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Ferramentas de Marketing para Empreendedores: o arsenal do Tecnologia que Interessa! para ter renda extra com blogs e cursos online

Ferramentas para Empreendedores, Professores e Blogueiros

Há muito tempo estava com um rascunho deste texto sobre ferramentas de marketing para empreendedores numa “gaveta virtual”, aguardando uma oportunidade de publicá-lo. Finalmente chegou a hora.

Acredito que você pode ter se perguntado, em algum momento, quais ferramentas uso pra criar, hospedar e divulgar os conteúdos do blog, treinamentos, páginas de venda de cursos, emails, postagens em redes sociais, enfim, como consigo “me multiplicar” através das ferramentas certas e levar as informações do blog a cada vez mais gente.

A partir de agora, você vai conhecer o “Arsenal do Tecnologia que Interessa!”.

Vai descobrir meus truques e as ferramentas que uso pra facilitar as inúmeras atividades que preciso realizar, seja escrever, gravar vídeo aulas, podcast ou divulgar tudo isso no Facebook, LinkedIn, Twitter, etc, tudo de forma a otimizar o escasso tempo que disponho.

Além disso, você vai entender o poder que estas ferramentas, serviços de hospedagem, plataforma de conteúdo, etc, colocam à sua disposição para construir uma marca na Internet, fazer networking e levar suas ideias e capacidades a um número cada vez maior de pessoas.

Vamos lá.

Hospedagem

GoDaddy

Foi a primeira hospedagem que contratei quando resolvi registrar o domínio tecnologiaqueinteressa.com, que é muito importante para melhorar o alcance dos conteúdos publicados em termos de posicionamento das páginas de resultado do Google, as chamadas SERPs.
A vantagem do GoDaddy é poder centralizar registro de domínio e hospedagem no mesmo local, e eles têm até um sistema de leilões de domínios que é interessante pra ter uma ideia de quanto pode valer um domínio (há um mercado enorme de compra e venda de domínios!).
Apesar dessa vantagem, o serviço do GoDaddy não é nenhuma maravilha e o sistema de hospedagem compartilhada (o mais barato) é muito limitado em termos de personalização. Pra leigos é ótimo, pois não há muito o que configurar. É escolher a aplicação que vai usar, instalar em poucos cliques e pronto!
Mas se você precisa de acesso a SSH, personalizar configurações do PHP, ajustar parâmetros do Apache e outras configurações avançadas, aí complica bastante.
Por isso acabei fazendo um cadastro na Amazon.

Amazon

Inicialmente cadastrei na Amazon pra ter mais autonomia, além de aproveitar um ano de uso gratuito que eles fornecem pra novos clientes da plataforma.

Com o tempo, fui percebendo que, mesmo não sendo a opção mais barata (muito pelo contrário), o nível de controle, autonomia e as infinitas possibilidades que uma instância te dão fazem toda a diferença em termos de otimização, especialmente pra desempenho, segurança e gerenciamento.

Mas atenção, Amazon não é para iniciantes. Se você não está disposto a configurar o sistema operacional, instalar servidor web e seus componentes (PHP, WordPress, Moodle, etc), então esta opção não é pra você.

Por outro lado, depois de feito o trabalho inicial, é possível fazer snapshot da instância e usar como backup ou criar uma nova instância com todo o trabalho pesado já feito.

Além disso, a quantidade absurda de serviços integrados da Amazon é impressionante! Aprovisionamento, Monitoramento, Cobrança, tudo pode ser automatizado, com escalabilidade, segurança e previsibilidade de custos. Este é o grande motivo de não ter cancelado o serviço, apesar de haverem opções bem mais em conta para minhas necessidades (atuais).

OVH (Kimsufi)

O OVH é um mega provedor europeu (França) que fornece infraestrutura na nuvem em variados formatos e atende a todo tipo de necessidade, de hospedagem compartilhada a VPS e mesmo servidor dedicado, além de serviços de armazenamento.

O serviço de armazenamento Hubic (25GB a 50GB gratuitos) usa a infraestrutura da OVH, e o provedor Kimsufi também. No caso do Kimsufi, eles têm uma abordagem interessante: ofertam servidores dedicados com configuração de hardware “defasada” por preços inacreditáveis. Esta é a opção que recomendo pra quem tem conhecimento técnico e quer o melhor custo/benefício.

Contratei recentemente um VPS com SSD na OVH por menos de R$12/mês (pesquise os preços e veja a diferença!). Se precisar de ajuda pra escolher uma opção de hospedagem barata, flexível e eficiente, entre em contato que posso ajudar.

Plataformas de Conteúdo

Blogger

Eu devia ter vergonha de dizer isso, mas o fato é que até hoje não tive coragem de migrar pra uma plataforma melhor.
As limitações do blogger são tantas que nem dá pra listar todas. Ao invés disso, vou resumir em uma palavra: plugins.
Em qualquer plataforma de conteúdo profissional, você tem acesso a uma infinidade de plugins, add-ons, complementos que agregam funcionalidades interessantes ao blog.
Na plataforma da Google você fica limitado a CSS, HTML5 e Javascript, e ainda assim com restrições, principalmente se você não é um designer acima da média (eu nem designer sou, muito menos acima da média).
Apesar de tudo isso, a plataforma da Google é gratuita e oferece um conjunto aceitável de recursos, se tudo que você precisa é criar conteúdo e publicar na web.
Já se pretende transformar seu blog/site em algo mais profissional (e rentável), aí complica bastante. Há uns gênios por aí fazendo coisas incríveis no blogger, mas isso é fora do padrão.

WordPress

A plataforma de conteúdo líder de mercado é usada em mais de 25% dos sites mundo afora, seguida de longe por Joomla, Drupal, Magento, Blogger e outros.
A liderança se justifica pelo desempenho, simplicidade, suporte (se o serviço de hospedagem que for contratar não tem a opção de instalar o WordPress com um clique, pode ter certeza que não presta) e, principalmente, extensibilidade.
Sim, são eles, os plugins, que fazem T.O.D.A. a diferença na hora de profissionalizar seu site/blog.
Quer colocar uma caixinha de inscrição pros leitores receberem os textos por email? Facilitar o compartilhamento nas redes sociais? Personalizar a aparência/design do blog? Criar menus? Slideshows? Sumários? Links automáticos por palavra chave? Bloquear o copiar/colar?
Pra cada uma destas perguntas há várias respostas (na forma de plugins do WordPress). Você escolhe o plugin que faz da forma que achar melhor. São infinitas possibilidades!
Os plugins são tão importantes que pedi ajuda pra desenvolver um pra mim, visando facilitar a criação de conteúdos nos meus sites WordPress.
Por isso, o mercado de desenvolvimento de plugins comerciais para WordPress é incrivelmente ativo. Se você conhece bem PHP, esta pode ser uma ótima oportunidade pra você. Tenho até algumas ideias de plugins, caso queira conversar a respeito.

Moodle

Logo que resolvi levar meus treinamentos presenciais, pensei no Moodle. Uma plataforma EAD que já conhecia há vários anos (fui professor e conteudista EAD), com uma infinidade de recursos pedagógicos, me parecia a escolha ideal.

Instalei o Moodle, preparei e publiquei os cursos lá, tentando usar ao máximo os recursos da plataforma. Conteúdos em texto, vídeo, exercícios, simulados, etc.

Mas então chegou a hora de integrar com o sistema de pagamentos. Como fazer pra alguém comprar um curso diretamente a partir da página do curso no Moodle?

Pesquisei plugins, contactei vários freelancers dentro e fora do Brasil, e nada. Ninguém sabia como integrar diretamente o Moodle com um sistema de pagamentos (Paypal, por exemplo).

Diante disso, resolvi levar os cursos pro WordPress, mas este processo ainda não foi concluído.

Se você trabalha com Moodle e conseguiu fazer esta integração, entre em contato, pois tenho muito interesse em saber como conseguiu registrar e notificar o aluno automaticamente após a aquisição do curso.

Editores

Scribefire (bônus: Zemanta)

Nos primeiros anos do blog, usava a ferramenta Scribefire, uma extensão do Chrome e Firefox que trazia algumas facilidades pra criar os conteúdos, em especial a integração com o serviço Zemanta, que permite incrementar seu conteúdo com imagens, citações da Wikipedia e muito mais.
Pelo que entendi, o Zemanta se transformou numa plataforma de descoberta de conteúdos.
Deixei de usar o Scribefire depois de perder várias horas de trabalho (mais de uma vez!) porque o rascunho não foi salvo corretamente no navegador.
Passei a usar o editor do próprio Blogger, já que o rascunho fica na nuvem da Google, e o risco de perda e retrabalho é bem menor.

Blogger

O editor nativo do blogger é espartano, apresentando algumas opções de formatação, exibição WYSIWIG ou código HTML, e não muito mais que isso.
O resultado é que, depois de um tempo, passei a usar o Google Docs pra gravar modelos de postagem (como o informativo semanal) e, assim, otimizar um pouco o trabalhoso processo de coletar, estudar, resumir, escrever e postar as notícias, dicas, vídeos e músicas que compõem os informativos.
Recentemente, resolvi que era hora de levar o blog pra outro nível, e que não dava pra manter um processo praticamente 100% manual de elaboração do informativo, considerando que (hoje) o blog é mantido pelo exército de um homem só, no caso eu mesmo 🙂
Comecei então a colocar os conhecimentos de scripts shell, R e “otras cositas mas” em prática, e já tenho um primeiro protótipo de solução pra automatizar o “esqueleto” do informativo, e comecei a usá-lo há algumas semanas. Em breve espero finalizá-lo e compartilhar aqui com vocês o resultado final, ou pelo menos beta.

Google Docs

Comecei a usar o Google Docs em razão de não haver suporte a modelos/templates no editor padrão do Blogger. Então criei um modelo para o boletim e salvei no Google Docs. Depois era só copiar e colar, para então modificar o conteúdo a cada semana.
A grande vantagem do Google Docs é que, como as imagens e outros conteúdos criados no editor online já ficam armazenados na nuvem, basta copiar e colar diretamente no editor do Blogger na hora de publicar. A formatação fica praticamente perfeita, e há muita gente que adota esta prática mesmo em outras plataformas de conteúdo.
Mas pra mim este processo ainda era muito trabalhoso, por isso, como disse, estou desenvolvendo uma solução mais automatizada, também como uma forma de colocar os conhecimentos em Big Data e Ciência de Dados em prática, especialmente no que se refere a web scraping.


Optimize Press

Nos meus sites WordPress, além do editor padrão, optei por utilizar ferramentas especializadas e que trazem recursos que aumentam muito a produtividade na produção de conteúdos, sem contar a qualidade do resultado, mesmo pra quem não é designer.
Há diversos modelos prontos de páginas com os mais diversos objetivos, e o resultado disso é mais velocidade na produção do conteúdo e maior apelo visual.
A biblioteca de componentes visuais também impressiona. Há vários itens que facilitam a publicação de vídeos, imagens, áudios, headlines, citações e outros conteúdos, de forma simples e rápida.
Há ainda integração com outras soluções, seja para receber informações do blog por email, compartilhar nas redes sociais ou mesmo adquirir algum produto.
Mais que um simples editor, este tipo de ferramenta é um verdadeiro “soldado marketeiro”, facilitando a criação de conteúdos voltados para venda e divulgação.
O Optimize Press, em específico, traz um componente associado, o Optimize Member, que permite criar áreas de membros e integrar com sistemas de pagamento, simplificando bastante o processo de fornecer acesso a alunos que adquirem um treinamento, por exemplo.
Adquiri este plugin e uso para entregar alguns cursos através da plataforma WordPress. Veja um exemplo de conteúdo criado com ele aqui.

 

Thrive

Este é outro exemplo de ferramenta que, similar ao Optimize Press, simplifica a criação, publicação e divulgação de conteúdos elaborados, visuais e direcionados a um objetivo.
É possível criar páginas para captura de informações de contato dos visitantes (chamadas Squeeze Pages), páginas de vendas, e há uma biblioteca vasta de componentes visuais atraentes que tornam o conteúdo do site muito mais interativo.
Algumas das páginas de divulgação dos meus cursos foram criadas com o Thrive.

Profit Builder

Descobri este plugin por indicação de um conhecido, e ele traz basicamente os mesmos recursos do Optimize Press e Thrive: modelos, componentes visuais e facilidades para a criação de páginas interativas, bonitas e voltadas para um objetivo específico (ação).
O diferencial que observei neste plugin foi o uso intensivo de animações, algo que tem um lado bom ou ruim, a depender do público que acessa os conteúdos.

Redes Sociais

Facebook

Ter uma página na rede social do Mark pode ser um ótimo caminho para captar fãs e clientes, por isso posto todos os conteúdos do blog também na página, para fornecer mais uma alternativa para quem deseja acompanhar as informações do blog.

Mas há um ENORME problema aqui. Mark não é nada bobo, e, para aumentar a receita do Facebook com anúncios, ele vem restringindo há anos o alcance orgânico das postagens de páginas. A “desculpa” é priorizar postagens de pessoas em relação a postagens de empresas, mas a verdade é que desde 2012 estima-se uma redução do alcance de 16 pra 6,5% e, se a página tem mais que 500 mil curtidas, o alcance pode ser de apenas 2%. Assim, para alcançar mais pessoas é necessário pagar.

Por isso concordo 100% com aquela frase: “Se o produto é gratuito, o produto é você!“.

LinkedIn

O LinkedIn é a “Rede Social do Networking”, e a infinidade de grupos de vagas não deixa dúvidas disso. Apesar de ser vista como patinho feio por alguns, é possível garimpar contatos muito valiosos e reforçar seu marketing pessoal e profissional com facilidade graças aos recursos de busca e opções para contactar profissionais de qualquer área.

Além disso, a plataforma integrada de conteúdos Pulse é uma excelente maneira de expor sua visão profissional a potenciais contatos. Postei alguns conteúdos do blog no LinkedIn e os resultados foram surpreendentes!

Google Plus

A rede social do Google nunca decolou de verdade, mas o fato é que postagens lá ganham algum peso em relação aos resultados de busca do Google (manda quem pode, né?), então vale a pena ter “um pezinho lá”.

Além disso, a integração com as ferramentas da Google simplifica a publicação de conteúdos lá, inclusive palestras online feitas com o Google Hangouts, que é a melhor solução gratuita pra fazer gravações ao vivo.

Twitter

O Twitter é uma rede social que vem perdendo espaço recentemente, mas ainda é referência quando se trata de identificar tendências em nível mundial. No Simpósio Brasileiro de Banco de Dados do ano passado, por exemplo, muitos estudos usavam o Twitter como fonte de dados para análise de tendências em várias situações, desde movimentos sociais como o Impeachment, passando pela opinião de torcidas sobre times de futebol, e chegando até a detecção de terremotos.

Eu já usei bastante essa rede social, mas hoje acesso no máximo uma vez por semana para checar informações sensíveis ao tempo, como notícias urgentes e resultados esportivos.

Em resumo, não é a rede social mais usada, mas vale a pena marcar presença lá.

Instagram

Tenho a impressão de que o Instagram é a rede social do momento, pulando de 500 pra 600 milhões de usuários ao longo do segundo semestre de 2016. Impressionante!

Ainda não uso esta rede social, mas penso que é questão de tempo até me render 🙂

Ferramentas

É difícil lidar com todas estas redes sociais, e olha que nem listei todas aqui. Por isso, ter ferramentas pra facilitar o gerenciamento, integrar e automatizar as coisas é fundamental.

As ferramentas do Facebook que uso incluem o Gerenciador de Negócios, pra fazer a gestão da minha página e das páginas dos meus parceiros de negócio, incluindo criação de campanhas de marketing, anúncios e análise das estatísticas de alcance e crescimento das páginas.Uso também os apps do gerenciador de anúncios e gerenciador de páginas.

Pra gerenciar o LinkedIn uso mais o site mesmo, via Desktop. E uso o app no smartphone de vez em quando.

Para gerenciar o Twitter, uso o Hootsuite.

Relacionei aqui mais ferramentas que facilitam a postagem automática de conteúdos em várias redes sociais, oferecem recursos de análise (Analytics) e outras funcionalidades bem úteis pra otimizar o trabalhão que é manter todas as redes sociais integradas.

E tem também o If This Then That, um verdadeiro canivete suíco que integra uma infinidade de serviços da web. Mais detalhes aqui.

Mail Marketing

Uma das melhores maneiras de se comunicar com as pessoas via Internet é usando o velho conhecido correio eletrônico.Ferramenta tradicional, criticada por alguns, mas que ainda vai ter longa vida, principalmente no que depender dos negócios online, cuja comunicação por email é um dos pilares do relacionamento que gera vendas e lucro.

Por isso, é interessante pensar em estreitar o relacionamento com seus contatos, com sua audiência, potenciais clientes, através de ferramentas adequadas de gestão e automação de correio eletrônico.

Quando entendi que precisava me comunicar por email com os leitores do blog, comecei a pesquisar as melhores ferramentas: MailchimpAweberGetResponse, Infusionsoft, ActiveCampaignEGOIMadmimiSendloop, e muitas, muitas outras soluções.

Acabei testando três soluções: Madmimi, ActiveCampaign e EGOI.

Mad Mimi

Comecei testando esta solução porque havia uma versão gratuita até 2000 contatos (hoje são 500), e o modelo de cobrança deles me pareceu interessante, baseado na quantidade de contatos ou de emails, de acordo com a necessidade do cliente.

É fácil criar e enviar mensagens, os relatórios eram simples mas úteis, trazendo taxas de abertura, cliques e as informações mais importantes pra acompanhar a entrega e acesso às mensagens enviadas.

É possível criar sequências automatizadas (chamadas Drips), o editor é bem fácil de usar, mas não há muitos modelos disponíveis.

Com o tempo, comecei a sentir falta de alguns recursos de automação, e então decidi migrar para outra solução.

A essa altura, já estava pagando pelo serviço, e as funcionalidades não correspondiam mais às minhas necessidades.

Active Campaign

Ao buscar uma alternativa ao Mad Mimi, a escolha óbvia surgiu rapidamente. Depois de ler alguns comparativos, descobri que o Active Campaign não apenas possuía uma política de cobrança interessante (a partir de 9 Trumps), mas também integrava muito mais que Mail Marketing.

Eu estava diante de uma solução de Marketing Automation & CRM, em que era possível criar (visualmente!) fluxos que representassem uma sequência dinâmica de mensagens a serem enviadas, de acordo com a interação dos destinatários com as mensagens (abrir, clicar, etc).

Estava prestes a contratar o Active Campaign quando fiquei sabendo do…

EGOI

Uma solução em português, com recursos de automação, relatórios personalizados, dashboards personalizáveis e um sem número de funcionalidades interessantes.

E o melhor: até 5000 contatos gratuitos, desde que concordasse em exibir um pequeno banner da solução nas mensagens enviadas.

Perfeito!

E foi assim que decidi sair do Mad Mimi para o EGOI que, embora não tenha o melhor preço, oferece o melhor plano gratuito do mundo, com desempenho profissional, alto nível de qualidade e confiabilidade.

Recomendo a quem deseja se relacionar por email de maneira profissional e efetiva, de formar a entender e otimizar sua comunicação com seus contatos.

Meios de Pagamento

Se você leva sua presença na web a sério, deve pensar bastante sobre os serviços que é capaz de realizar e como oferecê-los através da Internet.As possibilidades são infinitas, e o “mercado de gigs”, termo que ficou conhecido mundialmente para denominar a revolução que está ocorrendo no mercado de trabalho global, evidentemente graças à Internet.

Eu já contratei e fui contratado através da web, e uso frequentemente sites de freelancers.

Até relacionei aqui alguns dos melhores sites pra encontrar serviços (e se cadastrar também!).

O fato é que, qualquer que seja sua escolha para oferecer serviços, vai precisar de um meio pra receber os pagamentos pelos serviços.

Aqui relaciono alguns que já usei, seus prós e contras.

Paypal

O Paypal é, muito provavelmente, o mais famoso serviço de pagamento via Internet do mundo. A ideia de transferir dinheiro pra alguém usando apenas o email é simplesmente genial.
Mas o Paypal é muito mais que uma ideia genial. O serviço oferece muitas funcionalidades interessantes tanto para compradores como prestadores de serviço.
O comprador pode cadastrar seu cartão de crédito ou débito internacional, e o vendedor pode oferecer opções de parcelamento e até cobrança através de mensalidades, dentre muitos outros recursos.
O maior porém do Paypal, que é o serviço de pagamento online mais suportado do mundo, são as taxas. O Paypal cobra as maiores taxas para quem deseja receber pagamentos usando sua plataforma.
Outro ponto negativo da plataforma é a limitação nos relatórios fornecidos, em que o prestador de serviços fica restrito a um extrato detalhando pagamentos e recebimentos, e nada muito além disso.

 

Bcash

Depois de usar o Paypal por um tempo e ver que suas taxas eram bem “salgadinhas”, resolvi buscar alternativas, e encontrei o serviço de pagamentos do Buscapé.

O BCASH é um serviço bem mais simples que o Paypal, oferecendo apenas os recursos básicos para pagamento e recebimento de valores.

É possível enviar uma cobrança por email, há suporte para pagamentos via boleto, mas não há a possibilidade de cobrança recorrente (mensalidade), por exemplo.

A maior vantagem são as taxas, bem menores que as do Paypal.

EDUZZ

No ano passado descobri a Eduzz, e tive a oportunidade de conversar com o dono da empresa, Eugênio Pachelle, no Oceano Azul Summit, em maio de 2016.
Conversar com alguém que está em “outro nível” em termos de negócios via web abriu minha mente para as possibilidades que o mercado global de serviços oferece.
Mais que um simples meio de pagamento, o Eduzz é um marketplace, ou seja, um local onde produtores e afiliados (revendedores) têm acesso a uma infinidade de recursos pra criar, divulgar, vender e revender produtos e serviços online.
Conheci recursos que não tinha ideia da existência, e comecei a migrar meus produtos pra plataforma concorrente da Hotmart.
Com a plataforma do Eugênio, é possível criar infoprodutos (ebooks, cursos online, serviços de consultoria, etc), com recursos para hospedar conteúdos (páginas de divulgação e venda, PDFs, vídeos e outros documentos) e receber pagamentos (boleto, cartão de débito, crédito, assinatura, mensalidade, etc).
Além de tudo isso, é possível se tornar afiliado, ou seja, revender produtos através de um sistema de que cuida de todos os detalhes, incluindo comissões, co-autoria, entrega de conteúdos, etc.
E ainda tem taxas melhores que o Hotmart e o Paypal, além de oferecer a possibilidade de antecipação de receita (mesmo antes da canetada do Temer obrigar a redução do prazo :).

 

SendPulse

 

A SendPulse é uma plataforma de fácil usabilidade para seus clientes em que é possível fazer vários serviços. Sendo um site que está no mercado a bastante tempo e com ótimas recomendações para quem está buscando uma plataforma de marketing.

SendPulse oferece um construtor de landing page para quem está começando e ou já tem um negócio e precisa de um site para ofertar seus produtos. Outro ponto importante para enviar e-mails em massa e a criação de campanhas de marketing para seus clientes. Tem vários modelos pré-definidos ou você pode fazer o seu de forma simples.

Com a Automação 360 permite possibilidades de fazer segmentação de mensagem, envios de sms, teste A/B, integração com outros serviços (até de pagamento), envios de SMS em massa e entre outros.

A SendPulse permite também a utilização de recursos para aplicativos móveis e a monitoração de suas campanhas como saber se chegou ou for aberto a mensagem enviada e construção de formulários de inscrição e entre outras coisas.

Conclusão

Ufa!
Acho que não esqueci nada.
Viu como é fácil manter um blog atualizado, criar e vender cursos e gerar renda extra, mesmo tendo um trabalho de 8h diárias?
Meu objetivo com este texto foi abrir a mente dos profissionais de TI para as enormes possibilidades que a Internet oferece.
Vejo muito profissional de TI “preso no seu quadrado”, num emprego que remunera mal e cujas atividades não preenchem a necessidade de realização.
Isso me incomoda, pois penso que você profissional de TI têm uma ENORME vantagem competitiva nas mãos.
Você tem facilidade com as tecnologias que servem de meio pra qualquer negócio online.
Ou vai me dizer que você não é capaz de aprender a instalar, configurar e otimizar as ferramentas que citei ao longo desse texto?
O momento é excelente pra fornecer serviços de TI para pessoas e empresas que precisam levar seus negócios para a web.
O acesso à Internet chegou a apenas 58% da população brasileira, e até 2015, apenas 25% dos brasileiros faziam compras via web.
Por isso, quanto antes você se preparar para este mercado online em expansão, maior o número de oportunidades que vai poder aproveitar.
Ficou alguma dúvida? Quer saber mais?
Deixe seu comentário logo abaixo que respondo com a maior satisfação!

O que Aprendi em 15 Consultas SQL pra Hackear o WordPress (sem precisar de plugins)!

Wordpress

Como você obviamente sabe, eu tenho um blog 🙂

Na busca por otimizar o blog, no final do ano passado, finalmente consegui migrar da plataforma da Google (Blogger) pro WordPress, algo que levei anos pra realizar e que hoje lamento não ter feito antes. Simplesmente não há comparação em termos de funcionalidade, facilidades, recursos, enfim.

Não é à toa que a plataforma domina nada menos que um terço da Internet!

Uma das coisas mais legais, senão a mais legal, do WordPress, são os plugins.

Eles permitem fazer coisas incríveis com seu site, de templates para textos a melhorias de segurança pro site, de otimização de imagens a compactação de páginas para acelerar o desempenho, de exibição automática de propagandas a sugestões de textos relacionados, tudo isso e muito mais é possível fazer com esses pedacinhos mágicos de código.

Isso é uma mão na roda muito, mas muito útil mesmo, especialmente para empreendedores que não dispõem de recursos financeiros para delegar a profissionais especializados a manutenção do site ou blog.

E é este o ponto que quero explorar neste texto.

Mas, antes, deixe eu apresentar a vocês os 27 “hacks” pro WordPress que descobri meio sem querer, enquanto pesquisava plugins pra tratar questões específicas deste blog.

WordPress e LAMP

A combinação do WordPress com a famosa sigla LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP) é uma opção muito interessante e facilmente encontrada em qualquer provedor de serviços de hospedagem de sites que se preze.

Por isso mesmo, vale a pena conhecer um pouco melhor algumas das informações disponíveis no banco de dados do WordPress, pois elas podem ser muito úteis em algumas situações.

Pra citar somente dois exemplos: 1) você pode não querer instalar muitos plugins no seu site por razões de desempenho e segurança, e neste caso algumas operações que um plugin facilitaria podem ser realizadas diretamente no banco, como vou exemplificar mais adiante; 2) você pode não encontrar um plugin que faça exatamente o que precisa, e neste caso a solução pode estar na execução de um script SQL diretamente no banco de dados do WordPress. Embora seja uma operação de risco, com os devidos cuidados (e, principalmente, um backup recente à mão 🙂 é possível resolver mesmo as situações mais complicadas.

Explorando o banco de dados MySQL do WordPress

Você pode começar sua aventura pelo banco de dados do WordPress com uma simples consulta.

connect wordpress;

SELECT * from wp_options limit 10;

Observe que incluí a opção “limit 10”. Isto porque, neste blog, a consulta sem esta cláusula resultou em uma listinha de ~5500 registros.

Para o objetivo didático deste texto, as primeiras 10 linhas já são suficientes para revelar informações importantes sobre o site como nome, URL, contato do administrador e descrição. Esta tabelinha pode ser muito útil em situações de migração, por exemplo, em que pode ser necessário mudar a URL do site.

Agora que você já se familiarizou um pouco com o banco de dados do WordPress, vamos aos hacks propriamente ditos!

1 – Mudar a URL do site

Hoje em dia não faltam motivos para ter um site, e por isso mesmo há pessoas que vivem de registrar domínios pra vender depois. Em outros casos, nomes ofensivos ou relacionados a marcas podem ser obrigados a mudar por decisões judiciais.

Por isso é importante saber o que fazer caso seja necessário mudar a URL do seu site. Vai que…

UPDATE wp_options SET option_value = replace(option_value, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’) WHERE option_name = ‘home’ OR option_name = ‘siteurl’;

2. Atualizar o GUID (Globally Unique Identifier)

Além de atualizar as opções relativas à URL propriamente dita, pode ser necessário atualizar o GUID também.

UPDATE wp_posts SET guid = REPLACE (guid, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’);

3. Atualizar URL nos conteúdos

Ainda tratando de mudança de URL, você pode alterar as referências ao endereço anterior em todo o conteúdo do site.

UPDATE wp_posts SET post_content = REPLACE (post_content, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://www.endereconovo.com’);

4. Alterar o caminho das imagens

A utilização de Content Delivery Networks (CDN) é cada vez mais comum para distribuir melhor as informações de forma que estejam mais próximas dos usuários, melhorando o desempeno no acesso ao site.

Assim, o script abaixo permite ajustar o caminho das imagens para que apontem para o endereço do CDN ao invés do endereço do site.

UPDATE wp_posts SET post_content = REPLACE (post_content, ‘src=”http://www.enderecoantigo.com’, ‘src=”http://cdn.endereconovo.com’);
UPDATE wp_posts SET guid = REPLACE (guid, ‘http://www.enderecoantigo.com’, ‘http://cdn.enderecoantigo.com’) WHERE post_type = ‘attachment’;

5. Adicionar um campo aos posts

É possível acrescentar campos aos posts do WordPress para qualquer uso que deseje, como colocar uma observação sobre o conteúdo, por exemplo.

INSERT INTO wp_postmeta (post_id, meta_key, meta_value)
SELECT ID AS post_id, ‘UniversalCustomField’
AS meta_key ‘MeuCampoPersonalizado’ AS meta_value
FROM wp_posts WHERE ID NOT IN
(SELECT post_id FROM wp_postmeta WHERE meta_key = ‘UniversalCustomField’)
” AND post_type = ‘post’;

Para fazer o mesmo com as páginas, basta alterar o filtro “post_type = ‘post'” para “post_type = ‘page'”.

6. Encontrar todos os posts com um certo campo

Depois de criar o novo campo, você pode localizar todos os posts que o contém.

SELECT wp_posts.ID, wp_postmeta.meta_key

FROM wp_posts

JOIN wp_postmeta ON wp_posts.ID = wp_postmeta.post_id

AND wp_postmeta.meta_key = ‘FIELD_NAME’

WHERE wp_posts.post_type = ‘post’

order by wp_posts.ID asc

7. Apatar post meta

Plugins podem deixar lixo no seu site. Este script ajuda a limpar a bagunça. Basta identificar o campo “meta” que o plugin criou e removê-lo.

DELETE FROM wp_postmeta WHERE meta_key = ‘LixoMetadoPlugin’;

8. Alterar o usuário padrão admin

Embora este tipo de medida não seja tão eficaz como muitos pensam, pois aplica a segurança por obscuridade, renomear o usuário admin pode ser uma medida interessante pra, ao menos, reduzir os ataques dos chamados script kiddies.

UPDATE wp_users SET user_login = ‘Awesome Boss’ WHERE user_login = ‘Admin’;

9. Identificar tags não usadas

Se você resolve apagar posts antigos ou mudar as tags associadas, pode ser que fiquem algumas tags “órfãs” no banco de dados do WordPress.

Para identificá-las use a consulta abaixo.

SELECT * From wp_terms wt
INNER JOIN wp_term_taxonomy wtt ON wt.term_id=wtt.term_id WHERE wtt.taxonomy=’post_tag’ AND wtt.count=0;

10. Apagando SPAM

Este foi um dos comandos mais úteis pra mim até agora, pois o blog está sofrendo um “mini-ataque de SPAM” nos comentários, e apagar todos os comentários na unha é completamente inviável.

DELETE FROM wp_comments WHERE wp_comments.comment_approved = ‘spam’;

Na verdade a operação acima apaga os comentários marcados como SPAM. Para verificar os comentários que são SPAM mas ainda não foram marcados como SPAM, é necessário verificar os comentários pendentes, através dessa consulta:

SELECT * FROM wp_comments WHERE comment_approved <> 1;

11. Resetar senha

Essa é clássica, hein? #quemnunca

Quando precisar redefinir a senha de algum usuário, o comando SQL abaixo vai ser muito, muito

UPDATE wp_users SET user_pass = MD5( ‘nova_senha’ ) WHERE user_login = ‘logindousuario’;

12. Reatribuir artigos

Caso o site tenha vários colaboradores e um deles saia, é possível transferir para outro autor os textos. Pelo menos em termos de banco de dados 🙂

UPDATE wp_posts SET post_author = ‘id-novo-autor’ WHERE post_author = ‘id-autor-antigo’;

13. Apagar revisões

Eu costumo editar os posts várias vezes até chegar a uma versão final e publicar.

Nestes casos, as revisões podem ocupar um espaço precioso.

Não mais 🙂

DELETE a,b,c FROM wp_posts a

LEFT JOIN wp_term_relationships b ON (a.ID = b.object_id)

LEFT JOIN wp_postmeta c ON (a.ID = c.post_id)

WHERE a.post_type = ‘revision’

 

14. Apagar comentários não aprovados

Já mostrei como listar os comentários pendentes, não aprovados. Com a operação abaixo, é possível apagá-los.

DELETE FROM wp_comments WHERE comment_approved = 0

15. Desativar comentários em posts antigos

Aqui outra dica muito valiosa. Pra reduzir o SPAM nos comentários, tive que bloquear este recurso para alguns dos posts mais vizualizados do blog.

UPDATE wp_posts SET comment_status = ‘closed’ WHERE post_date < ‘2016-03-11’ AND post_status = ‘publish’;

 

Conclusão

O que quero chamar a atenção sobre esse texto é algo que muitas vezes vejo profissionais de TI, até experientes, procurando “as mesmas facilidades” que um usuário final.

Muitas vezes isso simplesmente não faz sentido.

Fazendo uma analogia com estes “hacks” do WordPress, é muito mais produtivo para um profissional de TI usar o conhecimento a mais que possui para criar um plugin que não exista, ou automatizar tarefas através de SQL e outros recursos disponíveis, do que se limitar apenas aos plugins disponíveis e o que seus desenvolvedores estão dispostos a oferecer.

Me vi obrigado a adotar uma postura mais “script friendly” e até voltei a programar depois que passei a estudar Ciência de Dados e DevOps, e os primeiros resultados já são bem interessantes. Num outro texto pretendo falar sobre eles.

10 Anos de Tecnologia que Interessa!

Aniversário 10 anos Tecnologia que Interessa! (o presente é seu!)

Nunca imaginei que veria este “filho” completar 10 ANOS!

Um projeto que nasceu para “deixar de entupir a caixa de mensagens dos amigos” e atender especialmente “amigos e familiares” 🙂

E que hoje atende a mais de 10 mill pessoas todos os meses.

Ao longo desses 10 anos aprendi muito mais do que poderia sonhar.

Conheci pessoas, empresas, tecnologias.

Descobri um novo mundo.

Novas possibilidades.

Acertei, errei.

Acima de tudo, cresci.

Como profissional.

Como pessoa.

Por isso, meu agradecimento muito especial a você, que faz parte da comunidade “Tecnologia que Interessa!”.

Você que acredita que as informações aqui compartilhadas podem ser úteis de alguma maneira.

Você que compartilha os conteúdos nas redes sociais.

Você que adquire os meus cursos.

Você que me ajuda a escrever melhor, corrigindo erros nos textos do blog.

Você que me incentiva a seguir, comentando quando um conteúdo foi útil.

Você que pede ajuda nos comentários.

Você que responde aos pedidos de ajuda nos comentários.

Você que trola os comentários com SPAM e críticas ácidas.

Enfim, obrigado a você que me ensina, diariamente, a ver o mundo através da web.

E agora, pra não ficar só no melodrama, quero compartilhar com você algo de útil.

Os Erros



Vou listar alguns dos maiores erros que cometi ao longo dessa caminhada, e que prejudicaram de alguma maneira o blog e, por consequência, a mim e até, de certo modo, a você leitor.

Fazer tudo sozinho

Este erro é muito comum, e demorei a entender que precisava investir pra ter resultados melhores. Em razão disso, até hoje o blog não tem o melhor design, nem a melhor rentabilidade que poderia.

Hoje conto com colaboradores que me ajudam a manter a qualidade do conteúdo e a frequência de postagens.

Focar só no retorno financeiro

Quando comecei a estudar sobre SEO e vi o potencial que conteúdos bem escritos podem alcançar, fiquei iludido por um tempo, acreditando que bastaria escrever alguns posts estratégicos e ver os acessos multiplicarem, os patrocinadores se degladiarem por um espaço de publicidade e a receita com os anúncios do Google decolarem rumo ao espaço.

Nada disso aconteceu.

E olha que tenho muitos textos na primeira página do Google.

Aprendi que, mais que retorno financeiro, é preciso encontrar a melhor maneira de ajudar o leitor a resolver o problema cuja solução ele busca no Google.

E assim passei a escrever textos menos estratégicos e mais úteis (espero eu) pra você.

Definir objetivos além do seu limite

Ao longo dos anos, fiquei muito exigente com o conteúdo do blog, e coloquei critérios de qualidade muito além do que seria viável para mim no dia a dia.
Quantidade mínima de palavras, imagens otimizadas, termos de busca associados e outras exigências técnicas fizeram com que ficasse completamente inviável manter a frequência semanal de postagens.
E pensar que nos primeiros 5 anos do blog eu consegui uma média de quase um post por dia!!!
A elaboração do informativo semanal, por exemplo, tomava pelo menos 4 horas do meu escasso tempo para coletar notícias, analisar, resumir, organizar em tópicos e publicar.
Ainda busco alternativas para automatizar parte desse esforço e viabilizar um informativo, pois sei que muitos leitores gostavam desse tipo de conteúdo.

Falta de foco

Esse provavelmente foi o maior dos erros que cometi.
Mesmo sabendo do potencial do blog, me envolvi em muitos projetos paralelos, alguns de outras pessoas, e desperdicei um tempo precioso construindo o sucesso de outros quando deveria estar construindo o meu sucesso.
Não me arrependo porque aprendi muito com esse erro, mas passei a escolher com muito mais cuidado os projetos, parcerias e ideias que vale a pena dedicar energia e tocar pra frente.

Destaques do ano

Nem só de erros foi o ano de 2017.
Foi um ano de conteúdos bem trabalhados, onde procurei oferecer mais qualidade, embora em menor quantidade.
A partir de novembro tive que me dedicar à Escola Bitcoins (já são quase 200 alunos!), e isso impediu que conseguisse entregar ainda mais conteúdo de qualidade em 2017.
De todo modo, creio que você vai concordar comigo que os conteúdos abaixo foram bem úteis, não?
Isso sem falar na MEGA série sobre a Amazon!
Expliquei as soluções que utilizo para que o blog seja, além de uma fonte de informações úteis, uma porta de entrada para possíveis alunos e clientes com o Arsenal do Tecnologia que Interessa!.
Trouxe algumas reflexões sobre a preocupação (por vezes) excessiva com certificações e acredito que você pode descobrir que não vale a pena se preocupar tanto assim com as certificações exigidas pelo mercado.
Listei 100 Ferramentas de Inteligência Artificial que já estão disponíveis pra usar e facilitar tarefas como encontrar um local pra morar, emprego, baladas, relembrar momentos importantes e até te ajudar a comer melhor identificando as calorias do alimento pela foto!
Como IA é um tema quente no momento, eu trouxe mais uma listinha, dessa vez de coisas incríveis que a IA vai fazer (algumas até já faz!) por você e/ou com você :O
Saindo um pouco do tema tecnologia mas trazendo um assunto que considero importantíssimo na vida de qualquer pessoa, relacionei uma enormidade de métodos de produtividade. Veja o que se encaixa melhor no seu perfil e seja feliz!
Aproveitando que voltei a estudar bastante sobre Bitcoin, Blockchain e criptomoedas, resolvi ajudar a resolver um dos principais problemas dos investidores. Quais as melhores carteiras pra guardar minhas moedas?
Seguindo a linha de tentar ajudar você no seu dia a dia, elaborei um guia pra comprar smartphones com melhor custo/benefício. O famoso bom e barato! De brinde, mostrei a você como não cair na pegadinha dos sites comparadores de smartphones.
Mostrei a importância de combinar conhecimentos, habilidades e atitudes através da Teoria CHA, que vai te ajudar a se tornar um profissional melhor em menos tempo.
Listei as principais tecnologias que um Cientista de Dados deve conhecer. Se essa é sua praia, esse texto é essencial.
E finalizei o ano começando uma nova série, desta vez sobre a Linguagem R, que aprendi a usar e admirar pela flexibilidade e poder de realizar coisas complexas com uma relativa simplicidade. Se você tem aptidão pra programar, recomendo muito que aprenda R.

O Futuro

Eu sempre acreditei no potencial do blog como fonte de informação e, porque não dizer, referência em TI a nível nacional.
Mesmo com a certeza de que os conteúdos estão cada vez melhores, ainda tenho metas ambiciosas em relação a este espaço.
Quando estes objetivos forem alcançados, espero que possamos comemorar juntos por aqui.
Para 2018 prometo apenas que vou fazer o meu melhor.
Não vou mais cometer o erro de prometer coisas que não tenho certeza se conseguirei cumprir, por isso nada de “listinha de pretensões” pra este ano.
Posso garantir apenas (e isso vale muito!) que vou continuar pesquisando, estudando, organizando, resumindo, escrevendo e publicando conteúdos que possam ajudar você a alcançar seus objetivos profissionais e, de repente, até pessoais também.

Conclusão

Ainda que outros projetos e circunstâncias me obriguem a dedicar menos tempo do que gostaria ao blog, tenha a mais absoluta certeza que meu comprometimento em continuar contribuindo com informações de qualidade pra você, através deste espaço, continua mais firme do que nunca.
Espero que possa aprender algo com os meus erros e acertos.
E desejo que possamos continuar nos encontrando por aqui pelos próximos 10 ou, quem sabe, até 100 anos! 🙂
Até.

10 coisas que aprendi blogando

Este blog tem sido, ao longo destes mais de 6 anos, fonte de muitas alegrias, algumas decepções, mas, acima de tudo, fonte de aprendizado constante, contínuo, permanente e extremamente gratificante. Este texto é uma tentativa de sintetizar ao menos parte daquilo que considero mais importante em termos de aprendizado nestes anos de blog, e que acredito possa ser útil a vocês também, no mínimo como estímulo para, quem sabe, criarem seus próprios blogs ou contribuirem com este, se assim desejarem.
Vamos lá. Reuni 20 coisas que aprendi desde que iniciei o blog, em janeiro de 2008, a partir da idéia de deixar de entupir a caixa de correio dos amigos com mensagens sobre tecnologia, deixando que cada um fizesse sua escolha quanto a acompanhar ou não o conteúdo que eu achava interessante disponibilizar, mas que não necessariamente refletia os interesses dos destinarários. E desde então venho aprendendo muito, a cada dia, a cada postagem, sobre uma infinidade de aspectos da web, da tecnologia e, por que não dizer, da vida, os quais compartilho a seguir:

1 – Suas idéias têm alcance ilimitado

Quando iniciei o blog, não tinha a menor idéia do alcance que aquilo que escreveria poderia ter, e desde o primeiro comentário, o primeiro spam, o primeiro troll, comecei a perceber que a web reserva muitas surpresas aos que se aventuram nela.

A possibilidade de contato com pessoas de todo o mundo e as oportunidades que se apresentam a partir daí são incrivelmente fascinantes, e apesar de alguns percalços, posso afirmar que a experiência de blogar é extremamente gratificante.

Os agradecimentos pelas informações úteis fornecidas, a troca de idéias e opiniões de forma saudável (com raras exceções – ainda bem) me motivam cada vez mais a continuar escrevendo aqui, mesmo com alguma dificuldade de tempo, pois o retorno compensa. Muito!

2 – É escrevendo que se aprende (inclusive a escrever)

Como muitas coisas na vida, escrever é uma questão de prática. Quanto mais se treina, mais se aperfeiçoa o ato de fazer algo. O blog me ajuda muito no aperfeiçoamento da escrita, uma habilidade extremamente importante mas pouco desenvolvida nos brasileiros, que em geral escrevem muito mal.

Além do aspecto da escrita em si, o blog me ajudou a ampliar meus conhecimentos em diversas áreas, pois para escrever sobre algo é importante pesquisar, ler bastante e coletar informações de fontes variadas sobre o tema.

Isto faz com que, antes de escrever, estudemos o assunto sobre o qual vamos tratar, fortalecendo e aumentando o domínio sobre o assunto. Sem contar que o simples ato de escrever sobre algo já funciona como uma espécie de revisão, reforçando o conhecimento através da recuperação de informações da memória para transformar em texto escrito.

3 – Ter um blog é um dos caminhos mais curtos pra se tornar referência em seu mercado de atuação

Só depois de muito tempo comecei a entender o que este blog significaria pra mim, e uma das coisas que me marcaram ocorreu há alguns anos, quando recebi o contato de uma empresa interessada em patrocinar o blog. Só então me dei conta de que, de forma não intencional, havia me tornado referência num nicho de mercado, por escrever bastante sobre este tópico em especial. Portanto, fica a dica, crie um blog sobre um assunto que você domina e se torne referência.

Passei então a estudar mais e me dedicar a compreender como a web funciona, e o que poderia fazer para que o conteúdo chegasse a cada vez mais pessoas que pudessem fazer bom uso das informações. Temas como design e SEO começaram a fazer parte do meu “acervo literário” 🙂

4 – Blog não dá dinheiro!

Estudo há bastante tempo SEO, monetização, marketing digital, e garanto, é extremamente difícil ganhar dinheiro com blog. A menos que você tenha uma equipe dedicada a criar conteúdo atraente e direcionado a um nicho de mercado rentável.

Utilizei inúmeras ferramentas, testei diversas formas de publicidade, ganhei e perdi patrocínio, criei até um Media Kit, mas não fiquei rico, e agora estou pensando seriamente em fazer uma mudança radical no blog, reorganizando a publicidade, os banners, etc, e privilegiando o conteúdo pra deixar o blog mais “limpo”. Aguardem cenas dos próximos capítulos 🙂

5 – Inglês é fundamental!

Outra lição que o blog me ensinou logo nos primeiros meses foi sobre a importância do inglês. Durante um tempo, tive a ilusão de que este seria um blog de notícias, atualizado com frequência, e cheguei a conseguir até alguns “furos” de reportagem, sendo o primeiro blog em português a noticiar alguns lançamentos de produtos e tecnologias. Não é à toa que volta e meia fornecemos dicas úteis para o aprendizado do inglês.

Para que isso fosse possível, eu não poderia me limitar aos de notícias nacionais. Era necessário “beber da fonte”, então eu acompanhava, usando meu leitor RSS preferido, companheiro velho de guerra, alguns dos principais sites de tecnologia do mundo. Hoje posso dizer que, se fosse listar todos os sites internacionais que acompanho ou já acompanhei, precisaria de alguns milhares de linhas. Vocês não fazem idéia da quantidade de sites nacionais que vivem de traduzir informação “gringa”.
Infelizmente, o “exército de um homem só” sucumbiu, e não consegui manter o ritmo de atualizações do blog, redirecionando o foco para conteúdo diferenciado, mais específico e mais aprofundado em relação aos sites de notícias.
Continuo publicando notícias, mas somente quando julgo que o timing está adequado, afinal não adianta publicar algo que todo mundo já sabe. É perda de tempo, a menos que se traga uma perspectiva diferente sobre a notícia, uma visão pessoal, algo assim.
Devo agradecer muito especialmente à lista EFR do Rubens Queiroz, que me ajudou imensamente os cerca de 10 anos como assinante.

6 – Autodidata por necessidade

O meu interesse por novidades, inovação e a verdadeira obsessão por estar sempre atualizado com o mundo da tecnologia me obrigou a desenvolver um perfil autodidata. Ao buscar me manter atualizado, descobri que os treinamentos só chegam depois que a tecnologia atinge certo nível de maturidade, e eu não podia esperar, pois queria trazer sempre a informação mais recente possível sobre as tecnologias mais modernas do mundo.
Em qualquer profissão, se manter atualizado é uma questão de sobrevivência e empregabilidade. Mas na área de TI, a situação é grave, bem mais grave. Por isso, pare imediatamente de choramingar e comece a buscar meios de se tornar autodidata.
Sugiro que comece desenvolvendo a capacidade de leitura e escrita, e depois busque desenvolver a capacidade de memorização. Há muita informação valiosa e disponível gratuitamente, que vai te ajudar a aprender o que quiser em pouco tempo. Seja através dos MOOCs que não param de “pipocar” na web sobre todo tipo de assunto, sejam dicas para melhorar a capacidade de leitura como as que compartilhamos no último podcast.

7 – Design é mais sobre funcionalidade e menos sobre aparência visual

Quando entendi que poderia (e deveria) tornar o blog mais profissional, uma das primeiras coisas que passei a estudar foi design. Já indiquei mais de uma vez o melhor curso de design disponível gratuitamente na web, pois o aprendizado que tive com este curso foi simplesmente espetacular!

Design tem muito mais a ver com comportamento, experiência de uso, funcionalidade, que aparência visual pura e simplesmente. Na minha ignorância, acreditava que design tratava, essencialmente, do embelezamento do blog/site/etc, mas o curso me mostrou, de uma forma incrivelmente didática, estimulante e criativa, que eu estava muito longe da realidade.

Posso dizer que essa “descoberta” mudou minha visão sobre a web de tal maneira que hoje vivo com a idéia fixa de otimizar o design do blog, e embora ainda não tenha achado o caminho, acredito que cada intervenção gera um resultado melhor que o anterior.

Só pra dar um exemplo, hoje o blog tem um template exclusivo para dispositivos móveis, que simplifica o layout e facilita a leitura do conteúdo, privilegiando portanto a experiência de vocês, queridos leitores. Aliás, se você estiver lendo isso no smartphone ou tablet, deixe seu comentário abaixo, faça suas sugestões e críticas. Ficarei muito grato.

8 – A Google está no comando

Volta e meia me deparo com uma situação que me lembra, às vezes de forma bem desagradável, que o poder do Google enquanto ferramenta de busca dominante é algo perigoso, pois deixa nas mãos de uma única empresa (apesar da forte concorrência do Facebook atualmente) o controle de que conteúdo deve ser privilegiado nos resultados de busca, nas chamadas SERPs (Search Engine Results Pages).

Em tese, as frequentes mudanças no algoritmo de busca da Big G têm o objetivo de coibir spam, conteúdo malicioso e truques usados por gente que tenta burlar a “natureza da web” pra aparecer na primeira página dos resultados sem oferecer conteúdo de qualidade.

Tenho a felicidade de aparecer na primeira página de resultados para termos como “blog tecnologia” e “ferramenta ITIL”, dentre outros. Mas os interesses financeiros da Google têm dificultado a vida de quem depende de estar nas primeiras páginas de resultados pra manter seu negócio, como já mostramos aqui. Felizmente, não é o meu caso.

9 – Psicologia e web: tudo a ver

Quanto mais aprendo sobre o funcionamento da web, mais percebo que blogs e sites profissionais são meticulosamente estruturados para explorar cada sentimento, cada sensação das pessoas ao visitar o site, induzindo comportamentos através de cores, imagens, pop-ups e outros truques, alguns mais e outros menos agressivos.

A web há muito tempo deixou de ser uma simples “teia de hyperlinks”, se tornou mais complexa e cheia de novas possibilidades que são exploradas de forma cada vez mais criativa. Um vídeo pode se tornar uma “isca” na busca por um potencial cliente, textos são minuciosamente construídos com o objetivo de criar sensações nos leitores, e as reações aos diversos tipos de conteúdo são constantemente monitoradas.

O marketing digital explora cada vez mais o aspecto psicológico das pessoas enquanto navegam na web, seja na rede social, no buscador ou num simples blog.

10 – Visão de blogueiro

Quando se tem um blog, a simples experiência de navegar na web se transforma. Passei a observar o design do site, alguns elementos chave como fonte e elementos da página, tento identificar o modelo de negócio do site, enfim, faço uma verdadeira varredura no site buscando identificar algo que possa ser útil ao meu próprio blog, e invariavelmente me deparo com coisas interessantes, curiosas, diferentes.

É até angustiante, pois são tantas idéias a colocar em prática que às vezes acho que vou ficar maluco. Outras vezes tenho certeza 🙂

11 – Conclusão

Em resumo, a mensagem que queria passar nesse texto é que blogar pode ser bom, pode ser muito bom! Experimente!

Analisando as estatísticas do blog

Observando as estatísticas acima, que indicam os posts mais lidos do blog em todos os tempos (ou seja, desde janeiro de 2008) observei algumas coisas que queria compartilhar com vocês:

  • Os 10 textos mais acessados do blog respondem por mais de 30% do total de visualizações de página (130 mil);
  •  
    • No caso do texto mais acessado, o percentual é ainda mais impressionante: sozinho ele responde por quase 10% do total;
  • Não é curioso que o texto mais acessado (nem o 2º) não enfoque os assuntos principais tratados pelo blog ?
  •  
    • A estatística mostra claramente que um texto com bom potencial de ranking em mecanismos de busca pode atrair muito mais visitantes que textos com temática específica, mesmo que com maior qualidade (sem falsa modéstia);
    • Cabe ressaltar também o fato de que a temática abordada nos dois primeiros textos (conversão de arquivos e vôos) é bem mais abrangente que VMware e ITIL, por exemplo, atingindo assim um público maior e gerando mais visitas;
  • Os textos sobre smartphones, confesso, fiz também com o objetivo de atrair visitas, e o resultado é interessante, respondendo por mais de 5% do total de visualizações de página do blog;
  • Os textos sobre software livre tiveram repercussão principalmente em razão da publicação dos mesmos pelo BR-Linux, o que reforça a idéia de que ter conteúdo e, principalmente, links em sites de maior audiência é importante para a relevância do blog;
  • Outro ponto que vale a pena destacar é o reflexo da utilização de termos “chamariz”, como “gratuito”. Isso aumenta a curiosidade das pessoas e o interesse, sem falar que é um termo bastante pesquisado, sendo algo que pode ser interessante se usado da forma correta (sem excessos);
  • Uma coisa que me chamou a atenção foi o fato de que não notei impacto (nos Top 10) pela publicação dos links para os textos do blog no buzz, twitter e na página do Tecnologia que Interessa no facebook. Preciso descobrir como obter estas informações, e aceito sugestões.
  • Apesar de não ter percebido impacto nos Top 10 acima, acredito que a publicação dos links trouxe mais visitas. Notei uma mudança de patamar, de 5 a 6 mil visitas até março deste ano, para 10 a 12 mil, com pico de 16 mil em abril, o que coincide (não exatamente) com o uso maior do twitter, buzz e facebook para publicação de links para os textos.

Pra finalizar, queria agradecer mais uma vez a cada um que lê o que escrevo, e dizer que, acima de tudo, o que me move é a vontade de compartilhar aquilo que ME interessa e que pode TE interessar. E se, aliado a isso, der pra faturar uns trocados aproveitando oportunidades, por que não ? Já consegui a incrível quantia de U$30 com o Google Adsense, falta pouco pra meta de 1 milhão :PE não, não quero nem aceito doações, ok Mr. Anderson ?Siga-nos no Twitter! ou Buzz
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Um ano de blog!

O tempo passa, o tempo voa. Já dizia a propaganda. Fiquei impressionado quando percebi que, há exatamente um ano, fazia o primeiro post no blog. Em 27 de janeiro de 2008 escrevi sobre o Netvibes, meu agregador RSS preferido e que me facilita o acesso a informações do meu interesse. Feeds sobre cinema, promoções de passagens aéreas, dicas de saúde, ciência e, claro, tecnologia. Muita tecnologia.

Neste dia especial pra mim, quero agradecer aos meus amigos, que prestigiam o blog como leitores, e fazem comentários que me ajudam muito (não é Igor ?), e aos anônimos que, eventualmente, acessam e fazem uso das informações que disponibilizo.  Espero que o blog seja cada vez mais útil a todos vocês.

Por fim, quero registrar que, como que por um acaso do destino, ontem sugeri ao BR-Linux, pela primeira vez, um texto meu, falando sobre ITIL e Software Livre, e o texto foi indicado hoje. O texto é de novembro, mas muito atual. Confiram a indicação no BR-Linux.