITIL e PRINCE2 evitam a excelência através de um foco em entregáveis e gestão de custos.”
Ele está convencido de que ITIL teve seu dia e que é hora de seguir em frente.
“Na última década, tenho trabalhado para dezenas de empresas que utilizam modelos ITSM/ITIL e todas elas eram locais de trabalho miseráveis ​​e infelizes”, diz ele. “Quando eu trabalhei em empresas que não usam ITIL, achei que eram ótimos lugares para trabalhar, enquanto o valor real do negócio estava sendo criado e entregue.”
“É sobre a felicidade. ITIL é igual a miséria e infelicidade. Quem quer isso?”
Leia mais enquanto explicamos a escola de pensamento oposta…

O que é DevOps?

Muitos que têm manifestado insatisfação com processos ITIL descobriram que o modelo DevOps – uma extensão da metodologia ágil – resolve muitas questões que ITIL e ITSM não conseguem.
DevOps como conceito ganhou destaque em 2009, principalmente com o lançamento de “DevOps Days” na Bélgica por Patrick Debois. DevOps é uma palavra que combina Desenvolvimento e Operações, que descreve o que parece ser a síntese da abordagem: desenvolvimento e operações trabalhando em conjunto.
A maior dificuldade com DevOps é que ninguém, nem mesmo seus defensores, parece bastante certo do que DevOps é exatamente. Alguns chamam de método de desenvolvimento de software, alguns uma abordagem para o gerenciamento de TI, enquanto outros o chamam de “movimento global”.
O ponto em comum na descrição DevOps é em grande parte uma reação à abordagem de silos tomada por muitas empresas quando implementam processos do ITIL.
No mundo ITIL, os desenvolvedores são responsáveis ​​por atualizações e alterações, enquanto as operações de TI são responsáveis ​​por manter tudo funcionando. Esta abordagem leva muitas vezes a incentivos incompatíveis, onde a operação é motivada a reduzir a mudança (e manter as coisas estáveis), enquanto o desenvolvimento é totalmente sobre mudar as coisas.
A ascensão da abordagem Agile para desenvolvimento de software no início de 2000 – e sua ênfase em ciclos de liberação rápida – colocou pressão sobre os processos formais de gestão de mudança e de transição de serviços recomendados pelo ITIL. Se um comitê de mudança só se reúne uma vez por semana, liberações em produção não podem acontecer mais rápido. Mas se a empresa segue Agile ao pé da letra, como muitas empresas on-line fazem, você pode liberar mudanças em produção várias vezes por dia. Os dois mundos não se encaixam muito ordenadamente.
Portanto, assim como a abordagem Agile para desenvolvimento de software substitui o método cascata SSADM, o DevOps visa substituir a formalidade lenta dos processos ITIL quando se trata de operações. DevOps requer que os desenvolvedores possuam o ciclo de vida completo de uma aplicação, desde o desenvolvimento, testes, implantação e suporte em produção, todo o caminho até o descomissionamento.
As grandes empresas online como o Flickr têm compartilhado sua abordagem de fusão de desenvolvimento e operações em diversas conferências, e a técnica tem ressoado com aqueles também com pressa para entregar valor aos clientes.
A pedra angular da abordagem DevOps é a automação. Sem ela, as grandes organizações não poderiam conceber tais ciclos de liberação rápida, sem introduzir erros. Ferramentas como o Puppet, Jenkins e Selenium são todas voltadas para automatizar tarefas que eram anteriormente centradas em humanos. Em vez de um comitê de mudança de seres humanos que se reúne uma vez por semana, um teste de software automatizado determina se um lançamento está pronto para implantação em produção.
As ferramentas de automação já existem há décadas, mas a sua utilização sempre foi um pouco limitada. O humilde utilitário UNIX make foi criado em 1976, e as ferramentas subseqüentes, mesmo internas da HP como a ferramenta MEDUSA, podem pedir antiguidade em relação a ferramentas mais recentes como Puppet, Ansible, e Jenkins.
Mas como acontece com tantas tecnologias, sem dúvida, as ferramentas anteriores chegaram muito cedo. Simplesmente não havia necessidade generalizada suficiente para serem utilizadas fora de nichos ou empresas específicas. O estilo DevOps de automação explodiu em popularidade porque o timing estava certo.
Automação tem sido muito demandada desde a virada do milênio, inicialmente para as grandes empresas online como Google, Yahoo, Facebook, entre outros. O sucesso dessas empresas dependia de economias de escala para o sucesso comercial, e ninguém podia se dar ao luxo de contratar um grande número de seres humanos para alcançá-la. As tarefas de curadoria de resultados de pesquisa, execução de leilões do AdWords, e mostrar quais dos seus amigos tornaram-se solteiros são impossíveis para seres humanos, quando se tem milhões de membros. Pagando um desenvolvedor realmente bom o triplo do salário de mercado para escrever software que substitui 15 administradores de sistemas parece um bom negócio.
A automação também cabe na cultura do desenvolvimento online da ‘era digital’. Técnicas e códigos originalmente desenvolvidos por estas grandes empresas online foram liberados para o mundo em geral (considere o Apache Hadoop e a biblioteca de interface de usuário do Yahoo!), geralmente muito tempo depois que permitiu qualquer vantagem competitiva significativa para a empresa original. É mais fácil para uma ferramenta ou prática para se tornar amplamente adotada, se muitas pessoas sabem que a ferramenta existe, e ainda mais fácil, se o custo de aquisição é baixo. Operações “digitais” de hoje dentro de bancos ou empresas de telecomunicações são frequentemente reciclagem de código desenvolvido para redes sociais uma década antes.
Até o final dos anos 2000, uma massa crítica de ferramentas e técnicas que tinham surgido começaria a desafiar seriamente o domínio do ITIL.
Mas será que isso realmente tem que ser uma escolha difícil entre ITIL ou DevOps?
Podem as duas abordagens co-existir?

Leia sobre como os líderes empresariais discutem essa opção…

Lições do passado, presente e futuro

Mudanças culturais à parte, a causa raiz do crescimento do DevOps se dá pelos benefícios acumulados através de um maior uso de automação.
Ela evita muitos dos famosos problemas de comunicação entre silos, principalmente porque, na maioria dos casos, os seres humanos que poderiam se comunicar foram substituídos por computadores. Ao contrário dos humanos, os computadores fazem exatamente o que são ditos pra fazer, então não há essa coisa de falha de comunicação. Os computadores também fazem tarefas repetitivas com grande precisão. Seria uma abordagem ITIL funcional, se a maioria dos seres humanos fossem substituídos por Jenkins, Puppet e scripts shell?
Don Meij, CEO da Domino Pizza, diz que os problemas operacionais que afligem a maioria das organizações de TI têm geralmente mais a ver com a implementação do que com a escolha da abordagem.
“Muitas empresas tornam tudo uma questão de processo”, diz ele. “CEOs se apaixonam por processos. É quase como se justifica o que se faz. É o câncer de uma organização se você não gerenciar adequadamente.”
Peter Nikoletatos, diretor de TI atuando na Universidade de New England, diz que o IT Service Management e ITIL ainda serão relevantes no futuro. Mas as organizações precisam melhorar a forma como aplicam.
“ITIL é um framework que exige adaptação”, diz ele. “A maioria das organizações erram ao buscar muita sofisticação. Isso torna as coisas muito burocráticas.”
“O entusiasmo para execução ao implementar ITIL deve ser moderado. Você precisa ter um cronograma realista. Construir os serviços de forma incremental. Comece com coisas simples: gerenciamento de incidentes e gerenciamento de problemas.”
“Do ponto zero para o ITIL totalmente implantado pode levar de dois a três anos. Isso é um investimento significativo de tempo. Você não tem que fazer tudo isso.”
“Nem todas as organizações se prestam ao Agile“, continuou ele. “ITIL é apenas uma maneira de pensar sobre um problema, mas não a única. ITIL é conveniente porque a maioria das pessoas entende. Com o Agile, ainda estamos aprendendo como usá-lo. Demora alguns anos para construir provas de que isso funciona”.
O que confunde tudo é o ritmo acelerado de mudanças no setor de TI em geral, cortesia da Lei de Moore. O tipo de automação possível hoje era impensável em meados dos anos 80, ao mesmo tempo, a explosão de dados e processamento de dados criou novos problemas que não existiam então. Com a paisagem mudando sob seus pés tanto assim, pode uma abordagem para gerenciar as coisas realmente cobrir todas as bases?
Para o deleite dos consultores em todos os lugares, a resposta sobre adotar ITIL ou DevOps parece perpetuamente ser: “Depende.”
Como a velha piada de gerenciamento de projetos: você normalmente só pode escolher duas das três variáveis ​​- rápido, barato e bom. Tanto ITIL quanto DevOps pretendem buscar os mesmos objetivos – resultados finais de negócio melhores. Poderia ser o caso de que ITIL foi otimizado para qualidade boa e barata, com menos ênfase na velocidade, enquanto DevOps oferece um ponto de otimização diferente – muito mais rápido e, invariavelmente, mais barato. A pergunta que muitos estão esperando para responder é se ele vai entregar a mesma qualidade.
Uma maneira mais construtiva de fazer uma escolha entre os dois é avaliar o custo da mudança para qualquer solução.
O software se beneficia de mudança rápida, porque o custo de mudança é baixo. Quanto mais baixo o custo da mudança, mais mudança você pode se dar ao luxo de contemplar. Mas o hardware raramente é tão fácil mudar. Aqueles que implantam hardware ainda precisam considerar as ramificações de longo prazo de suas ações, ou, pelo menos, o impacto do custo de errar e ter que mudar.
Faz sentido usar a técnica que combina a quantidade e o custo de mudanças ao seu ambiente. Algo que não muda com freqüência, e custa muito quando isso acontece, requer um planejamento cuidadoso e de gestão da mudança. Mas, para as coisas que são relativamente fáceis de mudar e não custam tanto, tentar muitas opções diferentes rapidamente faz muito mais sentido.
Nessa base, a necessidade de reinvenção é um pouco exagerada. Não há nada que diga que processos ITIL não podem ser automatizados. Ele é, afinal, apenas uma estrutura, pronta para ser adaptada às especificidades do seu negócio, enquanto continua a fornecer uma maneira padronizada de pensar sobre problemas de negócios.
Adeptos ITIL podem aprender muito emprestando idéias do DevOps, pois adeptos do DevOps tendem a reciclar seus softwares de gerenciamento de configuração e compartilhar receitas Puppet através da internet.
Compare e contraste

ITIL DevOps
Optimizado para Economia de escala Velocidade para o mercado
Despesas de execução Alta Baixa
Tempo para execução 2-3 anos 6 meses+
Níveis de pessoal necessário Médio para Alto Baixo para Médio
Estabilidade Bem estabelecida Ainda em evolução
Habilidades de mercado disponíveis Amplamente disponível Poucos, mas em rápido crescimento
Melhor para Processos padronizados, repetitivos Inovação

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#Mitos sobre #produtividade

#Mitos sobre #produtividade 5Este texto é uma tradução livre do original do LifehackerMito 1 – É necessário acordar cedo para ser produtivoHá estudos que revelam que pessoas que acordam cedo tendem a ser pró-ativas, obter melhores notas na escola, o que as leva a melhores universidades, e melhores empregos. Por outro lado, pessoas que acordam mais tarde são mais criativas, espertas, têm mais senso de humor.Entretanto, outro estudo mostra que o mais importante é trabalhar nas horas certas, ou seja, nas horas em que você é mais produtivo, seja cedo ou tarde. Organize-se para fazer o “trabalho duro” nas horas produtivas, e deixar atividades menos complexas para outros horários.Mito 2 – Trabalhe além da exaustãoEstudos já desfizeram este mito há tempos, e deixam claro que, quando se sentir cansado, a melhor coisa é fazer uma pausa, “desligar um pouco”, ou se dedicar a outra tarefa, enfim, qualquer coisa que ajude a mudar o foco e recuperar energias para retomar seus objetivos e concluir aquele trabalho.Nossa força de vontade é limitada e deve ser usada com sabedoria.Mito 3 – Múltiplos monitores aumentam/diminuem a produtividadeUsar mais de um monitor pode ser mais produtivo ou não, mas tudo depende do seu perfil. Não se trata de verdade absoluta.Além disso, um dos estudos que apontava o uso de vários monitores como sinal de produtividade foi patrocinado pela Apple e coincidiu com o lançamento de seu Apple Cinema Display. Outro foi patrocinado pela NEC, fabricante de monitores.De todo modo, há estudos que indicam que o uso de mútiplos monitores, ou monitores maiores, pode aumentar a produtividade se o seu trabalho pode ser beneficiado por mais “espaço visual”. Minha experiência mostra que, quando precisamos lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, como é o meu caso, mais de um monitor pode fazer bastante diferença.Mito 4 – O excesso de informação está nos tornando burros (desconecte da web para ser produtivo)A Internet pode nos fazer lembrar menos coisas, afinal basta lembrar como acessar o Google, né ? Mas isto não significa que estejamos ficando menos inteligentes, apenas mais preguiçosos, talvez.Por outro lado, a Internet traz, de um modo mais fácil do que nunca, uma infinidade de possibilidades de distração, o que pode fazer com que pessoas desorganizadas ou descontroladas “se percam” vagando pela web indefinidamente, destruindo completamente sua produtividade. Mas isto não é culpa da web, é culpa sua, que não consegue manter o foco. Se necessário, há inúmeras ferramentas na própria web que ajudam a manter o foco numa tarefa.Einstein dizia que não precisava saber “de cabeça” a velocidade da luz, pois esta informação estava disponível nos livros. É por aí.

Mito 5 – É impossível ser produtivo fora do ambiente de trabalho
“Se eu não puder te ver, você não vai trabalhar”. Tem muita gente por aí que ainda pensa assim. Pelo visto, nunca ouviram falar em metas. Estudos mostram aumento de produtividade com trabalho remoto. Sério. É perfeitamente possível produzir mais e melhor, trabalhando remotamente.
Cabe notar que há indicações confiáveis de que barulho demais nos torna menos produtivos. E isso é algo bem fácil de encontrar em muitos ambientes de trabalho. Por outro lado, a possibilidade de muito barulho em casa pode ser bem menor. A menos que você tenha filhos de férias, segundo soube 😛
Mas há atividades que demandam interação com clientes, como balcões de atendimento em lojas, restaurantes, e outras atividades correlatas, onde a necessidade de presença física em local específico existe. Para outros casos, o impedimento para o trabalho remoto é apenas uma questão de má vontade, desconfiança ou falta de informação mesmo.
Mito 6 – Ordenar e organizar é a solução para seus problemas com o e-mail
Confesso que essa me surpreendeu. Um estudo patrocinado pela IBM mostrou que marcar, arquivar e organizar e-mails pode torná-los mais difíceis de localizar depois (!). Mas o estudo tinha um foco bem direcionado a pastas, pelo que observei, o que significa que simplesmente pesquisar pela mensagem é mais rápido e produtivo que navegar entre pastas (marcadores ?) tentando achá-la.
Diante disso, o melhor a fazer é reduzir a quantidade de mensagens, eliminando o que não será aproveitado depois e mantendo o mínimo possível. Posso atestar que regras que enviam mensagens diretamente pra lixeira, mesmo que sejam mensagens que você vai ler, desde que não pretenda mantê-las para referência futura, funciona muito bem!
Mito 7 – Técnicas de produtividade vão resolver seus problemas
Não é que as técnicas de produtividade sejam ruins, elas apenas não servem para todos. Programadores preferem Pomodoro, gerentes de projeto GTD, administradores de sistemas vão de Kanban. Portanto, esteja atento para verificar a técnica que mais se adequa à sua profissão, perfil, etc. Ou descubra um meio de combinar as técnicas e criar uma que lhe caia bem.
O importante é não dedicar mais tempo a organizar as informações para o trabalho que para executar o trabalho em si.